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RELATÓRIO E CONTAS 2007

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R ELATÓRIO E C ONTAS 2007

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I - ÍNDICE

II-INTRODUÇÃO –MENSAGEM DO BASTONÁRIO ROGÉRIO ALVES

III-EVOCAÇÃO DOS COLEGAS FALECIDOS DURANTE O ANO

IV-PELOUROS E ACTIVIDADES DO CONSELHO GERAL

A)REPRESENTAÇÕES INTERNAS E EXTERNAS

B)RELAÇÕES INTERNACIONAIS

> CCBE

> FBE

> IBA

> UIA

> UIBA

> UALP

C)RELAÇÕES COM OUTRAS ORDENS E INSTITUIÇÕES

> Conselho Nacional das Ordens Prof issionais

> Comissão de Acesso aos Document os Administ rat ivos > Comissão de Prot ecção às Vít imas de Crimes > Comissão Nacional de Ét ica para as Ciências da Vida

D)ASSEMBLEIAS-GERAIS E REUNIÕES DO CONSELHO GERAL E DA COMISSÃO EXECUTIVA

E)ACTIVIDADE REGULAMENTAR

V–CONSELHO SUPERIOR

A)SECÇÃO DE LAUDOS

B)SECÇÃO DISCIPLINAR

> Processos de Apreciação Liminar

> Processos de Inquérit o

> Processos Disciplinares

> Processos de Recurso

> Processos de Parecer

VI–CONSELHOS DISTRITAIS

> Est ágio

> Combat e à Procuradoria Ilícit a

VII–CONSELHOS DE DEONTOLOGIA

> Processos de Apreciação Liminar

> Processos de Inquérit o

> Processos Disciplinares

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VIII–ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS PELOS DEPARTAMENTOS DO CONSELHO GERAL

BIBLIOTECA

> Fundo Document al

> Pesquisas ef ect uadas na sala de leit ura

> Leit ura Presencial

> Emprést imos Domiciliários

> Trat ament o Document al Inf ormat izado

> Organização dos serviços e Recursos Humanos

> Port al

> Serviço de Fot ocópias

> Comunicações

> Inf ormát ica

> Encadernações

> Proj ect os realizados em colaboração com out ros depart ament os do CG

> Part ilha de recursos

DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO

> Arquivo

> Serviços Administ rat ivos

> Comissões e Inst it ut os

> Cédulas

> Eleições

> Volume de Expedient e do Conselho Geral

> Moviment o de Inscrição de Advogados

DEPARTAMENTO EDITORIAL

DEPARTAMENTO FINANCEIRO

DEPARTAMENTO INFORMÁTICO

DEPARTAMENTO JURÍDICO

DEPARTAMENTO DE NOVAS INICIATIVAS

DEPARTAMENTO DE PROCESSOS

GABINETE DO BASTONÁRIO

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IX–COMISSÕES E INSTITUTOS

> Comissão dos Direit os Humanos

> Comissão Nacional Cont ra a Procuradoria Ilícit a

> Comissão Nacional de Avaliação

> Comissão Nacional de Est ágio e Formação

> Gabinet e de Est udos | Pareceres

> Inst it ut o de Advogados de Empresa

> Inst it ut o dos Advogados Em Prát ica Isolada

> Inst it ut o das Sociedades de Advogados X–APOIO JUDICIÁRIO

XI–RECURSOS HUMANOS

XII–RELATÓRIO DE CONTAS

CONTAS DO CONSELHO GERAL

> Relat ório sobre as cont as do Conselho Geral

> Balanço - Act ivo

> Balanço - Passivo e Capit al Próprio

> Demonst ração de Result ados

> Anexo ao Balanço e à Demonst ração de Result ados

> Análise Comparat iva dos Result ados

> Execução orçament al e respect iva análise CONTAS CONSOLIDADAS

> Relat ório sobre as cont as consolidadas

> Balanço - Act ivo

> Balanço - Passivo e Capit al Próprio

> Demonst ração de Result ados

> Anexo ao Balanço e à Demonst ração de Result ados

> Alguns indicadores

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II-INTRODUÇÃO –MENSAGEM DO BASTONÁRIO ROGÉRIO ALVES

No improviso que prof eri por ocasião da t omada de posse do Bast onário Ant ónio Marinho e Pint o, recent ement e edit ado pelo nosso Bolet im, pude sublinhar alguns aspect os capit ais da act ividade da Ordem dos Advogados no decurso do ano de 2007.

O relat ório que agora se publica, descreve, ainda que de f orma sucint a e t ópica, o muit o que se f ez em prol da advocacia e da cidadania. Felizment e e porque est amos na Era da comunicação, muit as realizações e iniciat ivas podem ser conhecidas na hora, sej a at ravés da consult a do nosso Port al, hoj e erigido a inst rument o essencial na act ividade dos advogados e de consult a frequent e para muit os cidadãos, sej a at ravés dos meios de comunicação social e das demais formas de divulgação de event os. As est at íst icas est ão mais acessíveis, os dados e os números consult áveis por t odos.

Muit as vezes enf at izei, nos mais diversos moment os e perant e os mais variados audit órios, que a Ordem represent a um magnífico exemplo de cidadania. Não são muit as as ent idades que, com os meios ao dispor e, sobret udo, at ravés da congregação de t ant as e t ant as pessoas, as quais, de f orma grat uit a e desint eressada, colaboram nas mais diversas áreas e segment os de act ividade, apresent am est es result ados.

Cabe aqui uma j ust íssima palavra aos seus diversos órgãos. O Conselho Superior e o Conselho Geral; os conselhos de deont ologia e os conselhos dist rit ais; as delegações e os delegados.

Como cabe uma palavra para t odos os designados inst it ut os e comissões da Ordem: o Gabinet e de Est udos; a CNA; a CNEF; o IAPI; o IAE, o ISA; a CDHOA. Todos merecem uma palavra de prof undo reconheciment o. Só a sua dedicação, a sua iniciat iva e a sua perseverança, permit em est a vast a gama de t arefas concret izadas.

Mas t ambém os t rabalhadores da Ordem são credores de uma palavra de reconheciment o. Ao longo dest e ano cont inuaram a, permit a-se-me a expressão, vest ir a camisola, ent usiasmando- se com o nosso ent usiasmo e dando mais, muit o mais, do que aquilo que lhes seria exigível.

Fica a minha homenagem que é t ambém a de t odo o Conselho Geral e, segurament e, de t odos os órgãos da nossa Ordem.

A Ordem modernizou-se. Essa modernização f icará simbolizada na inst alação e f uncionament o do SinOA. Finalment e t emos um sist ema informát ico comum, que gera um adequado t rat ament o de informação e gera enormes ganhos de produt ividade, em quant idade e qualidade.

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A formação começou a reformar-se. Ref orma essa que f ica expressa na significat iva diminuição dos advogados inscrit os em 2007, comparat ivament e com os que o haviam f eit o nos 10 anos ant eriores.

O caminho correct o começou a ser t rilhado. Há mais serviços proporcionados aos advogados.

Recordo a legislação “ on-line” , a base de dados de j urisprudência da Ordem e o aument o da cobert ura base da nossa apólice de seguro de responsabilidade civil prof issional. Tudo ist o f izemos sem aument ar, em t odo o t riénio, a quot a pedida aos advogados.

O ano t ransact o viu regularizar, em moldes nunca ant es at ingidos, os pagament os devidos no quadro do apoio j udiciário, expresso no pagament o de mont ant es nunca ant es alcançados e com uma pont ualidade inédit a. Também aqui a Ordem soube ser ef icaz e conseguir o que, sendo de j ust iça, não se havia conseguido. Há muit o a fazer. Mas isso não pode impedir que se const at e o muit o que f oi f eit o. Saído daqui desej o a t odos os advogados port ugueses e desej o aos novos t it ulares dos órgãos da Ordem as maiores f elicidades na sua t aref a, que é t ambém a nossa.

Rogério Alves

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III-EVOCAÇÃO DOS COLEGAS FALECIDOS DURANTE O ANO

Como é nossa t radição, evocamos com saudade e respeit o a memória dos Colegas que f aleceram durant e o ano de 2007, expressando sent idas condolências às respect ivas famílias:

A G Bent o

Afonso de Quina Ribeiro Albert o Vilaça

Albuquerque Pinho Alexandre Babo

Ana Crist ina Cabral de Macedo Anabela Pires

Ant ónio August o Silva Caixinha Ant ónio de Jesus Pereira Ant ónio Reis e Melo August o Cardoso Barbas de Albuquerque Benedit o Rodrigues Cost a Borj a e Menezes

Carlos Pereira Albert o Celso Cruzeiro

Cerqueira da Rocha Cláudia Neves Casal Cunha Ferreira Cunha Rodrigues

David Gonçalves da Silva Deolinda P Mart ins Eduardo Brit o Eduardo Carlos Elza de Mat os Abreu F Gouveia dos Sant os Faust o Correia Fernanda A Marques Fernanda Borba Fernando Gomes Fernando Rêgo Ferreira de Sousa Flaminio Roza

Francisco Cost a Côrt e-Real Francisco Vieira Cravo Isabel Teresa Cout inho J Amaro Leit ão

J M Bapt ist a da Silva João Caniço Gomes João D Almeida Lima João Fernandes

João Machado de Barros Joaquim Mascarenhas Jorge Passos

José Abreu Fonseca José Álvaro Conceição José dos Sant os Teixeira José Ruano

Lenia C Viegas Azinheira Luis Diniz de Figueiredo M Gonçalves

Magalhães Mot a Manuel Met ello Manuel R Carvalho Manuel Salema Mat os Est eves

Pedro Coelho das Neves Pedro Crof t de Moura Pinheiro Ramos Ribeiro Miguel Rui Silva Morais Ruy de Albuquerque Tiago Rodrigues Pint o Veríssimo Pereira Vít or Sant ana

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IV-PELOUROS E ACTIVIDADES DO CONSELHO GERAL A)REPRESENTAÇÕES INTERNAS E EXTERNAS

O Conselho Geral aprovou por unanimidade a propost a apresent ada pelo Dr. José de Freit as de designar o Dr. Manuel Cavaleiro Brandão para int egrar a Delegação da Ordem no CCBE.

Foi deliberado pelo Conselho Geral habilit ar o Bast onário e o Vogal - Tesoureiro para represent ar a Ordem dos Advogados na operação bancária necessária para a resolução dos emprést imos cont raídos j unt o da CCAM de Bragança, no âmbit o do processo de aquisição e benef iciação da f racção onde est á localizada a Sede da Delegação de Bragança.

Na sequência da aprovação do novo Regulament o do Inst it ut o dos Advogados de Empresa (IAE), e da renúncia ao cargo de Membro da Direcção apresent ada pelo Dr. Ernest o Lopes Ferreira, o Conselho Geral deliberou aceit ar a renúncia e designar para int egrarem a Direcção do IAE, por indigit ação do President e do Inst it ut o, Dr. João Lourenço os Drs. Jorge Magalhães Correia, como Vice-President e, e Rui Pires Salvado, como Secret ário-Execut ivo.

Na sequência da demissão dos membros da Comissão Nacional de Avaliação e do seu President e, o Conselho Geral deliberou designar o Dr. João de Melo Ferreira, Vogal do Conselho Geral, para o cargo de President e da Comissão Nacional de Avaliação, incumbindo-o de propôr ao Conselho Geral os rest ant es nomes que int egrarão est a comissão.

Pelo Conselho Geral f oi deliberado designar uma Comissão Organizadora das Comemorações do Dia do Advogado const it uída pelos Drs. Carlos Pint o de Abreu, Luís Filipe Carvalho e Rogério Paulo Moura.

Na sequência do pedido de subst it uição como vogal suplent e da Comissão de Prot ecção às Vít imas de Crimes, apresent ado pelo Dr. Sebast ião Honorat o, o Conselho Geral deliberou aceit ar o pedido e designar a Dra. Célia Midões para o lugar deixado vago na Comissão.

O Conselho Geral deliberou, por unanimidade, designar como represent ant es da OA na Comissão de Acesso aos Document os Administ rat ivos, da Assembleia da República, o Dr. João Perry da Câmara, como ef ect ivo e o Dr. Luís Rebelo Pereira, como membro suplent e.

Pelo Conselho Geral f oi deliberado, por unanimidade, designar o Dr. Miguel de Almeida Mot t a como represent ant e da OA para int egrar a Comissão de Apoio à Ref lexão Ét ica e Deont ológica da Ordem dos Enf ermeiros.

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B)RELAÇÕES INTERNACIONAIS

O pelouro das Relações Int ernacionais cont inuou a ser assegurado, ao nível do Conselho Geral, pelo Bast onário e pelos Drs. José de Freit as e João Perry da Câmara, designadament e no âmbit o das organizações int ernacionais da qual a Ordem dos Advogados é membro:

CCBE – Conselho das Ordens de Advogados da Europa

• No ano de 2007 a Delegação Port uguesa da OA j unt o do CCBE cont inuou a acompanhar e a int ervir nas reuniões do comit é permanent e que t iveram lugar em Viena de Áust ria, a 14 de Fevereiro, em Bruxelas, a 29 de Março, em Lubliana, a 28 de Junho, em Varsóvia, a 7 de Set embro e em Bruxelas, a 26 de Out ubro.

• As Sessões Plenárias t iveram lugar em 11 de Maio em Edimburgo e em 23 de Novembro de 2007 em Bruge.

• Como nos demais anos, decorreu em Viena, paralelament e à reunião do Comit é Permanent e de 14 de Fevereiro de 2007, a XXXV Conf erência dos Bast onários das Ordens Europeias em que est eve present e o Bast onário Rogério Alves.

• Os assunt os que merecem mais realce de ent re os discut idos nas diversas reuniões do Comit é Permanent e são o acompanhament o das implement ações e consequências das recent es Direct ivas da Comissão Europeia.

• O CCBE const it ui-se part e em alguns processos int erpost os por Ordens de Advogados, nomeadament e a Belga e a Francesa, que desafiaram o cumpriment o das obrigações impost as pela Direct iva do Branqueament o de Capit ais. Foi dada relevant e at enção às t endências de alguns Est ados Membros para diminuir o âmbit o da aut o-regulação das Ordens dos Advogados, sendo a Polónia o caso mais relevant e, que mot ivou posições veement es por part e do CCBE e a realização em Varsóvia de uma reunião do Comit é Permanent e e de uma Mesa Redonda para denúncia e discussão pública das agressões governament ais à independência e regulação da advocacia polaca.

• Na sessão Plenária de Edimburgo, f oram aprovadas alt erações ao est at ut o do CCBE e admit ida a Suíça como membro.

FBE – Fédérat ion des Barreaux d’ Europe

• A Ordem dos Advogados est eve present e e int erveio no encont ro da FBE que ocorreu

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f oi o Fut uro da Advocacia na Europa e a forma como a act ividade se desenvolverá no f ut uro, no espaço europeu.

• Decorreu igualment e em It ália em Napoles, um Congresso Int ernacional do FBE.

IBA – Int ernat ional Bar Associat ion

• A Ordem dos Advogados est eve represent ada ao seu mais alt o nível na Conf erência de Líderes da IBA, que decorreu em Zagreb, em Maio, e que t eve um part icular enf oque nos ef eit os do relat ório Clement i na aut o regulação da nossa Act ividade e das medidas a implement ar por força do mesmo, em part icular pelo impact o do mesmo no espaço europeu e bem assim na consagração do direit o dos cidadãos mundiais em verem os seus problemas apreciados por um t ribunal independent e (rule of law);

• A Ordem dos Advogados f ez-se represent ar no Congresso da IBA que decorreu em Singapura, de 17 a 22 de Set embro.

UIA – Union Int ernat ional des Avocat s

• No âmbit o do Encont ro da Advocacia Global, realizado nos dias 28, 29 e 30 de Junho, t eve lugar em Lisboa o Senado Int ernacional das Ordens e o Conselho da Presidência da UIA, nos quais a OA est eve represent ada pelo Bast onário.

• A Ordem dos Advogados part icipou na mesma dat a no seminário da UIA onde f oram discut idos t emas como O Exercício da Prof issão e a Liberalização dos Serviços: A Organização Mundial de Comércio, a Direct iva Europeia sobre os Serviços, e ainda a Regulação da Profissão e a Independência das Ordens.

• O Bast onário represent ou a Ordem dos Advogado no 51º Congresso da UIA, em Paris, que ocorreu ent re 31 de Out ubro e 4 de Novembro

UIBA – União Iberoamericana de Colégios e Associações de Advogados

• A Ordem dos Advogados f ez-se represent ar pelo Dr. José de Freit as no XVIII Congresso da UIBA que se realizou em Sant o Domingo nos dias 3, 4 e 5 de Maio.

UALP – União dos Advogados de Língua Port uguesa

O ano de 2007 f oi marcado pela presidência port uguesa da UALP.

• Na IX Assembleia-Geral da UALP, que se realizou em Macau a 26 de Novembro de 2006, o Bast onário Rogério Alves foi eleit o President e da UALP, por um período de um ano, sucedendo ao Dr. Jorge Net o Valent e.

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• Em 28 de Junho de 2007, realizou-se em Lisboa a reunião da Assembleia Geral Ext raordinária da UALP, presidida pelo Bast onário Rogério Alves, com a presença de t odos os Bast onários e President es de Associações da UALP, bem como com a presença do President e da Comissão Inst aladora da Ordem dos Advogados de São Tomé e Príncipe, Dr. Edmar Carvalho.

• Nest a reunião foi aprovada a “ CARTA DOS ADVOGADOS DA UALP” que se encont ra disponível no sit e da OA, na área da UALP. Foi ainda deliberado por unanimidade a admissão da Ordem dos Advogados de São Tomé e Príncipe como Membro da UALP, com o que criado um espaço próprio no sit e da OA, onde se encont ram disponíveis t odas as informações sobre a Ordem dos Advogados de São Tomé e Príncipe.

• A Ordem dos Advogados Port ugueses, preparou a Assembleia-Geral Ordinária da UALP, que se realizou no Brasil, na cidade de Brasília nos dias 8,9, e 10 de Out ubro de 2007.

• Durant e o ano de 2007, e depois de várias diligências, a Ordem dos Advogados de Moçambique comunicou à Ordem dos Advogados Port ugueses, que suspendia a vigência do Prot ocolo de Cooperação ent re a OAM e OAP, celebrado em 29 de Maio de 1996.

• Nest e mandat o f oi t ema de discussão a propost a de Regulament o para o Cent ro de Arbit ragem.

• A Ordem dos Advogados do Brasil, a Ordem dos Advogados Port ugueses e a Associação dos Advogados de Macau, cont ribuíram f inanceirament e para a realização das obras de recuperação da Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau.

• A Associação dos Advogados de Macau dist ribuiu a t odos os membros da UALP a bandeira da UALP.

• A Ordem dos Advogados Port ugueses edit ou e dist ribuiu a t odos os membros da UALP a 2ª edição do exemplar da Brochura da UALP, na versão port uguesa e inglesa.

OUTRAS ACTIVIDADES EM 2007

> O Dr. José de Freit as represent ou a Ordem na t omada de posse do novo President e da Ordem dos Advogados do Brasil, Dr. Raimundo Cezar Brit t o Aragão, em Janeiro.

> O Dr. João Perry da Câmara represent ou a Ordem, no Congresso da Ordem dos Advogados da

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> O Bast onário part icipou no III Encont ro Hispano-Luso de Advocacia, em Coimbra nos dias 14, 15 e 16 de Junho.

> A Ordem f oi represent ada pelo Bast onário no 129º Congresso da American Bar Associat ion, que t eve lugar em São Francisco, em Agost o.

> O Bast onário est e present e no Seminário da AIJA, em Lisboa, em Out ubro.

> O Bast onário est eve present e na Conf erência dos President es das Ordens dos Advogados do Medit errâneo, em Palma de Maiorca, nos dias 4 e 5 de Out ubro. A Conf erência est eve subordinada ao t ema “ Responsabilidade Social do Advogado” .

> O Bast onário visit ou Fort aleza, a convit e da Just iça Federal do Ceará, onde prof eriu uma conf erência sobre o t ema “ A Era Securit ária: Desafios à Advocacia do Século XXI” .

> O Dr. João Perry da Câmara represent ou a Ordem na cerimónia de Abert ura do Ano Judicial, em Dublin, em Out ubro.

> O Dr. Miguel Mot t a represent ou a Ordem na cerimónia de Abert ura do Ano Judicial, em Londres, em Out ubro.

> A Ordem f oi represent ada pelo Bast onário no Congresso da IGAL, que se realizou em Lisboa, em Out ubro.

> O Bast onário f oi agraciado com a Grande Cruz de Mérit o do Conselho Geral da Advocacia de Espanha, em Dezembro.

> O Dr. João Perry da Câmara e o Dr. Luís Filipe Carvalho represent aram a Ordem e int ervieram no Congresso da Ordem dos Advogados de Angola.

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C)RELAÇÕES COM OUTRAS ORDENS E INSTITUIÇÕES

CNOP – Conselho Nacional das Ordens Profissionais

Ao longo do ano de 2007 a Ordem dos Advogados cont inuou a acompanhar as act ividades do CNOP que f az part e do Conselho Económico e Social Port uguês e est á t ambém represent ado no Comit é Económico e Social Europeu (CESE), por int ermédio do President e do Conselho Execut ivo, Dr. Carlos Pereira Mart ins.

Durant e o ano de 2007 dest acou-se a int ervenção do CNOP na discussão da nova da Lei Quadro das Associações Públicas Profissionais.

O CNOP - Conselho Nacional das Ordens Prof issionais result a da t ransformação – por escrit ura de Set embro de 2006 – do ant erior Conselho Nacional das Profissões Liberais (CNPL) e t em como obj ect ivos def ender os valores ét icos e deont ológicos das profissões liberais regulament adas, bem como as suas caract eríst icas e int eresses; criar e coordenar os meios de act uação dest inados a fort alecer, promover e divulgar as profissões liberais regulament adas, bem como o seu aperf eiçoament o, e represent ar o conj unt o das profissões dela part icipant es j unt o dos organismos públicos e privados e das organizações nacionais e int ernacionais.

As act ividades do CNOP, do qual a Ordem dos Advogados é f undadora, f oram acompanhadas pelo Bast onário e pelo Dr. Miguel de Almeida Mot t a.

CADA – Comissão de Acesso aos Document os Administ rat ivos

A Comissão de Acesso aos Document os Administ rat ivos foi criada por int ermédio da Lei do Acesso aos Document os Administ rat ivos (LADA, aprovada pela Lei n.º 65/ 93, de 26 de Agost o, com as alt erações int roduzidas pela Lei n.º 8/ 95, de 29 de Março, pela Lei n. º 94/ 99, de 16 de Julho, e pela Lei n.º 19/ 2006, de 12 de Julho).

Nos t ermos do respect ivo art igo 19. º cabe à Ordem dos Advogados designar um dos seus membros.

At é Out ubro de 2007, a Ordem dos Advogados f oi represent ada na CADA pelo Dr. Duart e Rodrigues Silva, f igurando como membro suplent e o Dr. Luís Malt a Vacas. A part ir dest a dat a e por deliberação do Conselho Geral, f oi designado como represent ant e da OA na CADA, o Dr.

João Perry da Câmara, como ef ect ivo, e o Dr. Luís Rebelo Pereira, como membro suplent e.

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À CADA cabe zelar pelo cumpriment o do regime de acesso, pelo público em geral, aos document os det idos ou produzidos pela Administ ração Pública ou, genericament e, det idos por ent idades privadas que exerçam f unções ou poderes públicos e que não est ej am incluídos em procediment os em curso ou, est ando neles incluídos, que t enham sido produzidos há mais de um ano.

Nos t ermos do art igo 20.º da LADA, compet e à CADA:

a. Elaborar a sua regulament ação int erna;

b. Apreciar as queixas que lhe sej am dirigidas pelos int eressados ao abrigo da LADA;

c. Dar parecer sobre o acesso aos document os nominat ivos, a solicit ação do int eressado ou do serviço requerido;

d. Dar parecer sobre a comunicação de document os nominat ivos ent re serviços e organismos da Administ ração em caso de dúvida sobre a admissibilidade dessa revelação;

e. Pronunciar-se sobre o sist ema de classif icação de document os;

f . Dar parecer sobre a aplicação do present e diploma e bem como sobre a elaboração e aplicação de diplomas complement ares, a solicit ação da Assembleia da República, do Governo e dos órgãos da Administ ração;

g. Elaborar um relat ório anual sobre a aplicação da present e lei e a sua act ividade, a enviar à Assembleia da República para publicação e apreciação e ao Primeiro- Minist ro;

h. Cont ribuir para o esclareciment o e divulgação das dif erent es vias de acesso aos document os administ rat ivos no âmbit o do princípio da administ ração abert a.

No âmbit o das suas compet ências, durant e o ano de 2007, a CADA foi chamada a pronunciar-se por 361 vezes, (i) t endo apreciado queixas de cidadãos quant o à recusa administ rat iva de acesso a document ação administ rat iva solicit ada, (ii) t endo emit ido pareceres solicit ados pelas ent idades requeridas previament e à prolação de decisão sobre o acesso, (iii) t endo emit ido pareceres relat ivos ao acesso a document os cont endo dados nominat ivos de t erceiros, e (iv) t endo-se pronunciado diversas vezes sobre out ras mat érias no âmbit o das suas compet ências.

CPVC – Comissão de Prot ecção às Vít imas de Crimes

O rit mo de t rabalho da Comissão em 2007 paut ou-se por reuniões semanais e quinzenais at ent o o número de processos inst ruídos e pront os para elaboração de parecer, ist o apesar da ent rada de processos na Comissão t er-se mant ido abaixo dos 200 por ano, frut o do desconheciment o por part e das vít imas dest e direit o.

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A Comissão aprovou um t ot al de 145 pareceres, donde result ou a at ribuição de €474.278,44 euros, sendo que €434.078,44 euros f oram a t ít ulo de indemnizações e €40.200,00 euros por cont a de adiant ament os.

Durant e o ano de 2007 foram efect ivament e pagas indemnizações (algumas t ransit aram de anos ant eriores) no valor de €640.992,91, sendo €614.542, 91 euros a t ít ulo de indemnizações e €26.450,00 euros a t ít ulo de adiant ament os.

CNECV – Conselho Nacional de Ét ica Para as Ciências da Vida

1. Introdução

A Lei n.º 14/ 90, de 9 de Junho criou o Conselho Nacional de Ét ica para as Ciências da Vida, cuj o t erceiro e act ual mandat o (2003-2008) f oi iniciado em 4 de Set embro de 2003. O Conselho dest ina-se a promover a ref lexão sobre as quest ões ét icas suscit adas pelo progresso da ciência nos seus variados domínios e a emit ir recomendações fundadas em t al apreciação.

O present e relat ório report a-se às act ividades desenvolvidas pelo Conselho Nacional de Ét ica para as Ciências da Vida, no decurso do ano de 2007.

2. Reuniões plenárias

O Conselho Nacional de Ét ica para as Ciências da Vida reúne ordinariament e em plenário uma vez por mês. No decurso do ano de 2007, realizaram-se dez sessões plenárias conf orme as dat as e a ordem de t rabalhos seguint es:

9 de Janeiro (139.ª Reunião Plenária) - Discussão do relat ório sobre «Diagnóst ico Genét ico Pré-Implant ação», com vist a à elaboração de Parecer.

Int rodução à discussão da t emát ica relat iva à «Invest igação Biomédica».

6 de Fevereiro (140.ª Reunião Plenária) - Cont inuação da discussão do relat ório sobre

«Diagnóst ico Genét ico Pré-Implant ação», com vist a à elaboração de Parecer.

13 de Março (141.ª Reunião Plenária) – Apreciação do proj ect o do Conselho Nacional de Ét ica para as Ciências da Vida sobre a t emát ica da «Invest igação Biomédica».

Discussão do proj ect o de Parecer sobre «Diagnóst ico Genét ico Pré-Implant ação».

Apresent ação das Linhas Gerais sobre a propost a de lei relat iva ao «Regime Jurídico das Bases de Dados de Perf is de ADN», com vist a à elaboração de Parecer.

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10 de Abril (142.ª Reunião Plenária) – Conclusão da deliberação acerca do Parecer sobre

«Diagnóst ico Genét ico Pré-Implant ação».

Exposição e análise do relat ório sobre a propost a de lei relat iva ao «Regime Jurídico das Bases de Dados de Perf is de ADN», com vist a à deliberação sobre o mesmo.

8 de Maio (143.ª Reunião Plenária) – Cont inuação da análise do proj ect o do Conselho Nacional de Ét ica para as Ciências da Vida sobre a t emát ica da «Invest igação Biomédica».

Análise do proj ect o de Parecer sobre propost a de lei relat iva ao regime j urídico das «Bases de Dados de Perf is de ADN», com vist a à elaboração de Parecer.

12 de Junho (144.ª Reunião Plenária) – Cont inuação da apreciação do proj ect o de Parecer sobre propost a de lei relat iva ao regime j urídico das «Bases de Dados de Perf is de ADN», em ordem a deliberar sobre o mesmo.

10 de Julho (145.ª Reunião Plenária) – Ref lexão sobre os Proj ect os de Lei n.º 126/ X e 376/ X que consagram o regime j urídico da «Ut ilização de células est aminais, para ef eit os de invest igação e respect ivas aplicações t erapêut icas», com vist a à elaboração e aprovação de Parecer.

18 de Setembro (146.ª Reunião Plenária) – Cont inuação da ponderação acerca do proj ect o do Conselho Nacional de Ét ica para as Ciências da Vida relat ivo à t emát ica da «Invest igação Biomédica» e primeira apresent ação dos t rabalhos em curso.

13 de Novembro (147.ª Reunião Plenária) – Cont inuação da apreciação do proj ect o do Conselho Nacional de Ét ica para as Ciências da Vida sobre a t emát ica da «Invest igação Biomédica».

Ref lexão sobre o pedido de parecer relat ivo à propost a de Decret o-Lei que est at ui o regime j urídico da «qualidade e segurança relat iva à dádiva, colheit a, análise, processament o, preservação, armazenament o, dist ribuição e aplicação de t ecidos e células de origem humana».

11 de Dezembro (148.ª Reunião Plenária) – Análise dos t rabalhos pendent es e dos proj ect os a realizar em 2008.

Cont inuação da apreciação dos t rabalhos a apresent ar no âmbit o do proj ect o do Conselho Nacional de Ét ica para as Ciências da Vida sobre a t emát ica da «Invest igação Biomédica».

Deliberação sobre o proj ect o de Parecer relat ivo à propost a de Decret o-Lei que est at ui o regime j urídico da «qualidade e segurança relat iva à dádiva, colheit a, análise, processament o, preservação, armazenament o, dist ribuição e aplicação de t ecidos e células de origem humana».

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3. Pareceres

O CNECV elaborou e concluiu no decurso do ano os seguint es pareceres:

Parecer 51/ CNECV/ 2007 sobre o Diagnóstico Genético Pré-Implantação.

Est e parecer f oi da iniciat iva do próprio Conselho e t eve como relat or o Conselheiro Prof essor Dout or Fernando Regat eiro. Foi aprovado nas reuniões plenárias de 13 de Março e de 10 de Abril de 2007.

Parecer 52/ CNECV/ 2007 sobre o Regime Jurídico das Bases de Dados de Perfis de ADN.

Est e Parecer f oi elaborado na sequência do pedido provenient e do Gabinet e do Secret ário de Est ado Adj unt o e da Just iça e t eve como relat ores os Conselheiros Prof essor Dout or Fernanda Henriques e Jorge Sequeiros. Foi aprovado na reunião plenária de 12 de Junho de 2007.

Parecer 53/ CNECV/ 2007 sobre os Projectos de Lei n.º 126/ X (Estabelece os Princípios da Investigação Científica em Células Estaminais e a Utilização de Embriões) e n.º 376/ X (Estabelece o Regime Jurídico de Utilização de Células Estaminais, para efeitos de Investigação e Respectivas Aplicações Terapêuticas).

Est e parecer f oi elaborado na sequência do pedido provenient e da Comissão de Saúde da Assembleia da República e t eve como relat or o Conselheiro Prof essor Dout or Daniel Serrão.

Foi aprovado na reunião plenária de 10 de Julho de 2007.

Parecer 54/ CNECV/ 2007 sobre o Regime Jurídico da Qualidade e Segurança Relativa à Dádiva, Colheita, Análise, Processamento, Preservação, Armazenamento, Distribuição e Aplicação de Tecidos e Células de Origem Humana.

Est e parecer f oi solicit ado pelo Minist ério da Saúde e pela Aut oridade para os Serviços de Sangue e Transplant ação. Teve como relat ores os Conselheiros Prof essor Dout or Jorge Soares e Rit a Amaral Cabral. Foi aprovado na reunião plenária de 11 de Dezembro de 2007.

No âmbit o da preparação do parecer 51/ CNECV/ 2007, o CNECV recebeu em audição o Prof . Dout or Albert o Barros, da Faculdade de Medicina da Universidade do Port o, o Prof . Dout or Vasco Almeida, da Faculdade de Ciências da Universidade do Port o e o Prof . Dout or Walt er Osswald, da Faculdade de Medicina da Universidade do Port o.

4. 10.º Fórum dos Conselhos Nacionais de Ética (NEC Fórum)

Por ocasião da Presidência Port uguesa da União Europeia no segundo semest re de 2007, e em

(18)

dias 11 e 12 de Out ubro, a reunião int ernacional 10. º Fórum dos Conselhos Nacionais de Ét ica, habit ualment e designado NEC Fórum.

O NEC Fórum é um encont ro organizado, de f orma independent e, pelos vários Conselhos Nacionais de Ét ica e que se dest ina a permit ir a t roca de inf ormações, experiências e melhores prát icas em assunt os de int eresse comum no campo da ét ica e da ciência.

Cada edição do NEC Fórum, de periodicidade semest ral, é reservada aos president es e secret ários dos Conselhos Nacionais de Ét ica dos países membros da União Europeia.

O t ema principal do encont ro foi o 50. º aniversário do Trat ado de Roma e os principais valores ét icos part ilhados a nível europeu, bem como o papel da ét ica nas polít icas públicas da Europa. O obj ect ivo primordial do encont ro consist ia na análise ret rospect iva da Bioét ica no cont ext o europeu, com vist a a um f ut uro de valores comuns.

A reunião cont ou com cerca de cem part icipant es, ent re President es, secret ariados, conf erencist as e convidados.

At ent a a complexa organização do 10.º NEC Fórum não foi realizado o habit ual seminário nacional do CNECV.

5. XVIII Encontro com o European Group on Ethics in Science and New Technologies (EGE) da Comissão Europeia

Em conexão com o 10. º Fórum dos Conselhos Nacionais de Ét ica decorreu a reunião do Grupo Europeu de Ét ica da Ciência e Novas Tecnologias da Comissão Europeia, no dia 10 de Out ubro, em Lisboa.

Est a reunião de t rabalho cont ou com a presença dos membros do CNECV, na qualidade de Conselho de Ét ica anf it rião do NEC Fórum.

O encont ro ret omou a ref lexão sobre os aspect os ét icos da clonagem de animais para consumo humano e foi feit a a apresent ação pelo seu president e sobre aspect os ét icos da nanomedicina.

6. Publicações

Foram publicados, no decurso de 2007, o 11.º volume da «Colecção Bioét ica», relat ivo às Act as do X Seminário Nacional e o 11.º Volume da Document ação do CNECV, relat ivo aos Pareceres e document os emit idos no ano de 2006.

O sit e do CNECV – www.cnecv.gov.pt t em sido permanent ement e act ualizado, encont rando-se concluída a respect iva t radução em inglês e dele const ando t odos os Pareceres.

(19)

D)ASSEMBLEIAS-GERAIS E REUNIÕES DO CONSELHO GERAL E DA COMISSÃO EXECUTIVA

A 27 de Abril de 2007 realizou-se a Assembleia-Geral para discussão e vot ação do Relat ório e Cont as do Conselho Geral relat ivo ao ano de 2006;

A 26 de Novembro de 2007 realizou-se a Assembleia-Geral para discussão e vot ação do Relat ório e Cont as do Conselho Geral relat ivo ao ano de 2008;

Durant e o ano de 2007 realizaram-se 25 reuniões do Conselho Geral;

A Comissão Execut iva do Conselho Geral realizou 13 reuniões em 2007.

E)ACTIVIDADE REGULAMENTAR

> Regulament o das Medalhas da Ordem dos Advogados - REGULAMENTO N.º 107/ 2007, DE 6 DE

JUNHO -Aprovado pelo Conselho Geral em 20 de Abril de 2007

> Regulament o Eleit oral da Ordem dos Advogados - REGULAMENTO N.º 146/ 2007, DE 6 DE JULHO

(Aprovado pelo Conselho Geral em 4 de Junho de 2007) alt erado e republicado pela deliberação n. º 1640/ 2007, de 27 de Agost o (aprovada pelo Conselho Geral em 6 de Julho de 2007)

> Regulament o de Inscrição de Advogados e Advogados Est agiários - REGULAMENTO N.º

232/ 2007, DE 4 DE SETEMBRO (Aprovado pelo Conselho Geral em 6 de Julho de de 2007)

> Alt eração e republicação do Regulament o Nacional de Est ágio DELIBERAÇÃO N.º 1898- A/ 2007, DE 24 DE SETEMBRO (Aprovado pelo Conselho Geral em 14 Set embro de 2007)

> Código de Deont ologia dos Advogados Europeus e respect ivo memorando explicat ivo (t radução em língua port uguesa) - DELIBERAÇÃO N.º 2511/ 2007, DE 27 DE DEZEMBRO -(Aprovado pelo Conselho Geral em 13 de Julho de 2007)

> Regulamento da VI Convenção das Delegações da Ordem dos Advogados – Aprovado pelo Conselho Geral em 28 de Janeiro de 2007

(20)

V–CONSELHO SUPERIOR

As act ividades do Conselho Superior da Ordem dos Advogados são asseguradas pelo Depart ament o de Processos.

Durant e o ano de 2007 realizaram-se 11 reuniões do Pleno do Conselho Superior.

A)SECÇÃO DE LAUDOS

Processos de Laudo

360

404 764

275 489

Transit ados de 2006 Aut uados

Dist ribuidos Julgados

Transit am para 2008

6

B)SECÇÃO DISCIPLINAR

No ano de 2007 foram aut uados 281 novos processos.

Processos de Apreciação Liminar

54

63

117

68

49

Transit ados de 2006

Aut uados Dist ribuídos Julgados Transit am para 2008

(21)

Processos de Inquérit o

0

2 2 2

0 0

1 2 3 4 5 6 7

Transit ados de 2006

Aut uados Dist ribuídos Julgados Transit am para 2008 Processos Disciplinares

16

10

26

8

18

Transit ados de 2006

Aut uados Dist ribuídos Julgados Transit am para 2008

Processos de Recurso

169

206

375

236

139

Transit ados de 2006

Aut uados Dist ribuídos Julgados Transit am para 2008

(22)

Processos de Parecer

4

1

5

2

3

Transit ados de 2006

Aut uados Dist ribuídos Julgados Transit am para 2008

(23)

VI–CONSELHOS DISTRITAIS

ESTÁGIO

Durant e o ano de 2007 realizaram-se, nos diversos Cent ros Dist rit ais de Est ágio, 11 cursos de est ágio, os quais envolveram um universo de 2395 Advogados Est agiários Inscrit os.

Evolução do número de Advogados Est agiários com a inscrição em vigor de 2004 a 2007

2189 2079

1736

1942

0 500 1000 1500 2000 2500 3000

2004 2005 2006 2007

Advogados Est agiários com a inscrição no act ivo por Conselho Dist rit al

2329

1854

778

142 116 51 28

C.D.L. C.D.P. C.D.C. C.D.E. C.D.F. C.D.M. C.D.A.

(24)

COMBATE À PROCURADORIA ILÍCITA

Ainda, no âmbit o da est reit a colaboração ent re os diversos Conselhos Dist rit ais e o Conselho Geral, t ambém aqui se publica a act ividade dos Conselhos Dist rit ais no âmbit o da procuradoria ilícit a.

Conselhos Dist rit ais – Procuradoria Ilícit a

95 491

292

49 47 75

12 4 17 32

5 3 13 3 13 2 2 1 1 0 0

Lisboa Port o Coimbra Évora Faro Madeira Açores

Aut uados Pendent es Julgados

(25)

VII–CONSELHOS DE DEONTOLOGIA

À semelhança do ano ant erior procurou-se opt imizar os recursos dos Conselhos de Deont ologia que desenvolveram int ensa act ividade fiscalizadora e disciplinar, expressa na est at íst ica do moviment o processual facult ada pelos Conselhos de Deont ologia:

Conselho de Deont ologia – Apreciações Prévias

0

311

0

179

0

19

0

35 50

0

3

0

10

0 71

377

0

182

5

12

0 1

10 100 1000 10000

Lisboa Port o Coimbra Évora Faro Madeira Açores

Aut uados Pendent es Julgados

Conselho de Deont ologia – Processos de Inquérit o

293

90

127

13 12

270

473

169 151

16 20

314

96 80

1

9 158 183

73 228 289

1 10 100 1000

Lisboa Port o Coimbra Évora Faro Madeira Açores

Aut uados Pendent es Julgados

(26)

Conselho de Deont ologia – Processos Disciplinares

17 15

82 57 160

390 890

28 34 129 76

176 1235

2841

16 7

38 91

165 274

1103

1 10 100 1000 10000

Lisboa Port o Coimbra Évora Faro Madeira Açores

Aut uados Pendent es Julgados

Durant e o ano de 2007 pelos diversos Conselhos de Deont ologia foram aplicadas as seguint es Penas:

Penas Aplicadas

0

4

0 0 0 0 0

16

7

3 4

1 0 1

66

24

9

5 8

2 2

82

10

26

14

4 1 0

68

10

19

5

1 1 1

0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70 75 80 85 90

Lisboa Port o Coimbra Évora Faro Madeira Açores

Expulsão Suspensão Mult a Advert ência Censura

(27)

VIII–ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS PELOS DEPARTAMENTOS DO CONSELHO GERAL

A)BIBLIOTECA

O ano de 2007 é o últ imo do t riénio em que ficaram resolvidos problemas que se arrast avam há alguns anos, como a compra do sof t ware da Bibliot eca, a subst it uição do mobiliário da sala de leit ura, a aquisição de comput adores para os post os de t rabalho e para o público da sala de leit ura e a renovação da área da Bibliot eca no Port al da Ordem dos Advogados.

1. FUNDO DOCUMENTAL

1.1 Aquisição de publicações

Seguindo a polít ica de aquisições dos últ imos anos, f oi dada prioridade à aquisição das monografias j urídicas nacionais.

O quadro resumo de aquisições dos últ imos 10 anos é o seguint e:

Anos 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007

Monograf ias adquiridas

910 1033 1214 1072 1002 397 448 351 321 356

Das 356 monograf ias que deram ent rada em 2007, apenas 245 f oram compradas, 102 foram of erecidas, 3 result aram de downl oad e 6 f oram produzidas na Bibliot eca.

Foram adquiridas monograf ias edit adas recent ement e: 275 em 2007; 62 em 2006 e 19 em anos ant eriores.

Tendo em cont a a classif icação por Ramos do Direit o, salient amos, ent re out ras, a ent rada de 31 monograf ias de Direit o Penal; 25 de Direit o do Trabalho; 20 de Direit o Administ rat ivo; 16 de Direit o Comercial; 15 de Processo Penal e 12 de Advocacia.

A Bibliot eca assina 5 bases de dados on-line: LEGIX; Diário da República Elect rónico (assinat ura conj unt a da 1.ª e 2.ª séries); Acórdãos do Supremo Tribunal Administ rat ivo – Apêndices do Diário da República; JusNet e JusJornal.

(28)

Quadro da evolução da aplicação da verba do orçamento destinada a aquisições

Tipo de documento 2005 2006 2007

Monograf ias € 5289,20 € 6171,54 € 8583,85

Publicações periódicas (assinat uras) € 5289,49 € 3678,72 € 1414,35

Monografias em folhas móveis (assinat uras)

€ 5930,78 € 1297,32 € 1118,34

Bases de dados on-line / CD-ROM (assinat uras)

€ 5966,20 € 4995,72 € 5575,72

Tot al em Euros € 22 429,41 € 16 143,30 € 16 692,26

*Assi nat ur as (soma das publ i cações per iódi cas, monogr af i as act ual i závei s e bases de dados, segui ndo o t r at ament o dado pel o Depar t ament o Fi nancei r o).

Em 2007, é not ória a quebra na aquisição de publicações periódicas, não devido a uma polít ica deliberada de cancelament o, mas devido a at rasos na edição, mudança de edit ores ou f alha no forneciment o.

Os periódicos em f alt a serão recuperados em 2008.

1.2 Acervo documental

1.2.1 Organização do acervo documental da Biblioteca

A Bibliot eca é uma das mais valiosas bibliot ecas j urídicas do nosso país. Do seu rico acervo f azem part e:

a) Monografias – 30 996 t ít ulos invent ariados at é 31 de Dezembro de 2007.

(29)

As monograf ias são classificadas e ordenadas por ramos do direit o e organizadas por ordem crescent e do respect ivo número de regist o. Há conj unt os de monografias, mais ant igas ou em mau est ado de conservação, que ainda não foram regist ados.

b) Publicações periódicas – 1083 t ít ulos de revist as nacionais e est rangeiras, 153 das quais no act ivo. A maioria das publicações periódicas act ivas result a de ofert a 69, sendo 24 assinadas (37 em 2006) e 60 permut adas.

Dos novos t ít ulos dest acamos a revist a “ Direit o regional e local” e a revist a “ Julgar” .

c) Base Bibliográf ica – 59 391 regist os bibliográf icos inseridos at é Dezembro de 2007 (58 272 em Dezembro de 2006). A Base Bibliográf ica é compost a por um significat ivo volume de inf ormação, incluindo ref erências bibliográf icas de monograf ias, obras de ref erência, analít icos de monografia e analít icos de periódico – permit indo o acesso a um vast o e act ualizado conj unt o de inf ormação j urídica e necessit ando de act ualização permanent e. A Base encont ra-se disponível at ravés do link ht t p:/ / boa.oa.pt.

d) Colecções de leis, repert órios e j ornais of iciais – O invent ário de colecções de leis, repert órios e j ornais oficiais exist ent es na Bibliot eca, inclui publicações com ref erências legislat ivas desde o século XV e publicações em t ext o int egral desde o século XVII (1603), encont rando-se disponível para consult a em suport e de papel e, t ambém, no Port al da Ordem em

ht t p:/ / www.oa.pt / cd/ Cont eudos/ Art igos/ det alhe_art igo.aspx?sidc=58102&idc=58679&ida=64 8

e) Colecções de j urisprudência – O invent ário de colect âneas de j urisprudência exist ent es na Bibliot eca, que inclui cerca de 130 t ít ulos de monografias, periódicos e bases de dados, est á disponível para consult a em suport e de papel e, t ambém, no Port al da Ordem, em ht t p:/ / www.oa.pt / cd/ Cont eudos/ Art igos/ det alhe_art igo.aspx?sidc=58102&idc=58679&ida=17 407

f ) Mat erial não livro – colecção de disquet es e CD-ROM, que inclui enciclopédias, dicionários, bases de dados de legislação e j urisprudência, códigos e t rat ados int ernacionais.

g) Fundos document ais especiais:

I - Bibliot eca do Bast onário Adelino da Palma Carlos – Fundo const it uído por publicações j urídicas e de hist ória universal (7335 volumes, a que correspondem cerca de 6000 monografias) que foi doado à Bibliot eca pelos f ilhos do Bast onário em 1994. O f undo foi arrumado na ant iga Sala do Conselho.

(30)

II - Fundo document al de Livro Ant igo - Est e acervo document al é compost o por 810 t ít ulos, a que correspondem 1468 volumes, com dat as de edição compreendidas ent re 1534 e 1800. Est e f undo é const it uído, maiorit ariament e, por obras de dout rina j urídica (de j urisconsult os célebres), mas t ambém por obras de legislação e j urisprudência.

III - Espólios document ais pessoais - Est es espólios compreendem a document ação produzida, recebida e reunida por cert as individualidades, no decurso da sua vida pessoal e prof issional, sendo const it uídos, principalment e por apont ament os pessoais, f ot ograf ias, correspondência e recort es de imprensa. A respect iva list a est á disponível no websit e da Ordem:

ht t p:/ / www.oa.pt / CD/ cont eudos/ art igos/ list a_art igos.aspx?sidc=58102&idc=58658

o Fundo Bast onário Vicent e Rodrigues Mont eiro (1847-1936). Est e acervo document al f oi doado à Bibliot eca pela Net a do primeiro Bast onário, a D. Maria Filomena Mont eiro de Andrade e Sousa, represent ada pelo Dr. Tiago Andrade e Sousa, Trinet o do Bast onário Vicent e Mont eiro. A document ação foi t rat ada e organizada ent re Agost o e Set embro de 2007. O Fundo Bast onário Vicent e Rodrigues Mont eiro (1847-1936) é const it uído por 134 document os – t ext os dact ilografados, manuscrit os, fot ograf ias, correspondência, pareceres j urídicos, document ação diversa relat iva a processos j udiciais e j ornais - com dat as compreendidas ent re 1827 e 1936. As diversas inf ormações sobre est e f undo document al (invent ário, plano de classif icação, condições de acesso, et c.) encont ram-se disponíveis para consult a nas páginas da Bibliot eca, na Int ernet .

o Espólio document al da Dr.ª Elina Guimarães. O f undo é const it uído por 1689 document os (t ext os dact ilograf ados, manuscrit os, fot ografias, correspondência, recort es de j ornais e revist as) com dat as compreendidas ent re 1877 e 1990. A organização e t rat ament o document al dest e f undo f oram ef ect uados ent re Maio e Julho de 2004. O invent ário est á disponível para consult a em suport e de papel e no websit e da Ordem, em:

ht t p:/ / www.oa.pt

o Espólio do Bast onário Adelino da Palma Carlos (a aguardar invent ariação e t rat ament o document al).

o Espólio do Bast onário Barbosa de Magalhães (a aguardar invent ariação e t rat ament o document al).

IV - Manuscrit os – Est ão ordenados e devidament e acondicionados, em mat erial apropriado a assegurar a sua conservação, cerca de 50 manuscrit os e document os impressos com dat as compreendidas ent re os séculos XV e XIX.

(31)

1.2.2 Instalações e estantaria

A Bibliot eca encont ra-se dispersa por diversas salas sit uadas no 1.º andar (Sala de Leit ura, Sala Abranches Ferrão, Sala Palma Carlos, Gabinet e dos Assessores do Bast onário e Sala de Inf ormát ica), nas caves (cave 1, cave 2 e cof re) e no rés-do-chão da sede da Ordem dos Advogados.

As publicações periódicas est ão arrumadas pela ordem alf abét ica e por número crescent e de volumes, nas caves 1 e 2, porque na maioria das est ant es do 1.º andar não cabem publicações em f ormat o A4.

As est ant es est ão numeradas de 1 a 296-B e dist ribuem-se pelas salas da f orma que est á evidenciada nas plant as do 1.º andar e caves do edifício, anexas a est e relat ório.

O edif ício f oi suj eit o a diversas obras de conservação e melhorament o nos últ imos t riénios, mas não foram execut adas quaisquer obras de reparação e pint ura da sala degradada do rés- do-chão onde t rabalha um dos f uncionários da Bibliot eca.

Além disso, a subst it uição do chão da sala de leit ura f oi adiada no t riénio passado, não t endo sido f eit a, por isso, uma avaliação do est ado de segurança do mesmo, o que é preocupant e.

1.3 Equipamento

Do conj unt o dos equipament os indispensáveis ao f uncionament o da Bibliot eca, dest acamos a f ot ocopiadora CANON NP6035 (adquirida à COPICANOLA em 25 de Fevereiro de 19999) que carece de subst it uição a curt o prazo, mas a propost a de aquisição apresent ada em Out ubro de 2007 não foi aprovada.

A verba dest inada à assist ência, conservação e reparação de equipament o (Mont a-Cargas e f ot ocopiadora) f oi de € 2015,2.

A ent rega e f ixação de prat eleiras nas escadas ent re a cave e o r/ c do edifício f oram realizadas pela OBRIMED em 22 de Maio de 2007 (€ 1191.85).

Em Dezembro de 2007 foi adquirido à ALARMIBÉRICA um conj unt o de et iquet as do Sist ema Ant i-Furt o no valor de € 355,74.

(32)

1.4 Oferta, permuta e doação de documentos

No decorrer de 2007, aut ores, edit ores e livreiros, bem como part iculares, of ereceram à Bibliot eca 270 títulos (201 monograf ias e 69 publicações periódicas).

A Bibliot eca, por sua vez, procedeu à of ert a de uma cent ena de volumes (monografias e publicações periódicas) ao Cent ro de Informação e Document ação do Palácio da Just iça.

Sempre que possível, cont inuaremos a polít ica de of ert a de publicações em duplicado, considerando as Bibliot ecas ou Cent ros de Document ação dos out ros órgãos da Ordem e as Bibliot ecas das congéneres dos PALOP como dest inat ários privilegiados.

2.PESQUISAS EFECTUADAS NA SALA DE LEITURA

2.1Fontes de informação

À semelhança dos anos ant eriores, as pesquisas, efect uadas pelos ut ilizadores, t iveram como principais f ont es de inf ormação a base de dados bibliográf icos BOA (2838 pesquisas em 2007 / 2484 pesquisas em 2006 / 1961 pesquisas em 2005) e a base de ref erências legislat ivas e de j urisprudência LEGIX (2452 pesquisas em 2007 / 2601 pesquisas em 2006 / 2127 pesquisas 2005).

Não possuímos os dados est at íst icos relat ivos à consult a via Int ernet da nossa base bibliográfica, mas o f eedback dos pedidos t elefónicos e das pesquisas realizadas na sala de leit ura leva-nos a concluir que a base é ut ilizada e muit o apreciada pelos int ernaut as.

Principais font es de informação %

53,65%

46,35%

42,00%

44,00%

46,00%

48,00%

50,00%

52,00%

54,00%

56,00%

ISIS LEGIX

(33)

2.2Utilizadores

Em 2007 est avam regist ados 3017 ut ilizadores da Bibliot eca na nossa ‘ Base de Leit ores’ , t endo-se verif icado o regist o de 198 novos ut ilizadores (208 em 2006 / 211 em 2005).

Em 2007 a Bibliot eca regist ou a presença de 5746 utilizadores (4625 em 2006), sendo 68,82%

advogados e 5,82% advogados est agiários.

Ut ilizadores na sala de leit ura: % do t ot al por profissão (profissões com maior expressão)

68,82%

5,82% 4,94%

2,18% 1,99% 0,40%

0,00%

10,00%

20,00%

30,00%

40,00%

50,00%

60,00%

70,00%

80,00%

Advog.

Adv. Est . Est ud.

Jur ist as Magist r ados Aud. Just .

Est e número, dividido por 248 dias út eis de t rabalho na Bibliot eca, result a numa média de cerca de 23 ut ilizadores diários, sendo que est e número inclui respost as presenciais, por f ax, e-mail e t elef one.

(34)

3.LEITURA PRESENCIAL

3.1 Tipo de documentos consultados

À semelhança dos anos ant eriores, as publicações periódicas (5263 em 2007 / 7149 em 2006 / 8821 em 2005), foram os document os que regist aram um maior número de consult as na sala de leit ura.

Vist o que algumas das publicações mais consult adas est ão em regime de livre acesso na sala de leit ura, não nos é possível recolher t odos os dados relat ivos à leit ura presencial das mesmas.

3.1.1 Publicações periódicas

O Diário da República, o Bolet im do Minist ério da Just iça, a Colect ânea de Jurisprudência, a Revist a de Legislação e de Jurisprudência, a Revist a da Ordem dos Advogados, os Cadernos de Just iça Administ rat iva, a Revist a do Minist ério Público, o Bolet im da Ordem dos Advogados, bem como a revist a O Direit o, o Bolet im da Faculdade de Direit o e os Acórdãos Dout rinais do STA foram, por est a ordem, os t ít ulos mais consult ados ent re as publicações periódicas.

21, 85%

12, 73%

11, 12%

4, 31%

1, 90% 1, 48% 1, 67%

2, 83%

1, 86%

4, 75%

2, 05%

0, 00%

5, 00%

10, 00%

15, 00%

20, 00%

25, 00%

DR BMJ CJ ROA BOA ADSTA BFD CJA D RLJ RMP

Publi cações peri ódi cas m ai s consult adas (% do t ot al)

(35)

A procura de art igos do Bolet im e da Revist a da Ordem dos Advogados t em diminuído nos últ imos anos porque est as publicações est ão disponíveis no Port al da Ordem.

3.1.2 Monografias

Em 2007, regist ámos 4485 pedidos na consult a presencial de monograf ias (4817 em 2006 / 5986 em 2005).

Após a inst alação do sist ema ant i-f urt o em 2005, foram definidas est ant es com publicações em regime de acesso livre na sala de leit ura.

A colocação dos livros mais recent es e/ ou relevant es das áreas do direit o escolhidas em regime de livre acesso facilit a a sua consult a pelos leit ores da Bibliot eca, mas impossibilit a a recolha dos dados est at íst icos relat ivos à consult a dest as monograf ias.

3.1.3 Obras de referência

A part ir de Julho de 2005, t al como no caso das monograf ias recent es / relevant es, a arrumação dos dicionários, enciclopédias e formulários nas est ant es da sala de leit ura passou a permit ir a sua consult a em regime de livre acesso, t ornando-se, por essa razão, impossível quant ificar a leit ura presencial dos mesmos. Assim, o decréscimo regist ado na consult a das obras de ref erência não corresponde, pois, a uma diminuição real da leit ura presencial.

3.2Consultas por ramos do Direito

O Di r ei t o Admi ni st r at i vo f oi o ramo do direit o mais consult ado em 2007 com 12,00% do t ot al das consult as regist adas. Já em 2006 havia sido o ramo mais consult ado com 8,5% do t ot al das pesquisas regist adas.

(36)

Consult as regist adas: % do t ot al por ramos do Direit o (ramos mais consult ados)

12,00%

5,64%

8,07%

4,37%

5,51%

5,40%

4,48%

6,33%

7,34% 4,19%

Dir eit o administ r at ivo Dir eit o civil Dir eit o comer cial Dir eit o das obr igações Dir eit o das sociedades Dir eit o do t r abalho Dir eit o fiscal Dir eit o penal Pr ocesso civil Pr ocesso penal

Out ros ramos t radicionais, como o Direit o Comercial - 8,07% (7,09% em 2006), o Processo Civil - 7,34% (6,74%) e o Direit o Penal - 6,33% (7,22% em 2006) cont inuam a ser muit o pesquisados.

3.3 Acesso aos expositores

A Bibliot eca cont inuou a disponibilizar, regularment e, nos exposit ores da Sala de Leit ura, document os e compilações produzidos pelos t écnicos da Bibliot eca, bem como j ornais, exemplares do Bolet im, diversos cat álogos bibliográf icos e prospect os de cursos, congressos e seminários de âmbit o j urídico.

4. EMPRÉSTIMOS DOMICILIÁRIOS

A Bibliot eca regist ou um pequeno decréscimo no serviço de emprést imos domiciliários (1990 em 2007 f ace a 2076 em 2006).

(37)

Emprést imos por prof issão

1232

373

4 36 235

68 5 37 0

200 400 600 800 1000 1200 1400

Advogados Advogados est agiár ios Audit or es de j ust iça Document alist as Est udant es Jur ist as

Magist r ados Out r os

5. TRATAMENTO DOCUMENTAL INFORMATIZADO

Em Dezembro de 2007 est avam carregados 59 391 regist os bibliográficos na base bibliográfica geral BOA (58 272 regist os em 2006): 37 065 analít icos de periódicos e de monografias e 22 326 monografias.

Para além dest a base BOA, est á t ambém disponível na área da Bibliot eca no Port al da Ordem, no i nt er f ace www da BIBLIOBASE, a base de t ít ulos de publicações periódicas.

(38)

Document os cat alogados at é ao f im de 2007

37065

22326

1094

0 5000 10000 15000 20000 25000 30000 35000 40000

Analít icos de PP e de MO MO's Tít ulos de PP's

5.1 Classificação e indexação de documentos

Procedeu-se à indexação e classificação de um t ot al de 1374 document os (1183 document os em 2006), correspondent es a monografias, analít icos de monografias e art igos de publicações periódicas.

5.2Carregamento informático da base bibliográfica

Procedeu-se à cat alogação de 1359 regist os bibliográf icos durant e o ano de 2007 (1079 regist os em 2006).

Bases Catalogação 2007

Monografias 495 Analít icos de monografias 136

Base bibliográf ica geral (BOA)

Analít icos de periódicos 721 Base de publicações

periódicas

Tít ulos de publicações periódicas

7

Referências

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