Proposta de resolução N.º 3-A (novo)
Proposta de resolução Alteração
3-A. Observa que a pandemia de COVID-19 teve claramente um impacto diferenciado nas mulheres; congratula-se com a dimensão de género do Mecanismo de Recuperação e Resiliência, que
garante que a igualdade de género é utilizada como critério de avaliação no âmbito dos planos nacionais de
recuperação e resiliência; exorta a Comissão a acompanhar de perto a aplicação dos planos de recuperação dos Estados-Membros, para assegurar que satisfazem as metas e os contributos previstos em matéria de igualdade de género;
Or. en
Alteração 90 Eugen Jurzyca
Proposta de resolução N.º 3-A (novo)
Proposta de resolução Alteração
3-A. Lamenta que o MRR não inclua quaisquer indicadores comuns de
resultados e metas a nível da UE; recorda que segundo o Tribunal de Contas
Europeu, a utilização de indicadores comuns de resultados facilitaria um
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PT
melhor acompanhamento, medição, avaliação e auditoria da aplicação do MRR a nível da UE, e orientaria os Estados-Membros no que toca a uma utilização mais eficaz dos seus recursos1-A;
_________________
1-A
https://www.eca.europa.eu/Lists/ECADoc uments/RW20_06/RW_Economic_respon se_to_Covid19_PT.pdf
Or. en
Alteração 91
Gilles Boyer, Stéphanie Yon-Courtin, Olivier Chastel Proposta de resolução
N.º 3-A (novo)
Proposta de resolução Alteração
3-A. Congratula-se com a inédita e ambiciosa ação de implementação do Next Generation EU, e considera que a emissão de obrigações sindicadas europeias constitui um avanço fundamental no que se refere à
capacidade da UE para desempenhar as suas responsabilidades, conforme definidas no artigo 3.º do TUE, e para corresponder às expectativas dos cidadãos;
Or. en
Alteração 92
Martin Schirdewan, José Gusmão, Manon Aubry Proposta de resolução
N.º 3-A (novo)
Proposta de resolução Alteração
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PT
3-A. Insta à exclusão da dívida emitida pela UE da proibição de financiamento monetário do BCE com recurso ao disposto no artigo 125.º do TFUE e na sequência de especificações similares feitas pelo Regulamento (CE) n.º 3603/93 do Conselho, de 13 de dezembro de 1993;
Or. en
Alteração 93
Caroline Nagtegaal, Nicola Beer, Engin Eroglu, Olivier Chastel, Ivars Ijabs, Linea Søgaard-Lidell
Proposta de resolução N.º 3-A (novo)
Proposta de resolução Alteração
3-A. Recorda que a dívida emitida para financiar o Mecanismo de Recuperação e Resiliência deve ser reembolsada até 2058, de um modo que assegure uma redução estável e previsível dos passivos;
Or. en
Alteração 94
Gunnar Beck, Roman Haider, Laura Huhtasaari, Jaak Madison, France Jamet Proposta de resolução
N.º 3-A (novo)
Proposta de resolução Alteração
3-A. Recorda que o Next Generation EU é um programa pontual, não devendo ser entendido como o precursor de um programa permanente financiado por dívida;
Or. en
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PT
Alteração 95
Caroline Nagtegaal, Luis Garicano, Nicola Beer, Engin Eroglu, Olivier Chastel, Ivars Ijabs, Linea Søgaard-Lidell
Proposta de resolução N.º 3-B (novo)
Proposta de resolução Alteração
3-B. Manifesta o seu agrado com a retoma dos níveis de crescimento
económico, apesar de os recursos do MRR ainda não terem sido investidos, o que revela a resiliência da economia europeia;
Or. en
Alteração 96
Gilles Boyer, Stéphanie Yon-Courtin Proposta de resolução
N.º 3-B (novo)
Proposta de resolução Alteração
3-B. Apela a uma reflexão sobre a possibilidade de converter esta estrutura num instrumento a longo prazo;
Or. en
Alteração 97
Caroline Nagtegaal, Luis Garicano, Nicola Beer, Engin Eroglu, Olivier Chastel, Ivars Ijabs, Linea Søgaard-Lidell
Proposta de resolução N.º 3-C (novo)
Proposta de resolução Alteração
3-C. Reconhece a solidariedade europeia subjacente à criação do MRR;
salienta, a este respeito, a importância de recomendações específicas por país associadas à aprovação dos planos
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PT
nacionais de recuperação e resiliência;
Or. en
Alteração 98 Henrike Hahn
em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de resolução
N.º 4
Proposta de resolução Alteração
4. Congratula-se com o facto de, segundo a Comissão, se prever uma retoma da atividade económica na UE em todos os Estados-Membros, com uma aceleração a partir do segundo semestre de 2021, à medida que as medidas de confinamento são gradualmente flexibilizadas e a
vacinação progride, refletindo o impulso de crescimento decorrente da aplicação dos planos nacionais de recuperação e resiliência; mantém, no entanto, a sua preocupação com o facto de a rapidez da recuperação poder variar consoante os Estados-Membros e as regiões;
4. Congratula-se com o facto de, segundo a Comissão, se prever uma retoma da atividade económica na UE em todos os Estados-Membros, com uma aceleração a partir do segundo semestre de 2021, à medida que as medidas de confinamento são gradualmente flexibilizadas e a
vacinação progride, refletindo o impulso de crescimento decorrente da aplicação dos planos nacionais de recuperação e resiliência; mantém, no entanto, a sua preocupação com o facto de a rapidez da recuperação poder variar consoante os Estados-Membros e as regiões e de subsistirem diferenças significativas no que se refere ao ritmo da recuperação;
Or. en
Alteração 99 Marcus Ferber
Proposta de resolução N.º 4
Proposta de resolução Alteração
4. Congratula-se com o facto de, segundo a Comissão, se prever uma retoma da atividade económica na UE em todos os Estados-Membros, com uma aceleração a partir do segundo semestre de 2021, à
4. Congratula-se com o facto de, segundo a Comissão, se prever uma retoma da atividade económica na UE em todos os Estados-Membros, com uma aceleração acrescida a partir do segundo semestre de
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PT
medida que as medidas de confinamento são gradualmente flexibilizadas e a
vacinação progride, refletindo o impulso de crescimento decorrente da aplicação dos planos nacionais de recuperação e resiliência; mantém, no entanto, a sua preocupação com o facto de a rapidez da recuperação poder variar consoante os Estados-Membros e as regiões;
2021, à medida que as medidas de confinamento são gradualmente flexibilizadas e a vacinação progride, refletindo o impulso de crescimento decorrente da aplicação dos planos
nacionais de recuperação e resiliência e dos programas nacionais; mantém, no entanto, a sua preocupação com o facto de a rapidez da recuperação poder variar consoante os Estados-Membros e as regiões;
Or. en
Alteração 100 Alfred Sant
Proposta de resolução N.º 4
Proposta de resolução Alteração
4. Congratula-se com o facto de, segundo a Comissão, se prever uma retoma da atividade económica na UE em todos os Estados-Membros, com uma aceleração a partir do segundo semestre de 2021, à medida que as medidas de confinamento são gradualmente flexibilizadas e a
vacinação progride, refletindo o impulso de crescimento decorrente da aplicação dos planos nacionais de recuperação e resiliência; mantém, no entanto, a sua preocupação com o facto de a rapidez da recuperação poder variar consoante os Estados-Membros e as regiões;
4. Congratula-se com o facto de, segundo as previsões da Comissão, se prever uma retoma da atividade económica na UE em todos os Estados-Membros, com uma aceleração a partir do segundo
semestre de 2021, no âmbito de um cenário positivo no qual as medidas de confinamento são gradualmente
flexibilizadas e a vacinação progride, refletindo o impulso de crescimento decorrente da aplicação dos planos nacionais de recuperação e resiliência;
mantém, no entanto, a sua preocupação com o facto de a rapidez da recuperação poder variar consoante os
Estados-Membros e as regiões;
Or. en
Alteração 101
Caroline Nagtegaal, Luis Garicano, Nicola Beer, Engin Eroglu, Olivier Chastel, Ivars Ijabs, Linea Søgaard-Lidell
Proposta de resolução
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PT
N.º 4
Proposta de resolução Alteração
4. Congratula-se com o facto de, segundo a Comissão, se prever uma retoma da atividade económica na UE em todos os Estados-Membros, com uma aceleração a partir do segundo semestre de 2021, à medida que as medidas de confinamento são gradualmente flexibilizadas e a
vacinação progride, refletindo o impulso de crescimento decorrente da aplicação dos planos nacionais de recuperação e resiliência; mantém, no entanto, a sua preocupação com o facto de a rapidez da recuperação poder variar consoante os Estados-Membros e as regiões;
4. Congratula-se com o facto de, segundo a Comissão, se prever uma retoma da atividade económica na UE em todos os Estados-Membros, com uma aceleração a partir do segundo semestre de 2021, à medida que as medidas de confinamento são gradualmente flexibilizadas e a vacinação progride, refletindo o esperado impulso de crescimento decorrente da aplicação dos planos nacionais de recuperação e resiliência; mantém, no entanto, a sua preocupação com o facto de a rapidez da recuperação poder variar consoante os Estados-Membros e as regiões;
Or. en
Alteração 102 Frances Fitzgerald Proposta de resolução N.º 4-A (novo)
Proposta de resolução Alteração
4-A. Salienta a importância de
aumentar a participação das mulheres na economia e de assegurar um crescimento mais inclusivo como parte da solução para a recuperação pós-pandemia, uma vez que a igualdade de oportunidades e uma maior participação das mulheres no mercado de trabalho podem aumentar o emprego, a prosperidade económica e a competitividade na UE; reitera ainda a posição que assumiu na sua resolução de janeiro de 2021, intitulada «A perspetiva de género na crise COVID-19 e no período pós-crise», que incentiva os Estados-Membros «a seguir as
orientações da Comissão para as políticas de emprego na UE, tendo em devida conta
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PT
os seus modelos nacionais do mercado de trabalho» e «a contemplarem
devidamente a segregação no mercado de trabalho, o emprego precário, as
disparidades salariais e de pensões, com vista a melhorar as condições de trabalho e a proteção social através de políticas adaptadas»;
Or. en
Alteração 103 Henrike Hahn
em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de resolução
N.º 4-A (novo)
Proposta de resolução Alteração
4-A. Sublinha que à medida que a recuperação se for consolidando, o seu foco deve passar do controlo de danos para o reforço da recuperação e
resiliência da economia da UE, devendo este objetivo ser perseguido no âmbito da aplicação dos planos nacionais de
recuperação e resiliência, ao abrigo do programa Next Generation EU;
Or. en
Alteração 104 Eugen Jurzyca
Proposta de resolução N.º 4-A (novo)
Proposta de resolução Alteração
4-A. Observa que segundo a análise do Tribunal de Contas Europeu, as
divergências crescentes entre os
Estados-Membros podem também resultar de um desemprego elevado e persistente,
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PT
dos défices de investimento e dos riscos para a estabilidade financeira caso o impacto económico se alastre ao setor financeiro1-A;
_________________
1-A
https://www.eca.europa.eu/Lists/ECADoc uments/RW20_06/RW_Economic_respon se_to_Covid19_PT.pdf
Or. en
Alteração 105
Joachim Schuster, Paul Tang, Jonás Fernández, Pedro Marques, Csaba Molnár, Margarida Marques, Evelyn Regner, Pedro Silva Pereira, Marc Angel
Proposta de resolução Subtítulo 1
Proposta de resolução Alteração
Políticas orçamentais responsáveis Políticas orçamentais e sustentáveis responsáveis
Or. en
Alteração 106 Henrike Hahn
em nome do Grupo Verts/ALE Proposta de resolução
N.º 5
Proposta de resolução Alteração
5. Assinala que a cláusula de derrogação de âmbito geral do Pacto de Estabilidade e Crescimento continuará a ser aplicada em 2022 e que se espera que seja desativada a partir de 2023; assinala, ainda, que a decisão sobre a desativação da cláusula de derrogação de âmbito geral deve ser tomada no âmbito de uma avaliação global do estado da economia,
5. Assinala que a cláusula de derrogação de âmbito geral do Pacto de Estabilidade e Crescimento continuará a ser aplicada em 2022 e que se espera que seja desativada a partir de 2023; salienta, a este respeito, a volatilidade da evolução da situação sanitária, social e económica na economia da UE e da área do
euro; espera, por conseguinte, que a
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PT
com base em critérios quantitativos, tomando como principal critério
quantitativo o nível de atividade económica na UE em comparação com os níveis anteriores à crise; faz notar que após a desativação desta cláusula a situação específica de cada país continuará a ser tida em conta;
cláusula de derrogação de âmbito geral permaneça ativada enquanto persistirem as graves consequências económicas e sociais da pandemia de COVID-19, a fim de apoiar os esforços dos
Estados-Membros para sustentar a recuperação e reforçar a resiliência económica e social; considera, em
especial, que a decisão sobre a desativação da cláusula de derrogação de âmbito geral deve ser tomada no âmbito de uma
avaliação global do estado da economia, tomando como principal critério
quantitativo o nível de atividade económica na UE em comparação com os níveis anteriores à crise; faz notar que após a desativação desta cláusula a situação específica de cada país continuará a ser tida em conta; salienta que a aplicação
prematura das atuais regras ao abrigo do Pacto de Estabilidade e Crescimento comprometeria quer a recuperação pós-COVID quer a transição necessária para uma economia neutra em termos de carbono; concorda com o Conselho Orçamental Europeu (COE) quanto à importância de dispor de um quadro orçamental reformado antes da
desativação da cláusula de derrogação de âmbito geral;
Or. en
Alteração 107
Joachim Schuster, Paul Tang, Jonás Fernández, Alfred Sant, Pedro Marques, Csaba Molnár, Aurore Lalucq, Evelyn Regner, Pedro Silva Pereira, Marc Angel
Proposta de resolução N.º 5
Proposta de resolução Alteração
5. Assinala que a cláusula de derrogação de âmbito geral do Pacto de Estabilidade e Crescimento continuará a ser aplicada em 2022 e que se espera que seja desativada a partir de 2023; assinala,
5. Assinala que a cláusula de derrogação de âmbito geral do Pacto de Estabilidade e Crescimento continuará a ser aplicada em 2022 e que se espera que seja desativada a partir de 2023; espera, no
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PT
ainda, que a decisão sobre a desativação da cláusula de derrogação de âmbito geral deve ser tomada no âmbito de uma avaliação global do estado da economia, com base em critérios quantitativos, tomando como principal critério quantitativo o nível de atividade
económica na UE em comparação com os níveis anteriores à crise; faz notar que após a desativação desta cláusula a
situação específica de cada país continuará a ser tida em conta;
entanto, que a cláusula de derrogação geral permaneça ativada enquanto existir a justificação subjacente à sua ativação a fim de apoiar os esforços dos
Estados-Membros para recuperar da crise pandémica e reforçar a sua
competitividade, bem como a resiliência económica e social; assinala, ainda, que a decisão sobre a desativação da cláusula de derrogação de âmbito geral deve ser tomada no âmbito de uma avaliação global do estado da economia e da situação social e do emprego, com base em critérios quantitativos e qualitativos; faz notar que após a desativação desta cláusula a situação específica de cada país também tem de ser tida em conta;
Or. en
Alteração 108 Frances Fitzgerald Proposta de resolução N.º 5
Proposta de resolução Alteração
5. Assinala que a cláusula de derrogação de âmbito geral do Pacto de Estabilidade e Crescimento continuará a ser aplicada em 2022 e que se espera que seja desativada a partir de 2023; assinala, ainda, que a decisão sobre a desativação da cláusula de derrogação de âmbito geral deve ser tomada no âmbito de uma avaliação global do estado da economia, com base em critérios quantitativos, tomando como principal critério quantitativo o nível de atividade
económica na UE em comparação com os níveis anteriores à crise; faz notar que após a desativação desta cláusula a situação específica de cada país continuará a ser tida em conta;
5. Assinala que a cláusula de derrogação de âmbito geral do Pacto de Estabilidade e Crescimento continuará a ser aplicada em 2022 e que se espera que seja desativada a partir de 2023; assinala, ainda, que a decisão sobre a desativação da cláusula de derrogação de âmbito geral deve ser tomada no âmbito de uma avaliação global do estado da economia, com base em critérios quantitativos, tomando como um dos principais critérios quantitativos o nível de atividade
económica na UE em comparação com os níveis anteriores à crise; faz notar que após a desativação desta cláusula a situação específica de cada país continuará a ser tida em conta; insta a Comissão a aproveitar o período de desativação para reformar o quadro orçamental da UE, no sentido de o
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PT
simplificar e de nele integrar indicadores claros e observáveis, eliminando, ao mesmo tempo, complexidades desnecessárias e introduzindo
mecanismos de controlo da aplicação sólidos, para garantir que as regras são aplicadas coerente e imparcialmente;
Or. en
Alteração 109
Martin Schirdewan, José Gusmão, Manon Aubry Proposta de resolução
N.º 5
Proposta de resolução Alteração
5. Assinala que a cláusula de derrogação de âmbito geral do Pacto de Estabilidade e Crescimento continuará a ser aplicada em 2022 e que se espera que seja desativada a partir de 2023; assinala, ainda, que a decisão sobre a desativação da cláusula de derrogação de âmbito geral deve ser tomada no âmbito de uma avaliação global do estado da economia, com base em critérios quantitativos, tomando como principal critério quantitativo o nível de atividade
económica na UE em comparação com os níveis anteriores à crise; faz notar que após a desativação desta cláusula a situação específica de cada país continuará a ser tida em conta;
5. Assinala que a cláusula de derrogação de âmbito geral do Pacto de Estabilidade e Crescimento continuará a ser aplicada em 2022 e manifesta-se preocupado pelo facto de se esperar que seja desativada a partir de 2023; insiste na necessidade de a cláusula permanecer ativada até estar concluída uma profunda transformação do quadro da UE em matéria de política orçamental; assinala que os atuais valores de referência nominais relativos à dívida e ao défice estão totalmente desfasados da realidade e apela novamente a que deixem de ser aplicados;
Or. en
Alteração 110
Marco Zanni, Francesca Donato, Valentino Grant, France Jamet, Antonio Maria Rinaldi
Proposta de resolução N.º 5
PE695.307v01-00 56/157 AM\1236429PT.docx
PT
Proposta de resolução Alteração
5. Assinala que a cláusula de derrogação de âmbito geral do Pacto de Estabilidade e Crescimento continuará a ser aplicada em 2022 e que se espera que seja desativada a partir de 2023; assinala, ainda, que a decisão sobre a desativação da cláusula de derrogação de âmbito geral deve ser tomada no âmbito de uma avaliação global do estado da economia, com base em critérios quantitativos, tomando como principal critério
quantitativo o nível de atividade económica na UE em comparação com os níveis anteriores à crise; faz notar que após a desativação desta cláusula a situação específica de cada país continuará a ser tida em conta;
5. Assinala que a cláusula de derrogação de âmbito geral do Pacto de Estabilidade e Crescimento continuará a ser aplicada em 2022 e que se espera que seja desativada a partir de 2023; assinala, ainda, que a decisão sobre a desativação da cláusula de derrogação de âmbito geral deve ser tomada no âmbito de uma avaliação global do estado da economia, com base em critérios quantitativos, tomando como principal critério
quantitativo o nível de atividade económica na UE em comparação com os níveis anteriores à crise; faz notar que antes da desativação desta cláusula devem ser analisadas as causas dos desequilíbrios económicos entre os Estados-Membros, a fim de rever o Pacto de Estabilidade e Crescimento, apoiar o crescimento de forma mais eficaz e restabelecer um nível adequado de investimentos públicos;
Or. it
Alteração 111 Marcus Ferber
Proposta de resolução N.º 5
Proposta de resolução Alteração
5. Assinala que a cláusula de derrogação de âmbito geral do Pacto de Estabilidade e Crescimento continuará a ser aplicada em 2022 e que se espera que seja desativada a partir de 2023; assinala, ainda, que a decisão sobre a desativação da cláusula de derrogação de âmbito geral deve ser tomada no âmbito de uma avaliação global do estado da economia, com base em critérios quantitativos, tomando como principal critério quantitativo o nível de atividade
económica na UE em comparação com os
5. Assinala que a cláusula de derrogação de âmbito geral do Pacto de Estabilidade e Crescimento continuará a ser aplicada em 2022 e que se espera que seja desativada a partir de 2023; assinala que esta data não deve ser objeto de uma nova prorrogação; faz notar que após a desativação desta cláusula a situação específica de cada país poderá ser tida em conta;
AM\1236429PT.docx 57/157 PE695.307v01-00
PT
níveis anteriores à crise; faz notar que após a desativação desta cláusula a
situação específica de cada país continuará a ser tida em conta;
Or. en
Alteração 112 Eugen Jurzyca
Proposta de resolução N.º 5
Proposta de resolução Alteração
Proposta de resolução Alteração