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ELI – QUESTÃO DESENCADEADORA CATEGORIAS DE

No documento TÂNIA GONÇALVES MARTINS VOLUME I (páginas 169-172)

X X 66 Triagem e Avaliação individual investigando real necessidade de atendimento especializado X respostas concordantes sobre as práticas institucionalizadas:

5. ELI – QUESTÃO DESENCADEADORA CATEGORIAS DE

FUNÇÕES CT.1 CT.2 ATIVIDADES (identificação do elemento central) SÍNTESE DAS ATIVIDADES

Avaliação / triagem IND INCL

[...] avaliar as crianças que vão ser a clientela da escola

[...] mas primeiro eu tenho uma entrevista com os pais, para saber qual é o desejo deles, [...] se é um desejo deles que o filho venha para o ensino especial, ou foi a escola lá que fez esse relatório e já mandou para cá.

[...] aí eu pego e faço uma avaliação com a criança, depois ele passa pela pedagoga, pela fono.

[...] ver se é clientela da escola

• Avaliar os alunos encaminhados para a escola

• Investigar a posição da família em relação ao encaminhamento para o ensino especial

• Verificar se o aluno corresponde à clientela da escola Intercâmbio com outros profissionais/ serviços externos à escola IND INST

[...] contato com a equipe de fora

[...] eu que geralmente mantenho contato com os profissionais da saúde mental que atendem as crianças que estão aqui na escola... neurologista, psiquiatra [...].

[...] eu que encaminho também, para área de saúde mental [...].

• Manter contato e trocar informações sobre a evolução dos alunos com profissionais da saúde

• Encaminhar os alunos para os serviços de saúde Acompanhamento de/ orientação a/ e intervenção junto aos alunos IND INST

[...] se tiver necessidade, acompanhar o dia-a-dia das crianças.

[...] isso pode ser na forma de intervenção, na forma da participação mesmo... de eu estar dentro de sala de aula.

[...] eu sempre trabalhei no turno da tarde, e no turno da tarde das escolas especiais são os menores e as crianças que têm mais dificuldade de comunicação, demandam mais... são mais dependentes, [...] eu tenho como estratégia, participar bem ativamente do cotidiano delas, inclusive para planejar futuras estratégias, [...] intervenções [...].

eu sempre deixo um espaço aberto para... para os alunos me procurarem se eles tiverem alguma questão que eles queiram discutir comigo [...] eu sempre convido, minha porta fica sempre aberta para os meninos é... se os alunos quiserem discutir alguma questão comigo eles podem chegar e eu os atendo individualmente

• Acompanhar a evolução do aluno • Intervir nas questões que interferem no

processo ensino-aprendizagem

• Orientar os alunos em sala de aula ou individualmente

Participação em/, apoio a/ e contribuição para as atividades da equipe multidisciplinar EQP INST

[...] tem as reuniões de equipe semanais [...].

Em equipe é a discussão e os casos, [...] É... algumas intervenções são planejadas, algumas estratégias são decididas durante a reunião de equipe.

[...] a gente discute o funcionamento da escola, a gente discute casos também.

• Reunir em equipe para estudo de casos.

• Discutir e propor estratégias para auxiliar o trabalho pedagógico

IND INST

[...] dar suporte para às professoras. [...], seja no cotidiano da escola,

no dia-a-dia.

[...] às vezes os professores me solicitam para ir em sala de aula.

• Acompanhar o trabalho pedagógico • Atender às solicitações do professor

Acompanhamento de/, orientação a/ e intervenção junto

aos professores EQP INST

[...] dar suporte para às professoras. [...] seja nas reuniões

pedagógicas, seja em reuniões solicitadas por elas,[...].

[...] reunião quinzenal... sobre a sala dela [...] às vezes ela coloca uma

dificuldade que ela está toda tendo em relação sala... aí a gente vai discutir o que a gente pode estar fazendo para... vendo uma intervenção conjunta em relação aquela sala, que atinge a sala toda, não determinado aluno, mas assim, uma intervenção que beneficia a sala toda.

[...] às vezes a questão de socialização, os meninos estão assim, se

desentendendo muito facilmente [...]. [...] às vezes a gente está percebendo que uma professora, assim... a atuação dela está deixando a desejar, nessa própria reunião a gente coloca para ela e vai propor estratégias para ela é... ou, às vezes, uma coisa mais específica na aprendizagem, ou então na área da socialização, ou então na própria organização pessoal dela [...].

[...] então assim, é isso que a gente vai discutir nesse lugar, essas estratégias... o que a gente pode estar articulando entre a gente, [...] que possa favorecer a questão lá daquela sala. [...] uma intervenção que beneficia a sala toda.

• Orientar sobre questões relativas à relação professor-aluno ou às dificuldades enfrentadas na prática pedagógica

• Discutir e propor estratégias para auxiliar o professor

Acolhimento de/ apoio e orientação

às famílias IND INST

[...] entrevista com os pais [...]. [...]geralmente faço individualmente

[...]algumas são bem específicas então eu faço individualmente mesmo.

Às vezes é algum caso que eu estou acompanhando... às vezes é um pai

que está demandando uma atenção maior, [...] que eu percebo que ao escutá-lo é... o coletivo não precisa ficar sabendo, mas eu sei que isso vai ter um efeito sobre o aluno, [...] então, aí eu acompanho individualmente também. [...] entrevista de orientação aos pais.

• Apoiar e orientar os familiares (atendimento individual)

Capacitação e orientação aos

funcionários EQP INST

[...] trabalho de orientação aos funcionários em geral [...]. [...] mensalmente.

Essa do início do ano a gente coloca questões como... como agir com as crianças, sobre apelido, a questão de como segurar as crianças é... essas coisas mais gerais.

Às vezes as demandas dos próprios funcionários é específica em relação ao aluno, assim, como a gente deve trabalhar com esse aluno especificamente... esse aluno tá fazendo isso, isso e isso [...].

[...] às vezes a demanda para eles é como tratar as crianças... uma

questão que pode ser coletiva, da escola inteira, ou então uma questão mais específica a respeito de um aluno só.

[...] às vezes também, [...] a gente percebe que [..] está havendo alguma

questão entre eles, eles não colocam isso explicitamente, [...] mas ao longo da reunião a gente percebe que é claramente uma questão da divisão entre papéis entre eles e que alguns não estão cumprindo os combinados, [...] aí a gente convida a vice-diretora para explicitar, [...] o que é de cada um.

[...] se algum funcionário demandar, eu posso atender, é... trabalhar

com ele individualmente, [...] mas, assim, geralmente esse tipo de orientação a gente faz em equipe [...].

• Orientar os funcionários sobre como lidar com os alunos

• Discutir e orientar os profissionais sobre as dificuldades de relacionamento

6. JOANA – QUESTÃO DESENCADEADORA

No documento TÂNIA GONÇALVES MARTINS VOLUME I (páginas 169-172)

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