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RESOLUÇÃO de março de 2011

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RESOLUÇÃO 013 04 de março de 2011

O DIRETOR-PRESIDENTE DA COMPANHIA DOCAS DO ESPÍRITO SANTO – CODESA, no uso das atribuições que lhe confere a letra “g” do artigo 17, do Estatuto Social da Companhia, e consoante decisão tomada pela Diretoria Executiva em sua 1356ª Reunião Extraordinária, realizada em 16 de fevereiro de 2011,

RESOLVE:

Colocar em vigor a Norma de Controle de Acesso e Circulação de Pessoas e Veículos – NAPV, para aplicação no Porto Organizado de Vitória, conforme disposto em anexo.

PE: 7119/2010

(2)

S U M Á R I O

1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS: ... 7

2. OBJETIVO: ... 9

3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO: ... 10

4. COMPETÊNCIAS ... 11

4.1. Comissões Estaduais de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis – CESPORTOS ... 12

4.2. Departamento de Polícia Federal ... 13

4.3. Capitania dos Portos ... 14

4.4. Secretaria da Receita Federal ... 15

4.5. Administração Portuária ... 17

4.6. Governo do Estado ... 18

4.7. Coordenador da CESPORTOS ... 18

5. DEFINIÇÕES ... 20

5.1. Áreas de Acesso Publico: ... 20

5.2. Áreas Controladas: ... 20

5.3. Áreas Restritas: ... 20

5.3.1. No cais de Vitória: ... 20

5.3.2 No Cais de Capuaba: ... 21

a. Subestações elétricas ... 21

b. Paiol (guarda do armamento) ... 21

c. Centro de Controle de Comunicações – CCCOM ... 21

6. ROTINA DE FUNCIONAMENTO DA INSTALAÇÃO PORTUÁRIA: ... 22

7. CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS RELATIVOS AO CONTROLE DE ACESSO DE PESSOAS ... 23

7.1. Cadastramento de Pessoas: ... 23

a. Critérios ... 23

b. Sistemática de obtenção de cadastramento ... 23

c. Sistemática de Identificação de Cadastramento para acesso ... 24

(3)

c.1.de acesso restrito ... 24

c.2. de acesso controlado ... 24

I - Do pessoal da unidade de segurança da instalação portuária ... 24

II - Dos proprietários, dirigentes e demais funcionários da instalação portuária ... 25

III - das pessoas que eventualmente trabalhem, façam uso ou trafeguem na instalação portuária ... 25

IV - de passageiros ... 25

V - de acesso público ... 25

V.I- No Cais de Vitória ... 25

V.II- No Cais de Capuaba ... 26

d. Sistemática de Divulgação ... 26

7.2. Controle de Acessos e de Trânsito de Pessoas ... 26

a. Critérios ... 26

b. sistemática de controle de acesso e trânsito ... 26

b.1. Representantes de empresas transportadoras, operadores portuários, profissionais liberais, representantes de empresas contratadas ou prestadores de serviços: ... 27

b.2. Dos representantes de operadores portuários, profissionais liberais, representantes de empresas contratadas ou prestadores de serviços: ... 27

b.3. Dos visitantes: ... 28

b.4. Dos empregados da CODESA: ... 29

b.5. Dos representantes dos órgãos intervenientes: Alfândega, Polícia Federal, Ministério da Saúde, Ministério da Agricultura, Ministério do Trabalho ... 30

b.6. Dos representantes da Capitania dos Portos e demais representantes da Marinha de Guerra do Brasil ... 31

b.7. Dos Trabalhadores Portuários Avulsos – TPAs ... 32

b.8. Do pessoal da Unidade de Segurança e da Instalação portuária: ... 33

b.9. Dos dirigentes e demais funcionários da instalação portuária: ... 33 c. Processo para verificar a eficiência e a eficácia ...

34

(4)

c.1. Procedimentos para identificação de falhas ... 34

c.2. Procedimentos para resolução de falhas ... 35

d. Sistemática de divulgação dos procedimentos: ... 35

e. Sistemática de registros e arquivamento dos dados: ... 35

f. A sistemática de troca de informações: ... 36

8 CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS RELATIVOS AO CONTROLE DE ACESSO DE VEÍCULOS: ... 37

8.1. Cadastramento de Veículos: ... 37

8.1.1. De veículos carga, particulares, transportadores e outros ... 37

8.1.2. Sistemática de obtenção de Cadastramento: ... 38

8.1.3. Sistemática de identificação do cadastrado: ... 38

8.1.3.1. de acesso restrito ... 38

8.1.3.2 de acesso controlado ... 38

8.1.4. Sistemática de divulgação ... 39

8.2. Controle de Acesso e de Trânsito de Veículos: ... 39

8.2.1. Critérios: ... 39

8.2.1.1 Veículos Transportadores de Carga ... 39

a. Autônomos e de Empresas do ramo em operação permanente ... 39

b. Esporádicos ... 40

c. Veículos de Apoio Operacional: ... 41

8.2.2. Das Revistas a serem realizadas: ... 41

8.2.3. Avaliação e Eficácia dos Equipamentos: ... 41

8.2.4. Divulgação: ... 41

8.2.5. Do Registro de Controle Informatizado ... 42

8.2.6. A Sistemática de Informações ... 42

8.3. Estacionamento de veículos ... 42

8.3.1. Critérios: ... 42

8.3.2. Áreas destinadas ao estacionamento: ... 42

a. No Cais de Vitória: ... 42

a.1. Nível 1 de segurança ... 42

(5)

a.2. Nível 2 de segurança ... 43

a.3. Nível 3 de segurança ... 43

b. No Cais de Capuaba: ... 44

b.1. Nível 1 de segurança ... 44

b.2. Nível 2 de segurança ... 44

b.3. Nível 3 de segurança ... 45

8.3.3. Sistemática de Fiscalização ... 45

8.3.4. Sistemática de Divulgação ... 45

9. CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS RELATIVOS AO CONTROLE DE ACESSO DE AERONAVES ... 46 9.1. Sistema de controle de movimentações ... 46

9.2. Sistemática de troca de informações ... 46

9.3. Registro da movimentação da aeronave ... 46

10. CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS RELATIVOS AO CONTROLE DE ACESSO DE TRENS: ... 47 10.1. Sistemática de controle ... 47

10.2. Sistemática de troca de informações ... 47

10.3. Sistemática de registro e arquivamento ... 47

11. MEDIDAS ADICIONAIS ... 48

11.1. A serem implementadas a partir da elevação para o nível 2 de segurança ... 48

11.1.1. Estacionamento ... 49

I. No Cais de Vitória ... 49

II. No Cais de Capuaba ... 50

11.1.2. Procedimentos e registros ... 50

11.1.3. Armazenamento ... 51

a. De equipamentos ... 51

b. De cargas em geral ... 51

11.1.4. Procedimentos Específicos ... 51

11.1.5. Procedimentos para o controle, o acesso e detecção ... 51

(6)

a. De drogas ... 51

b. De artefatos explosivos ... 52

c. De produtos perigosos ... 52

d. De substâncias nocivas ... 52

11.2. Medidas a serem implementadas a partir da elevação para o nível 3 de segurança: ... 53 a. De entrada e saída de cargas ... 53

b. De permanência de cargas ... 53

c. De substancias nocivas ... 54

d. De utilização de estacionamento ... 54

e. De permanência de veículos ... 54

f. De procedimentos e registros ... 54

g. De cargas em geral ... 55

h. De procedimento geral ... 55

i. De Procedimentos Específicos ... 55

12. DISPOSIÇÕES GERAIS ... 56

12.1. As correlações das normas em questão com as convenções e as legislações pertinentes ... 56

12.2. A sistemática de revisão, atualização, registros de exercícios, incidentes e demais dados exigidos no Plano Segurança Pública Portuária – PSPP ... 56

13. GLOSSÁRIO ... 58

14. ANEXOS ... 59

ANEXO I – Decreto Nº 6.869 de 4 de junho de 2009 ... 60

ANEXO II – Portaria nº 144, de 24 de outubro de 2006 da Alfândega do Porto de Vitória ... 68

ANEXO III - Documentos necessários para credenciamento junto a Coordenação de Segurança Portuária – COSNIP ... 79

MODELO I DO ANEXO III - Solicitação de credenciamento... 86

MODELO II DO ANEXO III - Solicitação de ingresso em recintos alfandegados ... 87

(7)

MODELO III DO ANEXO III - Solicitação de credenciamento de unidade transportadora de carga ...

88 MODELO IV DO ANEXO III - Solicitação de credenciamento de unidade

transportadora de carga ...

89

MODELO V do ANEXO III - Declaração de bom estado de conservação ... 90 MODELO VI DO ANEXO III - Solicitação de ingresso de unidade transportadora de carga ... 92 MODELO VII DO ANEXO III - Solicitação de ingresso unidade de tráfego

para apoio operacional ...

93 MODELO VIII DO ANEXO III – Prisma ... 94

(8)

COMPANHIA DOCAS DO ESPÍRITO SANTO – CODESA COORDENAÇÃO DE SEGURANÇA PORTUÁRIA - COSNIP

NORMA DE CONTROLE DE ACESSO

E CIRCULAÇÃO DE PESSOAS E VEÍCULOS - NAPV APLICABILIDADE

“PORTO ORGANIZADO DE VITÓRIA”

DEZEMBRO - 2010

Companhia Docas do Espírito Santo – CODESA

Avenida Getúlio Vargas, 556, Centro, Vitória-ES-Brasil, CEP 29020-030  55 27 33 69 4139  55 27 33 69

(9)

1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS:

1.1. Tem observância central, a Resolução número 12, de 18 de dezembro de 2003, da Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis – CONPORTOS, que aprova o Termo de Referência para elaboração e o Roteiro para análise dos Planos de Segurança Pública Portuária dos Portos e terminais Marítimos Brasileiros e a Orientação para as “Normas de Controle de Acesso e Circulação de Pessoas e Veículos”, conforme preconiza o Plano de Segurança Pública do Porto Organizado de Vitória de março de 2004 da Companhia Docas do Espírito Santo – CODESA, com abrangência no Cais de Vitória, Cais de Capuaba.

1.2. Observa também, o disposto na Portaria número 144, de 24 de outubro de 2006, da Alfândega do Porto de Vitória, que disciplina o credenciamento de prestadores de serviço e de intervenientes no comércio exterior e regula o acesso e permanência de pessoas e veículos nos recintos alfandegados de zona primária e secundária.

1.3. O Porto de Vitória é uma das áreas sob jurisdição da CODESA no Estado do Espírito Santo e está localizado no berço sul da baía de Vitória possuindo áreas nos Municípios de Vitória e Vila Velha e tem como coordenadas geográficas (referenciadas ao seu ponto central – Prédio da Administração da Autoridade Portuária), sendo que a área do porto constitui-se em condomínio de terminais portuários e tem como característica fisiográfica marcante ter apenas um único acesso marítimo para entrada e saída dos navios que demandam aos mesmos, percorridas no sentido leste-oeste para o ingresso e no sentido inverso para deixá-la. Estando o Cais de Vitória localizado no Município de Vitória e os Cais de Capuaba , no Município de Vila Velha.

1.3.1. Para área de acesso restrito está sendo considerada o CCCOM – Centro

(10)

de Controle de Comunicação; Controlado: - Toda área do Cais de Vitória e do Cais de Capuaba é área de acesso controlado, sendo portanto aplicáveis em plenitude os procedimentos legais.Não existindo portando, área de acesso público.

(11)

2. OBJETIVO:

Estabelecer normas para controle de entrada e/ou saída de pessoas e bens por meios terrestres (a pé, veículos automotores e composições ferroviárias) e marítimo na área do Porto organizado de Vitória compreendendo: Cais de Vitória e Cais de Capuaba, dentro do que preconiza o Código Internacional para Proteção de Navios e Instalações Portuárias “ISPS CODE”, observado resoluções da Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis – CONPORTOS, Plano de Segurança Pública Portuária – PSPP, bem como normativas da Alfândega do Porto de Vitória/ES.

(12)

3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO:

3.1. As normas aqui dispostas se aplicam a todos os empregados da CODESA, empresas contratadas e terceirizadas, permissionárias, clientes, visitantes, fornecedores e agentes de Órgãos Públicos em serviço.

3.2. Aplica-se também às pessoas apontadas no item anterior a norma de segurança do trabalho, listadas em documentação específica.

(13)

4. COMPETÊNCIAS

Órgãos envolvidos e competências

Resolução 02/2002 – CONPORTOS – PLANO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA PORTUÁRIA – PNSPP

Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis – CONPORTOS.

A CONPORTOS tem como missão elaborar e implementar o sistema de prevenção e repressão a atos ilícitos nos portos, terminais e vias navegáveis. É composta por um representante e um suplente dos Ministérios: da Justiça, da Defesa (representado pelo Comando da Marinha), da Fazenda, das Relações Exteriores e dos Transportes.

Compete à CONPORTOS:

 baixar normas, em nível nacional, sobre segurança pública nos portos, terminais e vias navegáveis;

 elaborar projetos específicos de segurança pública nos portos, terminais e vias navegáveis e, por via diplomática, buscar, junto à Organização Marítima Internacional (IMO), assistência técnica e financeira de países doadores e instituições financeiras internacionais;

 apresentar sugestões às autoridades competentes para o aperfeiçoamento da legislação pertinente, inclusive consolidação de leis e regulamentos;

 avaliar programas de aperfeiçoamento das atividades de segurança pública nos portos, terminais e vias navegáveis;

 manter acompanhamento estatístico dos atos ilícitos penais ocorridos nos

(14)

portos, terminais e vias navegáveis, e dos resultados das investigações e das punições aplicadas;

 encaminhar aos órgãos competentes avaliações periódicas sobre as necessidades relativas à segurança pública nos portos, terminais e vias navegáveis;

 elaborar seu regimento interno e atualizá-lo, quando necessário, submetendo-o à aprovação do Ministério de Estado da Justiça;

 criar e instalar Comissões Estaduais de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis, fixando-lhes as atribuições;

 orientar as Comissões Estaduais, no que for cabível;

 gerenciar crises relativas à segurança pública, quando necessário, em apoio às CESPORTOS.

Referências Legais: Decreto nº 1.507/1995

4.1. Comissões Estaduais de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis – CESPORTOS

As CESPORTOS têm como missão prevenir e reprimir os atos ilícitos nos portos, terminais e vias navegáveis. São compostas, no mínimo, por representantes: da Polícia Federal, que as coordenarão; Capitania dos Portos; Secretaria da Receita da Fazenda; Administração Portuária; e Governo do Estado.

Compete às CESPORTOS:

 de acordo com a CONPORTOS, baixar normas, em nível estadual, sobre segurança pública nos portos, terminais e vias navegáveis;

 elaborar estatísticas dos ilícitos penais ocorridos nos portos, terminais e vias navegáveis, e dos resultados das investigações e das punições aplicadas;

 elaborar seu regimento interno e plano de segurança portuária a ser submetido à CONPORTOS;

 controlar os pontos sensíveis de valor estratégico, nas áreas portuárias;

(15)

 constituir, de acordo com a necessidade, subcomissões em cada instalação portuária do Estado;

 realizar anualmente, até 30 de setembro, planejamento das atividades da Comissão para o ano seguinte, articulando com os órgãos representados a inclusão dos respectivos recursos orçamentários necessários, observada a programação específica de cada organização, e encaminhar o referido planejamento à CONPORTOS;

 encaminhar aos órgãos competentes as avaliações periódicas sobre as necessidades relativas à segurança pública nos portos, terminais e vias navegáveis;

 manter estreito relacionamento com os representantes do Programa de Harmonização das Atividades dos Agentes de Autoridade nos Portos – PROHAGE;

 propor alterações na legislação, justificando as propostas;

 solicitar o apoio da CONPORTOS no gerenciamento de crises relativas à segurança pública, quando se julgar insuficiente para tal.

Referências Legais: Decreto nº 1.507/1995

4.2. Departamento de Polícia Federal

Compete ao Departamento de Polícia Federal, por meio dos Núcleos Especiais de Polícia Marítima (NEPOM):

 prevenir e reprimir os crimes praticados a bordo, contra ou em relação a embarcações atracadas no porto, fundeadas nas adjacências ou no mar territorial brasileiro;

 prevenir e reprimir os crimes de competência da Polícia Federal praticados na área portuária, adjacências e no mar territorial brasileiro, incluindo o tráfego de armas de fogo, de pessoas, armas químicas, nucleares, biológicas e congêneres, e o terrorismo e outros crimes praticados no âmbito marítimo, que tenham repercussão interestadual ou internacional, e que exijam repressão uniforme;

(16)

 executar a fiscalização de migração de passageiros e tripulantes, quando da realização da visita oficial a bordo das embarcações de transporte marítimo internacional, sem prejuízo de outras providências de controle interno em relação ao cumprimento do Estatuto do Passageiro, nos navios fretados ou não, que estejam operando em cabotagem, em apoio marítimo ou em apoio Portuário, observando-se o recolhimento das taxas devidas;

 fiscalizar as embarcações que operam no transporte internacional de cargas e/ou de passageiros por meio da expedição de passes de entrada e de saída em cada porto habilitado para o transporte internacional, ressalvando- se as atribuições dos demais órgãos;

 manter uma central de comunicação com rádio, telefone, fax e “e-mail”, operando 24 horas por dia, para receber denúncias de prática de ilícitos de competência da Polícia Federal nos portos e mar territorial e, conforme o caso, adotar as medidas pertinentes;

 buscar a integração dos órgãos que compõem a CESPORTOS, para uma ação mais coordenada na prevenção aos atos ilícitos.

Referências Legais: Instrução Normativa nº 2/1999, do Departamento de Polícia Federal

4.3. Capitania dos Portos

A Marinha do Brasil, na condição de Autoridade Marítima, tem o propósito de assegurar a salvaguarda da vida humana e a segurança da navegação, no mar aberto e hidrovias interiores, e a prevenção da poluição ambiental por parte de embarcações, plataformas ou suas instalações de apoio.

Compete à Capitania dos Portos:

 implementar o Controle de Navios pelo Estado do Porto (Port State Control) nas águas nacionais sob sua jurisdição;

 implementar e fiscalizar o cumprimento de leis e regulamentos, no mar e nas águas interiores, em coordenação com outros órgãos do poder executivo, federal ou estadual, quando se fizer necessária, em razão de

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competências específicas.

Referências Legais: Constituição da República Federativa do Brasil – Art. 142 Lei nº 9.537/1997

Decreto nº 2.596/1998 que regulamentou a Lei 9.537/1997 Lei Complementar nº 97/1999

Decreto nº 3.897/2001 Decreto nº 1.265/1994 Decreto nº 1.052/1994

Decreto 4.136/2002 regulamentou a Lei nº 9.966/2000

Lei nº 7.203/1984 (assistência e salvamento de embarcações) Lei nº 8.630/1993 (exploração dos portos)

4.4. Secretaria da Receita Federal do Brasil

Compete à Secretaria da Receita Federal do Brasil:

 dirigir, supervisionar, orientar, coordenar e executar os serviços de administração, fiscalização e controle aduaneiro, inclusive no que diz respeito a alfandegamento de áreas e recintos;

 planejar, coordenar e realizar as atividades de repressão ao contrabando, ao descaminho, à contrafação e pirataria e ao tráfico ilícito de entorpecentes e de drogas afins, e à lavagem e ocultação de bens, direitos e valores, observada a competência específica de outros órgãos;

 cumprir e fazer cumprir a legislação que regula a entrada, a permanência e a saída de quaisquer bens ou mercadorias no país;

 fiscalizar a entrada, a permanência, a movimentação e a saída de pessoas, veículos, unidades de carga e mercadorias, sem prejuízo das atribuições das outras autoridades no porto;

 exercer a vigilância aduaneira e promover a repressão ao contrabando e ao tráfico de drogas, sem prejuízo das atribuições de outros órgãos;

 proceder ao despacho aduaneiro na importação e na exportação;

(18)

 proceder à apreensão de mercadorias em situação irregular, nos termos da legislação fiscal aplicável;

 autorizar a remoção de mercadorias da área do porto para outros locais, alfandegados ou não, nos casos e na forma prevista na legislação aduaneira;

 zelar pela observância da legislação aduaneira e pela defesa dos interesses fazendários nacionais.

São, ainda, prerrogativas da Secretaria da Receita Federal:

 a administração fazendária, tendo seus servidores fiscais, dentro de suas áreas de competência e jurisdição, precedência sobre os demais setores administrativos, na forma da lei;

 no exercício de suas atribuições aduaneiras terá livre acesso a quaisquer dependências do porto e às embarcações, atracadas ou não, bem como aos locais onde se encontrarem mercadorias procedentes do exterior ou a ele destinadas, podendo, quando julgar necessário, requisitar papéis, livros e outros documentos, inclusive o apoio de força pública federal, estadual ou municipal;

 em tudo o que interessar à fiscalização aduaneira na zona primária, a autoridade aduaneira tem precedência sobre as demais que ali exerçam suas atribuições;

 a autoridade aduaneira poderá proceder às buscas em veículos, necessárias para prevenir e reprimir a ocorrência de infração à legislação aduaneira, inclusive em momento anterior à prestação das informações referidas no caput.

Referências Legais: Constituição da República Federativa do Brasil – Art. 237 Lei nº 8.630/1993

Decreto nº 7.386/2003 Decreto nº 4.543/2002 Decreto Lei nº 37/1996

Portaria nº 259/2001, Ministério da Fazenda

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4.5. Administração Portuária

Compete à Administração Portuária, por meio de sua Guarda Portuária e da Empresa de Segurança contratada:

 promover a vigilância e a segurança no Porto Organizado. Na zona primária do Porto Organizado, a vigilância será levada a efeito com o objetivo de garantir o cumprimento da legislação que regula a entrada, a permanência, a movimentação e a saída de pessoas, veículos, unidades de carga e mercadorias;

 prestar auxílio às autoridades que exerçam suas atribuições no Porto Organizado, sempre que requisitada. Portanto, a Guarda Portuária deverá colaborar com os órgãos de segurança pública e demais autoridades que atuam na área portuária para manutenção da ordem e a prevenção de ilícitos no interior daquelas instalações;

 exercer o policiamento interno das instalações do porto;

 zelar pela segurança, ordem, disciplina e fiel guarda dos imóveis, equipamentos, mercadorias e outros bens existentes ou depositados na área portuária, sob a responsabilidade da Administração Portuária;

 deter, em flagrante delito, os autores de crimes ou contravenções penais, e apreender os instrumentos e objetos que tiveram relação com o fato, entregando-os à autoridade competente;

 registrar a ocorrência, quando constatadas atividades ilícitas, acidentes de trabalho, sinistros ou avarias em equipamentos e veículos, ou atividades irregulares que venham a prejudicar o andamento das operações portuárias, mantendo a preservação do local do delito, efetuando os levantamentos preliminares e encaminhando-os à autoridade competente.

 Adotar as seguintes providências, quando da ausência da autoridade competente, em caso de sinistro, acidente, crime, contravenção penal ou ocorrência anormal:

- remover os feridos para o pronto-socorro ou hospital, comunicando, de imediato, o setor de segurança do trabalho;

(20)

- isolar o local para a realização de verificação e perícias, sempre que possível sem a paralisação das atividades portuárias;

- acionar o grupo de combate a incêndio, sempre que necessário;

 buscar a integração dos órgãos que compõem a CESPORTOS, para uma ação mais coordenada na prevenção e repressão aos atos ilícitos.

Referências Legais: Lei nº 8.630/1993

4.6. Governo do Estado

Compete ao Governo do Estado, por meio da Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militares:

a) Polícia Civil:

 desempenhar as funções de polícia judiciária;

 apurar infrações penais, exceto as militares.

b) Polícia Militar:

 realizar policiamento ostensivo;

 preservar a ordem pública.

c) Corpo de Bombeiros Militares:

 executar atividades de defesa civil, além das atribuições definidas em Lei.

A Polícia Civil e a Polícia Militar deverão buscar a integração dos órgãos que compõem a CESPORTOS, para uma ação mais coordenada na prevenção e repressão aos atos ilícitos.

Referências Legais: Constituição da República Federativa do Brasil – Art. 144

4.7. Coordenador da CESPORTOS

Compete ao Coordenador da CESPORTOS:

 exercer as atividades de secretaria executiva da CESPORTOS, oferecendo, inclusive, apoio administrativo durante a realização das reuniões ordinárias

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e extraordinárias da Comissão;

 convocar as reuniões ordinárias e, quando necessário, as extraordinárias da CESPORTOS;

 incentivar a ação integrada dos órgãos que compõem a CESPORTOS;

 elaborar e encaminhar à CONPORTOS, em até 15 (quinze) dias da realização, as atas das respectivas reuniões da CESPORTOS, após lidas e aprovadas;

 promover os atos necessários, perante as autoridades constituídas, à prevenção da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio dos entes alcançados por esta norma;

 adotar as medidas necessárias, quando os atos de que trata o item anterior desta alínea “c” exigirem a expedição de ordem judicial expressa que resguarde a ação a ser desencadeada;

 exercer outras atividades que lhe sejam atribuídas, em razão da deliberação, no mínimo, da maioria dos membros que integram a CESPORTOS.

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5. DEFINIÇÕES

5.1. Áreas de Acesso Publico:

Não existem áreas de acesso público.

5.2. Áreas Controladas:

Toda a área do Cais de Vitória e do Cais de Capuaba são áreas de acesso controlado, sendo, portanto, aplicável em plenitude os procedimentos descritos nas normas de acesso de acordo com as diretrizes da CONPORTOS.

5.3. Áreas Restritas:

5.3.1. No cais de Vitória:

Subestação de energia elétrica Finalidade Armazém 01 (um) – Subestação com

gerador

Alimentar em eventuais falta de energia pública na portaria de acesso de veículos, até as instalações do NEPOM.

Armazém 03 (três) – Distribuição de energia pública.

Armazém 04 (quatro) – Subestação com gerador

Alimentar em eventuais falta de energia pública o prédio da administração central.

Armazém 05 (cinco) - Distribuição de energia pública.

Datacenter/Sala dos Servidores

Todos os servidores da CODESA – Tecnologia da Informática

(23)

5.3.2 No Cais de Capuaba:

a. Subestações elétricas

Identificação Localização 01 Subestação elétrica principal –

CODESA e Terminal de Vila Velha

01 Início da estrada de terra dentro da área do cais acompanha o sopé do morro do Atalaia.

b. Paiol (guarda do armamento)

Identificação Localização 01 Depósito de armamento e munição 01 Setor administrativo de Capuaba

c. Centro de Controle de Comunicações – CCCOM

Identificação Localização 01 Concentra o CFTV com todos os

equipamentos

01 Setor administrativo de Capuaba

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6. ROTINA DE FUNCIONAMENTO DA INSTALAÇÃO PORTUÁRIA:

A rotina de funcionamento está descrita no item 4.9 e seguintes do PSPP – Plano de Segurança Pública Portuária com sua aplicabilidade principal no sistema de cadastramento de acordo com as diretrizes da CONPORTOS.

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7. CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS RELATIVOS AO CONTROLE DE ACESSO DE PESSOAS

7.1. Cadastramento de Pessoas:

a. Critérios

Sem prejuízo do que dispõe a Portaria número 144, de 24 de outubro de 2006, da Alfândega do Porto de Vitória, que disciplina o credenciamento de prestadores de serviço e de intervenientes no comércio exterior e regula o acesso e permanência de pessoas e veículos nos recintos alfandegados de zona primária e secundária, todas as pessoas que acessam ao Terminal serão identificadas e cadastradas no setor específico da Supervisão da Guarda Portuária, abrangendo:

a.1. Empregados da Companhia Docas do Espírito Santo – CODESA.

a.2. Operadores Portuários.

a.3. Trabalhadores diversos, visitantes e outros.

a.4. Empregados terceirizados, permissionários, Fornecedores possuidores de contrato e outros.

a.5. Os Clientes mediante solicitação, que deverão informar os dados pessoais para o COMARK e solicitar autorização de acesso.

a.6. VISITANTES: o setor competente da CODESA participará a Supervisão da Guarda Portuária quando da necessidade da visita, enviando os dados pessoais e dos eventuais veículos para a devida liberação. Para as visitas técnicas ou outras as zonas primárias e secundárias, observar-se-á as normativas da Alfândega do Porto de Vitória.

b. Sistemática de obtenção de cadastramento

A sistemática de cadastramento a ser adotada para o Cais de Vitória e Cais de Capuaba terá como produto final a emissão pela Supervisão da Guarda Portuária, de identificações tipo Crachá para cada categoria de pessoas que trafegam nas diversas áreas dos mesmos. Estas identificações serão autorizadas pelo FPIP e em seu impedimento pelo Supervisor da Guarda Portuária.

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c. Sistema de identificação de cadastramento para acesso O sistema de acesso é subdividido em:

c.1.de acesso restrito

I. Nas áreas classificadas como restritas o acesso só poderá ser feito pelos dirigentes da CODESA, Pelo FPIP e Supervisor da Guarda Portuária e pelos funcionários que forem designados para trabalhar na mesma e que terão crachás diferenciados.

II. O acesso de autoridades visitantes a essas áreas, far-se-a mediante a apresentação de crachás especiais previamente emitidos para as mesmas pela supervisão da Guarda Portuária.

c.2. de acesso controlado

Todo o movimento de entrada e saída de pessoas e veículos em todas as Portarias e Portões do Cais de Vitória e do Cais de Capuaba deverá ser registrado no sistema informatizado de registro e controle. Na falta deste por indisponibilidade temporária, os registros deverão ser feitos por escrito em formulários apropriados que ao final de cada turno devem ser encaminhados à Supervisão da Guarda Portuária.

I - Do pessoal da unidade de segurança da instalação portuária

Para acesso aos Cais todos os integrantes da Unidade de Segurança deverão apresentar o Crachá emitido pela Supervisão da Guarda Portuária.

O acesso dos integrantes da US aos Cais, em princípio, só deverá acontecer para execução do serviço ou, para os Guardas Portuários, quando para tratar de assuntos administrativos.

O pessoal da Unidade de Segurança em serviço, terá acesso a todas as áreas dos Cais, exceto ao interior daquelas que estão sob condições particulares de responsabilidade como, por exemplo, os armazéns.

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II - Dos proprietários, dirigentes e demais funcionários da instalação portuária Os dirigentes e demais funcionários para acessar às instalações dos Cais deverão também apresentar o Crachá emitido pela Supervisão da Guarda Portuária.

Em princípio os funcionários só terão acesso aos seus respectivos locais de trabalho. Para aqueles que têm, por força de sua função, que se deslocar no interior das instalações portuárias, o seu Chefe imediato deverá solicitar à Supervisão da Guarda um Crachá diferenciado.

III - das pessoas que eventualmente trabalhem, façam uso ou trafeguem na instalação portuária

Estas pessoas após identificação na Portaria ou Portão de acesso receberão um Crachá que autorizará o ingresso e o deslocamento pelas vias de circulação interna até e tão somente às áreas em que prestem serviço ou a que foram autorizadas.

IV - de passageiros.

Os Agentes de Navegação das Companhias dos navios deverão entregar com antecedência à Supervisão da Guarda Portuária uma relação completa dos passageiros, contendo: Nome, identidade, categoria, nacionalidade, data e lugar de nascimento e, passaporte para o caso de estrangeiros.

Copias destas relações serão disponibilizadas na Portaria especial que é aberta na ocasião de visita de navios de passageiros no Cais de Vitória.

O acesso dos passageiros constantes da lista dar-se-á mediante a apresentação de documento de identificação

V - de acesso público V.I. No Cais de Vitória.

Eventualmente, quando atracadas embarcações da Marinha de Guerra do Brasil e

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aberta visitação pública, durante o período estabelecido, caracteriza-se a área de visitação como de acesso público.

V.II. No Cais de Capuaba.

- Perímetro compreendido entre a portaria Avançada da Ilha das Flores e divisa com a ponte sobre o Rio Aribiri.

d. Sistemática de divulgação

A página da CODESA (www.codesa.gov.br), através de link disponibilizado em sua página inicial condensa todas as informações necessárias relativamente a segurança portuária, traçando diretrizes de conformidade com normas da Comissão nacional de Segurança Pública nos Portos Terminais e Vias Navegáveis – CONPORTOS, de como acessar o porto. Traz ainda notorial esclarecedor para o Código ISPS.

7.2. Controle de Acessos e de Trânsito de Pessoas a. Critérios

Os critérios adotados para o acesso e transito de pessoas estão pautados em registro no sistema informatizado. Na falta deste por indisponibilidade temporária, os registros deverão ser feitos por escrito em formulários apropriados que ao final de cada turno devem ser encaminhados à Supervisão da Guarda Portuária. Essas pessoas após identificação na portaria ou portão de acesso receberão um crachá, ficando assim liberado o ingresso e o deslocamento pelas vias de circulação interna até e tão somente às áreas em que prestem serviço ou a que forem autorizadas.

b. Sistemática de controle de acesso e trânsito

A sistemática de controle de acesso e trânsito, está estruturada com equipamento informatizado nas portarias, através de uma rede de computadores ligada ao servidor principal, utilizando para tal um “software” denominado “Suricato”, que observa as seguintes diretrizes:

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b.1. Representantes de empresas transportadoras, operadores portuários, profissionais liberais, representantes de empresas contratadas ou prestadores de serviços:

I. A guarda portuária solicita o comprovante de credenciamento do representante que deseja acessar ao porto;

II. Constatando que todas as credenciais estão em conformidade com o PSPP

<<Plano de Segurança Pública>> proceder-se-á a revistas em bolsas, sacolas e embrulhos de forma identificar o transporte de mercadorias ou objetos não autorizados.

III. Não sendo encontrada nenhuma desconformidade na revista, representante será instruído a passar pelo portal detector de metais e torniquete, com o seu cartão magnético;

IV. Aqueles representantes não credenciados serão instruídos a procurarem o setor de credenciamento da guarda portuária para fazê-lo;

V. Aqueles que se recusarem a se submeterem aos procedimentos terão o seu acesso negado ao porto e a guarda portuária através do CCCOM <<Centro de Controle de Comunicação>> acionará as autoridade policial local, no caso a Polícia Militar para o seu afastamento do local. Isto, de forma a manter a ordem e não obstruir as operações portuárias;

VI. Se quando da revista for constatada alguma desconformidade, como: arma de fogo, arma branca, mercadorias não autorizadas, contrabando, tóxicos, inflamáveis ou explosivos não autorizados, artefatos, e/ou demais substâncias suspeitas, essas serão apreendidas, e o portador detido impedido de ter acesso ao porto e, o fato alertado ao CCCOM – Centro de Controle de Comunicação, que acionará a autoridade competente para as medidas legais.

b.2. Dos representantes de operadores portuários, profissionais liberais, representantes de empresas contratadas ou prestadores de serviços:

I. O representante deverá estar previamente credenciado pelo setor específico da Guarda Portuária. O setor de credenciamento terá aplicado as normativas da Alfândega do Porto de Vitória para as pessoas aos recintos alfandegados

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de zona primária e secundária;

II. A guarda portuária solicita o comprovante de credenciamento daquele que deseja acessar ao porto;

III. Constatando que todas as credenciais estão em conformidade com o PSPP

<<Plano de Segurança Pública>> proceder-se-á a revistas em eventuais bolsas, sacolas e embrulhos de forma a identificar o transporte de mercadorias ou objetos não autorizados.

IV. Não sendo encontrada nenhuma desconformidade na revista, representante será instruído a passar pelo portal detector de metais e torniquete, com o seu cartão magnético;

V. Aqueles representantes não credenciados serão instruídos a procurarem o setor de credenciamento da guarda portuária para fazê-lo;

VI. Aqueles que se recusarem a se submeterem aos procedimentos terão o seu acesso negado ao porto e a guarda portuária através do CCCOM <<Centro de Controle de Comunicação>> acionará as autoridade policial local, no caso a Polícia Militar para o seu afastamento do local. Isto, de forma a manter a ordem e não obstruir as operações portuárias;

VII. Se quando da revista for constatada alguma desconformidade, como: arma de fogo, arma branca, mercadorias não autorizadas, contrabando, tóxicos, inflamáveis ou explosivos não autorizados, artefatos, e/ou demais substâncias suspeitas, essas serão apreendidas, e o portador detido impedido de ter acesso ao porto e, o fato alertado ao CCCOM – Centro de Controle de Comunicação, que acionará a autoridade competente para as medidas legais.

b.3. Dos visitantes:

I. O visitante ao se apresentar na portaria a guarda portuária faz contato com o CCCOM - <<Centro de Controle de Comunicação >>, que confirmará com o visitado a reunião para a seqüência nos procedimentos de registro;

II. Para as visitas técnicas nos recintos alfandegados de zona primária e secundária, aplicar-se-á, as normas da Alfândega do Porto de Vitória, com o deferimento em formulário próprio daquele órgão;

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III. Confirmada a reunião, a guarda portuária efetuará o cadastro no sistema com a gravação dos crachás eletrônicos de visitantes, haja vista o seu treinamento anterior para a questão;

IV. Após a gravação dos respectivos crachás, todos serão instruídos a afixarem os mesmos na roupa, na altura do peito, de forma a fácil identificação por todos os agentes da Unidade de Segurança;

V. Após essa etapa proceder-se-á a revistas, compreendendo: bolsas, sacolas e embrulhos de forma a identificar o transporte de mercadorias ou objetos não autorizados.

VI. Não sendo encontrada nenhuma desconformidade na revista, o visitante será instruído a passar pelo portal detector de metais, passar pelo torniquete com o seu cartão magnético (crachá) com a instrução de que deverá afixá-lo na roupa na altura do tórax, de forma a ser facilmente identificado por qualquer agente da unidade de segurança;

VII. Aqueles que se recusarem a se submeterem aos procedimentos terão o seu acesso negado ao porto e a guarda portuária através do CCCOM <<Centro de Controle de Comunicação acionará as autoridade policial local, no caso a Polícia Militar para o afastamento do mesmo da portaria de forma a manter a ordem e não obstruir as operações portuárias;

VIII. Se quando da revista for constatada alguma desconformidade, como: arma de fogo, arma branca, mercadorias não autorizadas, contrabando, tóxicos, inflamáveis ou explosivos não autorizados, artefatos e/ou demais substâncias suspeitas, essas serão apreendidas, o portador impedido de ter acesso ao porto, detidos e, o fato alertado ao CCCOM <<Centro de Controle de Comunicação>>, que acionará a autoridade competente para as medidas legais, sempre iniciando pela Polícia Militar do Estado.

b.4. Dos empregados da CODESA:

I. A guarda portuária solicita o crachá eletrônico do empregado que deverá estar em efetivo serviço no porto;

II. Constatando o efetivo serviço no porto proceder-se-á a revistas em eventuais

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bolsas, sacolas e embrulhos de forma a identificar o transporte de mercadorias ou objetos não autorizados.

III. Não sendo encontrada nenhuma desconformidade na revista, o empregado será instruído a passar pelo portal detector de metais, passar pelo torniquete com o seu cartão magnético e a identificação biométrica;

IV. Aqueles que se recusarem a se submeterem aos procedimentos terão o seu acesso negado ao porto e a guarda portuária através do CCCOM <<Centro de Controle de Comunicação acionará a sua chefia imediata para ciência do fato. A autoridade policial local, no caso a Polícia Militar será para afastamento da portaria de forma a manter a ordem e não obstruir as operações portuárias;

V. Se quando da revista for constatada alguma desconformidade, como: arma de fogo, arma branca, mercadorias não autorizadas, contrabando, tóxicos, inflamáveis ou explosivos não autorizados, artefatos e/ou demais substâncias suspeitas, essas serão apreendidas, o portador impedido de ter acesso ao porto, detidos e, o fato alertado ao CCCOM – Centro de Controle de Comunicação, que acionará a autoridade competente para as medidas legais, sempre iniciando pela Polícia Militar do Estado.

b.6. Dos representantes dos órgãos intervenientes: Alfândega, Polícia Federal, Ministério da Saúde, Ministério da Agricultura, Ministério do Trabalho.

I. Os servidores devidamente identificados dispensam o credenciamento prévio;

II. Os servidores agentes da “Polícia Federal” e da “Alfândega” terão livre acesso nas portarias, bem como estarão isentas das revistas rotineiras;

III. Esses agentes acessarão através do torniquete com o seu cartão magnético expedido previamente pelo setor específico da Guarda Portuária;

IV. Nos casos esporádicos a guarda portuária liberará o acesso fazendo o uso do cartão magnético e efetuará o registro no sistema de controle;

V. Para os eventuais casos de resistência aos procedimentos e, identificados as eventuais “exorbitâncias e abuso de autoridade”, o superior de serviço elaborará o devido “boletim de ocorrência”, circunstanciado que será

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enviado para a Coordenação de Segurança Portuária – COSNIP - que enviará para o Diretor Presidente da CODESA, com a solicitação de participação imediata do fato aos superiores legais dos órgãos envolvidos

b.6. Dos representantes da Capitania dos Portos e demais representantes da Marinha de Guerra do Brasil.

I. Os servidores militares devidamente identificados e em serviço dispensam o credenciamento prévio;

II. Os servidores militares em serviço terão livre acesso na portaria, bem como estarão isentos das revistas rotineiras;

III. Esses militares acessarão através do torniquete com o seu cartão magnético expedido previamente pelo setor específico da Guarda Portuária;

IV. Nos casos esporádicos a guarda portuária liberará o acesso fazendo o uso do cartão magnético e efetuará o registro no sistema de controle;

V. Para os eventuais casos de resistência aos procedimentos e, identificados as eventuais “exorbitâncias e abuso de autoridade”, o superior de serviço elaborará o devido “boletim de ocorrência”, circunstanciado que será enviado para a Coordenação de Segurança de Navios e Instalações Portuárias <<COSNIP>>, que enviará para o Diretor Presidente da CODESA, com a solicitação de participação imediata do fato aos superiores legais;

VI. Nos casos esporádicos a guarda portuária abrirá a cancela fazendo o uso do cartão magnético e efetuará o registro no sistema de controle;

VII. Os servidores militares quando de sua estada no porto serão devidamente credenciados, esporadicamente na portaria somente para aquela ocasião;

VIII. Aqueles que se recusarem a se submeterem aos procedimentos terão o seu acesso negado ao porto e a guarda portuária através do CCCOM <<Centro de Controle de Comunicação acionará o oficial de serviço na Capitania dos Portos ou na embarcação para ciência do fato. A autoridade policial local, no caso a Polícia Militar será para o afastamento da portaria de forma a manter a ordem não obstruir as operações portuárias;

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IX. Nesse caso a guarda portuária procederá à revista em bolsas sacolas e embrulhos que estes por ventura estiverem portando;

X. Se quando da revista do veículo for constatada alguma desconformidade, como: arma de fogo, arma branca, mercadorias não autorizadas, contrabando, tóxicos, inflamáveis ou explosivos não autorizados, artefatos e/ou demais substâncias suspeitas, essas serão apreendidas, o veículo impedido de ter acesso ao porto, seus condutores detidos e, o fato alertado ao CCCOM – Centro de Controle de Comunicação, que acionará a autoridade competente para as medidas legais, sempre iniciando pela Polícia Militar do Estado;

XI. Todos esses procedimentos se aplicação também quando da saída no portão.

b.7. Dos Trabalhadores Portuários Avulsos – TPAs.

I. O TPA deverá estar previamente escalado para os serviços naquele terno, conforme lista de embarque atualizada a cada 20 minutos, entre o setor de informática do Órgão Gestor de Mão-de-obra e a Coordenação de Tecnologia da Informática da CODESA conforme cadastro biométrico. A liberação do torniquete se dará através do controle por biometria.

II. Em caso de problemas técnicos, o trabalhador deverá apresentar a identidade funcional expedida pelo OGMO, Órgão Gestor de Mão-de-obra, onde o agente da US, deverá examinar a listagem que lhe será entregue, via fax, ou apresentada por quem de direito.

III. Constatando o efetivo serviço no porto proceder-se-á revistas em eventuais bolsas, sacolas e embrulhos de forma a identificar o transporte de mercadorias ou objetos não autorizados.

IV. Não sendo encontrada nenhuma desconformidade na revista, em ambas as situações, o TPA será instruído a passar pelo portal detector de metais, em seguida, pelo torniquete tendo acesso então ao interior do cais. Os procedimentos supra alinhados, aplicam-se tanto para o acesso, quanto para a saída do cais.

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V. Aqueles que se recusarem a se submeterem aos procedimentos terão o seu acesso negado ao porto, e a guarda portuária através do CCCOM <<Centro de Controle de Comunicação, acionará a fiscalização do OGMO para ciência do fato e as providências necessárias para o cumprimento das normativas da CODESA. Permanecendo a situação, deverá ainda o agente da US, acionar a autoridade policial local, no caso a Polícia Militar para afastamento daquele trabalhador da portaria, de forma a manter a ordem e não obstruir as operações portuárias.

VI. Se quando da revista for constatada alguma desconformidade, como: arma de fogo, arma branca, mercadorias não autorizadas, contrabando, tóxicos, inflamáveis ou explosivos não autorizados, artefatos e/ou demais substâncias suspeitas, essas serão apreendidas, o portador impedido de ter acesso ao porto, detidos e, o fato alertado ao CCCOM – Centro de Controle de Comunicação, que acionará a autoridade competente para as medidas legais, sempre iniciando pela Polícia Militar do Estado.

b.8. Do pessoal da Unidade de Segurança e da Instalação portuária:

I. - Para o acesso aos cais, todos os integrantes da unidade de segurança deverão apresentar o crachá funcional emitido pela Coordenação de recursos humanos. O acesso dos agentes da US ao Cais só deverá acontecer para a execução do serviço ou para os Guardas Portuários quando para tratar de assuntos administrativos. O pessoal da US de serviço, terá acesso a todas as áreas, exceto ao interior daquelas que estão sob condições particulares de responsabilidade, como por exemplo os armazéns.

b.9. Dos dirigentes e demais funcionários da instalação portuária:

I - Os dirigentes e demais empregados para acesso às instalações dos cais deverão portar o crachá funcional emitido pela Coordenação de Recursos Humanos.

II - Em princípio os empregados só terão acesso aos respectivos locais de trabalhos. Para aqueles que por força de sua função, tenham que se deslocar

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para as áreas operacionais, deverão fazer uso do equipamento de segurança (EPI) – Capacete, colete refletivo e etc.

III - A sistemática de avaliação da eficiência e eficácia dos equipamentos/sistemas de controle e acesso, bem como os procedimentos para a identificação e a resolução de possíveis falhas no equipamento, é feita pelos SSP’s Supervisores de Segurança Portuária Credenciados, com designação para os agentes da US – Unidade de Segurança postados nos diversos postos de controle, para comunicação para a Coordenação de Informática, essa designar.

c. Processo para verificar a eficiência e a eficácia

I. A eficiência dos equipamentos de segurança será medida pelo percentual de falhas apresentadas. Ao final de cada mês deverá ser elaborado um Relatório de Falhas e apurado se o equipamento ficou inoperante um percentual igual ou maior que 3% das horas que deveria ter trabalhado.

II. A eficácia destes equipamentos e sistemas deverá ser verificada por observações coletadas no uso diário dos mesmos, avaliando-se se o uso dos equipamentos e sistemas facilitou a execução das ações desejadas, ou se o emprego dos mesmos nas horas e locais em que se dependia de seus funcionamentos deixou a desejar.

c.1. Procedimentos para identificação de falhas

I. As falhas identificadas deverão ser anotadas no Relatório Mensal de Falhas para permitir a perfeita avaliação do equipamento e as providências a serem adotadas, quando necessário.

II. Sempre que identificada uma falha, deverá ser acionado o setor de manutenção para a imediata eliminação da falha.

III. Em função das informações técnicas resultantes da análise do Relatório, o FPIP poderá determinar a mudança ou adaptação de procedimentos de segurança e, se for o caso, solicitar à Presidência da CODESA a aquisição de novos equipamentos ou programas.

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c.2. Procedimentos para resolução de falhas

I. O exame dos Relatórios Mensais de Falhas mostrará a eficácia do equipamento e proporcionará uma análise da ocorrência das falhas se são repetitivas ou alternadas.

II. No caso de repetitivas, ficará demonstrada a falha grave de funcionamento do equipamento, que deverá ser sanada com a maior brevidade possível.

III. No caso de alternadas, ficará demonstrada uma falha leve, que demandará um estudo por parte do fabricante, para determinar as causas e saná-las com a maior brevidade possível.

d. Sistemática de divulgação dos procedimentos:

A Sistemática de divulgação dos procedimentos de controle para as pessoas que acessem as instalações portuárias; publico interno de interesse da administração, e para os representantes de empresas e órgãos públicos, está disponibilizado na página inicial da CODESA (www.codesa.gov.br). Condensa assim, todas as informações necessárias relativamente a segurança portuária, traçando diretrizes de conformidade com normas da Comissão nacional de Segurança Pública nos Portos Terminais e Vias Navegáveis – CONPORTOS, de como acessar o porto. Traz ainda notorial, esclarecedor para o Código ISPS. O usuário, ao acessar o site da CODESA, identificará o link – ISPS CODE, com direcionamento dos procedimentos para acesso ao porto e ainda esclarecimentos do que significa o código ISPS.

e. Sistemática de registros e arquivamento dos dados:

As informações colhidas sobre as pessoas por ocasião de acesso e saída da instalação portuária, através dos portões do Cais de Vitória e Capuaba, fica registrado no sistema informatizado de controle, conforme já descrito no item 7.2, letras “a” e “b”. Na falta deste por indisponibilidade temporária os registros serão feitos por escrito em formulários apropriados que ao final de cada turno devem ser encaminhados para arquivo na Supervisão da Guarda Portuária.

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f. A sistemática de troca de informações:

A sistemática de troca de informações com os diversos órgãos públicos se dá através de contacto direto a cargo do CCCOM - Centro de Controle de Comunicações com o CIODES - Centro Integrado Operacional de Defesa Social que congrega Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil, Defesa Civil e Guarda Civil Municipal de Vitória.

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8 CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS RELATIVOS AO CONTROLE DE ACESSO DE VEÍCULOS:

8.1. Cadastramento de Veículos: (conforme especificação do anexo I) 8.1.1. De veículos de carga, particulares, transportadores e outros

De veículos (carga, particulares, transportadores e outros): Todos os veículos que se apresentarem pela primeira vez para entrar nos Cais para prestação de serviços ou por qualquer outro motivo deverão ser cadastrados e seus dados armazenados no sistema informatizado de registro e controle de acesso.

Deverão ser cadastrados, no mínimo, os seguintes dados dos veículos:

- Placas do veículo (cavalo e carretas, quando for o caso); proprietários; motorista;

marca, modelo, cor e ano de fabricação; tipo de carga que transporta.

Os responsáveis por esses veículos, depois do devido cadastro, terão como produto final a habilitação de cartão eletrônico do tipo “smart card” a ser utilizado no sistema eletrônico de controle de acesso.

No caso destes veículos prestarem serviços continuamente no porto, a critério do Supervisor da Guarda Portuária, poderá ser fornecida uma permissão de trânsito permanente com validade de até um ano.

Para a concessão da permissão de trânsito o veículo deverá ser vistoriado para ver se atende aos seguintes pontos:

- Possuir todos os itens de segurança ( cintos, triângulo, macaco e estepe);

- Luzes externas em funcionamento;

- Emissão de fumaça;

- Licenciamento válido.

A vistoria poderá ser substituída pela Declaração de Bom Estado de Conservação, constante do Modelo V do Anexo I.

O cancelamento do cadastramento dar-se-á pelas seguintes razões:

- Solicitação do proprietário;

- Não atender os itens da vistoria;

Referências

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