limitante e protetora RUNA SAGRADA TIRODAL, que o afirma na VONTADE
ABSOLUTA, na guerreira e conduzente RUNA TIRODAL DA VITÓRIA, que o
afirma no PURO VALOR INFINITO.
Este Kairos Iniciático de vontade e valor permite aos viryas unificar-se em uma Estratégia geral mais além da particular; esta união de forças e vontades fará possível o vínculo com as três runas não-criadas, com as forças conduzente à Origem. Esta combinação rúnica, somente é possível em um KAIROS DE GUERRA, este faz possível a vinculação carismática entre as treze runas arquetípicas e as três runas não-criadas. É a ciência que transforma as runas limitantes em runas notadamente conduzentes; porque a coincidência entre duas ou mais runas, sua interação carismática, gera um vínculo de poder que UNIFICA AOS VIRYAS ENTRE SI MAIS ALÉM DO TEMPO E DA DISTÂNCIA, poder que fortalece as runas limitantes em uma decida Runa de Guerra notadamente conduzente à ORIGEM. Isto acontece quando no mundo um Kairos, uma Mística regia se manifesta, e carismaticamente um conjunto de viryas se unificam e declaram morte aos Deuses da Matéria, iniciando uma Estratégia de OPOSIÇÃO PSICOSSOCIAL.
Nimrod de Rosário, Senhor da Orientação Absoluta, Pontífice Máximo do Kairos da Ordem dos Cavaleiros Tirodal, afirma neste kairos a Runa TIRODAL, e o autor deste tratado confirma o que o Capitão Kiev e o Siddha Tyr afirmaram quando nos entregaram a Runa TIRODAL DA VITÓRIA: “Os viryas que virão serão Homens de Pedra, ascenderão rapidamente à compreensão das verdades eternas, com VONTADE e VALOR conseguirão a VITÓRIA”.
As runas se unificam estrategicamente por atração carismática, vínculo que se gera a partir de um kairos que permite coincidir misticamente, a vontade dos Deuses com a vontade dos viryas. Esta decisão transcendental para o virya cria a emergência e a vivência da RUNA do KAIROS, ortogada por decisão dos Siddhas Leais aos viryas
despertos que compreendem as verdades eternas. Constrói-se este signo rúnico de libertação espiritual com a combinação de duas ou mais runas INICIÁTICAS; elas se reúnem em um só critério estratégico de libertação psicossocial. As mais altas qualidades noológicas estão na nossa RUNA TIRODAL, ela possui as qualidades de ser uma runa LIMITANTE, protetora, mas neste Kairos se transmuta na guerreira TIRODAL DA VITÓRIA, runa totalmente CONDUZENTE, signo não-criado que o dota do máximo VALOR E O LEVA À VITÓRIA.
Estes símbolos eternos foram parte imanente de todas as Estratégias Hiperbóreas no mundo. Sempre, por trás das ações guerreiras das Raças Hiperbóreas ou guiadas pelos Pontífices Hiperbóreos, está a sagrada Swástica, a Runa Hagal e a RUNA desse KAIROS de guerra. É neste Kairos da Segunda Guerra Mundial, e logo em seguida no kairos acontecido na Argentina, dirigido por Perón e sua companheira Evita, quando no mundo o SÍMBOLO DA ORIGEM se manifesta com toda sua potência conduzente, tal qual ela é, com todo seu poder libertador, neste Kairos iniciado por NIMROD DE ROSÁRIO, hoje nós, seus herdeiros, portamos os ESTANDARTES DA LIBERTAÇÃO. Selo rubricado pelo Pontífice Máximo Nimrod de Rosário, que com sua luta eterna plasmou em seus Fundamentos e em sua novela mágica, o Mistério da Sabedoria Hiperbórea, e que neste presente se afirma no grito de guerra, CLA-MOR, rugido de guerra que faz possível nossa LIBERTAÇÃO.
O virya, uma vez que compreendeu e suportou o olhar frio, gelado e guerreiro das runas eternas, internamente se relaciona com sua mística heróica, se afirma eternamente a uma linguagem oblíqua das três runas não-criadas, sabedoria que semanticamente no mundo, contém o modo de vida do Virya Berserkr e faz visível o Mundo Real dos Siddhas de Agartha; quer dizer, ele começa a coincidir com a gnose primordial da Sabedoria Hiperbórea. Este virya, estabelecido sobre elas, noologicamente supera os sucessivos tetrarques de seu caminho LABRELIX (mistério que deve enfrentar o Eu em sua libertação espiritual, tema analisado no texto do OITO INFINITO), ato que o levará a relacionar-se neste Kairos de valor e honra com a Runa TIRODAL e com a guerreira TIRODAL DA VITÓRIA.
O virya ascende a seus mistérios, e logo em seguida de sua compreensão pode transformar sua VONTADE em puro VALOR. Unicamente o virya QUE TRANSFORMA SUA VONTADE EM PURO VALOR, pode (neste KAIROS dos Siddhas Leais) fazer propício seu retorno à Origem. Esta ação interior sempre é coincidente com as ações que se desencadeiem sincronisticamente com o KAIROS exterior, dentro de uma PRAÇA LIBERADA, no terreno do Valplads.
Como consegue o virya visualizar a Sagrada TIRODAL?
O virya, em sua ação interior, dentro da Runa TIRODAL, sente que está protegido e compreende com sua faculdade de anamnese que ela está unida a uma conduzente runa guerreira. Ao ingressar à Runa Odal, pelo segredo do Ângulo Reto compreende que este segredo é a chave do mistério com o qual poderá abrir um vértice (um PONTO NÃO- CRIADO) de um ângulo reto de sua Runa Odal para poder visualizar a porta de saída à
runa conduzente TYR. Esta ação estratégica o orienta à Runa TYR e lhe permitirá compreender gnosticamente com seu sangue puro a Runa TIRODAL. Pela graça do mistério instituído nesta runa e na ciência do Yoga Hiperbóreo, compreende perfeitamente sua situação estratégica e a ação que deverá realizar para conseguir sua libertação. Mas o virya somente vê a TYR da TIRODAL se ingressa à PRAÇA TAU de seu arquêmona ODAL; ele jamais verá a TIRODAL pelo lado de fora, simplesmente estará frente a um signo rúnico e não frente a uma runa noológica. Resumindo: se o virya possui vontade, ascenderá através do Segredo do Labirinto, do PRINCÍPIO DO CERCO e do ÂNGULO RETO à PRAÇA ODAL, uma vez nela, com o Eu isolado e sob a Mística guerreira do Paráclito, centralizado no PONTO TAU, ascenderá à INDIVIDUALIZAÇÃO ABSOLUTA; a partir desta perspectiva noológica poderá inferir desde o Eu verdadeiro, o Eu Infinito e o SELBST. Compreende que a chave se acha no abrir, com o segredo do ÂNGULO RETO, o vértice de um ângulo reto da Runa Odal que se situa em forma oposta (inversa à porta de entrada) ao vértice do ângulo reto pelo qual ele ingressou à arquêmona ODAL; o mesmo é a porta de saída à conduzente Runa Tyr. O virya sente em seu sangue que ambas as runas se complementam na PROTETORA RUNA TIRODAL.
Qual é a ação que deve realizar o virya para deslocar-se estrategicamente de uma runa limitante como a TIRODAL a uma runa conduzente guerreira como a TIRODAL DA VITÓRIA?
Analisaremos cuidadosamente esta ação de guerra: ela transmuta o virya em Siddha. O virya, a partir do PONTO TAU, visualiza o ângulo reto coincidente entre a Runa Odal e a Runa Tyr, compreende que nesse vértice se encontra a porta noológica que lhe permite ascender a Runa Tyr. O virya, ao ter ingressado a arquêmona ODAL, depois de deixar para trás a porta de entrada, visualiza a configuração morfológica de sua runa noológica ODAL, e sela sua arquêmona reforçando runicamente seus muros limitantes. Ao situar-se no PONTO TAU, ele adquire verticalidade, podendo desde essa perspectiva visualizar os vértices de seus quatro ângulos retos e seus muros limitantes; sela sua porta de entrada com a espada de Wotan (inversão de seu tridente) e se arma Cavaleiro Tirodal. Dentro de sua runa procederá a selar sua arquêmona ODAL, projetando com sua espada a Runa Sieg sobre cada um dos três VÉRTICES de seus ângulos retos, deixando livre o vértice coincidente com a Runa Tyr, que abrirá quando tenha o VALOR INFINITO para fazer real sua libertação.
A Sabedoria Hiperbórea sustenta: todo vértice que se acha em uma estrutura geométrica poliédrica é uma porta de saída ou de entrada dimensional, é uma ponte noológica do criado ao não-criado. Ela afirma que todo espaço de significação emanado da Kalachakra, é uma estrutura geométrica poliédrica (tema estudado nos Livros de Cristal) e existe um ponto coincidente, UMA PONTE entre os diferentes espaços de significação do labirinto interior ou exterior. Nesse PONTO AXIOLÓGICO, se acha o eixo axial, o núcleo conectivo que vincula um espaço de significação com outro, porta de trânsito (núcleo transitivo) que permite o passar de um plano ou espaço de significação a outro; ela se encontra nos vértices dos ângulos retos, no Mistério do ÂNGULO RETO. De tal maneira
que o nexo conectivo entre diferentes (conceitos-fatia) espaços de significação, a ponte (enigma de Jano) que permite o passar de um conceito-fatia a outro, se estrutura sobre o vértice dos ângulos retos coincidentes entre dois ou mais espaços de significação. Como todo espaço de significação, desde os horizontais até os mais oblíquos, é uma construção poliédrica, tridimensional (executada com as três cabalas: lumínica, acústica e numeral), exemplo disto é a SUPERESTRUTURA CULTURAL MACROCÓSMICA, o Virya Iniciado Hiperbóreo, com o poder instituído pela Sabedoria Hiperbórea, DOMINANDO O PRINCÍPIO DO CERCO E DO SEGREDO DO ÂNGULO RETO, pode manejar esta ciência hiperbórea, ABRINDO OU FECHANDO OS ESPAÇOS DE SIGNIFICAÇÃO de um conceito-fatia a outro. Ciência noológica que lhe permite abrir os Registros culturais, e com sua faculdade de anamnese investigar seus conceitos-fatias, deslocando-se estrategicamente através do núcleo transitivo de um espaço de significação a outro, sem sofrer do terrível poder do Labirinto de Maya ou da ação dos Siddhas Traidores.
A Pontônica noológica do Yoga Hiperbóreo afirma: o virya deve SELAR RUNICAMENTE SUA ARQUÊMONA, seu OPPIDUM ODAL, somente assim ela será invulnerável, inexpugnável aos ataques dos Siddhas Traidores, porque eles sabem perfeitamente deste mistério e tratarão de localizar seu tendão de Aquiles. Esta ação estratégica é determinante. O VIRYA INICIADO TIRODAL deve ascender à Pontônica, e dominar as técnicas hiperbóreas do princípio do cerco e os segredos do Ângulo Reto para poder ARQUEMONIZAR RUNICAMENTE as portas, os muros que coincidem com os espaços-tempo do Valplads, com o terreno do inimigo; desta forma, sua PRAÇA LIBERADA, seu castelo será inexpugnável. Por isto, toda PRAÇA EXTERIOR ESTÁ LIBERADA QUANDO FOI ARQUEMONIZADA com as runas não-criadas; elas destroem o temporal e afirmam em seu interior um espaço atemporal, o INFINITO ATUAL, um tempo não-criado livre das forças demiúrgicas dos Arquétipos macrocósmicos, das egrégoras.
O virya entende, por sua gnose interior, o poder da RUNA ODAL (a ODALA se forma com a dupla Runa Sieg), compreende que existe nela uma via secreta conduzente à Origem. O virya sabe que está ante uma possibilidade real de libertação: sua ARQUÊMONA ODAL, runa limitante, porta um mistério, um segredo que deve ser revelado. O virya desperto descobre que sua Runa Odal se complementa com a Runa Tyr, integrando ambas a TIRODAL. O Guerreiro Sábio sente em seu sangue sua TIRODAL, mas deve tomar uma decisão noológica: afirmado no cerco TIRODAL, tem que ver a PONTE CONDUZENTE à Runa TYR para ascender ao kairos da conduzente RUNA TIRODAL DA VITÓRIA. Devemos esclarecer: uma realidade é reconhecer semanticamente a Semiótica estrutural da TIRODAL e outra realidade diferente é viver no sangue a Noologia Rúnica da Runa TIRODAL.
OS SIDDHAS AFIRMAM: O VIRYA SE SITUA DENTRO DA RUNA ODAL E FECHA SUA ARQUÊMONA RUNICAMENTE COM A RUNA SIEG. ESTÁ PROTEGIDO DENTRO DE SEU OPPIDUM ODAL E ASCENDE À SUA GNOSE GUERREIRA.
O VIRYA DENTRO DA RUNA ODAL DEVERÁ VISUALIZAR O PONTO DO VÉRTICE DO ÂNGULO RETO DE SUAS MURALHAS INVISÍVEIS DO PERÍMETRO DA
RUNA ODAL QUE SE VINCULA OU CONECTA COM A RUNA NÃO-CRIADA TYR, PARA ISTO, DEVE ELEVAR A RUNA ODAL, QUE SE ACHA NO PLANO HORIZONTAL, A SUA MÁXIMA PERPENDICULARIDADE NOOLÓGICA, TAL VERTICALIDADE RÚNICA LHE PERMITIRÁ VISUALIZAR A PONTE CONECTIVA CONDUZENTE À RUNA TYR, COM A QUAL SE CONSTRÓI, POR UNIÃO ENTRE AMBAS, A SAGRADA TIRODAL.
Explicaremos este segredo tratando de levar ao virya a sua compreensão, porque é parte fundamental da Segunda Iniciação Hiperbórea. Para isto localizaremos esta análise na figura acima, o mesmo lhe permitirá compreender o que trataremos de instruir ao Iniciado Hiperbóreo. A visão horizontal, plana da Runa Odal, se deve à ação que desenvolve o sujeito consciente do Virya, tal construção semiótica da morfologia estrutural da runa sempre participa da memória arquetípica, por isto todas as FORMAS RÚNICAS SÃO ARQUETÍPICAS, mas não suas FORÇAS NÃO-CRIADAS que provém da IMANÊNCIA NOOLÓGICA DA RUNA. O virya, por mais que esteja dentro da Runa Odal, não verá a Runa Tyr, porque ainda tem incidência no Eu seu sujeito consciente. Ao plasmar a Runa Odal, esta protege ao virya, mas não o liberta; a razão disto se encontra na incidência de seu sujeito consciente na construção da runa, da semiótica arquetípica de sua forma estrutural; Nimrod nos instrui sobre isto perfeitamente nos fundamentos. Isto se deve especificamente à ação construtiva que executa o EU verdadeiro do SIGNO RÚNICO com as matrizes ônticas do sujeito consciente; somente é resignado noologicamente o sujeito consciente e sua semiótica arquetípica na Segunda Iniciação Hiperbórea. Por mais que o EU esteja isolado, o sujeito consciente ainda participa das estruturas macrocósmicas do Demiurgo, da temporalidade e do sentido linear horizontal do espaço-tempo transcendente do Demiurgo. Unicamente poderá o virya (dentro da ODAL) visualizar a Runa Tyr e a TIRODAL, se o virya tem a vontade suficiente para ELEVAR a Runa Odal, adquirindo a runa VERTICALIDADE. Esta ação saca a runa da temporalidade e do sentido linear do tempo, de sua arquetípica forma criada ao ORIENTÁ-LA PERPERNTICULARMENTE, quer dizer, ao elevá-la, o que a localiza em um espaço de significação transversal, obtendo a RUNA ODAL, uma COINCIDÊNCIA CARISMÁTICA
COM A FORÇA NÃO-CRIADA DA RUNA TYR. Este mistério SE COMPREENDE TOTALMENTE NA SEGUNDA INICIAÇÃO HIPERBÓREA, quando o virya domina a alma, o sujeito consciente, e plasma no mesmo uma Semântica noológica Hiperbórea baseada na Ética noológica, na semiótica hiperbórea, ciência que lhe permite o domínio das runas não-criadas. Esta ação HERÓICA somente é possível quando o virya em sua Segunda Iniciação transmuta sua vontade em puro VALOR INFINITO, qualidade essencial que se requer para ser um Virya Berserkr e só o Virya com esta ética pode ganhar VERTICALIDADE o qual significa poder ELEVAR E SAIR RUNICAMENTE da ação do tempo do mundo. O virya, por mais que tenha a Primeira Iniciação e seu Eu esteja isolado, ainda não transmutou seus sujeitos anímicos, especialmente seu sujeito consciente; não tem o domínio total e absoluto de seu microcosmo. Seu microcosmo segue preso nos desígnios do Demiurgo e vivem seus sujeitos presos na temporalidade, na horizontalidade linear dos Arquétipos macrocósmicos, espaços de significação onde ainda seu microcosmo pode ser vítima dos Aspectos Amor, Beleza e Poder do Demiurgo. O virya dentro da Runa Odal fará uma referência, primeiro Semântica e depois Semiótica, situando a runa dentro do espaço-tempo transcendente, quer dizer, na temporalidade, e sabemos que nestes espaços lineares, horizontais, ainda se sofre da ação do inimigo (ver figura). Portanto, o virya está dentro da runa limitante ODAL, mas sua situação não mudou, porque a ODAL ESTÁ POSICIONADA EM UM SENTIDO LINEAR, HORIZONTAL, na temporalidade do sujeito consciente. Para modificar esta situação, o virya que compreende este mistério deve verticalizar a RUNA ODAL, para isto, apela a sua Vontade absoluta, poder com o qual elevará a Runa Odal, adquirindo VERTICALIDADE. Esta ação o ISOLA do tempo transcendente e o localiza de forma TRANSVERSAL ao sentido linear do tempo transcendente. Esta perspectiva transversal eleva sua gnose interior, cerca seu Eu, o isola do sujeito consciente, posição gnóstica interior que lhe permite ver em sua Runa Odal a Runa Tyr. O guerreiro ao elevar sua runa eleva sua gnose interior, e compreende que ambas as runas se complementam noologicamente, porque a Runa Tyr, AO SER UMA RUNA NÃO-CRIADA, está fora da temporalidade, e somente se sente sua força quando localizamos a nossa ODAL fora da temporalidade. A ODAL, runa protetora, situada transversalmente ao tempo transcendente adquire verticalidade, e seus espaços se tornam atemporais (a quadrangularidade da esfera de sombra se dissolve na angularidade da Runa Odal, esclarecendo-se a esfera de sombra, resignando com vontade o virya, o inconsciente) quando se complementam. Livre do tempo e de seus espaços arquetípicos, das linguagens culturais que nos espreitam, dentro da arquêmona ODAL, pode inferir a via secreta à Runa TYR (Escada Caracol), PONTO NÃO-CRIADO, vértice do ÂNGULO RETO onde se acopla à Runa Odal, vínculo que afirma no cerco ODAL a força e o poder da não- criada runa TYR. O Virya Berserkr dentro da runa e fora do tempo transcendente VISUALIZA A RUNA NÃO-CRIADA TYR E COMPREENDE A SAGRADA TIRODAL EM TODA SUA MANIFESTAÇÃO NOOLÓGICA.
COM TIRODINGUIBURR, TRIDENTE DE NETUNO (RUNA GIBUR), INGRESSA O VIRYA À RUNA ODAL; EM SUA GNOSE INTERIOR ISOLA O EU NO CERCO ODAL. A RUNA PROTETORA ODAL ADQUIRE VERTICALIDADE NOOLÓGICA E SE COMPLEMENTA COM A NÃO-CRIADA RUNA TYR. SE FUNDEM AMBAS AS RUNAS COMPLEMENTANDO-SE NA SAGRADA TIRODAL. O VIRYA GIRA SEU TRIDENTE E SE INVESTE NA ESPADA DE WOTAN, TRANSFORMANDO-SE EM CAVALEIRO TIRODAL. AO ELEVAR-SE, ADQUIRINDO VERTICALIDADE COM A ESPADA DE WOTAN, A SAGRADA TIRODAL SE TRANSMUTA NA GUERREIRA TIRODAL DA VITÓRIA, RUNA ETERNA CONDUZENTE À ETERNA RUNA HAGAL, ESFERA EHRE, O VIRYA É UM SIDDHA.
Nesta figura se representa uma analogia entre a SABEDORIA LÍTICA dos CASTELOS, das construções de Praças ou Castrum, das RUNAS NÃO-CRIADAS e sua relação INICIÁTICA COM O VIRYA BERSERKR.
Os CASTELOS E SUAS TORRES portam o SIGNO DA ORIGEM, podemos assim fazer uma analogia entre a Sagrada TIRODAL, os CASTELOS e o VIRYA INICIADO TIRODAL. Indubitavelmente, não pode existir um castelo sem suas MURALHAS e suas TORRES, porque as MURALHAS lhe permitem PROTEGER-SE e fazer-se INVISÍVEL e as TORRES permite ao Virya ASCENDER À SUA MÁXIMA VERTICALIDADE NOOLÓGICA a partir do qual pode ter uma REFERÊNCIA INFINITA DA ORIGEM (toda TORRE porta o mistério da Escada Caracol, e se constrói sobre elas). A partir de suas TORRES, os cavaleiros têm uma visão do mundo exterior, do terreno do Valplads, do inimigo. A TORRE, a construção mais alta do resto do conjunto, lhe dá a máxima visão do terreno que rodeia a construção, por isto, é o ponto mais alto e representa a MÁXIMA EXPRESSÃO ESTRATÉGICA, o VALOR INFINITO, a presença do SELBST. Analogamente, representa este mistério o PONTO TAU, a coluna, torre por onde o Virya Berserkr ascende por sua Escada Caracol ao ponto interior mais aproximado à visão do Selbst e da Origem; orientação estratégica que lhe dá o FUROR BERSERKR e o VRIL, para decididamente busca sua libertação. De tal maneira, estas construções, os
CASTELOS ou CASTRUM exteriores, eram análogos aos OPPIDUM interiores, espaço fortificado onde se faz forte o Eu verdadeiro. Por isto, existe uma correspondência análoga entre ambas as construções: ambas se realizam fortificando primeiro suas muralhas e construindo sobre sua Praça as TORRES; análogo a isto, é a construção interna da Sagrada TIRODAL.
A estrutura fortificada do CASTELO HIPERBÓREO é análoga à RUNA ODAL, e as TORRES DOS CASTELOS são análogas a não-criada runa TYR.
Para exemplificar isto, diremos: quando o virya medita dentro de sua Runa Odal, ele se situa na runa e se posiciona no PONTO TAU. O virya, ao meditar, estrutura a runa em sua tela ôntica e constrói sua morfologia Semiótica com seu sujeito consciente, o qual plasmará a runa semioticamente, localizando o signo rúnico na temporalidade do sujeito consciente, em uma linguagem horizontal. Nesta situação, o virya, meditando dentro de sua Runa Odal, se visualiza centrado no interior do signo. O virya, se bem que está isolado, protegido dentro da imanência noológica da runa, ela está sujeita a temporalidade pela ação do sujeito consciente. Nessa situação, o virya dentro da limitante Runa Odal, não poderá visualizar a Runa Tyr. Para poder compreender a runa de seu kairos, é fundamental ver dentro da ODAL o vértice do ângulo reto, que é o ponto conduzente à Runa Tyr; somente assim compreenderá a TIRODAL. Isto requer uma condição VOLITIVA proveniente do EU VERDADEIRO, esta situação lhe ortoga o poder para modificar o espaço de significação de sua runa, extraindo-a da temporalidade imanente do tempo transcendente do sujeito consciente. Isto lhe permitirá modificar a Semiótica rúnica, transladando-a a um espaço de significação TRANSVERSAL, espaço de significação onde