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Diretor Acadêmico
Aprovado na Reunião do Colegiado do Curso em 02 de abril de 2014
Curitibanos – Santa Catarina
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-1
I. INFORMAÇÕES GERAIS Código da disciplinaNome da disciplina Total de aulas semestrais CRC7613 - Economia e Administração Rural 4 teóricos
Professor(es) Responsável(is) Estevan Muñoz
II. REQUISITOS: Não há requisitos
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA 551 Ciências Rurais
IV. EMENTA
Conhecimentos de economia para discutir; leis de oferta e da procura; Recursos e tendências do meio rural. Demanda e procura dos produtos agropecuários e florestais; Fatores que afetam a produção; Mercado; Comercialização e; Política de preços. Juros. Crédito e Financiamento. Análise da rentabilidade econômica. Administração e Gestão Rural Simplificada. Teoria de produção. Tipologia dos Custos. Contabilidade. Principais controles: Caixa e Estoques. Depreciação e Exaustão. Comercialização; Crédito e seguro agrícola.
V. OBJETIVOS Objetivo Geral:
Oportunizar ao acadêmico o estudo e a compreensão dos fundamentos básicos de economia e administração com enfoque na realidade rural brasileira.
Objetivos Específicos:
• geral ou especificamente agropecuário.
• atualidade.
• zir a dimensão da administração rural.
• VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução à Economia Rural. 2. Globalização e Políticas Econômicas.
3. Conjuntura Econômica da Agropecuária Brasileira. 4. Introdução à Administração Rural.
5. Gestão Agropecuária Simplificada. 6. Custos de Produção Agropecuários. 7. Critérios de Desempenho Econômico.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
A metodologia envolverá dois procedimentos distintos e complementares. Prioritariamente a disciplina será ministrada através de aulas expositivas e dialogadas, utilizando-se como recursos o quadro, o projetor
eletrônico e exercícios de fixação, motivando sempre a participação dos estudantes.
Haverá a leitura e discussão de livros, artigos e noticias referentes ao tema, apresentação e discussão de material audiovisual, bem como o convite à palestra de especialistas e visitas técnicas de acordo com a disponibilidade em cada semestre.
Também serão organizados seminários práticos envolvendo o trabalho de grupos. Será a oportunidade de aproximar-se o máximo possível os conteúdos teóricos discutidos e exercitados em sala de aula com a realidade da agropecuária catarinense.
A assiduidade às aulas é obrigatória e recomendável. Porém, nos casos de falta, sugere-se o contato com colegas e/ou ministrante para tomar ciência do que foi ministrado, de eventual material distribuído etc. Caso haja dúvidas em relação aos conteúdos ministrados, o professor estará disponível para atendimento às quintas-feiras das 14h as 16h, além de comunicação através de e-mail e plataforma virtual de aprendizagem.
Atendimento extra classe
Caso haja dúvidas em relação aos conteúdos ministrados, o professor estará disponível para atendimento em sua sala nos seguintes horários: Quinta-feira - 14h - 16h além de comunicação através de e-mail.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
O esquema de avaliação obedecerá a padrões clássicos de avaliação acadêmica, sendo composto por, fundamentalmente, quatro procedimentos:
Procedimento Peso Avaliação Escrita I 25 % Seminário 30%
Avaliação Escrita II 25 %
Atividades Complementares* 20%
*Atividades complementares: participação nas atividades, leituras, resenhas, relatórios de visita etc. Será considerado aprovado a(o) estudante que obtiver média final igual ou superior a 6,0 (seis). Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC. Recuperação:
Para o estudante que não conseguir obter a nota média mínima (60%), está prevista a realização do Provão, com o conjunto do conteúdo da disciplina, no qual deverá obter a nota 6,0 (seis).
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC. Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
n. DATA CONTEÚDO AULA PROCEDIMENTO 1 19/03/14 Apresentação da Disciplina. Dialogada 2 20/03/14 Introdução à Economia. Expositiva
3 26/03/14 História do Pensamento Econômico. Seminário. 4 27/03/14 História do Pensamento Econômico. Seminário. 5 02/04/13 História do Pensamento Econômico. Seminário. 6 03/04/14 Sistemas Econômicos. Expositiva
7 09/04/14 Oferta e Demanda de Produtos Agropecuários. Elasticidades. Expositiva 8 10/04/14 Estruturas de Mercado. Expositiva
Curitibanos – Santa Catarina
9 16/04/14 Princípios Macroeconômicos. Expositiva
10 17/04/14 Globalização e Políticas Econômicas Expositiva
11 23/04/14 Desenvolvimento Econômico. Políticas Agrícolas e Políticas Agrárias. Expositiva 12 24/04/14 Avaliação I. Avaliação
13 30/04/14 Palestra ou Visita Técnica (a confirmar).* Expositiva 14 07/05/14 Apresentação de metodologia do Seminário. Expositiva 15 08/05/14 Introdução à Administração Rural. Expositiva
16 14/05/14 O Processo Empresarial. Visita Técnica
17 15/05/14 O Processo Empresarial - Estudo de Caso. Expositiva
18 21/05/14 Gestão Agropecuária Simplificada: custo de produção. Expositiva 19 22/05/14 Gestão Agropecuária Simplificada: P.E. e A.S.S. Expositiva 20 28/05/14 Gestão Agropecuária Simplificada: juros. Expositiva 21 29/05/14 Gestão Agropecuária Simplificada: juros. Expositiva
22 04/06/14 Fontes de Financiamento, PRONAF , Bancos de Fomento. Expositiva 23 05/06/14 Palestra ou Visita Técnica ( a confirmar) * Palestra
24 11/06/14 Custos das Fontes – Amortizações. Expositiva 25 12/06/14 Custos das Fontes – Amortizações. Expositiva
26 18/06/14 Gestão Agropecuária Simplificada: indicadores de viabilidade. Expositiva 27 25/06/14 Gestão Agropecuária Simplificada: indicadores de viabilidade. Expositiva 28 26/06/14 Lista de Exercícios. Expositiva
29 02/07/14 Seminários da Disciplina. Seminário 30 03/07/14 Seminários da Disciplina. Seminário 31 09/07/14 Seminários da Disciplina. Seminário 32 10/07/14 Seminários da Disciplina. Seminário 33 16/07/14 Seminários da Disciplina. Seminário 34 17/07/14 Avaliação II da Disciplina Avaliação 35 23/07/14 Revisão Geral de Conteúdo Plantão 36 24/07/14 Avaliação Final de Recuperação Avaliação
X. BIBLIOGRAFIA Bibliografia básica
ARBAGE, Alessandro Poporatti. Fundamentos da economia rural. Chapecó: ARGOS, 2006. 272p
BATALHA, Mario Otavio. Recursos humanos e agronegócio: a evolução do perfil profissional. São Carlos: UFSCar / GEPAI, 2005. 320p.
MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à administração – edição compacta. São Paulo: Atlas, 2009.
MENDES, Judas Tadeu Grassi. Agronegócio: uma abordagem econômica. São Paulo: Pearson Education, 2007. 369 p.
Bibliografia complementar:
ANTUNES, Luciano Medici. Manual de Administração rural: custos de produção. Guaiba: Agropecuária, 1999. 196 p.
ASSAF NETO, A. Matemática financeira e suas aplicações. São Paulo: Atlas, 2009.
FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, Ed. 2007. FURTADO, Celso. O mito do desenvolvimento econômico. 2. ed. Rio de Janeiro (RJ): Paz e Terra, 1998. 89p.
GOULARTI FILHO, Alcides. Formação Econômica de Santa Catarina. Florianópolis, EDUFSC, 2007. 473 p.
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à Economia. São Paulo: Atlas, 2011. 20 ed.
SANTOS, Gilberto Jose dos.; MARION, Jose Carlos,; SEGATTI, Sonia. Administração de custos na agropecuaria. 4. ed. São Paulo (SP): Atlas, 2009. 155p.
SILVA, Roni Antonio Garcia da. Administração Rural: teoria e prática. Curitiba: Juruá, 2011. SINGER, Paul. O que é economia. São Paulo: Contexto, 2005.
VEIGA, José Eli. O Desenvolvimento Agrícola: uma visão histórica. 2ª. Ed. São Paulo: EDUSP, 2007.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
316) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69, Res. 017/Cun/97).
317) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res. 017/Cun/97.
318) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
319) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data e horário fixados pelo professor ministrante.
320) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e 5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
321) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
322) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.