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EMPRÉSTIMOS BANCÁRIOS, OUTROS EMPRÉSTIMOS E INCENTIVOS REEMBOLSÁVEIS

No documento RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO (páginas 104-111)

CONTAS CONSOLIDADAS

21. EMPRÉSTIMOS BANCÁRIOS, OUTROS EMPRÉSTIMOS E INCENTIVOS REEMBOLSÁVEIS

Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, o detalhe das rubricas “Empréstimos bancários”, “Outros empréstimos” e “Incentivos reembolsáveis” é como segue:

CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

- 37 -

2013

Valor nominal Valor contabilístico

Corrente Não corrente Total Corrente Não corrente Total

Empréstimos bancários 78.877.288 75.000.000 153.877.288 78.614.615 74.212.500 152.827.115

Descobertos bancários (Nota 17) 78.738 - 78.738 78.738 - 78.738

Empréstimos bancários 78.956.026 75.000.000 153.956.026 78.693.353 74.212.500 152.905.853 Papel comercial 181.900.000 66.000.000 247.900.000 181.497.235 65.207.880 246.705.115 Empréstimos obrigacionistas - 375.000.000 375.000.000 - 374.162.417 374.162.417 Outros empréstimos 33.347.002 - 33.347.002 32.222.352 - 32.222.352 Outros empréstimos 215.247.002 441.000.000 656.247.002 213.719.587 439.370.297 653.089.884 Incentivos reembolsáveis 71.008 11.228.419 11.299.427 71.008 11.228.419 11.299.427 294.274.036 527.228.419 821.502.455 292.483.948 524.811.216 817.295.164 2012

Valor nominal Valor contabilístico

Corrente Não corrente Total Corrente Não corrente Total

Empréstimos bancários 43.699.190 103.556.923 147.256.113 43.699.190 103.556.923 147.256.113

Descobertos bancários (Nota 17) 1.767.991 - 1.767.991 1.767.991 - 1.767.991

Empréstimos bancários 45.467.181 103.556.923 149.024.104 45.467.181 103.556.923 149.024.104 Papel comercial 106.000.000 82.000.000 188.000.000 105.717.328 81.894.700 187.612.028 Empréstimos obrigacionistas - 375.000.000 375.000.000 - 373.104.432 373.104.432 Outros empréstimos 34.857.197 - 34.857.197 33.686.712 - 33.686.712 Outros empréstimos 140.857.197 457.000.000 597.857.197 139.404.040 454.999.132 594.403.172 Incentivos reembolsáveis 11.694.604 22.770.236 34.464.840 11.694.604 22.770.236 34.464.840 198.018.982 583.327.159 781.346.141 196.565.825 581.326.291 777.892.116

CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

- 38 - Empréstimos bancários:

(i) Empréstimo bancário Altri SL

Em Agosto de 2006, a subsidiária Altri, S.L. celebrou um contrato de empréstimo junto de um sindicato bancário no montante de 400.000.000 Euros destinado ao financiamento da aquisição das acções representativas de 99,96% do capital social e de 100% dos direitos de voto da Celbi, sendo que na data da sua obtenção foi dado como garantia o penhor das próprias acções da Celbi. Em 2007 este empréstimo sofreu uma amortização extraordinária de 250.000.000 Euros, pelo que nessa data a dívida em aberto passou a ascender a 150.000.000 Euros. Este empréstimo vence juros semestrais e postecipados a uma taxa de juro de Euribor a seis meses acrescida de um spread.

De acordo com as condições contratuais deste financiamento, os bancos podem solicitar, por sua única e exclusiva iniciativa o reembolso antecipado da totalidade do capital em dívida, caso se verifique que não foram atingidos determinados rácios de Dívida Líquida/EBITDA e de EBITDA /Serviço da dívida. O plano de reembolso deste financiamento foi renegociado no decorrer do exercício findo em 31 de Dezembro de 2012 o qual se fixou 11 prestações semestrais distintas, a primeira em Fevereiro de 2013 e a última em Fevereiro de 2018, sendo que em 31 de Dezembro de 2013 o valor em dívida relativo a este empréstimo ascendia a 73.790.322 Euros.

No início de 2014 o montante de 73.790.322 Euros foi antecipadamente reembolsado pela Altri SL pelo que nas demonstrações financeiras a 31 de Dezembro de 2013 aquele montante está classificado como dívida corrente. Em 25 de Fevereiro de 2014 a Altri, S.L. contratou um novo empréstimo com o valor máximo de 25.000.000 Euros, o qual vence juros a uma taxa Euribor a seis meses acrescida de um spread, e o qual tem um prazo de seis meses prorrogável por iguais períodos se não denunciado por qualquer uma das partes com antecedência mínima de trinta dias a contar da sua data de vencimento ou das datas das suas renovações semestrais. (ii) Empréstimo bancário Celbi

Durante o exercício findo em 31 de Dezembro de 2013 a Celbi contraiu um empréstimo bancário no montante de 75.000.000 Euros o qual vence juros a uma taxa de juro de Euribor a três meses acrescida de um spread, e cujo reembolso será efectuado em 3 prestações anuais sucessivas, a primeira das quais em Junho de 2016, pelo que o montante total do empréstimo encontra-se classificado como dívida não corrente.

(iii) Contas correntes caucionadas

Em 31 de Dezembro de 2013 existam contas caucionadas contratadas no montante de, aproximadamente, 28 milhões de Euros (64 milhões de Euros em 31 de Dezembro de 2012) que se encontravam utilizadas no montante de, 500.000 Euros (14.001.000 Euros em 31 de Dezembro de 2012), classificadas na rubrica “Empréstimos bancários”, as quais vencem juros à taxa de Euribor entre 1 a 3 meses acrescida de spread. (iv) Outros empréstimos bancários

A 2 de Janeiro de 2014, a Altri e a Celbi celebraram um contrato de mútuo bancário no valor de 50.000.000 Euros, dos quais 30.000.000 Euros destinam-se exclusivamente ao reembolso de parte do empréstimo obrigacionista CELBI 2007/2015. O montante do empréstimo será disponibilizado em Fevereiro de 2015 e terá uma duração de 5 anos a contar da data da sua assinatura.

Em 31 de Dezembro de 2013 o Grupo tem outros empréstimos bancários contratados no montante total de 4.586.966 Euros, os quais se encontram classificados como dívida corrente.

Papel comercial:

O Grupo tem contratados programas de papel comercial renováveis com garantia de colocação no montante máximo de 309.000.000 Euros em 31 de Dezembro de 2013 (188.000.000 Euros em 31 de Dezembro de 2012), subscritos por diversas empresas do Grupo Altri as quais vencem juros a uma taxa de juro correspondente à Euribor do prazo de emissão respectivo (entre 7 e 360 dias) acrescido de spread, sendo que em 31 de Dezembro de 2013 o montante total utilizado ascende a 247.900.000 Euros (188.000.000 Euros em 31 de Dezembro de 2012). A parcela classificada como dívida corrente inclui o montante de 145.900.000 Euros, o qual, de acordo com os contratos respectivos, ambas as partes podem denunciar o programa mediante um

pré-CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

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aviso definido de 30 a 60 dias. Caso os programas não sejam denunciados por nenhuma das partes antes do seu vencimento apenas serão reembolsados entre os anos 2014 e 2018 dos quais o montante de 145.900.000 Euros entre os anos de 2015 a 2018, sendo convicção do Conselho de Administração que não haverá denúncia de qualquer das partes às renovações destes programas de papel comercial.

Adicionalmente, a Celulose Beira Industrial (Celbi), S.A no decorrer do exercício findo em 31 de Dezembro de 2013 celebrou um programa de papel comercial com um montante máximo de 75.000.000 Euros, cujo desembolso, a ocorrer em Fevereiro de 2015,destina-se a reembolsar parte do empréstimo obrigacionista CELBI 2007/2015. Adicionalmente, de acordo com as condições contratuais, o banco poderá solicitar, por sua iniciativa o reembolso antecipado do capital em dívida, caso se verifique não terem sido atingidos determinados rácios Dívida Líquida/EBITDA e de EBITDA/ Serviço da Dívida. A 31 de Dezembro de 2013 a Celbi o montante utilizado deste programa era nulo.

Em 27 de Janeiro de 2014 a Celulose Beira Industrial (Celbi), S.A. celebrou um contrato de programa de papel comercial com um montante máximo de 100.000.000 Euros. A finalidade do programa é o apoio à tesouraria para o reembolso do empréstimo obrigacionista CELBI 2007/2015, o ocorrer em Fevereiro de 2015. Adicionalmente, de acordo com as condições contratuais os bancos podem solicitar, por sua iniciativa o reembolso antecipado do capital em dívida, caso se verifique não terem sido atingidos determinados rácios Dívida Líquida/EBITDA e de Dívida Líquida/ Capital Próprio.

Empréstimos obrigacionistas:

A Celulose Beira Industrial (Celbi), S.A. em Fevereiro de 2007 procedeu à emissão de um empréstimo obrigacionista no montante de 300.000.000 Euros. As obrigações têm o prazo de 8 anos, tendo o seu vencimento em 2015, sendo os juros semestrais e postecipados a partir da data de subscrição, a uma taxa igual à Euribor a 6 meses adicionada de spread.

No primeiro semestre de 2008 a Celulose Beira Industrial (Celbi), S.A. procedeu à emissão de dois empréstimos obrigacionistas adicionais, nos montantes de 50.000.000 Euros e 25.000.000 Euros. As obrigações têm o prazo de 10 anos, tendo o seu vencimento em 2018.

As despesas incorridas com a montagem de empréstimos foram deduzidas ao seu valor nominal, encontrando-se estas a encontrando-ser reconhecidas ao longo do período de vida do respectivo empréstimo (Nota 36).

Outros empréstimos: (i) Factoring

O Grupo Altri tem em vigor contratos de factoring com duas instituições bancárias, com duração inicial de um ano, segundo os quais poderá ceder contas a receber até ao limite de 55.000.000 Euros, os quais são renovados automaticamente por iguais períodos se não forem denunciados por nenhuma das partes com antecedência mínima de 60 dias contratuais. Sobre os valores descontados o Grupo pagará uma taxa de juro de Euribor a 3 meses acrescida de spread, sendo que em 31 de Dezembro de 2013 o montante utilizado ascendia a 33.347.002 Euros (34.857.197 Euros em 31 de Dezembro de 2012).

O Grupo Altri considera que os riscos e benefícios associados às contas a receber não foram transmitidos para a entidade com quem realizou este contrato de factoring, facto pelo qual apenas desreconhece as contas a receber cedidas em factoring no momento em que forem liquidadas pelo devedor original, de acordo com a política contabilística descrita na Nota 2.3 l) viii).

Incentivos reembolsáveis:

Foi aprovada em Fevereiro de 2005 a candidatura da subsidiária Celtejo aos incentivos financeiros no âmbito do Programa Operacional de Economia – POE, para aplicação na concretização do projecto de expansão e modernização da unidade fabril da Empresa, tendo em vista o aumento da sua capacidade de produção e o aprofundamento da diferenciação comercial das pastas cruas de Pinho e Eucalipto. O investimento em causa tem um montante global estimado de, aproximadamente, 49.464.000 Euros. O valor total do incentivo financeiro atribuído no âmbito do POE consubstancia-se em: (i) um incentivo reembolsável até ao montante de 14.919.000 Euros; (ii) um prémio de realização sob a forma de incentivo não reembolsável que poderá atingir o valor máximo de 14.919.000 Euros, e que será deduzido ao valores a reembolsar do subsídio referido em (i); e, (iii) um incentivo não reembolsável sobre as despesas elegíveis para formação profissional. Este incentivo ficou concluído durante o exercício findo em 31 de Dezembro de 2012, encontrando-se o total do prémio de

CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

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realização classificado em “Outros passivos não correntes” e “Outros passivos correntes” (Notas 24 e 27) líquidos do valor reconhecido na demonstração de resultados em “Outros proveitos” na proporção da parte amortizadas dos activos fixos tangíveis subsidiados. Em 31 de Dezembro de 2012 a quantia por liquidar relativa a este subsídio ascendia a 74.978 Euros, a qual estava classificada como dívida corrente.

Durante o exercício de 2006 iniciou-se a candidatura do PRIME no âmbito do projecto de branqueamento da pasta de papel da unidade da Celtejo. Este investimento tinha um montante global estimado de cerca de 72.000.000 Euros tendo sido concluído em 2008. O valor total do investimento financeiro atribuído no âmbito do POE consubstancia-se em: (i) um incentivo reembolsável até ao montante de 15.323.000 Euros; (ii) um prémio de realização sob a forma de incentivo não reembolsável que poderá atingir o valor máximo de 12.317.330 Euros, e que será deduzido aos valores a reembolsar do subsídio referido. O prémio de realização será atribuído mediante o grau de cumprimento do contrato, apurado nas medições a efectuar no final dos anos de 2010, 2011 e 2013. A Celtejo efectuou uma estimativa dos rácios contratuais exigidos para o ano de 2013 tendo concluído que os mesmos estão cumpridos conferindo-lhe o direito a um prémio de realização estimado de, aproximadamente, 3.050.000 Euros, o qual foi classificado em “Outros passivos não correntes” e “Outros passivos correntes” (Notas 24 e 27) líquido do montante reconhecido directamente como proveito na demonstração dos resultados (Nota 34) na proporção da parte já amortizada dos activos fixos tangíveis subsidiados de acordo com a política contabilística da Nota 2.3 e).

Em Janeiro de 2007 a Celbi e a Altri assinaram um contrato de concessão de incentivos financeiros e fiscais ao abrigo do Decreto-Lei nº. 203/2003, de 10 de Setembro, com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E. (AICEP), tendo o Estado Português considerado de interesse nacional (PIN) este projecto de expansão da capacidade produtiva da Celbi. O Projecto de Investimento decorreu entre 1 de Janeiro de 2007 e 30 de Junho de 2010 e o valor contratado é de 320.000.000 Euros sendo que o Estado Português concedeu um incentivo financeiro reembolsável correspondente a 16,5% das despesas elegíveis caso a Celbi cumpra com os objectivos propostos e medidos nos finais dos anos de 2009, 2010, 2013 e 2016 o Estado Português concederá ainda um Prémio de Realização que corresponderá ao não reembolso de até 80% do montante de incentivo reembolsável. O Estado Português concedeu também um Incentivo Fiscal correspondente a um crédito fiscal em sede de IRC no montante de 12% das aplicações relevantes. O montante total de incentivo reembolsável recebido pela Celbi ascendeu a 51.644.921 Euros. Durante o exercício findo em 31 de Dezembro de 2013 a Celbi solicitou à AICEP a antecipação da última medição de grau de cumprimento do projecto dado que no exercício findo em 31 de Dezembro de 2012 a Celbi já cumpria os rácios exigidos para a medição de 2013. A AICEP concordou com a suspensão dos pagamentos, contudo, remeteu a conclusão da atribuição do prémio para o exercício findo de 31 de Dezembro de 2013 dado que existiam requisitos que só poderiam ser avaliados na data da medição. Dado que, com base na performance alcançada com referência a 31 de Dezembro de 2013 encontram-se cumpridos os requisitos necessários à atribuição do prémio de realização no montante de 16.526.400 Euros, a Celbi classificou aquele montante em “Outros passivos não correntes” e “Outros passivos correntes” líquido do montante reconhecido directamente como proveito na demonstração dos resultados (Nota 34) na proporção da parte já amortizada dos activos fixos tangíveis subsidiados de acordo com a política contabilística da Nota 2.3 e). Em 31 de Dezembro de 2013 a quantia por liquidar relativa a este subsídio ascendia a 8.632.454 Euros e estava classificada como dívida não corrente.

A Caima Indústria no decorrer do exercício de 2011 obteve um incentivo reembolsável financeiro ao abrigo do Decreto- Lei n.º 287/2007 concedido pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal para um montante de investimento global de 8.815.500 Euros. O período de investimento deste projecto decorreu entre 2010 e 2013. O incentivo atribuído corresponde a 45% das despesas que se considerem elegíveis. A última tranche do subsídio foi recebida no decorrer do exercício de 31 de Dezembro de 2013, totalizando 3.294.000 Euros. Durante o exercício findo em 31 de Dezembro de 2013 foi atribuído pela AICEP um prémio de realização no montante de cerca de 627.128 Euros, pelo que em 31 de Dezembro de 2013 a Empresa tinha em dívida, aproximadamente, 2.666.000 Euros, dos quais o montante de 71.008 Euros encontra-se

classificado como dívida corrente.

Nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 a sensibilidade do Grupo a alterações no indexante da taxa de juro de mais ou menos 1 ponto percentual, medida como a variação nos resultados financeiros, pode ser analisada como segue, não considerando o efeito de cobertura dos instrumentos financeiros derivados (Nota 28):

CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

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31.12.2013 31.12.2012

Juros suportados (Nota 36) 19.043.419 26.462.276

Diminuição de 1 p.p. na taxa de juro aplicada à (8.100.000) (7.750.000)

totalidade do endividamento

Aumento de 1 p.p. na taxa de juro aplicada à 8.100.000 7.750.000

totalidade do endividamento

A análise de sensibilidade acima foi calculada com base na exposição à taxa de juro existente à data do final de cada exercício. Para esta análise foi tido como pressuposto base que a estrutura de financiamento (activos e passivos remunerados) se manteve estável ao longo do ano e semelhante à apresentada no final de cada exercício e mantendo-se tudo o resto constante.

CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

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O prazo de reembolso dos empréstimos bancários, dos outros empréstimos e dos incentivos reembolsáveis, bem como dos juros associados é como segue:

31-12-2013 2014 2015 2016 2017 >2017 Total Empréstimos bancários Capital 78.877.288 - 25.000.000 25.000.000 25.000.000 153.877.288 Juros (a) 7.282.952 3.844.674 4.260.687 3.141.318 1.881.113 20.410.744 Descobertos bancários Capital 78.738 - - - - 78.738 Juros (a) 1.417 - - - - 1.417 Papel comercial Capital 181.900.000 36.000.000 30.000.000 - - 247.900.000 Juros (a) 7.598.691 2.282.607 1.203.954 - - 11.085.252 Empréstimos obrigacionistas Capital - 300.000.000 - - 75.000.000 375.000.000 Juros (a) 5.169.404 6.644.169 1.744.846 2.196.137 3.127.500 18.882.056 Outros empréstimos Capital 33.347.002 - - - - 33.347.002 Juros (a) 722.901 - - - - 722.901 Incentivos reembolsáveis Capital 71.008 9.082.853 558.872 1.586.694 - 11.299.427 Juros (a) - - - - - -Total Capital 294.274.036 345.082.853 55.558.872 26.586.694 100.000.000 821.502.455 Juros 20.775.366 12.771.450 7.209.487 5.337.455 5.008.613 51.102.369 315.049.402 357.854.303 62.768.359 31.924.149 105.008.613 872.604.824 31-12-2012 2013 2014 2015 2016 >2016 Total Empréstimos bancários Capital 43.699.190 27.766.599 22.774.194 22.774.194 30.241.936 147.256.113 Juros (a) 8.274.464 5.993.883 4.594.052 3.421.270 2.084.223 24.367.892 Descobertos bancários Capital 1.767.991 - - - - 1.767.991 Juros (a) 38.123 - - - - 38.123 Papel comercial Capital 106.000.000 46.000.000 36.000.000 - - 188.000.000 Juros (a) 4.630.779 2.157.255 1.046.020 - - 7.834.054 Empréstimos obrigacionistas Capital - - 300.000.000 - 75.000.000 375.000.000 Juros (a) 4.673.496 5.302.064 6.332.611 1.560.324 1.889.248 19.757.743 Outros empréstimos Capital 34.857.197 - - - - 34.857.197 Juros (a) 612.185 - - - - 612.185 Incentivos reembolsáveis Capital 11.694.604 10.057.471 11.820.059 892.706 - 34.464.840 Juros (a) - - - - - -Total Capital 198.018.982 83.824.070 370.594.253 23.666.900 105.241.936 781.346.141 Juros 18.229.047 13.453.202 11.972.683 4.981.594 3.973.471 52.609.996 216.248.029 97.277.272 382.566.936 28.648.494 109.215.407 833.956.137

(a) Considerando a informação disponível à data de fecho do exercício relativa à evolução das taxas de juro e que a amortização do capital é realizada no final de cada ano.

CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Montantes expressos em Euros)

- 43 - 22. PROVISÕES E PERDAS DE IMPARIDADE

O movimento verificado nas provisões e perdas de imparidade durante os exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 pode ser detalhado como segue:

31-12-2013 Provisões Perdas de imparidade em contas a receber (Notas 13 e 14) Perdas de imparidade em inventários e activos

biológicos (Nota 11) Total

Saldo inicial 1.535.342 4.937.803 5.966.162 12.439.307 Aumentos 3.673.455 24.847 - 3.698.302 Utilizações - (507.220) (700.000) (1.207.220) Reversões (139.751) (160.745) - (300.496) Transferências 54.868 (54.868) - -Saldo final 5.123.914 4.239.817 5.266.162 14.629.893 31-12-2012 Provisões Perdas de imparidade em contas a receber (Notas 13 e 14) Perdas de imparidade em inventários e activos

biológicos (Nota 11) Total

Saldo inicial 1.149.668 1.585.515 5.266.162 8.001.345

Aumentos 396.365 3.458.553 700.000 4.554.918

Utilizações - (106.265) - (106.265)

Reversões (10.691) - - (10.691)

Saldo final 1.535.342 4.937.803 5.966.162 12.439.307

Os aumentos e as reversões de perdas de imparidade verificados nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 foram registados por contrapartida da rubrica “Provisões e perdas por imparidade” (Proveito de 24.845 Euros) e “Outros impostos indirectos” (Custo de 3.422.651 Euros) da demonstração dos resultados. Durante o exercício findo em 31 de Dezembro de 2013 a subsidiária Caima Indústria de Celulose, S.A. procedeu ao pagamento de uma liquidação adicional de Imposto sobre o Valor Acrescentado de anos anteriores às autoridades fiscais alemãs, no montante de 2.722.651 Euros, o qual registou na rubrica “Outros activos não correntes” por não concordar com os fundamentos daquela liquidação (Nota 18). Durante o mês de Janeiro de 2014 procedeu a um pagamento adicional de Imposto sobre o Valor Acrescentado às mesmas entidades de, aproximadamente, 700.000 Euros. Para fazer face ao risco daquelas liquidações adicionais se tornarem, definitivas, o Grupo Altri registou um passivo na rubrica “Provisões” por contrapartida da rubrica “Outros impostos indirectos” da demonstração de resultados.

O valor registado na rubrica “Provisões” em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 corresponde à melhor estimativa da Administração para fazer face à totalidade das perdas a incorrer com processos actualmente em curso.

No documento RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO (páginas 104-111)