Quant o às despesas de capit al realça-se a circunst ância de a sua realização t er f icado aquém do orçament o em cerca de 37,5%, t endo sido a seguint e a sua dist ribuição:
Cert ificados digit ais e cédulas prof issionais 310. 010,45 72,7%
Invest iment os na área informát ica 97.819,01 22,9%
Rest ant es invest iment os 18.737,52 4,4%
o que se ilust ra no gráfico seguint e:
Despesas de Capit al
73%
23%
4%
Cer t ificados digit ais e cédulas
Invest iment os na ár ea infor mát ica
Rest ant es invest iment os
É o seguint e o mapa de apurament o do desvio das despesas de capit al:
Despesas de capital
Devio
Descrição Orçamento Realização
Valor % Cert if icados digit ais 113. 256, 00 215. 642, 57 102. 386, 57 90, 40%
Novas Cédulas 242. 715, 00 94. 367, 88 -148. 347, 12 -61, 12%
Nova aplicação inf ormát ica 50.000,00 57. 072, 63 7. 072, 63 14, 15%
Equipament o de inf ormát ica, incluindo hardware SINOA 6.050,00 6. 042, 42 -7, 58 -0, 13%
Programas de inf ormát ica, upgrades e licenças 215. 570, 55 34. 703, 96 -180. 866, 59 -83, 90%
Mobiliário e equipament o administ rat ivo 10.000,00 3. 395, 30 -6. 604, 70 -66, 05%
Out ro equipament o 5.000,00 1. 797, 50 -3. 202, 50 -64, 05%
Obras de rest auro 15. 000, 00 0, 00 -15. 000, 00 -100, 00%
Livros e assinat uras 15. 000, 00 7. 826, 74 -7. 173, 26 -47, 82%
Sit e 15. 000, 00 5. 717, 98 -9. 282, 02 -61, 88%
Subt ot al 687.591,55 426. 566, 98 -261. 024, 57 -37, 96%
Rendas de locação f inanceira - viat ura 7.700,00 8. 059, 73 359, 73 4, 67%
TOTAL DE DESPESAS DE CAPITAL 695. 291, 55 434. 626, 71 -260. 664, 84 -37, 49%
FINANCIAMENTOS
Reembolso do Conselho Dist rit al da Madeira 0, 00 117. 387, 04 117. 387, 04 n/ a
Excedent e gerado no período 817. 154, 58 943. 900, 81 126. 746, 23 15, 51%
TOTAL DE FINANCIAMENTOS 817. 154, 58 1. 061. 287, 85 244. 133, 27 29, 88%
SALDO FINAL DA EXECUÇÃO ORÇAMENTAL 121. 863, 03 626. 661, 14 504. 798, 11 414, 23%
Segue o desenvolviment o de “Outras despesas correntes” , const ant e no mapa das despesas corrent es:
Outras despesas correntes
Devio
Descrição Orçament o Realização
Valor %
Elect ricidade 22. 000, 00 21. 493, 51 -506, 49 -2, 30%
Água 2. 100, 00 1. 474, 64 -625, 36 -29, 78%
Ferrament as e ut ensílios de desgast e rápido 3. 000, 00 1. 308, 08 -1. 691, 92 -56, 40%
Livros e document ação t écnica 2.000,00 1. 947, 41 -52, 59 -2, 63%
Mat erial de escrit ório 35.000,00 21. 946, 35 -13. 053, 65 -37, 30%
Art igos para of ert a 100,00 453, 85 353, 85 353, 85%
Aluguer de equipament o 2. 500, 00 0, 00 -2. 500, 00 -100, 00%
Seguro mult iriscos 3.988,58 3. 360, 76 -627, 82 -15, 74%
Transport es de mat erial e equipament o 500, 00 490, 50 -9, 50 -1, 90%
Transport es de pessoal 4. 500, 00 4. 426, 04 -73, 96 -1, 64%
Deslocações e est adas do pessoal 7. 500, 00 11. 133, 37 3. 633, 37 48, 44%
Cont encioso e not ariado 1.500,00 231, 94 -1. 268, 06 -84, 54%
Divulgação obrigat ória e inst it ucional 3.000,00 1. 300, 42 -1. 699, 58 -56, 65%
Serviço de vigilância 16. 000, 00 17. 910, 01 1. 910, 01 11, 94%
Ornament ação e decoração 1.000,00 513, 29 -486, 71 -48, 67%
Águas, caf és e out ros 12. 500, 00 15. 228, 29 2. 728, 29 21, 83%
Jornais e revist as 100, 00 12, 60 -87, 40 -87, 40%
Gast os com viat ura 10.000,00 2. 452, 42 -7. 547, 58 -75, 48%
Não especif icados 0,00 57, 63 57, 63 n/ a
Impost os 500,00 312, 18 -187, 82 -37, 56%
Quot izações j unt o de Associações Int ernacionais 52.500,00 63. 385, 64 10. 885, 64 20, 73%
Subsídios, bolsas, prémios e donat ivos 0,00 500, 00 500, 00 n/ a Inscrições em event os 1. 000, 00 4. 687, 29 3. 687, 29 368, 73%
Medalhas para novos t it ulares de cargos 6.000,00 0, 00 -6. 000, 00 -100, 00%
Despesas f inanceiras 57. 500, 00 63. 711, 70 6. 211, 70 10, 80%
dos quais, c/ cobranças de quot as 47.500,00 59. 902, 30 12. 402, 30 26, 11%
Total 244. 788, 58 238. 337, 92 -6. 450, 66 -2, 64%
GASTOS COM COMISSÕES, INSTITUTOS, ASSOCIAÇÕES INTERNACIONAIS E EVENTOS > 2007
CONTAS CONSOLIDADAS
INTRODUÇÃO
1. As cont as individuais de cada um dos Conselhos Dist rit ais são da responsabilidade de cada um dest es órgãos a quem compet e a sua preparação e envio, após aprovação, para o Conselho Geral, para ef eit os da sua int egração com as cont as do Conselho Geral, const it uindo est a int egração um document o único de relat o f inanceiro quer para fins int ernos, quer para o cumpriment o de obrigações legais.
2. As respect ivas demonst rações financeiras deverão ser divulgadas, conj unt ament e com o relat ório de act ividades, nas dat as e locais próprios, previst o no EOA.
3. O plano de cont abilidade, a disciplina, os crit érios, os princípios e os procediment os a adopt ar na preparação das cont as individuais são de aplicação geral e uniforme por t odas as ent idades cont abilíst icas (Conselho Geral, Conselhos Dist rit ais e Delegações). No que respeit a às Delegações, com ou sem cont abilidade organizada, aplicam-se os procediment os previst os no Guia de Procediment os das Delegações, enquadrado no sist ema organizat ivo de cada uma dessas ent idades.
4. Nest as circunst âncias, as cont as de t odos os Conselhos Dist rit ais, que j á int egram as cont as das Delegações da sua j urisdição, devem ser revist as e event ualment e ref ormuladas, do pont o de vist a t écnico, a f im de possibilit ar a sua int egração, de f orma a que o document o f inal t raduza f ielment e a sit uação pat rimonial, de result ados e de demonst ração do cumpriment o das obrigações legais a que a OA est á obrigada.
5. Assim, est e relat o é compost o pelas seguint es demonst rações cont abilíst icas e f inanceiras:
b. Balanço analít ico
c. Demonst ração de result ados analít ica
d. Anexo ao balanço e à demonst ração de result ados e. Quadro de indicadores
APRECIAÇÃO GLOBAL
Resultados
O ano económico de 2007 f oi encerrado com um result ado líquido consolidado de 1 361 469,14 euros, como consequência dos result ados posit ivos individuais apurados no Conselho Geral e,
Com ef eit o, embora os proveit os t ot ais t enham t ido um decréscimo de cerca de 1%, os cust os t ot ais diminuíram em mais de 10%, cont ribuindo, assim, para o result ado obt ido.
Dos proveit os, a rubrica com maior peso – Proveit os Est at ut ários com cerca de 76% - foi t ambém aquela que cresceu em relação ao ano ant erior, com um aument o de cerca de 7%.
Todas as demais rubricas de proveit os diminuíram em relação ao ano ant erior.
Quant o aos cust os dest aca-se a diminuição de 12,5% nos f orneciment os e serviços ext ernos e um aument o de 2,8% nos cust os com pessoal. O aument o nest a rubrica, que t em um peso de 37% nos cust os t ot ais, result a da combinação dos reaj ust ament os salariais e da diminuição do número de f uncionários que passou de 233 para 217
Estrutura de capitais
O aut o financiament o gerado foi na ordem dos dois milhões e duzent os mil euros, t endo cont ribuído para consolidar a aut onomia f inanceira, a qual se sit ua acima dos 50%. A liquidez geral f ixou-se acima dos t rês pont os, o que signif ica que a OA, no conj unt o de t odas as suas ent idades, dispõe de f olgado equilíbrio f inanceiro, com capacidade para solver t odos os seus compromissos dent ro dos prazos.
O cont ribut o da OA para o PIB ult rapassou os 7 milhões de euros.
Ilustração de alguns indicadores
Aut onomia Financeira
64,61%
55,54%
50,00%
52,00%
54,00%
56,00%
58,00%
60,00%
62,00%
64,00%
66,00%
2006 2007
Liquidez Geral
Realça-se a circunst ância de as cont as das Delegações est arem a caminho de f icar em boa ordem, o que j á ocorre na maioria dos Conselhos Dist rit ais. Espera-se, a curt o prazo, regularizar t odas as sit uações ainda pendent es, passando os procediment os a ser observados pela sua generalidade e por t odas elas, a médio prazo.
Conselhos de Deontologia
As cont as apresent adas pelos Conselhos Dist rit ais, relat ivament e aos Conselhos de Deont ologia, revelam um cresciment o dos cust os, em t ermos globais, na ordem dos 4%, o que equivale, grosso modo, à t axa de inf lação.
Apresent a-se o mapa seguint e com a execução f inanceira de cada um dos Conselhos de Deont ologia.
DESPESAS REALIZADAS PELOS CONSELHOS DE
DEONTOLOGIA
Conselho Dist rit al de Lisboa 471.937,84 Conselho Dist rit al do Port o 205.027,99 Conselho Dist rit al de Coimbra 90.025,35 Conselho Dist rit al de Évora 47.687,97 Conselho Dist rit al de Faro 24.053,59 Conselho Dist rit al dos Açores 7.356,96 Conselho Dist rit al da Madeira 2.749,62
Total 848. 839,32
BALANÇO ANALÍTICO
O Técnico Of icial de Cont as O Vogal Tesoureiro
Rui Elísio Luís Filipe Carvalho
BALANÇO ANALÍTICO
511 Fundo social 1.978.418,43 1.978.418,43
Reservas 0,00 0,00
55 Aj ust ament os de part es de capit al 0,00 0,00
56 Reservas de reavaliação 0,00 0,00
571 Reservas legais 0,00 0,00
574 Out ras reservas 347.189,21 347.189,21
59 Result ados t ransit ados 5.639.728,53 5.797.280,46
DIFERENÇAS DE CONSOLIDAÇÃO 25.923,33
Subt ot al 7.991.259,50 8.122.888,10
881 Result ado líquido do exercício 1.361.469,14 -157.551,93
TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO 9.352.728,64 7.965.336,17
PASSIVO
291 Provisões para pensões 250.000,00 250.000,00
Dívidas a t erceiros médio e longo prazo
221 Fornecedores c/ c 595.911,01 1.059.888,82
25 Advogados 142.789,36 80.321,66
261 Fornecedores de imobilizado c/ c 66.718,79
2641 a 2649 Conselho Geral 0,00
2641 a 2649 Conselhos Dist rit ais e Delegações 88.851,34 59.171,55
24 Est ado e out ros ent es públicos 380.683,73 194.258,34
262 a 268 Out ros credores 392.922,28 584.519,84
269 Adiant ament o cont a vendas 44.215,26 16.191,33
2.277.827,18 2.137.884,17
Acréscimos e dif eriment os
273 Acréscimos de cust os 836.143,27 797.961,99
274 Proveit os dif eridos 4.121.426,34 551.218,27
4.957.569,61 1.349.180,26
TOTAL DO PASSIVO 7.485.396,79 4.362.064,43
TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO 16.838.125,43 12.327.400,60
O Técnico Of icial de Cont as O Vogal Tesoureiro
Rui Elísio Luís Filipe Carvalho
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
Amort izações provisões aplicações invest iment os
f inanceiros
Rendiment os t ít ulos negociáveis e out ras aplicações
financeiras 0, 00
O Técnico Of icial de Cont as O Vogal Tesoureiro
Rui Elísio Luís Filipe Carvalho
ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
Relat ivo às cont as int egradas do exercício de dois mil e set e, da Ordem dos Advogados, pessoa colect iva pública, com o NIF 500 965 099.
3. As demonst rações financeiras apresent adas t êm como suport e os livros, regist os cont abilíst icos e respect iva document ação, t endo-se adopt ado na sua preparação os princípios cont abilíst icos geralment e aceit es const ant es do Plano Oficial de Cont abilidade, adapt ado à especificidade da Ordem dos Advogados.
Os crit érios valorimét ricos ut ilizados relat ivament e às cont as do Balanço e da Demonst ração de Result ados são os do cust o hist órico. As amort izações do exercício f oram efect uadas com base em quot as const ant es, calculadas pelas t axas máximas consideradas para ef eit os f iscais, de acordo com o Decret o Regulament ar 2/ 90 de 12 de Janeiro.
6. A Ordem dos Advogados est á suj eit a a impost o sobre o rendiment o das pessoas colect ivas e, de acordo com a legislação em vigor, as declarações f iscais ficam suj eit as a inspecção e event ual aj ust ament o por part e da Administ ração Fiscal, durant e um período de quat ro anos a cont ar do exercício a que respeit am.
Foi calculado IRC no mont ant e de 22 335,42 €, incluindo impost o aut ónomo.
7. A Inst it uição t eve, em média, ao seu serviço, 217 empregados, assim dist ribuídos:
Conselho Geral 46
Conselho Dist rit al de Lisboa 79 Conselho Dist rit al do Port o 52 Conselho Dist rit al de Coimbra 17 Conselho Dist rit al de Évora 14 Conselho Dist rit al de Faro 5 Conselho Dist rit al dos Açores 2 Conselho Dist rit al da Madeira 2
Total 217
10. Moviment os ocorridos nas rubricas do act ivo imobilizado const ant es do balanço e nas respect ivas
ACTIVO BRUTO
Rubricas Saldo inicial Reavaliações Aument os Alienações Transf erências
e abat es Saldo f inal
Imobilizações incorpóreas:
Despesas de inst alação 512 512
Despesas invest igação e
desenvolviment o 0 0
Propriedade indust rial e out ros
direit os 0 0
Adiant ament os p/ cont a imobiliz.
corpóreas 0 0
10. 464. 629 0 1. 345. 669 970. 202 0 10. 840. 095
AMORTIZAÇÕES E AJUSTAMENTOS
Rubricas Saldo inicial Ref orço Anulação/ Reversão Saldo f inal
Imobilizações incorpóreas:
14. Os bens do act ivo imobilizado encont ram-se afect os às act ividades desenvolvidas pelos diversos serviços do Conselho Geral, dos Conselhos Dist rit ais e Delegações, est ando alguns dos bens localizados nos Tribunais para apoio aos Senhores Advogados.
15. Bens em regime de locação f inanceira:
BENS EM REGIME DE LOCAÇÃO FINANCEIRA
Descrição Valor de
21. Moviment os ocorridos nas cont as de “ Aj ust ament os do act ivo circulant e” , conforme o mapa seguint e:
AJUSTAMENTOS
Rubricas Saldo inicial Ref orço Reversão Saldo f inal
Existências:
23. As dívidas de cobrança duvidosa respeit am a devedores diversos, conf orme processos individuais respect ivos –29 255,00 euros – e advogados com quot as em at raso por um prazo superior a cinco anos.
34. Desdobrament o das cont as das provisões e explicit ação dos moviment os ocorridos no exercício, como segue:
PROVISÕES
Cont as Saldo
inicial Aument o Redução Saldo final
Existências:
291 – Provisões para pensões 250.0000 250. 000
292 – Provisões para impost os 0 0
293 – Provisões para processos j udiciais
em curso 0 0
294 – Provisões para acident es de
t rabalho 0 0
295 – Provisões para garant ias a client es
0 0
298 - Out ras provisões 0 0
250. 0000 250. 000
As provisões const it uídas t êm origem nos compromissos que a Ordem dos Advogados t em para com pensionist as, quer a t ít ulo de pensão, quer a t ít ulo de complement os de ref orma.
Est as provisões pret endem abranger t odos os ref ormados ou pensionist as a nível nacional, considerando a circunst ância dest as provisões não t erem est ado a ser const it uídas em qualquer dos Conselhos Dist rit ais.
O mont ant e das pensões e complement os de ref orma respeit am a 11 indivíduos, com idades compreendidas ent re os 59 e os 84 anos, a que corresponde um encargo anual de cerca de 60 000,00 euros.
Aquelas provisões, no mont ant e de 250 000,00 euros const it uem uma mera est imat iva e não se procedeu ao seu ref orço, em virt ude dest e assunt o const ar de dossier em est udo, no sent ido, ent re out ros, de rever e apurar o mont ant e dos compromissos f ut uros com maior rigor, e def inir as medidas a t omar.
40. Moviment o dos capit ais próprios:
DEMONSTRAÇÃO DA VARIAÇÃO DOS CAPITAIS PRÓPRIOS
Moviment os Saldo inicial Aument os Diminuições Saldo f inal
Fundo social 1.978.418 0 0 1. 978. 418
Aj ust ament os part es capit al f iliais e associadas 0 0 0
Reservas de reavaliação 0
Reservas legais 0 0 0
Reservas est at ut árias 0
Reservas cont rat uais 0
Reservas Livres 347.189 0 0 347. 189
Subsídios 0
Doações 0
Result ados t ransit ados 5.797.280 -131. 629 5. 665. 652
Result ado líquido do exercício -157.552 1. 361. 469 -157. 552 1. 361. 469 Tot al do capit al próprio 7.965.336 1. 229. 841 -157. 552 9. 352. 729
A variação nos capit ais próprios de 1 387 392,47 euros t eve origem nos result ados líquidos consolidados, no mont ant e de 1 361 469,14 euros e das dif erenças de consolidação, no mont ant e de 25 923,33 euros.
41. Demonst ração do cust o das mercadorias vendidas e das mat érias consumidas
CUSTO DE MERCADORIAS VENDIDAS E MATÉRIAS CONSUMIDAS
Moviment os Mercadorias Mat érias-primas,
subsidiárias e de consumo
Tot al
Exist ências iniciais 140. 661 0 140. 661
Compras
34. 921 0 34. 921
Regularização de exist ências 1.678 0 1. 678
Exist ências f inais 139. 177 0 139. 177
Cust o no exercício 34.728 0 34. 728
43. Os t it ulares dos cargos não são remunerados.
44. Repart ição do valor líquido das vendas e das prest ações de serviços
VENDAS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS POR MERCADOS
Moviment os Mercado
45. Demonst ração dos Result ados Financeiros, como segue:
DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS FINANCEIROS
Aj ust ament os aplicações
f inanceiras 78.4 Rendiment os part icipações de capit al 68. 5
Dif erenças de câmbio
desf avoráveis 78.5 Dif erenças câmbio f avoráveis 18 68. 6
Descont os pront o pagam
concedidos 1. 145. 235 1. 043. 400 78.6 Descont os pront o pagam obt idos 1.279 1.783
Out ros cust os perdas
f inanceiras 72. 567 78. 8
Reversões e out ros proveit os
f inanceiros
Result ados f inanceiros -1. 097. 760 -1. 082. 862 78. 9 Out ros proveit os e ganhos f inanceiros 1. 709 76
46. Demonst ração dos Result ados Ext raordinários, como segue:
DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS
Exercícios Exercícios
Insuf iciência est imat iva impost os
s/ lucros 1.664 79. 8. 1
Relat ivament e aos rest ant es números do “ ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS” , nada há a declarar ou a coment ar, por não se aplicarem à Inst it uição, não respeit arem a f act os ou sit uações não mat erialment e relevant es ou por não t erem ocorrido no exercício.
O Técnico Of icial de Cont as O Vogal Tesoureiro
Rui Elísio Luís Filipe Carvalho
INDICADORES DE ANÁLISE
Descrição CG CDL CDP CDC CDE CDF CDA CDM Total Consolidado
Sit uação
Líquida 3.095.744,13 1.446.444,24 2.499.083,57 1.706.910,49 184.603,02 623.026,69 132.603,76 215.573,61 9.903.989,51 9.352.728,64
Disponibilidades 1.873.135,50 1.448.289,87 443.934,37 374.583,79 55.891,12 747.672,91 118.506,65 255.744,19 5.317.758,40 5.327.361,61
Result ados 501.110,46 114.075,85 293.568,03 159.207,54 -50.196,83 100.295,55 14.711,57 8.470,41 1.141.242,58 1.361.469,14 Cust os com
pessoal 1.504.061,66 1.665.128,69 1.068.035,04 410.460,11 276.889,12 102.491,50 75.454,30 53.783,34 5.156.303,76 5.152.388,47
Funcionários 46 79 52 17 14 5 2 2 217 217