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Esquema de administração da vacina contra influenza

Ações de imunização

uadro 5: Esquema de administração da vacina contra influenza

Idade Dose (ml) Nº de Doses

reatogenicidade da vacina de acordo com a faixa etária. Em crianças menores de oito s de idade, a resposta imunológica à vacina é inferior quando comparada à adulto. Assim, recomenda-se, o esquema de imunização com duas doses para

nças desta faixa etária, com intervalo mínimo de um mês.

Q

6 – 35 meses 0,25 1 – 2 *

3 – 8 anos 0,50 1 – 2 * ≥ 9 anos e adultos 0,50 1

Fonte: CGPNI/DEVEP/SVS (modificada do Farhat, 2000)

(*) Devem ser aplicadas duas doses com intervalo de quatro a seis semanas em crianças menores de

influenza circulantes requerem

es a comp i

ado através do Sistema de Vigilância Global da Influenza, coordenado pela ualmente a composição das vacinas para os Hemisférios Sul e Norte. Após esso a em fase de produção industrial. Atualmente os vírus das vacinas inativadas são produzidos em ovos embrionados de galinha e são necessários de quatro a seis meses para a produção de doses em número suficiente

ema undial. E nta cnica inaç do

en a pro cinas, que p ncur

período.

ica n enza sazona

Atualm a ão contra a influenza no eio de

ão de indivíduos com 60 anos e mais. Desde implan erturas médias do país superaram a meta de 70%. O percentua a vacinal adequada vem aumentando em todos os municípios brasileiros. No ano passado a campanha de vacinação alcançou cobertura de 84%

rutiva crônica (DPOC), imunocomprometidos (transplantados, pacientes em tratamento de câncer, asmáticos, portadores de HIV e miopatias) e familiares que estejam em contato com os pacientes

encionad bém está disponível para população

idiários e pr trabalham rofissionais de

saúde.

vacina za sazona

de vacinas para influenza está concentrada na

oses de vacina em 2003, o que As mudanças antigênicas constantes dos vírus

alteraçõ nuais na osição da vac na, de acordo com o padrão de circulação viral detect

OMS, que define an

este proc a vacina entr

para a d nda m xistem, no e nto, té s de recomb ão genética vírus influ za para dução de va ermitem o e tamento deste

4.3.1. Ind ções da vaci a contra Influ lno Brasil

ente a vacin ç Brasil é realizada por m

campanhas anuais nacionais de vacinaç a sua tação, em 1999, as cob

l de cobertur

dos 10,6 milhões de indivíduos com 60 anos e mais.

A vacina também está disponível nos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE), para outros grupos considerados de maior risco para as complicações da doença em decorrência de uma patologia de base: cardiopatias, nefropatia, diabetes mellitus insulinodependente, cirrose hepática, hemoglobinopatias, portadores de doença pulmonar obst

anteriormente m os. A vacina tam

indígena, pres ofissionais que em presídios e p

4.3.2. Produção da contra Influen l

A maior capacidade de produção

Austrália, Canadá, França, Alemanha, Japão, Reino Unido e Estados Unidos (juntos produziram e distribuíram 262 milhões de d

corres

cia de tecnologia para o Instituto Butantan (SP). Foram investidos R$ 34 $ 20 milhões pelo

já e ão concluídos e os dados clínico

de adequada para vacinar a população, na primeira onda pandêmica.

Para produção de vacinas foram estabelecidos mecanismos de internacionais de referência da pondeu a 95% da vacina contra gripe do mundo naquele ano), mas com o advento de uma pandemia será necessária uma ampliação da produção desta vacina.

No Brasil, como estratégia para garantir a auto-suficiência na produção de imunobiológicos, foi criado o Programa de Auto-Suficiência Nacional em Imunobiológicos em 1986 (PASNI) pelo Ministério da Saúde, com investimentos de aproximadamente 150 milhões de dólares na modernização das instalações e equipamentos dos laboratórios públicos produtores de soros e vacinas. Recursos financeiros para ampliação da capacidade de produção nacional da vacina contra influenza vêm sendo investidos desde 1999, com ênfase na logística e na transferên

milhões pelo MS para a aquisição de equipamentos e cerca de R

estado de São Paulo para a construção da planta de produção. Todo esse esforço objetiva a auto-suficiência nacional em 2008.

O Instituto Butantan está concluindo o ensaio clínico da vacina com hidróxido de alumínio, que permite preparar vacinas com 1/3 da dose ou menos de antígeno, aumentando em quatro vezes, portanto, a capacidade de produção com a mesma planta física. Os resultados experimentais em animais st

s estarão concluídos em 2006. O Brasil será pioneiro na utilização desta técnica. O tempo de produção da vacina trivalente leva, em média, de 3 a 6 meses, a partir do momento em que a cepa esteja pronta.

4.4. Desenvolvimento da vacina pandêmica no Brasil

No Brasil ainda não estão disponíveis vacinas humanas eficazes contra o novo subtipo viral. Estudos realizados mostram que as primeiras vacinas produzidas contra o H5 eram muito pouco imunogênicas e havia a necessidade da aplicação de duas doses com conteúdo elevado da hemaglutinina. Outros protótipos da vacina estão em desenvolvimento. Deste modo, é pouco provável que se tenha uma vacina em quantida

distribuição de estirpes sementes através de centros

gripe estabelecidos pela OMS. As estirpes adequadas para a produção de vacinas devem teruma estrutura antigênica adequada, um bom desenvolvimento em cultura e

rá duplicar esta quantidade.

cepa pandêmica)

mento de água, de telec

Ações prioritárias:

ausência de perigo de contaminação para o pessoal que as manipula. Por outro lado, o grande número de embriões de galinha necessário constitui uma dificuldade prática.

Ressalta-se que a produção mundial de vacinas contra uma pandemia de influenza depende de qual será efetivamente a cepa pandêmica (lembra-se aqui que a H5N1 é uma cepa aviária que, excepcionalmente, tem causado infecções em humanos e que mesmo que esta venha a adquirir condições biológicas para uma transmissão ampliada na população humana, poderá ter características que impliquem em ajustes na formulação de uma vacina).

O Ministério da Saúde repassou em 2005 ao Instituto Butantan, de forma extraordinária R$ 3,1 milhões para acelerar a adequação das instalações da área física do laboratório produtor do referido Instituto. No caso de uma pandemia de influenza, esse novo centro produtos de vacinas terá capacidade para fabricar mais de 30 milhões de doses. O uso de adjuvante pode

O Instituto Butantan produzirá inicialmente do lote semente 20 mil doses de vacina com a cepa A/H5N1 atual, como forma de se apropriar da tecnologia de produção desta vacina e para a produção de um estoque estratégico para utilização emergencial, se necessário. O processo de produção de uma vacina monovalente o processo de produção demora de 3 a 4 meses.

4.5. Fase 6

Imunização (após a disponibilidade de vacina contra a

Em função da disponibilidade de vacinas os critérios deverão ser baseados no quantitativo de vacina disponível, nas taxas de ataque e na manutenção do funcionamento dos serviços essenciais os grupos prioritários. Dentre esses, pode-se listar: trabalhadores da saúde, trabalhadores das forças armadas, da defesa civil, trabalhadores dos transportes (portos rodoviários, aeroportuários, fronteira), trabalhadores de minas e energia, da limpeza urbana, responsável pelo abasteci

omunicações, insumo alimentícios, as autoridades nacionais, estaduais e municipais, além dos demais grupos já definidos para a vacinação sazonal.

dispon

à

de recursos humanos e necessidade de ampliação para o desenvolv

o, - Estabelecer negociações e acordos para a compra de concentrados ou produto acabado já iniciado com subtipo pandêmico, para envase no Brasil (dependendo da

ibilidade);

– Investigar e acompanhar os eventos adversos temporalmente associados vacinação;

– Avaliar a necessidade de extensão da vacinação para os contatos diretos dos casos detectados e disponibilidade de vacinas para a operacionalização da mesma;

– Avaliar continuamente o quantitativo

imento das ações de imunizações;

– Estabelecer cooperação técnica junto aos países fronteiriços afetados para aplicação de estratégias e respostas rápidas;

– Monitorizar a cobertura vacinal e realizar estimativa de efetividade vacinal;

Garantir a distribuição de vacinas pandêmicas para as localidades de difícil acess que não tenham rede de frio (plano de logística).

Capítulo 5

Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos