Pôsteres apresentados em 21 de maio de
GRUPO MULTIDISCIPLINAR DST-AIDS DE POMERODE-SC
SIMONE ISABEL STEFFENS DA SILVA, MAIRA BEATRIz KAMKE HERzOG, MARCOS BöNMANN, GELIANDRO FIDELES RIBEIRO, LUíS GERMANO HARMEL, CINTHIA CRISTINA VOLKMANN THIES, SANDRA LUIzA FERRI BöNMANN, JOãO RÉGIS OLIVEIRA, LíGIA HOEPFNER, GRACIELA MENKE NEBELUNG
SECRETARIA DE SAúDE DE POMERODE
Objetivo: realizar e estimular a promoção à prevenção em DST/aids no município de Pomerode por meio de atendimento multiprofissional,
em geral. Métodos: formação de um grupo multiprofissional, para oferecer atendimento adequado aos pacientes, melhorando a adesão ao tratamento. O Grupo atua junto as diversas entidades e população em geral distribuindo insumos e material educativo sobre as formas de transmissão e prevenção das DST/aids, além de participar e organizar eventos relacionados a temática. Resultados: com a formação do grupo Multidisciplinar o atendimento e a adesão do paciente e as ações de prevenção e educação ficaram mais amplas. Em 2005 eram acompanhados 5 pacientes com HIV/AIDS. No ano de 2011 são 40 pacientes atendidos, destes, 3 fazem acompanhamento com Psicólogo, 2 com Psiquiatra e 2 com Nutricionista, além do atendimento ambulatorial de rotina. Com a capacitação dos profissionais de saúde aumentamos o número de DST notificadas de 3 em 2009 para 15 em 2010. Houve aumento do atendimento médico, tendo o paciente de 6 a 10 consultas por ano, além da ampliação dos testes de carga viral e CD4/CD8 de 2 para o mínimo de 3 coletas por paciente ao ano. O grupo criou um livreto instrutivo que compreende as diversas áreas dos profissionais presentes, para a utilização dos pacientes no autoconhecimento da doença e para a distribuição em 18 palestras preventivas em empresas e escolas. Foram dispensados no ano de 2010, 122.116 preservativos representando um aumento de aproximadamente 17% em relação a 2009. Conclusão: verificou-se que através da educação continuada a qualidade do serviço melhorou. Com a criação do grupo, o trabalho em DST-AIDS ficou mais abrangente e eficiente, trazendo a realidade da situação destas doenças no Município.
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ATUAçÃO DO GRUPO MULTIDISCIPLINAR DST-AIDS NA FESTA POMERANA
MARCOS BöNMANN, SIMONE ISABEL STEFFENS DA SILVA, MAIRA BEATRIz KAMKE HERzOG, GELIANDRO FIDELES RIBEIRO, LUíS GERMANO HARMEL, LíGIA HOEPFNER, CASSANDRA SPIES, GRACIELA MENKE NEBELUNG, JOãO RÉGIS OLIVEIRA, SANDRA LUIzA FERRI BöNMANN
SECRETARIA DE SAúDE DE POMERODE
Objetivo: executar ações de prevenção para doenças sexualmente transmissíveis (DST) através de uma tradicional festa que ocorre no mês
janeiro no município de Pomerode. Métodos: devido ao grande público que frequenta a Festa Pomerana, este foi o local escolhido para se intensificar as ações de prevenção a DST no município de Pomerode. Foram confeccionados dispensadores de preservativos para serem colocados nos sanitários da festa. Outra ação foi a exposição de um outdoor na entrada do Município com o símbolo da luta contra a aids e o incentivo ao uso do preservativo. Foram elaborados ainda leques com a temática DST/aids para serem distribuídos a população durante a programação da festa. Resultados: no ano de 2010 mais de 68.000 pessoas participaram da Festa Pomerana. Com os 11 dispensadores de preservativos, foram distribuídos cerca de 40.000 preservativos e mais de 1.500 leques com a temática DST/aids foram entregues. O outdoor foi instalado na entrada principal do município, ficando visível a maioria da população que frequentou a festa. Conclusão: a receptividade da população foi muito boa, com a importante participação do grupo da terceira idade, em uma tarde especial realizada para eles. A Festa Pomerana mostrou-se uma peça chave na realização de ações sobre a temática DST/aids, pelo grande público que por lá passa, pela maioria dos frequentadores serem jovens e pela população local ter certa resistência cultural sobre o tema. As ações continuarão sendo realizadas nos próximos anos.
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A IMPORTâNCIA DAS ESTRATéGIAS DE PREVENçÃO PARA O ENFRENTAMENTO DAS DST/HIV/AIDS E HEPATITES VIRAIS REALIZADA POR ORGANIZAçõES DA SOCIEDADE CIVIL RESULTANDO NA PROMOçÃO DA AUTOESTIMA DE MULHERES NEGRAS EM SITUAçÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL
ELISâNGELA DA SILVA ALVES, SIMONE DA SILVA ALVES, MARIA NOELCI TEIXEIRA HOMERO MARIA MULHER – ORGANIzAçãO DE MULHERES NEGRAS
A presente pesquisa teve como objetivo analisar como as ações de prevenção para o enfrentamento das DST/HIV/Aids e Hepatites Virais realizada por organização da sociedade civil auxiliam na promoção da saúde e na autoestima de mulheres negras em situação de vulnerabilidade social. O estudo trata da experiência de Maria Mulher - Organização de Mulheres Negras no enfrentamento das DST/HIV/Aids e Hepatites Virais nas ações realizadas para promoção da autoestima de mulheres negras residentes na Vila Cruzeiro, bairro de Porto Alegre-RS. Fundada desde março de 1987, Maria Mulher é uma organização feminista coordenada por mulheres negras com formação e experiências em diversas áreas, atua na defesa dos direitos das mulheres e em prol de melhoria das condições de vida da população afro-brasileira. Diante das diversas linhas de atuação, programas e projetos desenvolvido pela organização destacam-se os projetos “Mulheres vivendo com DST/ HIV/Aids e Hepatites Virais” e “Empoderamento das mulheres”, pois proporcionam atenção psicossocial, visitas domiciliares, oficinas de autoestima, de saúde, de direitos sexuais e reprodutivos, de geração de trabalho e renda, de segurança alimentar nutricional visando o aperfeiçoamento profissional e inclusão social realizando atendimento de forma integral e estendido à família. A população negra mostra-se mais vulnerável à infecção pelo HIV e outras doenças devido à forma como as relações raciais no Brasil impactam o acesso aos serviços de saúde. Maria Mulher por trabalhar diretamente em comunidades de exclusão social e atuar pela garantia dos direitos das mulheres em geral e, em especial mulheres negra, revela ser uma parceira e facilitadora na atuação de prevenção a DST/HIV/Aids e Hepatites Virais e no auxilio as mulheres negras vivendo com HIV. Portanto, ações conjuntas entre serviços de saúde e sociedade civil propiciam a consolidação de ações de promoção de saúde, melhoria na qualidade da assistência oferecida à população negra.
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ADOLESCÊNCIA E SExUALIDADE: PROMOçÃO DA SAúDE COM BASE NA REALIDADE VIVENCIADA
TIAGO ANDRADE ALBINO
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAúDE DE BALNEáRIO CAMBORIú - UNIDADE DE SAúDE DA SUIçA
Objetivo: proporcionar com base na realidade vivenciada o desenvolvimento de conhecimentos, atitudes e comportamentos favoráveis a uma
sexualidade saudável. Métodos: o trabalho foi desenvolvido com duas turmas do 9° Ano (30 alunos) da Escola Básica Municipal Ariribá. Os adolescentes foram orientados a escreverem suas dúvidas sobre o tema sexualidade, DST e aids, em folha de papel, sem identificação, e posteriormente todos os questionamentos foram recolhidos. Em outro momento foi realizada uma discussão sobre os assuntos identificados, usando como ferramenta principal uma apresentação com slides. Resultados: foram levantados os mais variados tipos de questionamentos sobre sexualidade, em clima descontraído, proporcionando a todos, expor suas dúvidas sem nenhum tipo de preconceito e vergonha, de forma a esclarecer questões que em muitas vezes nos parecem concepções simples, porém são fontes de grandes interrogações. Na medida em que as perguntas iam sendo respondidas, novos questionamentos foram despertados, enriquecendo cada vez mais a discussão, tendo a interação da maioria dos participantes. Conclusão: através da problematização dos temas juntos aos adolescentes, buscou-se intervir com os sujeitos, em cima de suas realidades. Sensibilizando-os sobre a importância do tema para uma vida sexual sem medos ou tabus, chamando- -os à responsabilidade de cuidar de seu próprio corpo para que não ocorram situações futuras indesejadas, como a contração de uma doença ou uma gravidez precoce e indesejada.
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ALTINHO DA PREVENçÃO
CAzU BARROz
FEDERAçãO DE BANDEIRANTES DO BRASIL
Objetivo: utilizar o esporte e jogos de interesses dos jovens, para passar, estimular e disseminar informações gerais sobre DST/aids. Métodos: aproveitando a febre do verão carioca, pelo jogo de bola, lançado e conhecido pelos jovens como: “ALTINHO”, adaptamos este
jogo, inserindo o tema DST/aids.Trata-se de um jogo de bola de futebol, onde os jogadores formam um grande círculo, com o objetivo de manter a bola no ar o maior tempo possível, com somente um toque de cada jogador. O jogador que deixar a bola cair, realiza uma tarefa determinada pelos demais jogadores. Em nossa adaptação, a tarefa é determinada, de acordo com a cor do cartão que o jogador escolheu, antes de iniciar o jogo: VERMELHO: dizer uma forma de infecção pelas DST/HIV, AzUL: uma forma de prevenção e AMARELO: o que ele pode fazer para ajudar na luta contra a aids. Caso não saiba, o jogador sai do círculo para pesquisar e trazer a informação ao grupo.
Conclusão: o jogo ajuda a disseminar informações corretas sobre DST/aids, reduzindo o índice de estigmas e preconceitos em relação as
pessoas que vivem com DST/HIV/aids. Este jogo trouxe para nossa instituição uma grande visibilidade de ações alternativas de repasse de informação sobre DST/aids junto aos jovens. O número de jogos não para de crescer, pois os jovens estão estimulados a adaptarem todos os jogos que conhecem com o tema DST/aids, o projeto hoje, tem cinco jogos que foram criados e estão sendo utilizados pelos jovens nas ações multiplicadora que realizam em todo o Brasil. Resultados: Ferramenta de muito interesse dos Jovens de ambos os sexos, Atividade geradora de debates, intercâmbio de conhecimentos e estimuladora de pesquisas, atividade que pode ser realizada em espaço de concentração de Jovens (praça, praia, aula de educação física etc. ..), Atividade de baixo custo e de fácil aplicabilidade.
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SERVIçO DE ASSISTÊNCIA ESPECIALIZADA (SAE): UM PROCESSO DE DESCENTRALIZAçÃO DA ATENçÃO NO MUNICÍPIO DE SÃO JOSé DE MIPIBU-RN
VALÉRIA TEIXEIRA DA PAz E OLIVEIRA, ANA DóRIS BEzERRA DE SOUzA MORAIS, MARIA DA CONCEIçãO JALES DE MACEDO GUEDES, ANTONIO ANECILDO MENDES XIMBINHO
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAúDE DE SãO JOSÉ DE MIPIBU
O trabalho visa discutir o processo de implantação e operacionalização do serviço de assistência especializada (SAE), que objetiva vincular o portador do vírus HIV/aids à equipe multiprofissional e interdisciplinar. Alcançou-se a implantação e operacionalização do SAE com a implementação de uma política de assistência voltada para o bem-estar, a humanização e a qualidade de vida do usuário. O SAE permitiu garantir a resolutividade, a equidade e a integralidade dos serviços no Município de São José de Mipibu/RN e servindo de referência para os 27 municípios da I Região de Saúde do estado do Rio Grande do Norte. O SAE foi inserido numa unidade preexistente (Centro de Referências Médicas) possibilitando racionalizar custos, promover uma assistência humanizada na medida em que o paciente não precisará deslocar-se para outros centros em busca de tratamento em outras especialidades, diminuir preconceitos e promover a aproximação dos familiares. No SAE são desenvolidas atividades como acolhimento, aconselhamento profissional pré e pós-teste, tratamento com antirretroviral (TARV) e ações educativas. O serviço tem proporcionado aos usuários a melhoria na qualidade de vida, pois o acompanhamento assistencial mais próximo do seu local de residência garantiu o atendimento adequado, de periodicidade mensal ofertando consultas médicas, exames de apoio diagnóstico e assistência farmacêutica. Bem como facilitou o acesso aos serviços para usuários dos municípios parceiros que antes
se deslocavam para a capital, Natal/RN. Atualmente 23 usuários são acompanhados, sendo 56,5% do sexo feminino e 43,5% do sexo masculino. A faixa etária que de maior incidência é de 31 a 40 anos e 65,2% dos portadores fazem uso do TARV. A equipe realizou a Campanha “Fique Sabendo” com a realização de 167 testes rápidos para HIV, obtendo 100% dos resultados não reagentes. Os avanços perpassam pelo monitoramento do perfil epidemiológico dos usuários, aumento da expectativa de vida e redução do estigma da doença.
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ELABORAçÃO DE UMA OFICINA EDUCATIVA SOBRE O USO CORRETO DA CAMISINHA NA PREVENçÃO DE DST: RELATO DE ExPERIÊNCIA DE ACADÊMICAS DE ENFERMAGEM
MIRLENE KáTIA HOLANDA GOES, ANA CAROLINA RIBEIRO TAMBORIL, JACQUELINE ALVES DA SILVA ALCâNTARA, CONCEIçãO SORAyA MORAES MARQUES, ANA KARINA BEzERRA PINHEIRO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARá
Objetivo: relatar a experiência de acadêmicas de enfermagem na elaboração de uma oficina educativa sobre o uso correto do
preservativo masculino na prevenção de DST. Métodos: trata-se de um estudo do tipo relato de experiência. A oficina relatada fez parte da Campanha de prevenção do câncer de colo uterino em um Centro de Saúde da Família, da região metropolitana de Fortaleza- CE. O público-alvo foram mulheres que aguardavam a realização do exame de Papanicolaou. Na elaboração da oficina utilizou-se de uma literatura atualizada sobre a temática, além da busca de materiais educativos como panfletos, folders, e a confecção de cartazes e crachás. Utilizaram-se também moldes anatômicos do sistema reprodutor masculino e feminino, além de preservativos masculinos e femininos. Resultados: foi observada a falta de conhecimento das mulheres sobre o tema, porém as mesmas contribuíram com a oficina demonstrando interesse e expondo suas dúvidas. Além disso, foi proporcionado às acadêmicas maior aprendizado sobre o planejamento de atividades educativas envolvendo o uso correto do preservativo masculino e prevenção das DST, além da aproximação com a prática do enfermeiro na promoção de comportamento sexual saudável e prevenção das DST. Conclusão: a graduação de enfermagem deve continuar a oportunizar experiências com esta, que tanto aproximam o alunos da teoria como da prática.O compromisso com a prevenção de DST deve ser estimulado desde a graduação para que os enfermeiros prossigam cada vez mais comprometidos com o seu papel de facilitadores na adesão de comportamentos sexuais saudáveis.
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SExO/SExUALIDADE x DST/AIDS: ABORDAGEM DO TEMA NOS GRUPOS DE IDOSOS
LUíSA MENESCAL LIMA COSTA, TAMILIS CORDEIRO SALDANHA, DANIELLy DE PAULA PESSOA, CAMILA LISBOA DE OLIVEIRA, NICOLLI DE OLIVEIRA BARROSO, ITIS GONçALVES DE ATHAyDE VIEIRA, KEyLA MARIA GUERREIRO DE SENA, ADRIANO RODRIGUES DE SOUzA, ALINE RODRIGUES FEITOzA, NATáLIA MARIA CHAGAS EVANGELISTA
UNIVERSIDADE DE FORTALEzA
Objetivo: investigar como está sendo abordadas questões de sexo/sexualidade e prevenção das DST/aids nos grupos de idosos vinculados
as Unidades Básicas de Saúde da Família da Secretaria Executiva Regional I (Fortaleza-CE). Métodos: trata-se de uma pesquisa de caráter descritivo com abordagem qualitativa. Realizou-se no período de março a outubro de 2008. A população do estudo foram oito coordenadores dos grupos de idosos. A coleta de dados se deu através de entrevista semiestruturada. A pesquisa foi submetida e aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa (COMEPE) da Universidade de Fortaleza. Resultados: os coordenadores dos grupos de idosos entrevistados eram do sexo feminino, na faixa etária de 25 a 35 anos. Culturalmente os grupos são formados a partir da necessidade de promoção a saúde. A escolha dos temas é realizada pelos próprios idosos em cincos dos grupos pesquisados, em dois é decidido em conjunto. Seis dos grupos pesquisados o tema DST já foi abordado no grupo, sendo três deles a abordagem realizada por convidados e a escolha do tema em quatro deles uma opção da coordenadora. Em 2 grupos não foi trabalhada a temática, por não se sentir a vontade. Conclusão: é visível a falta de preparo dos profissionais para lidar com o assunto, e a dificuldade encontrada para abordagem do mesmo abrindo uma lacuna no que diz respeito á promoção da saúde como um todo, já que a prevenção é também a promoção. A sexualidade do idoso se torna um problema frente às dificuldades encontradas. Tanto por parte dos profissionais que pouco abordam nos grupos de idosos como por parte deles próprios que trazem consigo uma gama de fatores negativos. Com esse trabalho, esperamos contribuir para reflexão dos profissionais da saúde, principalmente no que diz respeito à prevenção, promoção e recuperação da saúde e melhoras no seu convívio social.
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ANÁLISE PRELIMINAR SOBRE A OPINIÃO DOS PACIENTES INFECTADOS PELO HIV/AIDS NA ELABORAçÃO DE UM MATERIAL EDUCATIVO
CLEyDE BIÉ NAGATSUKA, MICHELE MACHADO MEIRELLES DE BARROS, MARIA JOSÉ QUEIROz ALVARENGA MARTINS, ROSâNGELA VIEIRA EIRA, CLAUDIA TERESA VIEIRA DE SOUzA
IPEC/FIOCRUz
Introdução: desde 2008 vem sendo realizada a consulta de enfermagem no Centro de Clínicas do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro
de HIV/Aids. Objetivo: apresentar resultados preliminares sobre a opinião dos pacientes na elaboração de um material educativo (ME).
Métodos: foram convidados 20 pacientes com baixa adesão para participar da pesquisa, que foi submetida e aprovada pelo Comitê de
Ética do IPEC. A pesquisa foi realizada na consulta de enfermagem, contemplando 3 questões sobre ME. Utilizamos a técnica do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC) que consiste em agregar um único discurso redigido na primeira pessoa do singular a partir das expressões chaves que tem a mesma ideia central. Resultados: expectativa na elaboração do ME:“...informador e esclarecedor, principalmente sobre medicação (efeito colateral, tempo de uso etc.), os tipos de tratamentos que estão sendo feito hoje”. Tipo de ME: “...Material impresso, como um livro prático, cartilha de verdades e mentiras da aids, os mitos...com desenhos, histórias, baseadas em fatos reais, bem animado... Algo sobre as histórias de vida dos doentes....” Sugestões do conteúdo do ME: “...informações sobre a medicação, porque as vezes na prescrição, não vem dizendo nada, só que tem que tomar... explicar mais as reações que causam, tipo lipodistrofia... eu nem sabia o que era isso...Mostrar as formas que não pega aids e falar sobre os mitos e verdades, para evitar o preconceito, como comer no mesmo prato, tocar... mostrar como as pessoas que estão doentes podem viver de forma positiva, como praticar esportes...” Conclusão: nossos dados sugerem que ainda existem muitas dúvidas pelos próprios pacientes sobre o HIV/AIDS, mesmo existindo diversos ME disponíveis. Acreditamos que com a participação dos pacientes possamos elaborar um ME que atenda a esta demanda.
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PLANO DE qUALIFICAçÃO DAS LINHAS DE CUIDADO DA TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS NO CEARÁ: RELATO DE ExPERIÊNCIA
LÉA MARIA MOURA BARROSO, TELMA ALVES MARTINS, REGINA DE FREITAS, ÉRIDA PINHEIRO DE BRITO SECRETARIA DA SAúDE DO ESTADO DO CEARá-SESA, UNIVERSIDADE DE FORTALEzA, UNIFOR, UNICEF
Introdução: a Secretaria Estadual da Saúde (SESA) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância no Brasil (UNICEF) estabeleceram
parceria em 2010 para o desenvolvimento do projeto piloto ‘’Plano de Qualificação das Linhas de Cuidado da Transmissão Vertical do HIV e Sífilis no Ceará”, que visa reduzir a transmissão vertical do HIV e Sífilis. Objetivo: relatar experiência vivenciada pela equipe da Secretaria Estadual da Saúde do Ceará (SESA) durante o desenvolvimento da primeira fase de implantação do plano. Métodos: para as atividades da primeira fase do projeto foi estabelecido o prazo de maio de 2010 até março de 2011 para os municípios apresentarem seus planos. Após planejamento das ações com equipes multidisciplinares da atenção básica, serviços de assistência especializada (SAE), maternidades e laboratórios dos municípios foram realizados pela SESA encontros e visitas de observação nos municípios. Resultados: os planos identificaram principalmente deficiências nas ações: de aconselhamento e teste-rápido, do fluxo de resultados de exames laboratoriais dos testes de HIV, principalmente os confirmatórios realizados nas gestantes, de manejo adequado para gestantes com HIV e de aplicação da penicilina na atenção básica. As demandas sugeridas para melhoria das ações foram capacitações, reunião com o laboratório central e visitas às equipes de coordenadores locais de DST e de laboratórios para assessoria técnica. A equipe da SESA já realizou visita a alguns municípios e acordo com o laboratório, as capacitações foram incluídas no plano estadual deste ano. Conclusão: apesar dos avanços para reduzir a transmissão vertical do HIV e sífilis no Brasil ainda faz-se necessário esforço dos gestores e profissionais da saúde para cumprir as recomendações, no entanto, esta experiência nos mostrou que é possível após estabelecer metas, melhorar a qualidade desta assistência.
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AVALIAçÃO DAS AçõES DE PREVENçÃO DA TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO
LÉA MARIA MOURA BARROSO, TELMA ALVES MARTINS, MARIA REGINA DE FREITAS, ÉRIDA PINHEIRO DE BRITO SECRETARIA DA SAúDE DO ESTADO DO CEARá - SESA, UNIVERSIDADE DE FORTALEzA (UNIFOR), UNICEF