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Factores de Risco Geral

No documento Prospecto 19 de Junho de 2009 (páginas 33-44)

II.a. Avaliação do Activo Subjacente, do Activo de Cobertura e das técnicas derivadas

Os investidores em Acções devem estar conscientes de que tal investimento envolve a avaliação do risco de um investimento ligado a um Activo Subjacente e, quando aplicável, o Activo de Cobertura e as técnicas utilizadas para ligar o Activo de Cobertura ao Activo Subjacente ou as técnicas utilizadas para ligar as receitas líquidas de qualquer emissão de Acções ao(s) Activo(s) Subjacente(s). Os investidores devem ter experiência quanto a transacções envolvendo a compra de Acções cujo valor deriva de um Activo Subjacente, possivelmente combinado com um Activo de Cobertura.

O valor do Activo Subjacente e do Activo de Cobertura, o valor das técnicas utilizadas para ligar ambos e as técnicas utilizadas para ligar as receitas líquidas de qualquer emissão de Acções ao(s) Activo(s) Subjacente(s) podem variar com o tempo e podem aumentar ou diminuir por referência a uma variedade de factores que podem incluir, entre outros, acções sociais, factores macroeconómicos e especulação. Se o Activo Subjacente for um pacote de valores mobiliários ou um ou mais Índices, as alterações no valor de qualquer obrigação ou Índice podem ser compensadas ou intensificadas por flutuações no valor de outros valores mobiliários ou Índices que incluem tais componentes do Activo Subjacente ou por alterações no valor do próprio Activo de Cobertura .

II.b. Taxas de Câmbio

Os investidores em Acções devem estar conscientes de que um investimento nas Acções pode envolver riscos na taxa de câmbio. Por exemplo (i) o Activo Subjacente pode directa ou indirectamente dar exposição a um número de diferentes moedas de mercados emergentes ou países desenvolvidos; (ii) o Activo Subjacente e/ou o Activo de Cobertura podem ser denominados numa moeda diferente da Moeda

de Referência; (iii) as Acções podem ser denominadas numa moeda diferente da moeda da jurisdição nacional do investidor; e/ou (iv) as Acções podem ser numa moeda diferente daquela em que o investidor pretende receber o seu dinheiro. As taxas de câmbio entre moedas são determinadas por factores de oferta e procura nos mercados internacionais de moeda, que são influenciados por factores macroeconómicos (tais como desenvolvimento económico em diferentes áreas de moeda, taxas de juro e movimentos internacionais), especulação e intervenção do governo e do banco central (incluindo a imposição de controlo e restrições de moeda). As flutuações em taxas de câmbio podem afectar o valor das Acções.

II.c. Taxa de Juro

Os investidores em Acções devem estar conscientes de que tal investimento pode envolver riscos na taxas de juro, pois pode haver flutuações na moeda de denominação do Activo Subjacente e/ou do Activo de Cobertura (quando aplicável) e/ou das Acções.

As taxas de juro são determinadas por factores de oferta e procura nos mercados internacionais de moeda, que são influenciados por factores macroeconómicos, especulação e intervenção do governo e do banco central. As flutuações nas taxas de juro a curto prazo e/ou longo prazo podem afectar o valor das Acções. As flutuações nas taxas de juro da moeda ou moedas de denominação do Activo Subjacente e/ou do Activo de Cobertura podem afectar o valor das Acções.

II.d. Volatilidade de Mercado

A volatilidade de mercado reflecte o grau de instabilidade e a instabilidade prevista do desempenho das Acções, do Activo Subjacente e/ou do Activo de Cobertura, e/ou das técnicas para ligar o Activo de Cobertura ao Activo Subjacente, quando aplicável, ou das técnicas utilizadas para ligar as receitas líquidas de qualquer emissão de Acções ao(s) Activo(s) Subjacente(s), quando aplicável. O nível de volatilidade do mercado não é apenas uma medida da real volatilidade, mas é largamente determinado pelos preços dos instrumentos que oferecem protecção aos investidores contra tal volatilidade de mercado. Os preços destes instrumentos são determinados pelas forças de oferta e procura nas opções e nos mercados de derivados em geral. Estas forças são, elas mesmas, afectadas por factores como a real volatilidade de mercado, a volatilidade esperada, factores macroeconómicos e especulação.

II.e. Riscos de Crédito

Os investidores em Acções devem estar conscientes de que tal investimento pode envolver riscos de crédito. Obrigações ou outros títulos de dívida envolvem riscos de crédito em relação ao emitente, que podem ser evidenciados pelo respectivo rating. Títulos que sejam subordinados e/ou tenham um rating baixo são geralmente considerados como tendo maior risco de crédito e maior possibilidade de incumprimento do que os emitidos por títulos com um rating superior. Se algum emitente de obrigações ou outros títulos de dívida sofrer dificuldades económicas ou financeiras, tal pode afectar o valor dos títulos relevantes (que pode ser zero) e quaisquer quantias pagas em tais títulos (que podem ser zero). Tal pode, por seu lado, afectar o Valor Líquido por Acção. Os investidores em qualquer Subfundo para o qual seja designada Política de Investimento Indirecto devem estar conscientes que o Activo de Cobertura para tal Subfundo, quando aplicável, incluirá geralmente obrigações ou outros instrumentos de dívida que envolvem risco de crédito. Mais, se tal Subfundo apresentar uma característica de protecção do capital, o funcionamento deste será frequentemente dependente do pagamento de juros e de capital de obrigações ou outros instrumentos de dívida em que o Subfundo se encontra investido como Activo de Cobertura. II.f. Risco de Liquidez

Certos tipos de activos ou títulos podem ser difíceis de comprar ou vender, particularmente durante condições de mercado adversas. Isto pode afectar a capacidade para obter preços para os componentes dos Activos Subjacentes e podem assim afectar o valor do Activo Subjacente. Tal pode, por seu lado, afectar o Valor Líquido por Acção.

II.g. Riscos adicionais associados a um Activo Subjacente associado a tipos específicos de títulos ou activos

Existem considerações especiais de risco associadas a um Activo Subjacente, cujo desempenho está ligado directa ou indirectamente aos seguintes tipos de títulos ou activos. O grau de exposição a tais factores dependerá da forma precisa em que os Activos Subjacentes estejam ligados a tais activos. • Hedge Funds e outros Fundos de Investimentos Alternativos

A lista seguinte é uma lista não exaustiva dos riscos associados ao investimento em hedge funds e noutros fundos de investimentos alternativos (doravante em conjunto designados por "Fundo de

Investimentos Alternativos").

(i) Natureza de um Fundo de Investimentos Alternativos: um Fundo de Investimentos Alternativos é um veículo de investimento que agrega os investimentos de vários investidores e utiliza esses fundos para investir numa ou mais estratégias de investimento particulares de forma a obter um rendimento positivo para os investidores. Os Fundos de Investimentos Alternativos adoptam estratégias de investimento não convencionais e alternativas. Estes fundos estão normalmente sujeitos a pouca ou nenhuma regulamentação e estão muitas vezes sediados em jurisdições «offshore» como as Ilhas Caimão, as Ilhas Virgens Britânicas, Jérsia ou Guernsey. Os Fundos de Investimentos Alternativos são uma classe de activos

relativamente heterogénea na qual os gestores podem determinar as respectivas estratégias à sua discrição. Consequentemente, não existe uma definição comummente aceite para as estratégias adoptadas pelos Fundos de Investimentos Alternativos. Pode ser impossível associar certos Fundos de Investimentos Alternativos apenas com uma definição de estratégia específica. Acresce que existem vários níveis nos quais podem ser feitas classificações: qualquer estratégia geral consiste em várias sub estratégias que podem diferir substancialmente umas das outras.

(ii) Condições económicas: o sucesso de qualquer actividade de investimento é afectado pelas condições económicas gerais, que podem incluir alterações em, entre outras, o momento e a direcção das taxas de juro, spreads de crédito, taxas de câmbio, preços das matérias-primas e outros factores macroeconómicos. (iii) Informação sobre o desempenho passado: Os Fundos de Investimentos Alternativos apenas podem ser recentemente formados ou não ter um registo das operações ou de desempenho e certa informação pode ser privada ou estar disponível apenas numa base confidencial. Além disso, os resultados passados não são indicativos do desempenho futuro. Não pode ser dada qualquer garantia de que os Fundos de Investimentos Alternativos atinjam os seus objectivos, de que permitirão obter lucros ou de que não se venha a sofrer perdas substanciais ou mesmo totais.

(iv) Risco de litigância e imposição: Os Fundos de Investimentos Alternativos podem acumular posições substanciais nos títulos de uma empresa específica ou entrar em disputa, em litígios, ou tentar ganhar controlo de uma empresa. Nessas circunstâncias, um Fundo de Investimentos Alternativos pode ser nomeado como arguido numa acção legal ou acção regulamentar. Além disso, tem havido um número de casos amplamente divulgados de Fundos de Investimentos Alternativos terem violado as leis sobre valores mobiliários, incluindo a utilização inapropriada de informação confidencial. Essas violações podem resultar em custos substanciais para o Fundo de Investimentos Alternativos por prejuízos causados a terceiros, pela devolução de lucros realizados e por multas. Caso tal aconteça, o valor de um Fundo de Investimentos Alternativos pode diminuir substancialmente e o respectivo desempenho passado pode ser ilusório.

(v) Conflitos de interesse: poderão surgir conflitos de interesse entre um Fundo de Investimentos Alternativos e o seu Consultor de Investimento (o "Consultor de Investimento" referente a um Fundo de Investimentos Alternativos é a entidade que fornece serviços de gestão de investimentos ao Fundo de Investimentos Alternativos) e/ou os seus fornecedores de serviços. As sociedades de gestão de investimentos normalmente gerem activos de outros clientes que efectuam investimentos semelhantes aos que são feitos em nome de um Fundo de Investimentos Alternativos e/ou quaisquer fundos em que este possa investir. Esses clientes poderão por isso competir pelas mesmas transacções ou investimentos e os procedimentos de atribuição podem afectar negativamente o preço pago ou recebido por investimentos ou a dimensão das posições obtidas ou alienadas.

(vi) Titularidade dos activos de um Fundo de Investimentos Alternativos: um Fundo de Investimentos Alternativos pode nomear um banco, um corretor, um corretor prime ou uma contraparte de derivados como responsável pelos serviços de liquidação, financiamento e reporte relativamente às transacções sobre títulos efectuadas pelo Consultor de Investimento relevante. Em certos casos, os corretores, bancos ou contrapartes de derivados podem não ter o mesmo rating de crédito que um banco da Europa ocidental (ou qualquer rating de crédito) e podem ter obrigações de supervisão legal limitadas ou inexistentes. Dado que nalguns casos um corrector, corrector principal, banco ou contraparte de derivados pode ter obrigações regulamentares limitadas ou inexistentes, poderá ser muito mais difícil detectar fraudes internas. Na eventualidade de insolvência de um corretor, corretor principal, banco ou contraparte de derivados, o Fundo de Investimentos Alternativos em questão pode perder parte ou a totalidade dos investimentos detidos ou efectuados junto desse corretor, banco ou contraparte de derivados. Sempre que os investimentos realizados por um Fundo de Investimentos Alternativos sejam considerados pelo respectivo corretor principal como sendo colaterais (garantias), tais investimentos não poderão ser segregados pelo corretor principal dos seus próprios investimentos. Consequentemente, tais investimentos estarão ao dispor dos credores desse corretor principal em caso de insolvência deste último, caso em que o Fundo de Investimentos Alternativos poderá perder algumas ou todas as suas posições nesses investimentos.

(vii) Indemnização: Os Fundos de Investimentos Alternativos são normalmente obrigados a indemnizar os seus Consultores de Investimentos ou outros fornecedores de serviços. Qualquer indemnização paga por um Fundo de Investimentos Alternativos irá reduzir o seu valor.

(viii) Possível responsabilidade cruzada entre classes: um Fundo de Investimentos Alternativos pode oferecer várias classes de acções. Normalmente, cada classe de acções será mantida pelo Fundo de Investimentos Alternativos separadamente, com registos contabilísticos separados e com as contribuições de capital (e investimentos efectuados com as mesmas) mantidos em contas segregadas. Deve no entanto notar-se que as classes de acções não são entidades legais independentes mas sim classes de acções no Fundo de Investimentos Alternativos e este, como um todo, incluindo todas essas classes de acções separadas, constitui normalmente uma entidade legal. Assim, todos os activos do Fundo de Investimentos Alternativos estão disponíveis para cumprir todas as responsabilidades do Fundo de Investimentos Alternativos, independentemente da classe de acções a que esses activos ou responsabilidades são atribuíveis.

(ix) Comissões: os Fundos de Investimentos Alternativos recorrem normalmente a serviços de fornecedores, incluindo o Consultor de Investimento, relativamente à sua gestão e operação e, por isso, estão sujeitos a níveis elevados de comissões que são deduzidas dos rendimentos disponíveis para os investidores. Um Consultor de Investimento receberá normalmente comissões relacionadas com o desempenho, as quais poderão ser substanciais. A fórmula de cálculo dessas comissões poderá criar um

incentivo para que o Consultor de Investimento faça investimentos mais arriscados ou mais especulativos do que aqueles que faria caso tais comissões não lhe fossem pagas. Adicionalmente, uma vez que as comissões de desempenho podem ser calculadas numa base que inclui quer ganhos realizados quer ganhos não realizados nos activos dos respectivos Fundos de Investimentos Alternativos, tais comissões poderão ser superiores àquelas que seriam devidas se fossem calculadas numa base que inclui apenas ganhos realizados.

(x) Consultor de Investimento: o desempenho de um Fundo de Investimentos Alternativos depende do desempenho dos investimentos seleccionados pelo seu Consultor de Investimento e, em grande medida, da experiência de pessoas chave associadas às operações correntes do Consultor de Investimento. Qualquer retirada ou outro tipo de cessação das actividades de investimento em nome do Consultor de Investimento por parte destes indivíduos poderá resultar em perdas e/ou no termo ou resolução do respectivo Fundo de Investimentos Alternativos. A estratégia de investimento, as restrições de investimento e os objectivos de investimento de um Fundo de Investimentos Alternativos permitem ao seu Consultor de Investimento uma considerável discricionariedade para investir os respectivos activos, não podendo haver garantia de que as decisões de investimento do Consultor de Investimento serão lucrativas ou servirão para cobrir o risco de mercado ou outras condições que determinem uma descida do valor do respectivo Fundo de Investimentos Alternativos.

(xi) Riscos de hedging (cobertura): um Consultor de Investimento pode usar warrants, futuros, contratos de forward, swaps, opções e outros instrumentos derivados envolvendo valores mobiliários, moedas, taxas de juro, bens e outras categorias de activos (e combinações das mesmas) para efeitos do estabelecimento de posições de arbitragem neutras em relação ao mercado, como parte das suas estratégias de investimento e para efeitos de cobrir a sua posição contra flutuações dos mercados de capitais. A cobertura (hedging) contra uma descida no valor das posições na Carteira não elimina flutuações nos valores das posições da Carteira nem previne contra perdas caso tais valores desçam, mas estabelece outras posições destinadas a obter ganhos a partir desses mesmos desenvolvimentos, mitigando, assim, a descida do valor das posições da Carteira. Essas transacções de cobertura (hedging) também poderão limitar a oportunidade de ganhos caso o valor da posição da Carteira aumentar. Adicionalmente, poderá não ser sempre possível para o Consultor de Investimento realizar operações de cobertura (hedging), ou fazê-lo a preços, taxas ou níveis vantajosos para o Fundo de Investimentos Alternativos. O sucesso de qualquer operação de cobertura está sujeito às variações dos preços dos valores mobiliários, das taxas de câmbio e de juros e da estabilidade ou previsibilidade das relações de preço. Consequentemente, enquanto um Fundo de Investimentos Alternativos pode realizar tais operações para reduzir riscos de taxas de juro de câmbios ou de juros, alterações não previstas das taxas de câmbio e de juros podem ter como resultado um desempenho global do Fundo de Investimentos Alternativos pior do que aquele que teria sido alcançado se não tivesse realizado tais operações de cobertura (hedging). Adicionalmente, o grau de relação entre os movimentos de preços dos instrumentos utilizados numa estratégia de cobertura (hedging) e os preços dos movimentos na posição da Carteira que está a ser coberta podem variar. Mais, por diversas razões, o Consultor de Investimento relevante pode não conseguir ou pode não procurar estabelecer uma perfeita relação entre tais instrumentos de cobertura (hedging) e as participações da Carteira que estão a ser cobertas. Uma correlação imperfeita poderá impedir que um Fundo de Investimentos Alternativos alcance a cobertura (hedge) pretendida ou expor um Fundo de Investimentos Alternativos ao risco de perdas.

(xii) Alavancagem: os Fundos de Investimentos Alternativos poderão contrair empréstimos (ou contrair dívida para investimentos) sem limitação e poderão utilizar várias linhas de crédito e outras formas de obtenção de fundos para investimentos, incluindo swaps e contratos de recompra. Não obstante a obtenção de fundos para investimentos representar uma oportunidade de aumentar o retorno total do Fundo de Investimentos Alternativos, tem como efeito potencial aumentar também as perdas. Caso o rendimento e a apreciação dos investimentos feitos com fundos emprestados seja inferior aos pagamentos de juros dos empréstimos, o valor do Fundo de Investimentos Alternativos irá diminuir. Adicionalmente, qualquer acontecimento que afecte de modo adverso o valor de um investimento feito por um Fundo de Investimentos Alternativos seria ampliado na medida em que esse Fundo de Investimentos Alternativos utilize fundos emprestados. O efeito cumulativo da utilização de fundos emprestados para investimento por um Fundo de Investimentos Alternativos num mercado que é adverso aos investimentos desse Fundo de Investimentos Alternativos poderá resultar em perdas substanciais para o Fundo de Investimentos Alternativos que serão superiores do que no caso de o Fundo de Investimentos Alternativos não utilizar fundos emprestados para investimento. Acresce que, o recurso pelo Fundo de Investimentos Alternativos a swaps e outros derivados para ganhar exposição a alguns Fundos de Investimentos Alternativos irá tornar o Fundo de Investimentos Alternativos sujeito aos riscos acima descritos. Dois riscos específicos adicionais são:

(1) taxas de juro: taxas de juro e alterações nas taxas de juro poderão afectar o Valor Líquido Global do índice do Fundo de Investimentos Alternativos caso o Consultor de Investimento utilize fundos emprestados para investimento. O nível das taxas de juro, em geral, e as taxas a que o Fundo de Investimentos Alternativos obtém fundos, afectarão o respectivo retorno e, consequentemente, o Índice do Fundo de Investimentos Alternativos; e

(2) riscos operacionais e de mercado: pequenos erros de cobertura poderão ser ampliados, através do recurso a fundos emprestados para investimento, e tornar-se em desequilíbrios de longa duração que trazem um investimento exposto a mudanças direccionais na curva de rendimento e podem levar à perda total do investimento feito com recurso a empréstimo. As coberturas poderão não

conseguir acompanhar os investimentos devido a alterações não relacionadas nas margens entre os vários instrumentos, resultando em perdas inesperadas substanciais. Adicionalmente, é difícil de um ponto de vista operacional gerir uma Carteira de investimentos em instrumentos complexos com recurso a empréstimos, não só porque as posições têm que ser monitorizadas no que respeita ao desempenho dos activos, como também porque os preços têm que ser determinados e as disputas com as contrapartes resolvidas, de modo a assegurar a manutenção de colateral adequado para efeitos de cobertura dos contratos de financiamento. Não fazer isso poderá levar a incumprimentos dos requerimentos de margem de manutenção e poderá expor o Fundo de Investimentos Alternativos à retirada das linhas de crédito necessárias para financiar as posições nos activos. (xiii) Riscos associados à utilização de empréstimos de margens: a utilização de empréstimos de margens de curto prazo por parte de um Consultor de Investimento determinará certos riscos adicionais para o Fundo de Investimentos Alternativos. Por exemplo, caso os valores mobiliários dados em garantia aos corretores para colateralizar essas contas de margem vejam o seu valor diminuído, esse Fundo de Investimentos Alternativos poderá estar sujeito a uma "margin call", nos termos da qual terá que depositar fundos adicionais junto da conta para futuro depósito junto do corretor ou estar sujeito à liquidação

No documento Prospecto 19 de Junho de 2009 (páginas 33-44)

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