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DOS PRINCÍPIOS GERAIS DO PROCESSO LEGISLATIVO

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VI - decisão dos casos omissos de acordo com a analogia e os princípios gerais de Direito;

VII - preservação dos direitos das minorias;

VIII - definição normativa, a ser observada pela Mesa em questão de ordem decidida pela Presidência;

IX - decisão colegiada, ressalvadas as competências específicas estabelecidas neste Regimento;

X - impossibilidade de tomada de decisões sem a observância do quórum regimental estabelecido;

XI - pauta de decisões feita com antecedência tal que possibilite a todos os Senadores seu devido conhecimento;

XII - publicidade das decisões tomadas, exceção feita aos casos específicos previstos neste Regimento;

XIII - possibilidade de ampla negociação política somente por meio de procedimentos regimentais previstos.

Os assuntos deste tópico possuem destacada relevância e, por isso, merecem uma análise mais detalhada, possibilitando, assim, uma compreensão mais aprofundada acerca das informações nele constantes.

O processo legislativo aqui é visto como o conjunto de regras que regulam o procedimento a ser seguido pelos órgãos competentes para a elaboração das espécies normativas. Desse modo, é nesse contexto que o RISF prevê que a legitimidade na elaboração de norma legal é assegurada pela observância rigorosa das disposições regimentais. Observe que o intuito do regimento é assegurar o respeito ao devido processo legislativo.

Na sequência, o RISF estabelece um conjunto de princípios básicos a serem seguidos. São eles os princípios gerais do processo legislativo.

O respeito à participação plena e igualitária dos senadores em todas as atividades legislativas é tido como princípio básico a ser seguido. No entanto, o próprio regimento ressalta que devem ser respeitados os limites regimentais.

Sobre esse tema, devo mencionar, a título de exemplo de limite regimental, as prerrogativas regimentais concedidas aos líderes partidários ou de blocos parlamentares, o que demonstra uma exceção à ideia de participação plena e igualitária dos senadores em todas as atividades legislativas.

Outro princípio básico previsto é a modificação da norma regimental apenas por norma legislativa competente, cumpridos rigorosamente os procedimentos regimentais. A ideia aqui é a de que alteração e reforma do RISF, conforme vimos, somente poderá ocorrer mediante resolução do Senado Federal (essa é a norma legislativa competente), que deverá seguir as regras estabelecidas pelo Título XII do regimento (Da Alteração ou Reforma do Regimento Interno).

O art. 412, inciso III, do RISF traz uma redação confusa, ao dispor que é princípio básico a ser seguido a impossibilidade de prevalência sobre norma regimental de acordo de lideranças ou decisão de Plenário, exceto quando tomada por unanimidade mediante voto nominal, resguardado o quórum mínimo de três quintos dos votos dos membros da Casa.

Interpretando o dispositivo sob uma perspectiva mais coerente, destaco que, em regra, não é possível que um acordo de lideranças ou uma decisão de Plenário venha a prevalecer sobre o texto da norma regimental.

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Todavia, o RISF ressalva que isso somente ocorrerá nos casos em que, estando presentes, no mínimo, três quintos dos membros do Senado, tal decisão seja tomada pela unanimidade desses senadores presentes, ou seja, se todos os presentes concordarem.

Nesse cenário, convém esclarecer que a nulidade de qualquer decisão que contrarie norma regimental também se configura como princípio a ser seguido, o que, conforme vimos, não impede que ocorra a prevalência de acordo de lideranças ou decisão de Plenário, desde que obedecidos os requisitos mencionados.

Dando continuidade ao estudo dos princípios gerais do processo legislativo, chamo sua atenção para o fato de que, ao estudarmos as normas regimentais que regulam a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), vimos que essa espécie normativa faz parte do título das proposições sujeitas a disposições especiais, isto é, a ela não se aplicará, em rega, as disposições previstas para o processo legislativo ordinário.

No entanto, o art. 372 do RISF prevê, em síntese, que serão aplicadas à tramitação da PEC, no que couber, as normas estabelecidas no regimento para as demais proposições. Ou seja, o RISF nos diz que prevalecerão as normas especiais sobre as gerais, devendo ser empregadas estas regras apenas nos casos em couber sua aplicação.

Entendeu esse contexto? Ótimo! Dessa forma, ficará fácil compreender que a prevalência de norma especial sobre a geral é princípio básico a ser seguido no processo legislativo.

E aí? Tudo certo até aqui? Está conseguindo compreender a essência de cada princípio? Ótimo! O nosso objetivo é assimilar esse conteúdo da melhor forma, pois é um dos temas com maior incidência em prova e, por isso, merece toda a nossa atenção. Portanto, vamos voltar ao que interessa!

É princípio básico do processo legislativo do Senado a decisão dos casos omissos de acordo com a analogia e os princípios gerais de Direito. Isto é, nos casos em que uma norma seja omissa para um determinado caso concreto, essa omissão deverá ser solucionada mediante a aplicação de uma norma próxima ou dos princípios gerais de Direito.

Encontramos previsão semelhante no art. 4° da Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro (Decreto-Lei n° 4.657/1942), ao estabelecer que, quando a lei for omissa, o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais de direito.

Fiz questão de citar esse dispositivo apenas para apresentar possíveis pegadinhas, no sentido de incluir outras fontes, como, por exemplo, os costumes. Perceba que, no que diz respeito ao processo legislativo do Senado Federal, as omissões serão supridas apenas pela analogia e pelos princípios gerais de Direito, conforme o texto do art. 412, inciso VI, do RISF.

É princípio básico a ser seguido a preservação dos direitos das minorias. Acerca desse assunto, relembro que, segundo o entendimento do STF, caso sejam preenchidos os requisitos necessários à instalação da CPI (inclusive o requerimento formulado por, no mínimo, 1/3 dos membros do Senado), a CPI deverá ser instaurada, sob pena de se violar o direito público subjetivo das minorias, ainda que sua abertura seja contrária aos interesses da maioria dos membros da Casa.

A definição normativa, a ser observada pela Mesa em questão de ordem decidida pela Presidência, é um princípio básico do processo legislativo do Senado. No entanto, faz-se necessário ponderar que a previsão

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do referido princípio vai de encontro com o disposto no art. 406, uma vez que este considera como simples precedente a decisão sobre questão de ordem, só adquirindo força obrigatória quando incorporada ao regimento.

Todavia, a despeito da existência desse conflito de normas constantes no RISF, o que você deve ter em mente é que, dentre os princípios básicos, existe a definição normativa, a ser observada pela Mesa em questão de ordem decidida pela Presidência.

Na sequência, destaco que é princípio a ser seguido a decisão colegiada, ressalvadas as competências específicas estabelecidas no RISF.

Em regra, as decisões tomadas no âmbito do Senado serão realizadas de maneira colegiada. No entanto, o regimento prevê exceções a essa regra, como a competência que o Presidente possui para decidir acerca de determinados requerimentos, conforme consta no art. 214 e art. 215, inciso II, do RISF.

Lembra que, ao estudarmos acerca dos quóruns de votação constantes no art. 288 do RISF, vimos que existem matérias que somente poderão ser deliberadas mediante a aprovação por determinado quórum (voto favorável de dois terços da composição da Casa, por exemplo)? Ótimo! É sobre isso que nós vamos conversar!

Nesse contexto, saliento que é princípio a ser seguido a impossibilidade de tomada de decisões sem a observância do quórum regimental estabelecido. Dito de outra forma, os quóruns exigidos pelo RISF devem ser respeitados.

Também é princípio básico a pauta de decisões feita com antecedência tal que possibilite a todos os senadores seu devido conhecimento. Observe, portanto, que a divulgação da pauta da Ordem do Dia de maneira tempestiva não é mera formalidade a ser seguida e, sim, um dos princípios básicos que o processo legislativo do Senado está submetido.

Dando continuidade, menciono que é princípio geral do processo legislativo do Senado a publicidade das decisões tomadas, exceção feita aos casos específicos previstos neste Regimento.

Note que a regra é que seja dada a devida publicidade sobre as decisões tomadas no âmbito do Senado Federal. Todavia, em caráter de exceção, lembre-se que a ata da sessão secreta não será divulgada, a fim de se manter o sigilo das decisões tomadas naquela oportunidade.

Por fim, o regimento traz como princípio básico do processo legislativo do Senado a possibilidade de ampla negociação política somente por meio de procedimentos regimentais previstos. Ou seja, as negociações políticas deverão ocorrer mediante os procedimentos republicanos previstos no RISF, buscando, dessa maneira, evitar a utilização de meios escusos para a realização dessa negociação política.

Qual é o instrumento a ser utilizado para viabilizar a denúncia acerca do descumprimento de um dos princípios básicos ocorrido durante a tramitação de determinada matéria?

Segundo o art. 413 do RISF, a transgressão a qualquer desses princípios poderá ser denunciada, mediante questão de ordem, nos termos do disposto no art. 404.

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Nesse cenário, uma vez levantada a questão de ordem mencionada, a Presidência determinará a apuração imediata da denúncia, verificando os fatos pertinentes, mediante consulta aos registros da Casa, notas taquigráficas, fitas magnéticas ou outros meios cabíveis.

Aí você me questiona: “Eduardo, a realização de reclamação quanto à observância do regimento não deveria ser feita mediante a utilização do instrumento ‘pela ordem’?”.

Concordo com você, considerando o cenário de uma prova objetiva, devemos levar em consideração o texto do regimento interno. Dessa forma, tenha atenção, inclusive, com pegadinhas nesse sentido, uma vez que seria até lógico o raciocínio de que a reclamação acerca dos descumprimento dos princípios básicos viesse a ser denunciada mediante pela ordem. Ok?

Pronto! Vimos em detalhes as disposições regimentais acerca dos princípios gerais do processo legislativo do Senado Federal. Portanto, este é o momento de analisarmos como esse importante assunto já foi exigido em prova. Vamos lá!

(FGV - Senado Federal – Analista Legislativo – 2012) O Regimento Interno do Senado, em seu art. 412, estabelece alguns princípios básicos que asseguram a legitimidade na elaboração da norma. A aplicação da regra estabelecida no art. 349 desse mesmo Regimento Interno, qual seja, "A realização de diligência, nos projetos em regime de urgência, só é permitida no caso do art. 336, IlI, e pelo prazo máximo de quatro sessões", é justificada pelo seguinte princípio previsto no aludido Regimento:

a) prevalência da norma especial sobre a geral.

b) decisão dos casos omissos de acordo com a analogia e os princípios gerais de Direito.

c) preservação dos direitos das minorias.

d) definição normativa, a ser observada pela Mesa em questão de ordem decidida pela Presidência.

e) participação plena e igualitária dos Senadores em todas as atividades legislativas, respeitados os limites regimentais

RESOLUÇÃO: Considerando o processo legislativo ordinário do Senado Federal, é possível afirmar que o RISF prevê a possibilidade de realização de diligências, seja durante a tramitação da matéria em comissão ou até mesmo em Plenário, desde que obedecidos os requisitos regimentais pertinentes. Ou seja, essa é regra geral acerca da possibilidade de realização de diligência.

No entanto, ao tratar das matérias em regime de urgência, o art. 349 prevê uma norma específica para esse caso, estabelecendo que a realização de diligência, nos projetos em regime de urgência, só é permitida no caso do art. 336, III, e pelo prazo máximo de quatro sessões.

Perceba que nesta hipótese há uma prevalência da norma especial (que regula as hipóteses de tramitação de matéria em regime de urgência) sobre a geral (que dispõe acerca das regras gerais aplicadas ao processo legislativo ordinário do Senado Federal). Isto é, quando tivermos tratando de matéria em regime de urgência, devemos aplicar a regra especial prevista no art. 349 do RISF.

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Por fim, faz-se necessário mencionar que a prevalência de norma especial sobre a geral é princípio básico do processo legislativo do Senado previsto no art. 412, inciso V, do RISF.

GABARITO: A

(FGV - Senado Federal – Técnico Legislativo – Administração – 2008) Analise as afirmativas a seguir, no que diz respeito aos princípios do processo legislativo no Senado:

I. Constitui princípio a decisão colegiada, ressalvadas as competências específicas fixadas no Regimento do Senado.

II. Entre os princípios, destaca-se aquele segundo o qual a norma geral prevalece sobre a especial.

III. Deve observar-se o princípio da ampla negociação política por meio dos procedimentos regimentais previstos.

Assinale:

a) se todas as afirmativas estiverem corretas.

b) se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas.

c) se apenas a afirmativa I estiver correta.

d) se apenas a afirmativa III estiver correta.

e) se apenas a afirmativa II estiver correta

RESOLUÇÃO: De início, vejamos o que determina o art. 412, incisos V, IX e XIII, do RISF:

“Art. 412. A legitimidade na elaboração de norma legal é assegurada pela observância rigorosa das disposições regimentais, mediante os seguintes princípios básicos:

V - prevalência de norma especial sobre a geral;

IX - decisão colegiada, ressalvadas as competências específicas estabelecidas neste Regimento;

XIII - possibilidade de ampla negociação política somente por meio de procedimentos regimentais previstos.”

Observe, portanto, que os itens I e III estão corretos, uma vez que reproduzem integralmente o disposto nos incisos IX e XIII do art. 412 do RISF.

No entanto, devo salientar que, ao contrário do que afirma o item II, é princípio básico a prevalência de norma especial sobre a geral.

GABARITO: B

(FGV - Senado Federal – Técnico Legislativo – 2012) O Regimento Interno do Senado Federal possui um título dedicado aos princípios gerais do processo legislativo. O artigo regimental preconiza, ainda, que a legitimidade na elaboração da norma legal é assegurada pela observância rigorosa das disposições regimentais. NÃO consubstancia princípio do processo legislativo

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a) a preservação dos direitos das minorias, salvo acordo de líderes em sentido diverso.

b) pauta de decisões feita com antecedência tal que possibilite a todos os Senadores seu devido conhecimento.

c) a nulidade de qualquer decisão que contrarie norma regimental.

d) a participação plena e igualitária dos Senadores, em todas as atividades legislativas, respeitados os limites regimentais.

e) a impossibilidade de tomada de decisões sem observância do quórum regimental estabelecido.

RESOLUÇÃO: Já deu para perceber que é de extrema importância o conhecimento acerca dos princípios gerais do processo legislativo do Senado, não é mesmo? Nesse cenário, vamos analisar os princípios exigidos na questão:

“Art. 412. A legitimidade na elaboração de norma legal é assegurada pela observância rigorosa das disposições regimentais, mediante os seguintes princípios básicos:

I - a participação plena e igualitária dos Senadores em todas as atividades legislativas, respeitados os limites regimentais;

IV - nulidade de qualquer decisão que contrarie norma regimental;

VII - preservação dos direitos das minorias;

X - impossibilidade de tomada de decisões sem a observância do quórum regimental estabelecido;

XI - pauta de decisões feita com antecedência tal que possibilite a todos os Senadores seu devido conhecimento;”

Desse modo, é possível verificar inicialmente que as alternativas “b”, “ c”, ”d”, e “e” são meras reproduções dos incisos I, IV, X e XI do art. 412 do RISF.

No entanto, verifica-se que é princípio básico do processo legislativo a preservação dos direitos das minorias e, a despeito do que consta na alternativa “a”, a observância desse princípio não poderá ser superada mediante acordo de líderes em sentido diverso.

GABARITO: A

(FGV - Senado Federal – Analista Legislativo – Processo Legislativo – 2008) Não constitui princípio básico do processo legislativo:

a) a nulidade de qualquer decisão que contrarie norma regimental.

b) a preservação dos direitos das minorias.

c) a impossibilidade de tomada de decisões sem a observância do quórum regimental estabelecido.

d) a análise valorativa do conteúdo das leis e do procedimento de sua elaboração.

e) a publicidade das decisões tomadas, com exceção dos casos específicos previstos no Regimento.

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RESOLUÇÃO: Para que não restem dúvidas acerca dos princípios básicos do processo legislativo, vejamos o que dispõe o art. 412 do RISF:

“Art. 412. A legitimidade na elaboração de norma legal é assegurada pela observância rigorosa das disposições regimentais, mediante os seguintes princípios básicos:

I - a participação plena e igualitária dos Senadores em todas as atividades legislativas, respeitados os limites regimentais;

II - modificação da norma regimental apenas por norma legislativa competente, cumpridos rigorosamente os procedimentos regimentais;

III - impossibilidade de prevalência sobre norma regimental de acordo de lideranças ou decisão de Plenário, exceto quando tomada por unanimidade mediante voto nominal, resguardado o quórum mínimo de três quintos dos votos dos membros da Casa;

IV - nulidade de qualquer decisão que contrarie norma regimental; (alternativa a) V - prevalência de norma especial sobre a geral;

VI - decisão dos casos omissos de acordo com a analogia e os princípios gerais de Direito;

VII - preservação dos direitos das minorias; (alternativa b)

VIII - definição normativa, a ser observada pela Mesa em questão de ordem decidida pela Presidência;

IX - decisão colegiada, ressalvadas as competências específicas estabelecidas neste Regimento;

X - impossibilidade de tomada de decisões sem a observância do quórum regimental estabelecido;

(alternativa c)

XI - pauta de decisões feita com antecedência tal que possibilite a todos os Senadores seu devido conhecimento;

XII - publicidade das decisões tomadas, exceção feita aos casos específicos previstos neste Regimento;

(alternativa e)

XIII - possibilidade de ampla negociação política somente por meio de procedimentos regimentais previstos.”

Observe, portanto, que a análise valorativa do conteúdo das leis e do procedimento de sua elaboração não representa princípio básico do processo legislativo do Senado, razão pela qual a alternativa “d” está errada.

GABARITO: D

Chegamos ao final do conteúdo desta aula e, consequentemente, do estudo do Regimento Interno do Senado Federal. Nesse cenário, é possível observar que os assuntos que acabamos de estudar possuem destacada relevância no contexto da nossa matéria e que, por isso, necessitam de intenso treinamento, a fim de que seja possível reproduzir amplamente as hipóteses de exigência em prova.

Ok?

Vamos treinar!

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