4 – Steiner had always stand up for imitation as a way to children (from birth to seven years of age) learning. How do you consider this theory looking for the place of children in nowadays society?
A. It remains as relevant today as 100 years ago – the phases of child development remain the same as they are related to an archetypal picture of the developing human being.
However, children may be somewhat rushed and pushed forward in modern society but this does not mean that the phases of development and methods of teaching should not be adhered to. In fact modern children probably need it more than ever!
5 – How is imitation related to the learning of arts and hand crafts in Waldorf Kindergarten Education?
A. The joy and enthusiasm of the teacher engaged in hand craft draws the children towards her and they usually say “Can I do that too?”, then depending on the age of the child, the activity is tailored to meet their capabilities.
6 – In Waldorf Pedagogy rhythm is extremely relevant in educational manners. How do you see hand works in childhood related to this statement?
A. Most handwork activities involve some form of rhythmic action – carding wool, weaving, sewing – this can have a most beneficial, calming effect on the child. eg. it has been shown to slow breathing and produce an almost meditative state of mind.
7 – Their are lots of artistic materials to use for child handwork. Which are the better ones to work with early aged children?
A. Wool – it is soft, not rigid, has an unformed quality can be easily manipulated and re-shaped. And Painting wet on wet – again it has an open-endedness to it and can be shaped and re-shaped again and again.
8 – Rudolf Steiner stand for four child temperaments types: sanguine, melancholic, choleric and phlegmatic. As Waldorf educator, have you experienced or do you consider possible the relation between children art works and their personality?
A. Yes – eg. a tightly woven piece of work may indicate a certain type of personality in comparison to a loosely woven piece of work (the child may in this case be more dreamy than the former and more “relaxed” – though I would say it is certainly not set in stone).
Temperaments are not really used until the children are class one age – (7/8).
9 – Is possible to look at Art as a mediator for human being feelings and action?
A. Yes. If we are creating artistically we are expressing our inner self aren't we?
10 – We know creativity grows throughout knowledge and access. Does Waldorf Pedagogy allows this access for children creative development?
A. In Steiner education we as educators should let children create freely. This way, children learn to respect their rhythm to create and explore materials and techniques, and they learn to respect their inner self; they also learn to respect others expressions.
11 – Handwork in Waldorf Education is produced, every time it is possible, with natural materials and sometimes some unusual techniques nowadays like, per example, felting.
What made Waldorf practitioners keep this traditional techniques in schools curriculum?
A. We are always trying to connect the child right back to the source of things so that they get a picture of the whole of life and understand the origins of all of our material goods.
Steiner said that children should not be allowed to use equipment that they don’t fully understand and so going right back to source helps children to appreciate this.
12 – Steiner's Educational System searches for creative development, learning trough image as aesthetics principally during first and second setenium – while the child is more vulnerable to image. Can we consider Waldorf Pedagogy as an Education through Art type of Pedagogy?
A. Education as an Art yes but not through art – there are many other aspects to Waldorf pedagogy, children also learn through movement, and eventually through abstract intellectual understanding. Aesthetics are important but they are not the be all and end all of Steiner pedagogy.
13 – Finally, Steiner believed in Religion, Science and Arts as the basis triangle of Humanity.
How do you consider this statement relating it to contemporary society and the artistic teaching in Waldorf Pedagogy?
A. I don't think I can answer you to this one without a few reading first. I am sorry, I admit:
it's to much for me to answer right now!
2.2 Entrevista a Nina Veiga, Educadora Waldorf e Artífice no Atelier Nina Veiga, Brasil
1 – Em que medida considera importante a Educação Waldorf no Infantário (primeiro seténio)?
R. Muito importante. A criança é respeitada como ser único, como individuo. Esse é um dos traços mais significativos da Educação Waldorf para o primeiro seténio e para os que vêm depois. Se olharmos cada criança como ser único vamos permitir-lhe crescer sem medos, sem receios, com ideia da "bondade" no mundo. A criança pode ser criança.
2 – Enumere os objetivos que considera os mais relevantes nesta fase de ensino por esta mesma pedagogia.
R. A criança deve brincar livremente; esse é o principal objetivo da Educação Waldorf dirigida ao primeiro seténio. A criança tem que ser criança e, para isso, tem que brincar. O espaço escolar deverá ser, por isso, uma continuação do lar.
3 - Quais são, a seu ver, as principais questões ou problemas a ter em conta durante a educação no primeiro seténio?
R. Se a criança aprende através da imitação, deveremos nós - adultos - ser exemplo que imitação; o problema está mais em ser um exemplo educativo, do que na forma de aprender da criança (que por si só é clara e significativa). Por isso Steiner nos fala da "Arte de Educar"...
4 – Steiner defendeu sempre nas suas teorias que a criança até aos 7 anos de vida aprende através da imitação. Como considera esta teoria tendo em conta o lugar da criança na sociedade contemporânea?
R. Continua em atuação; a criança vêm ao mundo dotada dessa capacidade natural de aprendizagem. A imitação deve ser sempre tida em consideração pelo educador, uma vez que ele será o exemplo para aquela criança; o mesmo acontece com a atuação dos pais. A criança age, imitando o que vê.
5 – Que relação tem a imitação caraterística do primeiro seténio com a aprendizagem das artes e manualidades na Educação Waldorf?
R. Não se deve “ensinar” artes manuais no primeiro seténio. Nesta fase, o educador deve fazer artes manuais diante das crianças, em atividades necessárias, como consertar uma cortina da sala, fazer um casaquinho para uma boneca, construir pantufas para as crianças.
Assim, as crianças convivem com o educador enquanto ele está trabalhando e, podem ou não querer imitá-lo. Se mostrarem interesse, o educador permite e, só aí, ensina.
6 – A importância do ritmo na educação é extremamente importante no contexto na Pedagogia Waldorf. Como vê o trabalho manual na primeira infância aliado a esta afirmação?
R. Não há trabalho manual obrigatório na primeira infância. Só o adulto as realiza diante das crianças. As crianças só devem aderir às práticas por vontade própria, disparada pela imitação. A partir daí, a aprendizagem se dá. No entanto, não adianta ser uma atividade do adulto apenas para que seja imitada. A atividade feita deve ser real, necessária. Deve ser parte da vida viva.
7 – São inúmeros os mediadores artísticos que podemos utilizar no trabalho manual infantil.
Quais são aqueles que para si são os mais completos no trabalho com a criança do primeiro seténio?
R. O educador deve permitir e facilitar o acesso da criança a materiais de origem natural, pois são eles que irão permitir o acesso ao meio. Os materiais naturais permitem uma relação ética, a construção do valor real que mais tarde, no decorrer do segundo seténio, permitirá à criança formar com maior autonomia seus valores estéticos.
8 – Rudolf Steiner defendeu a existência de quatro temperamentos da criança: sanguíneo, melancólico, colérico e fleumático. Como educadora Waldorf, já vivenciou ou considera possível a relação entre o trabalho da criança e a sua personalidade?
R. Não há trabalho para a criança. A criança somente brinca livremente. Os temperamentos só são olhados com maior relevância a partir do segundo seténio.
9 - É credível pensar a Arte como mediadora do sentir e agir humano?
R. Sim. Usando as palavras de Jonas Bach Junior (2007): «O que se reserva à arte é a função geratriz, o papel de manifestar algo que exprima sua essência na aparência, criar algo que a ciência e a natureza não contenham, é o espaço para o homem alcançar o auge do ser ser ao conquistar uma singularização da transformação do mundo em beleza».
10 – Sabemos que a criatividade se desenvolve a partir do conhecimento, do acesso. A Pedagogia Waldorf permite esse acesso para o desenvolvimento da criatividade da criança?
R. A pedagogia Waldorf deve permitir às crianças o acesso aos elementos da natureza. Eles sim é que colaboram no desenvolvimento saudável da estética.
11 – O trabalho manual na Pedagogia Waldorf é desenvolvida, na sua grande maioria, com materiais de origem natural e algumas técnicas pouco usuais nos dias de hoje como, por exemplo, a técnica de feltragem. O que levou os educadores Waldorf a manterem esse tipo de técnica mais tradicional no currículo das escolas?
R. São os elementos da natureza que permitem a construção de uma estética ética.
12 - O sistema educativo de Steiner procura o desenvolvimento criativo, a aprendizagem através da imagem e da estética principalmente no decorrer do segundo seténio – momento em que a criança se encontra mais vulnerável à imagem. Poderemos considerar a Pedagogia Waldorf como uma Pedagogia pela Arte?
R. Sim, a Pedagogia Waldorf é uma educação estética.
13 - Por último, Steiner acreditava que a Religião, a Ciência e a Arte deveriam ser o triângulo base da Humanidade. Como considera esta afirmação relacionando-a com a sociedade contemporânea e o ensino artístico na Pedagogia Waldorf?
R. Não é só Steiner que considera essa triangulação. Filosofia, ciência e arte é o modo de expressar do humano. Tudo que fazemos é sempre ou filosofia, ou arte ou ciência. Filosofia produz conceitos, a arte produz sensações, ciência produz funções. São os âmbitos:
conceitual, atitudinal e procedimental da educação.
2.3 Paula Martinez, Educadora e Diretora Infantário São Jorge, Portugal
1 – Em que medida considera importante a Educação Waldorf no Infantário (primeiro seténio)?
R. É muito importante, porque é nesta fase que se está a estruturar o corpo físico da criança.
2 – Enumere os objetivos que considera os mais relevantes nesta fase de ensino por esta mesma pedagogia.
R. O objetivo mais importante é permitir que a criança cresça da forma mais saudável possível.
3 - Quais são, a seu ver, as principais questões ou problemas a ter em conta durante a educação no primeiro seténio?
R. Todos os que podem impedir o crescimento saudável e que variam em função da realidade de cada criança.
4 – Steiner defendeu sempre nas suas teorias que a criança até aos 7 anos de vida aprende através da imitação. Como considera esta teoria tendo em conta o lugar da criança na sociedade contemporânea?
R. Não é uma teoria. É uma realidade observável por qualquer pessoa em qualquer sitio e em qualquer época.
5 – Que relação tem a imitação caraterística do primeiro seténio com a aprendizagem das artes e manualidades na Educação Waldorf?
R. A relação é evidente uma vez que a criança aprende qualquer coisa por imitação.
6 – A importância do ritmo na educação é extremamente importante no contexto na Pedagogia Waldorf. Como vê o trabalho manual na primeira infância aliado a esta afirmação?
R. O trabalho manual enquadra-se no ritmo diário normal do grupo.
7 – São inúmeros os mediadores artísticos que podemos utilizar no trabalho manual infantil.
Quais são aqueles que para si são os mais completos no trabalho com a criança do primeiro seténio?
R. Todos os trabalhos que tenham a ver com a vida diária de uma casa de família (o ambiente natural a criança). Por exemplo cozinhar ou lavar roupa.
8 – Rudolf Steiner defendeu a existência de quatro temperamentos da criança: sanguíneo, melancólico, colérico e fleumático. Como educadora Waldorf, já vivenciou ou considera possível a relação entre o trabalho da criança e a sua personalidade?
R. A forma como nos relacionamos com cada criança depende da sua personalidade.
9 - É credível pensar a Arte como mediadora do sentir e agir humano?
R. Absolutamente.
10 – Sabemos que a criatividade se desenvolve a partir do conhecimento, do acesso. A Pedagogia Waldorf permite esse acesso para o desenvolvimento da criatividade da criança?
R. Completamente
11 – O trabalho manual na Pedagogia Waldorf é desenvolvida, na sua grande maioria, com materiais de origem natural e algumas técnicas pouco usuais nos dias de hoje como, por exemplo, a técnica de feltragem. O que levou os educadores Waldorf a manterem esse tipo de técnica mais tradicional no currículo das escolas?
R. Não utilizamos essa técnica com as crianças.
12 - O sistema educativo de Steiner procura o desenvolvimento criativo, a aprendizagem através da imagem e da estética principalmente no decorrer do segundo seténio – momento em que a criança se encontra mais vulnerável à imagem. Poderemos considerar a Pedagogia Waldorf como uma Pedagogia pela Arte?
R. Evidentemente que sim.
13 - Por último, Steiner acreditava que a Religião, a Ciência e a Arte deveriam ser o triângulo base da Humanidade. Como considera esta afirmação relacionando-a com a sociedade contemporânea e o ensino artístico na Pedagogia Waldorf?
R. Continua a fazer todo o sentido na atualidade.
2.4 Sofia Silva, Educadora Jardim de Infância Verdes Anos, Portugal
1 - Quais são, a seu ver, as principais questões ou problemas a ter em conta durante a educação no primeiro seténio?
R. Estamos sempre em constante procura na Casa Verdes Anos, sendo esta uma instituição de inspiração na Pedagogia Waldorf. Uma das questões que se coloca constantemente é “De que forma vamos atender às crianças com a nossa pedagogia e tendo em conta as necessidades das famílias?”.
Para isso realizamos encontros pedagógicos com os pais para os esclarecermos sobre os mais variados temas, tais como, a alimentação (ovo-lácteo-vegetariana), a nossa visão sobre a tecnologia (não existem computadores na nossa escola), que tipo de brinquedos acompanham por vezes as crianças quando vêm de casa (nós só utilizamos brinquedos de materiais nobres, naturais, que permitem à criança, a nós educadores, e a quem visita sentir-se bem neste espaço), ou até mesmo sobre as férias (fechamos nas férias normais [Natal, Páscoa, etc.] e os pais nem sempre compreendem essa necessidade para nós e para as crianças). Temos um trabalho de educação parental, no fundo, de tentar desconstruir.
2 – Que relação tem a imitação caraterística do primeiro seténio com a aprendizagem das artes e manualidades na Educação Waldorf?
R. As crianças observam-nos enquanto estamos a coser ou a realizar ouro tipo de atividade manual enquanto brincam.
3 – A importância do ritmo na educação é extremamente importante no contexto na Pedagogia Waldorf. Como vê o trabalho manual na primeira infância aliado a esta afirmação?
R. O ritmo está presente em tudo e em todas as atividades que fazemos. Existe ritmo diário, semanal, mensal e anual. O ritmo das atividades é equiparável ao ritmo da natureza; ou seja, as crianças chegam de manhã e brincam livremente (têm a oportunidade de expirar), depois vem para a sala e fazem rodas, pintam aguarelas, enfim, têm momentos mais introspetivos (têm oportunidade de inspirar).
O ritmo está sempre presente em todas as atividades, pois em todas elas se encontra presente a ideia de processo (principio, meio e fim); por exemplo, as crianças de cinco anos
fazem o seu tear, que depois utilizamos na sala com atividade de tecelagem e resultam num estojo para levarem para o ciclo (ou seja, um objeto que funciona como objeto de transição). Assim, as crianças cortam a madeira, montam o tear, lixam, colocam as lãs no tear devidamente posicionadas, tecem, e por fim cosem o estojo. O ritmo está sempre presente.
4 – São inúmeros os mediadores artísticos que podemos utilizar no trabalho manual infantil.
Quais são aqueles que para si são os mais completos no trabalho com a criança do primeiro seténio?
R. A aguarela é uma das práticas artísticas principais pois permite-lhes vivenciar a cor. No entanto, esta é uma atividade que envolve muita paciência; dependendo da idade, a exigência é diferente. Com os mais velhos, toda a preparação da atividade é realizada com a sua ajuda, o que torna este processo num processo moroso; sou mais exigente com a pintura, por exemplo, se temos duas cores – o azul e o amarelo – o azul será o céu, e o amarelo o sol, ou seja, terão de elaborar uma pintura mais na horizontal, utilizar o pincel com maior cuidado e fazer evoluir a pintura com base num objetivo concreto, pré-elaborado. Já as crianças mais pequenas apenas experimentam a técnica livremente.
Utilizamos também Cera de Abelha pois é um material fácil de modelar e que estimula o belo.
Outra atividade que temos é a Horti-Carpintaria; através da qual as crianças elaboram atividades experimentando a madeira e aprendem a relacionar-se com este material. Fazemos objetivos necessários/uteis ao dia-a-dia como, por exemplo, caixa de ferramentas, cama para casa de bonecas, enfim, brinquedos e coisas necessárias.
Também utilizamos muita lã de cordeiro, que limpamos, cardamos, penteamos e depois utilizamos para fazer brinquedos, bonecas, decorações, etc.
5 – Rudolf Steiner defendeu a existência de quatro temperamentos da criança: sanguíneo, melancólico, colérico e fleumático. Como educadora Waldorf, já vivenciou ou considera possível a relação entre o trabalho da criança e a sua personalidade?
R. Na experiência da cor, por exemplo, Steiner referiu que as crianças reagiriam de maneira diferente a cada uma das cores experimentadas. Apesar de só trabalharmos inicialmente
com cores primárias é muito curioso observar como as crianças de diferentes temperamentos reagem a diferentes tipos de cor.
6 - É credível pensar a Arte como mediadora do sentir e agir humano?
R. A arte está em tudo; na forma como estamos, nos rituais. As crianças têm muitas experiências artísticas na Pedagogia Waldorf. Promovemos o viver artístico! Um viver artístico de forma natural, sem exigências. As crianças podem ser mais livre, não sentem pressão e criam naturalmente (pois todos vimos ao mundo dotados dessa capacidade).
7 – Sabemos que a criatividade se desenvolve a partir do conhecimento, do acesso. A Pedagogia Waldorf permite esse acesso para o desenvolvimento da criatividade da criança?
R. Todo o pensar e atuar da Pedagogia Waldorf tem por base o belo, a compreensão estética a partir da natureza. Por exemplo, a nossa atividade de visita à Floresta é uma vivência artística, pois permite a vivência do belo; as crianças trazem sempre materiais para atividades a desenvolver depois em sala de aula.
8 – O trabalho manual na Pedagogia Waldorf é desenvolvida, na sua grande maioria, com materiais de origem natural e algumas técnicas pouco usuais nos dias de hoje como, por exemplo, a técnica de feltragem. O que levou os educadores Waldorf a manterem esse tipo de técnica mais tradicional no currículo das escolas?
R. Utilizamos materiais mais nobres e de mais simples atuação. Estes materiais são mais bonitos, mais verdadeiros; pretende-se com isto salvaguardar a beleza.
9 - O sistema educativo de Steiner procura o desenvolvimento criativo, a aprendizagem através da imagem e da estética principalmente no decorrer do segundo seténio – momento em que a criança se encontra mais vulnerável à imagem. Poderemos considerar a Pedagogia Waldorf como uma Pedagogia pela Arte?
R. Têm relações sim; mas não são o mesmo, cruzam-se sim numa perspetiva holística. A Pedagogia Waldorf permite uma consciência anímica e espiritual. Steiner traz à atuação da Educação uma nova perspetiva: a vertente espiritual.
ANEXOS
1. «Creative Development» - Desenvolvimento do Potencial Criativo no Infantário Waldorf (fonte: Steiner Waldorf Schools Fellowship [org.] (2009). Guide to the Early Years Foundation Stage in Steiner Waldorf Early Childhood Settings. In T. A. o. S. W. S. i. t. U. a. Ireland (Ed.).
East Sussex: White Horse Press – p. 31 e 32)