“Entrementes os que foram dispersos iam por toda parte, pregando a palavra.” (At 8.4).
Para que alcancemos os árabes no mundo muçulmano, “temos que fazer alguma coisa diferente”, é o que diz Bruce Bell, que teve experiência como missionário. “Minha idéia maluca seria o recrutamento de jovens cristãos que desejassem ir para as universidades do mundo árabe e estudar nelas. Estes jovens deveriam ser comprometidos e experientes na palavra de Deus, cheios do Espírito, que se identificassem ao máximo com os árabes e fizessem amigos. Após dois anos, um estudante poderia chegar a ter 400 amigos. Os árabes são surpreendentemente hospitaleiros. A intenção é que as pessoas comecem a fazer perguntas à medida em que forem percebendo que a vida do cristão é diferente. Não há nada na lei que condene esta forma de compartilhar a fé.” Esta alternativa é eficaz não apenas na conquista das nações árabes para Cristo, mas para que se ganhe o mundo inteiro. As instituições educacionais das nações constituem-se numa oportunidade estratégica para o evangelismo.
Bill Bright, da Campus Crusade, já declarou: “Os estudantes representam a maior fonte do potencial humano responsável pelas mudanças do curso da História. Eles precisam ser alcançados para Cristo.”
Se dez mil estudantes nascidos de novo e maduros na fé pudessem ingressar nas universidades estrangeiras, sendo substituídos a cada dois anos, muito se faria para a evangelização do mundo para Cristo. Os universitários têm
Bruce Bell. “Where the Action Isn't”, Christianity Today, 7 de Outubro de 1977, p. 29.
Douglas, Let the Earth Hear His Voice, p. 759.
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mais liberdade do que qualquer outro grupo para dar seu testemunho em países muçulmanos e comunistas, que geralmente bloqueiam a entrada das missões tradicionais. Os estudantes são conhecidos em todo o mundo como pessoas que defendem idéias inovadoras e, em conseqüência disto, até mesmo seu testemunho evangélico é normalmente encarado com certa complacência.
O Dr.Waldron Scott , do “World Evangelical Fellowship”, declara:
“Onde quer que eu vá, percebo que os estudantes estão profundamente preocupados em encontrar uma maneira de testemunhar de Jesus Cristo através do serviço leigo no exterior.” Uma das alternativas mais estratégicas pelas quais estes jovens podem testemunhar é ingressando nas universidades do mundo inteiro. O professor Herbert Kane declara que os estudantes possuem algumas vantagens porque “são jovens e, por isso, são capazes de se identificar com os jovens dos países para onde se destinam, adaptar-se aos seus costumes, e atender às suas necessidades.”
Os comunistas estão doutrinando e enviando estudantes para as universidades de outros países, e isso tem contribuído para o forte avanço do marxismo em muitas instituições de ensino universitário, de Tóquio ao Rio de Janeiro. Além disso, os estudantes muçulmanos procedentes das nações ricas em petróleo têm estabelecido suas organizações islâmicas nos campus universitários em todos os países ocidentais, e não hesitam em compartilhar sua fé com outras pessoas. O propósito expresso da Muslim Students' Association of the United States and Canada (Associação de Estudantes Muçulmanos dos Estados Unidos e Canadá) é o de ajudar “cada pessoa que está buscando a verdade a conhecer a mensagem do islamismo, e recrutar, treinar e mobilizar os trabalhadores muçulmanos, a fim de que utilizem todas as oportunidades que tiverem para propagar o islamismo”.
Dentre seus membros, 38% possuem vistos de estudantes, 47% são pós-graduandos, 37% são estudantes de graduação, e 16% se constitui de professores ou funcionários de instituições de ensino superior. A Associação de Estudantes Muçulmanos possui uma lista de nomes e endereços de 310 mesquitas e organizações islâmicas na América do Norte.
PRATICICIDADE.
Os cristãos que já estudaram no estrangeiro descobriram que, além do enriquecimento cultural e educacional, essa experiência proporciona uma grande oportunidade para se testemunhar de Cristo. O Dr. Mark Hanna partiu dos Estados Unidos para a Universidade Americana de Beirute, onde fez seu curso universitário. Ali conviveu com estudantes muçulmanos da
Waldron Scott. “The Student Missions Movement.” Título dado na Association of Church Missions Committees, em Wheaton, IL, 1977.
Kane, Winds of Change in the Christian Mission, p. 142.
Extraído do “Muslim Students' Association of the United States and Canada Calendar” para 1398-1978, p. 2. P.O. Box 38, Plainfield, IN 46168.
Ibid., pp. 18-20.
Arábia Saudita e da Turquia. Regularmente, encontrava-se com outro cristão para orar pelos alunos e professores. Durante o último ano que ali passou, conseguiu promover encontros evangelísticos aos quais centenas de estudantes compareceram e, dentre eles, aproximadamente 200 fizeram a decisão de aceitar Jesus Cristo como Salvador.
Um outro estudante cristão está fazendo seu curso de Ph.D. numa universidade africana, num país onde a entrada de missionários não é permitida. Ele é membro atuante de uma congregação cristã para estrangeiros e também mantém, secretamente, comunhão com alguns crentes nacionais. Além do envolvimento com os estudos, ele tem feito um excelente trabalho de evangelização. Alice Winters estudou durante um ano no seminário bíblico em San Jose, Costa Rica, onde também aperfeiçoou o espanhol. Desenvolveu um ministério produtivo entre os estudantes cristãos no seminário e também com os não convertidos, na universidade não evangélica.Recentemente, ela retornou para a América Latina como missionária com sustento integral e foi muito bem recebida pelo fato de ter estudado em instituições daquele país.
Certo cristão decidiu ingressar na Universidade de Teerã. Lá permaneceu, trabalhando como engenheiro e comerciante. Ele e sua esposa trabalharam não apenas com cristãos e igrejas nacionais, como também deram assistência a muitos missionários e outros estrangeiros. Além disso, auxiliaram a estabelecer uma escola cristã que atendia tanto a crianças nacionais quanto estrangeiras. Eles enfrentaram muitas dificuldades em seu trabalho de fazedores de tendas, num contexto predominantemente muçulmano. Mas Deus os tem usado. Eles têm visto muitos dos seus amigos serem salvos por Jesus Cristo.
Um outro estudante, embora houvesse obtido por duas vezes o grau de mestre, entrou em uma universidade em um país fechado para o evangelho a fim de fazer um curso de graduação. Com seus vistos de estudante, ele e sua esposa tiveram a oportunidade de conduzir muçulmanos a Cristo, discipulá-los, e aproximá-los de outros crentes nacionais. Eles também supervisionaram a tradução das escrituras, a distribuição de literatura cristã, e a preparação de programas de rádio que são transmitidos a partir de outro país.
OPORTUNIDADE.
Muitos países ao redor do mundo, inclusive a China comunista, têm enviado estudantes para as nações ocidentais e, portanto, em reciprocidade, estão dispostos a receber aqueles que querem estudar em suas instituições de ensino superior. Muitos deles também podem fornecer bolsas de estudo.
Exceto pelo custo da passagem, a educação nestes países, em geral, é financeiramente mais acessível que no Ocidente.
Estudar no estrangeiro proporciona uma oportunidade para o aprendizado de idiomas no lugar onde eles são falados. Os estudantes
também podem desenvolver pesquisas na área de lingüística, criando o alfabeto escrito para línguas orais, produzindo dicionários, preparando gramáticas descritivas, e traduzindo as Escrituras.
A cultura local, a história do país, a literatura, a antropologia, as artes, a arqueologia e a medicina são outras áreas para estudo e pesquisa. Muitos estudantes não cristãos que não conseguiram ingressar nas escolas de medicina na América do Norte estão fazendo seu curso no exterior. O Institute of International Education constatou que, durante o ano acadêmico de 1975-1976, havia 50.000 estudantes em escolas no estrangeiro, o que representava um acréscimo de 40% em vinte anos.
ESTRATÉGIA.
Para que os estudantes cristãos sejam bem sucedidos em seu ministério no exterior, é importante que haja um planejamento criterioso e um bom preparo. Nosso Senhor enviou seus discípulos dois a dois. É muito melhor que aqueles que ingressam em instituições de ensino no exterior o façam em grupos de dois ou mais cristãos.
A orientação aos estudantes que vão para outro país também é um aspecto importante do seu preparo. A Missionary Internship tem alguns programas excelentes. Trata-se de uma agência de serviços evangélica, interdenominacional, que fornece treinamento preparatório para pessoas vinculadas a agências missionárias. (Veja seu endereço e de outras agências no final do livro).
Certificar-se do apoio de intercessores é outra questão primordial. Isso pode ser feito por meio das igrejas locais, em encontros de oração, por grupos de cristãos em várias instituições educacionais, e através de vínculo com organizações para-eclesiásticas ou agências missionárias. É crescente o número de missões que estão elaborando programas para atender essa necessidade. Geralmente, eles emitem boletins ou livretos que são enviados aos seus filiados. Eles podem contribuir muito para que se consiga o apoio em oração, tão necessário para aqueles que se destinam às universidades estrangeiras. Fraser, que foi missionário em Lisuland afirmou que sua atuação fora a de um mero informante na frente de combate e que os guerreiros de oração em seu país foram os que de fato lutaram e venceram as batalhas contra os poderes das trevas.
A ABU possui um programa muito bom que se chama Student Training in Missions (Treinamento Missionário Estudantil). Este treinamento fornece não apenas uma boa orientação àqueles que estão se preparando para ir para o estrangeiro, como também os estimula a ter contato com estudantes do país ao qual se destinam e, se possível, a manter correspondência com cristãos desse país antes de viajar. Este projeto dura apenas o período de um
“Exchange of Students”, U.S. News and World Report, 18 de Julho de 1977.
Mrs. Howard Taylor. Behind the Ranges, Fraser of Lisuland. (London: Lutterworth, 1944), p. 191.
verão. E os estudantes trabalham em cooperação com missionários e líderes cristãos nacionais, vencendo as barreiras culturais para comunicar o evangelho. Eles prestam sua ajuda ensinando em escolas bíblicas de férias nas igrejas nacionais, trabalhando em acampamentos, e ensinando inglês a estudantes universitários. Além disso, Ruth Siemens, que passou pela experiência de estudar e ensinar no exterior, coordena um departamento especial (sob a direção da Inter-Varsity) que auxilia os estudantes cristãos que partem para o exterior. Eles podem ser postos em contato com grupos da ABU de diversos países que são afiliados ao International Fellowship of Evangelical Students (Comunidade Internacional de Estudantes Evangélicos).
A Campus Crusade for Christ tem um excelente programa de orientação promovido pelo Movimento Ágape. O Dr. Larry Poland lidera este movimento. Eles tencionam ainda expandir sua atuação e auxiliar estudantes cristãos maduros na fé a ingressar em universidades em outros países.
Os Navegadores, que têm trabalhado em muitos países, atuam especificamente na área de discipulado. Eles produzem um material excelente para esta área de edificação cristã, e estimulam a utilização de métodos eficazes que ajudam no crescimento cristão.
A JOCUM é outra boa organização cristã que pode oferecer alguma ajuda aos estudantes em muitos países. Eles possuem escolas de evangelismo em diversos países, onde se ministra um treinamento prático na arte de conduzir pessoas a Cristo.
Durante alguns anos, a Operação Mobilização incentivou os estudantes a ingressarem em universidades de outros países, especialmente naqueles em que o trabalho missionário regular não é permitido. Enquanto estudavam, estes jovens também puderam fazer um grande trabalho por meio da distribuição de Bíblias e literatura cristã. Além disso, receberam, hospedaram e auxiliaram outros jovens cristãos que foram a tais países com vistos temporários.
A Young Life Campaign (Campanha de “Alvo da Mocidade”) também está se expandindo a nível internacional e pode prestar um grande auxílio, especialmente para que se alcancem jovens na idade colegial. A Youth for Christ International (Mocidade para Cristo) possui associações independentes em mais de 50 países diferentes, podendo ajudar, portanto, aqueles que estudam em nações onde seu trabalho já foi estabelecido.
Os estudantes que planejam fazer um curso no exterior podem, ainda, obter informações junto às agências missionárias denominacionais ou interdenominacionais que atuam em diversos países. Elas estão relacionadas por país no final do livro “Mission Handbook: North American Protestant Ministries Overseas”, publicado pela MARC, da Visão Mundial. Estas agências missionárias podem oferecer uma valiosa contribuição na orientação e no preparo, na obtenção de possíveis contatos com missionários no campo, e auxiliando no estudo lingüístico e cultural. Podem
ajudar ainda no contato com cristãos nacionais. Geralmente, estas agências oferecem oportunidades para serviço missionário de curta duração, que varia de alguns meses a dois anos. Isso se constitui numa valiosa experiência para os jovens, sem mencionar a contribuição que eles trazem para o ministério. As estatísticas também têm demonstrado que 25% dos que trabalham por um período curto retornam ao campo, como missionários permanentes. Algumas agências missionárias oferecem ainda oportunidades para que os jovens ensinem inglês em diversos países por tempo limitado.
Para tanto, normalmente se utiliza a Bíblia como texto, e muitos têm sido levados a Cristo através deste trabalho.
Temos ainda diversos programas de estudo no exterior, patrocinados pelos governos americano e canadense. As informações sobre tais programas podem ser encontradas nos registros escolares de várias universidades, nos catálogos de referências nas bibliotecas, na Agência de Comunicação Internacional do Departamento de Estado, nos Escritórios de Assuntos Culturais de várias embaixadas na América do Norte. Através de programas de intercâmbio estudantil, os jovens norte americanos já estão estudando na China comunista.
Considerando as tremendas oportunidades que os jovens de hoje possuem, de ingressar nas instituições educacionais e nas universidades de todo o mundo, as palavras do grande missionário Francisco Xavier (1506-1552), mais do que nunca, são apropriadas: “Diga aos estudantes que renunciem às suas pequenas ambições e venham para o Oriente para pregar o evangelho.”
Dayton, Mission Handbook, p. 21.
“MIT, Havard Students to Study in China”, The Boston Globe, 5 de dezembro de 1978, p. 25.
Michael C. Griffiths. Give Up Your Small Ambitions. (Chicago: Moody Press, 1972), p. 4.
Investindo sua vida no reino de Deus
“...voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles.” (Mt 25.19).
Margareth Nash, em seu livro, Christians-World Citizens, declara que
“o governo dos países em desenvolvimento, quando argüidos acerca de suas necessidades mais prementes, são enfáticos em dizer: “Ajudem-nos em nosso desenvolvimento”, solicitando, por exemplo: “enviem-nos pessoas que nos ensinem, capacitando-nos a termos nossos próprios médicos, engenheiros, banqueiros e professores”. O Dr. Howard Mattson-Boze, que desenvolveu um ministério de fazedor de tendas em Teerã, pensa da mesma forma.
Muitas pessoas estão se empenhando em procurar lugares no estrangeiro onde possam utilizar seu conhecimento secular como uma ferramenta para testemunhar de Cristo. Aparentemente, as oportunidades para este tipo de trabalho no exterior são crescentes, porque as nações em desenvolvimento têm procurado trabalhadores qualificados que as ajudem a atingir seus alvos para os setores econômico e social. Em muitas áreas, existe uma escassez de técnicos de nível médio; em outras, precisam-se de engenheiros; a carência de pessoal da área médica existe em quase todos os lugares, e, normalmente, é grande a procura por profissionais de ensino.
Estas são portas que se abrem, oferecendo grandes oportunidades para que os cristãos sejam úteis através de suas habilidades e integridade.
Margareth Nash. Christians — World Citizens. (Londres: Edinburgh House, 1965), p. 31.
Mattsson-Boze, “Self-Supporting Missionary”, p. 31.
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Chua Wee Hian, secretário geral da International Fellowship of Evangelical Students (Comunidade Internacional de Estudantes Evangélicos), também reconhece que as oportunidades para os fazedores de tendas são essenciais na penetração das áreas onde os missionários regulares não podem entrar. Ele escreve: “Há muito tempo temos sido confrontados com os problemas dos `campos áridos'. Hoje, no entanto, temos visto que estes lugares inóspitos têm sido preparados para o plantio.
Devido à carência de conhecimento técnico, os governos do Oriente Médio e do norte da África estão recrutando pessoas qualificadas para ensinar e treinar os jovens. Temos orado para que os cristãos aproveitem esta oportunidade de ocupar posições seculares, sustentando-se financeiramente como “fazedores de tendas” e, ao mesmo tempo, compartilhando sua fé de uma maneira informal e natural. No momento, esta alternativa parece ser a mais eficiente para que muçulmanos em posição de liderança sejam ganhos para Cristo.
O Dr. Walter M. Furbay, diretor do Departamento de Comércio e Economia do King's College, que trabalhou na África oriental, testemunhando de Cristo e sustentando-se por meio do seu trabalho, afirma que precisam-se de fazedores de tendas que auxiliem estas nações por meio do seu conhecimento nas seguintes áreas: engenharia civil, comunicações, transportes, controle de enchentes, conservação da água, irrigação, perfuração de poços, desenvolvimento de métodos de agricultura, provisão de equipamento para a armazenagem de grãos, preservação de alimentos, creches, artes, indústria, marketing e distribuição.
OPORTUNIDADES PARA PROFESSORES.
O professor Herbert Kane, do Seminário Trinity, ex-missionário no campo chinês, acredita que os professores possuem as melhores oportunidades para exercer o ministério de fazedores de tendas. Ele escreve:
“No Oriente, e em menor escala na África, o ensino profissional é considerado uma função de alto nível. O professor lida com jovens que ainda estão em processo de amadurecimento intelectual e abertos a novas idéias. Os estudantes de hoje são os líderes de amanhã. Conseqüentemente, representam um grande potencial.” Também pude constatar a veracidade desta afirmação no período em que ensinava no Afeganistão, vinculado ao Ministério da Educação daquele país. Sempre que eu entrava na sala de aula, os alunos se colocavam de pé. Eu precisava ser muito cauteloso acerca de tudo o que falasse em aula, porque um deles havia sido designado para prestar relatórios à polícia secreta com respeito a qualquer coisa que eu viesse a dizer que levantasse suspeita; mas, apesar disso, esta experiência
Chua Wee Hian. “An IFES Overview: Past, Present and Future”, Branch, IVCF, 1 de setembro de 1977, p. 3.
Kane, Understanding Christian Missions, p. 388.
me deu a oportunidade de conhecer estes estudantes em uma condição muito favorável. O professor Kane afirma também que os profissionais da área de ensino normalmente trabalham em uma instituição que oferece um programa muito bem estruturado, sabem exatamente o que irão fazer, podem começar a trabalhar imediatamente e, dessa forma, têm a satisfação de oferecer uma contribuição importante.
Por ser o Inglês a língua universal do século XX, em todo o mundo, é grande a demanda de pessoas que querem estudar este idioma. Hoje em dia, muitas instituições oferecem bons cursos, utilizando métodos modernos e eficientes para o ensino da língua inglesa, podendo prestar um grande auxílio nesta área. No Afeganistão, era tão grande o desejo de aprender inglês que, além de ensinar numa escola secundária do governo, pediram-me para que desse aulas particulares aos pediram-membros do Ministério de Assuntos Estrangeiros por sete anos. Também fui convidado a ensinar Inglês ao príncipe herdeiro da Coroa, no Palácio Real.
“O ensino da língua inglesa é uma porta amplamente aberta para o profissional estrangeiro”, é o que escreve certo cristão que se encontra no Oriente Médio. “Os jornais publicam anúncios oferecendo altos salários e benefícios a professores qualificados. Tais posições exigem uma preparação e experiência compatíveis.”
Certo cristão americano que se encontrava na Turquia hesitou, a princípio, em tornar-se um professor de inglês, por pensar que isso tomaria muito do seu tempo. Mas agora, ele conseguiu seu visto de entrada no país para ensinar este idioma durante oito horas por semana. Ele também usufrui da maior aceitação e respeito do povo local e tem muitas oportunidades de compartilhar com eles acerca de Cristo. Outro amigo escreveu acerca de sua experiência na Espanha: “Foi com dois dos meus alunos de Inglês que tive as melhores oportunidades de compartilhar do evangelho.”
Por causa do grande anseio por educação existente em todo o mundo,
“a vasta maioria dos obreiros dos Voluntários da Paz está engajada no ensino.” O Dr. William Threlkeld, do ministério dos Navegadores, escreve:
“Ser funcionário de uma universidade é uma oportunidade tremenda.
Contamos com missionários em diversas universidades no exterior que
Contamos com missionários em diversas universidades no exterior que