Identificação do risco
Ligação 26 Quadro 3 Estimativa do risco
1. Documentação do processo de Análise do Risco T
Para tornar a comunicação mais eficaz, é conveniente preparar diferentes tipos de documentos para cada tipo de audiência:
- Informação Completa e detalhado contendo todo o estudo, as referências científicas, os dados e os pressupostos utilizados e as conclusões. Este documento está dirigido a outros analistas e
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deve descrever os pormenores por forma a permitir a reprodução do modelo e dos seus resultados.
- Síntese executiva dirigida àqueles que tomam as decisões. Deve conter os aspetos mais importantes da análise e as recomendações.
- Informação para o público em geral e os interessados na decisão. Deve ser curto, claro e compreensível para qualquer pessoa com uma educação de nível médio.
Considerando que a AR está baseada no conhecimento científico, é necessário elaborar um documento claro e com pormenor suficiente para permitir ao leitor acompanhar todo o processo de maneira a garantir a sua transparência. Ligação 32
Ligação 32
Os pontos que devem constar no documento são: 1. Data e composição da equipe de análise do risco. 2. Título (inclui a identificação do bem ou produto no AR). 3. Resumo.
4. Contexto e propósito. Descrição da situação e finalidade da AR. 5. Estratégia de comunicação.
6. Identificação de perigos e medidas sanitárias recomendadas pelos organismos internacionais de referência.
7. Avaliação do risco (entrada, exposição, consequências e estimativa do risco). 8. Descrição das estimativas e pressupostos utilizados no relatório.
9. Gestão do risco.
10. Conclusões e recomendações.
11. Compilação, triagem e descrição de toda a informação, incluindo todas as referências bibliográficas utilizadas.
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Os parceiros comerciais (ou agências internacionais) serão informados sempre que o objeto da AR o justificar. Para garantir que as medidas sanitárias são consistentes com o conhecimento científico, a análise deve ser submetida a uma revisão por técnicos independentes e altamente qualificados. Esta avaliação externa garantirá que a análise e as medidas de intervenção sugeridas são consistentes com o conhecimento científico e as normas internacionais.
Estes avaliarão se o processo é transparente, se a abordagem biológica e técnica está de acordo com a ciência, se as referências bibliográficas são apropriadas, se estão a ser aplicadas as normas internacionais e se os pressupostos são adequados.
Finalmente, é recomendado que as contribuições relevantes desses especialistas sejam consideradas e incorporadas na versão final do relatório completo antes da sua publicação final. 2. Revisão e atualização da Análise do Risco T1
A atualização e revisão são necessárias quando surgem elementos relevantes que podem alterar os pressupostos subjacentes à AR, bem como às suas conclusões ou recomendações. Algumas situações que desencadeiam uma revisão são:
- Mudanças no estado sanitário do país de origem do bem ou produto. - Novas evidências científicas sobre os perigos ou sobre a sua gestão. - Pedido dos parceiros comerciais.
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