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E. As modalidades de assistência populações (TÍTULO III, Lei 115 de 1994), entre os quais estão aqueles com habilidades excepcionais (Capítulo I),

3.3.3 El Rol de la Corte Constitucional Colombiana

O Tribunal Constitucional, assumiu a defesa da educação como um direito fundamental na Colômbia, e no quadro regulamentar local, suas decisões têm tido tanta importância em frente às lacunas regulatórias e sobre a interpretação para a concretização do mesmo, que seria injusto não mencionar seu papel no sistema normativo que rege o direito à educação como um direito humano.

O Tribunal Constitucional declarou que a educação é um direito fundamental de aplicação imediata em duas situações: De acordo com Lerma Carreno:

“[…] quando afirma que é um menor, porque a Constituição reconhece explicitamente a educação como um direito fundamental para este segmento da população; e quando a violação do direito à educação está ligada à ameaça ou violação de outros direitos de natureza fundamental, de ligação com outros direitos. No primeiro caso, reconhece-se que existe uma obrigação do Estado para os seus filhos em termos do seu direito à educação e, portanto, deve garantir a disponibilidade, acesso, permanência e qualidade do mesmo. No segundo caso, porque uma tal exigência não está clara é reconhecida através da conexão com outros direitos, por exemplo, no caso de um aluno é suspenso, expulso ou outra punição sem justificação razoável para restrições -Trazer seu cabelo longo, usar brincos, pulseiras, ter pintado as unhas, etc, - ou decisões pessoales, tais - estar vivendo com seu parceiro, estar grávida–“. (LEMA CARREÑO, 2009, p. 18)

Outros exemplos podem ter as seguintes características: quando lhe for negada a participação, quando as sanções são impostas ignorando o seu direito de defesa, quando ele é vítima de tratamento degradante e à integridade física é ameaçada, etc.

Embora tenha sido considerada a educação como um direito fundamental, não é absoluta e, em alguns aspectos é necessário, para fazer valer a sua garantia, um avanço progressivo, portanto, o Tribunal Constitucional através da sua jurisprudência e instrumentos internacionais estabeleceu um "núcleo essencial" do direito à educação desta forma:

“[…] c) Se denomina contenido esencial o núcleo esencial al ámbito necesario e irreductible de conducta que el derecho protege, con independencia de las modalidades que asuma el derecho o las formas en que se manifieste. El núcleo esencial de un derecho fundamental, entonces, no está sometido a la dinámica de coyunturas políticas. En el caso del derecho a la educación, no es posible negar injustificadamente el acceso y la permanencia en el sistema educativo a una persona.” (SENTENÇA CORTE CONSTITUCIONAL DA COLÔMBIA T-944 DE 2000)

O Tribunal Constitucional apontou um caminho muito importante para estabelecer um precedente legal sobre o direito à educação. As razões pelas quais as pessoas fizeram uma tutela pedindo garantir o direito à educação ter sido diferente.

Entre outros: a escola se recusa a conceder uma quota, greve de professores impede aos alunos recebam educação, não foram atribuídos professores as escolas (este é um dos mais frequentes), as escolas não tem serviços de seguranca ou biblioteca adequados, se recusa quota quando o menor fica grávida, um ato administrativo anula matrícula da faculdade de alguns alunos, e assim por diante.

Apesar da variedade de casos, é possível concluir que os argumentos centrais pelo qual o Tribunal considera a educação como um direito pode ser recolhida no ponto feito por uma das suas decisões fundadores desta jurisprudência;

“[…] Es la misma Constitución concebida como norma de normas (artículo 4º) la que se encarga de fijar las directrices generales de la educación y señalar sus derechos y deberes dentro de un marco jurídico axiológico. Dichos postulados, además de consagrar el servicio público de educación como derecho fundamental, le asigna a este el efecto de aplicación inmediata, según se desprende del artículo 85 constitucional.

Por su parte, el artículo 67 de la Carta Política, que constituye el pilar esencial de la educación advierte que, esta “es un derecho de la persona y un servicio público que tiene una función social: con ella se busca el acceso al conocimiento, a la ciencia, a la técnica y a los demás bienes y valores de la cultura”, para la adecuada formación del ciudadano.

[…] De acuerdo con el artículo 70 de la Constitución Política, “el Estado tiene el deber primordial de promover y fomentar el acceso a la cultura de todos los colombianos en igualdad de oportunidades, por medio de la educación permanente y la enseñanza científica, técnica, artística y profesional en todas las etapas del proceso de creación de la identidad nacional.

Así pues, a juicio de esta Sala, en su función de intérprete de los preceptos superiores a efectos de proteger adecuadamente, mediante el mecanismo de la acción de tutela, los derechos fundamentales constitucionales, es dable entender que, dentro de los objetivos fundamentales de la actividad del Estado y las finalidades sociales inherentes a este, encaminadas al bienestar general y al mejoramiento de la calidad de vida de la población, la salud, la educación, el saneamiento ambiental y el agua potable, constituyen servicios públicos esenciales de regulación constitucional. Por consiguiente, el mismo Estado está en la obligación de asegurar su prestación eficiente y permanente para todos los habitantes del territorio nacional, dentro del espíritu de las finalidades sociales del Estado, preferenciadas en el artículo 366 de la C.P., que para este caso permite la prevalencia del interés general sobre el particular por encontrarse en juego el valor del conocimiento, según se dijo por la Corte desde 1992, en la sentencia No T-02 de 1992, MP. Dr. Alejandro Martínez Caballero”. (SENTENÇA CORTE CONSTITUCIONAL DA COLÔMBIA T-423 DE 1996)

Do acima exposto pode-se concluir que a norma mais importante que considera a educação como um direito fundamental é a Constituição de 1991 e, graças a dois desenvolvimentos desta Constituição -o que institui a tutela para exigir os direitos fundamentais e originou o Tribunal Constitucional- tem sido capaz de construir na argumentação para garantir o cumprimento do direito à educação no pais.

No entanto, como observou Lema Carreno:

“É notável o vácuo causado pela ausência de uma Lei de Bases da Educação, especialmente porque muitas das acções tutela que foram introduzidas são devido a ignorância por parte das instituições autoridades, tanto pública como privada, das suas responsabilidades para a garantia do direito à educação.” (LEMA CARREÑO, 2007,

p. 25)