2. Reflexão Pessoal
2.6. Desenvolvimento do ensino e da aprendizagem
Planificámos as atividades letivas segundo as orientações curriculares e programáticas definidas em Departamento e aprovadas no Conselho Pedagógico, contemplando atividades, estratégias e recursos diversificados e adequados à especificidade dos alunos.
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Na preparação e organização das aulas tivemos em conta a articulação de competências, conteúdos, estratégias e metodologias de avaliação, respeitando os diferentes ritmos de aprendizagem, as capacidades e dificuldades dos alunos. Variámos as metodologias de ensino/aprendizagem, remodelando-as tendo em conta as características e necessidades de cada um. Utilizámos estratégias e metodologias diversificadas e adequadas à realidade educativa de cada aluno, proporcionando oportunidades de sucesso para todos. Ajustámos objetivos, estratégias e recursos, contribuindo, assim, para um ensino cooperativo, individualizado e diferenciado.
Construímos os materiais de ensino/aprendizagem e adaptámo-los à natureza dos alunos, realizando, entre outros, trabalhos de grupo, trabalhos de pares, trabalhos práticos, fichas de trabalho, debates e reflexões. Recorremos, frequentemente, à área das TIC (Internet, vídeos, projeção de diapositivos, Powerpoints, documentários).
Tivemos como referência os critérios de avaliação definidos pelo nosso Departamento. Assim, procedemos à avaliação diagnóstica, formativa, contínua e sumativa. Os instrumentos utilizados foram os já referidos, tendo valorizado a organização e métodos de trabalho, cadernos diários e comportamento na sala de aula.
Os nossos conhecimentos científicos e pedagógicos estão atualizados e, em cada planificação elaborada, fizemos exaustivos trabalhos de pesquisa para verificar quais eram os novos dados que poderiam ter surgido nas teorias que teríamos de lecionar.
2.6.2. Realização das atividades letivas
Como já referimos, temos desenvolvido um processo de atualização dos nossos conhecimentos científicos e pedagógicos.
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Na preparação das atividades letivas, tivemos sempre em conta os conhecimentos e aprendizagens anteriores dos alunos, de modo a tornar possível a realização de aprendizagens significativas. As estratégias selecionadas foram ao encontro das necessidades específicas dos alunos e do seu ritmo de aprendizagem, da natureza dos conteúdos e das competências a desenvolver. As metodologias adotadas foram diversificadas, tais como: trabalhos práticos e experimentais, trabalhos de grupos, de pares e individuais, aulas expositivas, debate de ideias entre alunos e entre estes e a docente, análise e discussão de filmes de caráter científico, análise e discussão de notícias, relacionadas com a matéria que estava ou tinha sido lecionada, que iam surgindo na comunicação social, análise, em cada temática, de questões referentes à Ciência/Tecnologia/Sociedade/Ambiente, e utilização das TIC (elaborámos Powerpoints sobre as diversas matérias, geralmente com pequenos vídeos sobre os fenómenos científicos que iam sendo abordados, e eram objeto de análise no decurso da aula).
Para além disto, realizámos, também, fichas de trabalho e relatórios das atividades práticas, usámos poemas e extratos de livros, de autores portugueses e estrangeiros, para análise na aula, usámos a língua estrangeira – Inglês e Espanhol - uma vez que alguns vídeos científicos, curtos, que passamos na aula são em inglês ou espanhol e têm que ser traduzidos - julgamos ser uma forma de preparar os alunos para um mundo cada vez mais globalizado, - realizámos viagens de estudo para motivar os alunos, não só para o estudo das ciências mas também para a necessidade de prosseguirem os estudos, e articulámos com docentes de outras áreas.
A análise de situações problema, de situações reais bem como de outros documentos, que ao longo dos anos temos produzido e aplicado na aula, promovem o desenvolvimento cognitivo e criativo dos alunos, motiva-os e envolve-os na
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realização das tarefas. O conhecimento científico está imbuído de uma linguagem complexa que é necessário ser descontruída. Na preparação das aulas, tivemos em especial atenção este fator, que é decisivo para uma real aprendizagem, e traçámos várias estratégias para a desconstrução desse conhecimento, sem comprometer a linguagem científica exigida aos alunos.
2.6.3. Relação pedagógica com os alunos
A nossa relação com os discentes tem sido muito boa, chegando, nalguns casos, a ser excelente porque havia uma cumplicidade muito grande, fruto, também, de termos sido professora deles durante o 3.º Ciclo ou o ensino secundário. A nossa relação com os alunos foi baseada no respeito mútuo, de cooperação e de interação, o que possibilitou um clima favorável à aprendizagem.
2.6.4. Processo de avaliação das aprendizagens dos alunos
Procedemos à observação constante e direta do desempenho e envolvimento dos alunos na realização de tarefas e projetos, na sala de aula, e efetuámos sempre com os alunos a correção oral/escrita das provas de avaliação, com a intenção de detetarem os erros cometidos e superarem as suas dificuldades. Tivemos, também, o cuidado de verificar os materiais escolares dos alunos de modo a desenvolver o sentido de responsabilidade. Apelámos para que tivessem sempre uma participação ativa no decorrer da aula, expondo as suas ideias, sugestões, dúvidas e dificuldades.
Enviámos todos os Powerpoints e outros materiais por correio eletrónico aos alunos e demos aulas de preparação para os exames nacionais, de Biologia e Geologia, ao 11º ano.
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Os nossos objetivos foram e serão sempre os de procurar o sucesso de todos os alunos.
Valorizámos, com bastante frequência, o espírito de observação, a iniciativa e o sentido crítico, as capacidades de organização e de perspicácia, qualidades indispensáveis a qualquer aluno, da mesma forma que, àqueles que apresentavam mais dificuldades, tentámos valorizar os pequenos progressos, reforçando-os, de forma positiva, e procurando, sempre, ajudar a ultrapassar as situações mais difíceis com que se deparavam. Nas aulas, procurámos criar uma atmosfera na qual os alunos desejassem aprender, incentivando-os a observar, a formar as suas próprias ideias, a participar, incutindo-lhes sentido de responsabilidade, de autonomia e de respeito pela pessoa humana. Procurámos mostrar sempre espírito de tolerância e de compreensão, associado a atitudes de firmeza e justiça, que implicassem o desenvolvimento do respeito mútuo e um clima favorável ao processo de ensino aprendizagem.
Periodicamente, promovemos a autoavaliação dos alunos, incentivando-os a uma reflexão crítica e construtiva. Julgámos com imparcialidade, beneficiando sempre o aluno quando tivemos dúvidas na atribuição da avaliação final. Estivemos sempre atentas às suas dificuldades e mostrámos sempre disponibilidade às suas solicitações, dentro e fora da sala de aula.