G. OUTROS PRINCÍ OUTROS PRINCÍ OUTROS PRINCÍ OUTROS PRINCÍPIOS PIOS PIOS PIOS
6. DIREITO INTERTEMPORAL E RECURSOS DIREITO INTERTEMPORAL E RECURSOS DIREITO INTERTEMPORAL E RECURSOS DIREITO INTERTEMPORAL E RECURSOS
A lei aplicável ao recurso é aquela A lei aplicável ao recurso é aquela A lei aplicável ao recurso é aquela
A lei aplicável ao recurso é aquela vigente à época da PUBLICAÇÃO da decisão recorridavigente à época da PUBLICAÇÃO da decisão recorridavigente à época da PUBLICAÇÃO da decisão recorrida, e não a lei vigente à vigente à época da PUBLICAÇÃO da decisão recorrida, e não a lei vigente à , e não a lei vigente à , e não a lei vigente à época do crime ou a lei vigente à época da interpo
época do crime ou a lei vigente à época da interpoépoca do crime ou a lei vigente à época da interpo
época do crime ou a lei vigente à época da interposição do recurso.sição do recurso.sição do recurso.sição do recurso.
RECURSOS EM ESPÉCIE RECURSOS EM ESPÉCIERECURSOS EM ESPÉCIE RECURSOS EM ESPÉCIE
1. 1.1.
1. RESERESERESERESE
Trata-se de recurso cabível, em regra, em face de decisões interlocutórias. Seu cabimento se encontra previsto no art. 581, CPPart. 581, CPPart. 581, CPPart. 581, CPP, comportando hipóteses taxativas (taxativas (taxativas (taxativas (numerus claususnumerus claususnumerus claususnumerus clausus)))):
ATENÇÃO: ATENÇÃO:ATENÇÃO:
ATENÇÃO: Cabe, de logo, esclarecer que todas as hipóteses do art. 581, CPP, que se operam na fase de fase de fase de fase de execução penal
execução penalexecução penal
execução penal NÃO MAIS ADMITEM RESENÃO MAIS ADMITEM RESENÃO MAIS ADMITEM RESE, sendo recorríveis por AGRAVO EM EXECUÇÃONÃO MAIS ADMITEM RESE recorríveis por AGRAVO EM EXECUÇÃOrecorríveis por AGRAVO EM EXECUÇÃO. recorríveis por AGRAVO EM EXECUÇÃO
Art. 581 Art. 581 Art. 581
Art. 581 ---- Caberá Caberá Caberá Caberá recurso, no sentido estritorecurso, no sentido estritorecurso, no sentido estritorecurso, no sentido estrito, da decisão, despacho ou sentença: , da decisão, despacho ou sentença: , da decisão, despacho ou sentença: , da decisão, despacho ou sentença: I - que NÃO RECEBERNÃO RECEBERNÃO RECEBER a denúNÃO RECEBER denúdenúdenúncia ou a queixancia ou a queixancia ou a queixa;;;; ncia ou a queixa
OBS: Embora o rol seja taxativo, admite OBS: Embora o rol seja taxativo, admiteOBS: Embora o rol seja taxativo, admite
OBS: Embora o rol seja taxativo, admite----se analogia em alguns casos (quando ficar clara a intenção da lei de se analogia em alguns casos (quando ficar clara a intenção da lei de se analogia em alguns casos (quando ficar clara a intenção da lei de se analogia em alguns casos (quando ficar clara a intenção da lei de abranger a hipótese). Da
abranger a hipótese). Daabranger a hipótese). Da
abranger a hipótese). Da decisão que rejeita ADITAMENTO à denúncia cabe RESE com base no art. 581, I, CPP.decisão que rejeita ADITAMENTO à denúncia cabe RESE com base no art. 581, I, CPP.decisão que rejeita ADITAMENTO à denúncia cabe RESE com base no art. 581, I, CPP.decisão que rejeita ADITAMENTO à denúncia cabe RESE com base no art. 581, I, CPP. Do Do Do Do RECEBIMENTO, entre
RECEBIMENTO, entreRECEBIMENTO, entre
2ª Fase OAB 2015.3 158/192 ATENÇÃO:
ATENÇÃO:ATENÇÃO:
ATENÇÃO: Súmulas 707 e 709 do STF Súmulas 707 e 709 do STF Súmulas 707 e 709 do STF –Súmulas 707 e 709 do STF ––– Interposto RESE da rejeição da denúncia, deve o recorrido ser intimado Interposto RESE da rejeição da denúncia, deve o recorrido ser intimado Interposto RESE da rejeição da denúncia, deve o recorrido ser intimado Interposto RESE da rejeição da denúncia, deve o recorrido ser intimado para oferecer contrarrazões (PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE RECURSAL), sob pena de nulidade absoluta, valendo destacar para oferecer contrarrazões (PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE RECURSAL), sob pena de nulidade absoluta, valendo destacar para oferecer contrarrazões (PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE RECURSAL), sob pena de nulidade absoluta, valendo destacar para oferecer contrarrazões (PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE RECURSAL), sob pena de nulidade absoluta, valendo destacar que a nomeação de
que a nomeação de que a nomeação de
que a nomeação de defensor dativo não supre aquela comunicação. Acórdão que provê RESE da rejeição da denúncia defensor dativo não supre aquela comunicação. Acórdão que provê RESE da rejeição da denúncia defensor dativo não supre aquela comunicação. Acórdão que provê RESE da rejeição da denúncia defensor dativo não supre aquela comunicação. Acórdão que provê RESE da rejeição da denúncia equivale ao recebimento desta, salvo no caso de invalidação da decisão do órgão
equivale ao recebimento desta, salvo no caso de invalidação da decisão do órgão equivale ao recebimento desta, salvo no caso de invalidação da decisão do órgão equivale ao recebimento desta, salvo no caso de invalidação da decisão do órgão a quoa quoa quoa quo....
ATENÇÃO ATENÇÃOATENÇÃO
ATENÇÃO: : : : Na Lei 9.099/95 (art. 82), da rejeição da denúncia cabe APELAÇÃO.Na Lei 9.099/95 (art. 82), da rejeição da denúncia cabe APELAÇÃO.Na Lei 9.099/95 (art. 82), da rejeição da denúncia cabe APELAÇÃO.Na Lei 9.099/95 (art. 82), da rejeição da denúncia cabe APELAÇÃO.
II - que concluir pela incompetência do juízoincompetência do juízoincompetência do juízo; incompetência do juízo; ; ;
OBS: Se juiz se considera competente, a solução seria impetrar HC. OBS: Se juiz se considera competente, a solução seria impetrar HC.OBS: Se juiz se considera competente, a solução seria impetrar HC. OBS: Se juiz se considera competente, a solução seria impetrar HC.
III – que julgar PROCEDENTESPROCEDENTESPROCEDENTESPROCEDENTES as EXCEÇÕESEXCEÇÕESEXCEÇÕESEXCEÇÕES, , , , salvo a de suspeiçãosalvo a de suspeiçãosalvo a de suspeição; salvo a de suspeição; ; ;
OBS: A OBS: A OBS: A
OBS: A exceção de suspeição é julgada por tribunalexceção de suspeição é julgada por tribunalexceção de suspeição é julgada por tribunalexceção de suspeição é julgada por tribunal, sendo que o , sendo que o , sendo que o RESE somente , sendo que o RESE somente RESE somente RESE somente é cabível de decisões de juízes é cabível de decisões de juízes é cabível de decisões de juízes é cabível de decisões de juízes de 1ª instância
de 1ª instânciade 1ª instância
de 1ª instância, razão pela qual não cabe RESE daquela decisão., razão pela qual não cabe RESE daquela decisão., razão pela qual não cabe RESE daquela decisão., razão pela qual não cabe RESE daquela decisão.
OBS: Decisão que julga IMPROCEDENTE a exceção é irrecorrível. OBS: Decisão que julga IMPROCEDENTE a exceção é irrecorrível.OBS: Decisão que julga IMPROCEDENTE a exceção é irrecorrível. OBS: Decisão que julga IMPROCEDENTE a exceção é irrecorrível.
IV- que pronunciar o réupronunciar o réupronunciar o réupronunciar o réu;
OBS: Decisão de IMPRONÚNCIA e ABSOLVIÇÃO SUMÁRIA são desafiadas por APE OBS: Decisão de IMPRONÚNCIA e ABSOLVIÇÃO SUMÁRIA são desafiadas por APEOBS: Decisão de IMPRONÚNCIA e ABSOLVIÇÃO SUMÁRIA são desafiadas por APE
OBS: Decisão de IMPRONÚNCIA e ABSOLVIÇÃO SUMÁRIA são desafiadas por APELAÇÃO (art. 416, CPP). LAÇÃO (art. 416, CPP). LAÇÃO (art. 416, CPP). LAÇÃO (art. 416, CPP). DENEGAÇÃO de absolvição sumária é irrecorrível, podendo ser cabível HC.
DENEGAÇÃO de absolvição sumária é irrecorrível, podendo ser cabível HC. DENEGAÇÃO de absolvição sumária é irrecorrível, podendo ser cabível HC. DENEGAÇÃO de absolvição sumária é irrecorrível, podendo ser cabível HC.
V - que conceder, negar, arbitrar, cassar ou julgar inidôneaconceder, negar, arbitrar, cassar ou julgar inidôneaconceder, negar, arbitrar, cassar ou julgar inidônea a FIANÇAconceder, negar, arbitrar, cassar ou julgar inidônea FIANÇAFIANÇA, FIANÇA, , indeferir, indeferirindeferir requerimento de prisão indeferir prisão prisão prisão preventiva
preventivapreventiva
preventiva ou revogáou revogáou revogáou revogá----lalalala, , conceder liberdade provisória o, , conceder liberdade provisória oconceder liberdade provisória oconceder liberdade provisória ou relaxar a prisãou relaxar a prisãou relaxar a prisãou relaxar a prisão em flagranteem flagranteem flagrante;;;; em flagrante
OBS: Por analogia, OBS: Por analogia, OBS: Por analogia,
OBS: Por analogia, indeferimento de requerimento de prisão temporáriaprisão temporáriaprisão temporáriaprisão temporária é recorrível por RESE.
VII - que julgar quebrada a fiança ou perdido o seu valor;quebrada a fiança ou perdido o seu valor;quebrada a fiança ou perdido o seu valor;quebrada a fiança ou perdido o seu valor;
VIII - que decretar a PRESCRIÇÃOPRESCRIÇÃOPRESCRIÇÃOPRESCRIÇÃO ouououou julgar, por outro modo, EXTINTA A EXTINTA A EXTINTA A EXTINTA A PUNIBILIDADEPUNIBILIDADEPUNIBILIDADEPUNIBILIDADE; ; ; ;
OBS: Recurso cabível da absolvição sumária fundada na OBS: Recurso cabível da absolvição sumária fundada na OBS: Recurso cabível da absolvição sumária fundada na
OBS: Recurso cabível da absolvição sumária fundada na extinção da punibilidadeextinção da punibilidadeextinção da punibilidade (art. 397, IV, CPP) é o extinção da punibilidade(art. 397, IV, CPP) é o (art. 397, IV, CPP) é o RESE(art. 397, IV, CPP) é o RESERESERESE (art. (art. (art. (art. 581, VIII, CPP), e não a apelação. Sendo o caso de extinção da punibilidade em uma sentença absolutória/condenatória, 581, VIII, CPP), e não a apelação. Sendo o caso de extinção da punibilidade em uma sentença absolutória/condenatória, 581, VIII, CPP), e não a apelação. Sendo o caso de extinção da punibilidade em uma sentença absolutória/condenatória, 581, VIII, CPP), e não a apelação. Sendo o caso de extinção da punibilidade em uma sentença absolutória/condenatória, aplica
aplicaaplica
aplica----sesesese o princípio da consunção (art. 593, §4º, CPP).o princípio da consunção (art. 593, §4º, CPP).o princípio da consunção (art. 593, §4º, CPP). o princípio da consunção (art. 593, §4º, CPP).
IX - que indeferirindeferirindeferirindeferir o pedido de reconhecimento da prescriçãoreconhecimento da prescriçãoreconhecimento da prescrição ou de outra causa extintiva da punibilidade;reconhecimento da prescrição outra causa extintiva da punibilidade;outra causa extintiva da punibilidade;outra causa extintiva da punibilidade; X - que conceder ou negarconceder ou negarconceder ou negarconceder ou negar a ordem de HABEAS CORPUSHABEAS CORPUSHABEAS CORPUS;;;; HABEAS CORPUS
OBS: Em se tratando de OBS: Em se tratando de OBS: Em se tratando de
OBS: Em se tratando de tribunaltribunaltribunal, da decisão tribunal, da decisão , da decisão denegat, da decisão denegatdenegatdenegatóriaóriaóriaória de HC, cabe de HC, cabe ROCde HC, cabe de HC, cabe ROCROCROC; da decisão ; da decisão ; da decisão ; da decisão concessivaconcessivaconcessivaconcessiva de HC, cabe de HC, cabe de HC, cabe de HC, cabe REsp ou RE, conforme a matéria
REsp ou RE, conforme a matériaREsp ou RE, conforme a matéria REsp ou RE, conforme a matéria....
XI - que conceder, negar ou revogarconceder, negar ou revogarconceder, negar ou revogarconceder, negar ou revogar a suspensão condicional da penasuspensão condicional da penasuspensão condicional da pena;;;; suspensão condicional da pena
OBS: Aplica OBS: AplicaOBS: Aplica
2ª Fase OAB 2015.3 159/192 OBS: No caso de suspensão c
OBS: No caso de suspensão cOBS: No caso de suspensão c
OBS: No caso de suspensão condicional da PENA, é cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.ondicional da PENA, é cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.ondicional da PENA, é cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.ondicional da PENA, é cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.
XII XII XII
XII ---- que conceder, negar ou revogar livramento condicional;que conceder, negar ou revogar livramento condicional;que conceder, negar ou revogar livramento condicional; que conceder, negar ou revogar livramento condicional;
OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO. OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO. OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.
XIII - que anular o processo da instrução criminalanular o processo da instrução criminalanular o processo da instrução criminalanular o processo da instrução criminal, no todo ou em parte;;;; XIV - que incluir juradoincluir juradoincluir juradoincluir jurado na lista gerallista gerallista gerallista geral ou desta o excluir;ou desta o excluir;ou desta o excluir; ou desta o excluir;
OBS: RESE de prazo mais amplo (20 dias), conforme art. 586, p. único, CPP. OBS: RESE de prazo mais amplo (20 dias), conforme art. 586, p. único, CPP.OBS: RESE de prazo mais amplo (20 dias), conforme art. 586, p. único, CPP. OBS: RESE de prazo mais amplo (20 dias), conforme art. 586, p. único, CPP. OBS: Para parte da doutrina, teria sido revogado pelo atual art. 426, CPP. OBS: Para parte da doutrina, teria sido revogado pelo atual art. 426, CPP.OBS: Para parte da doutrina, teria sido revogado pelo atual art. 426, CPP. OBS: Para parte da doutrina, teria sido revogado pelo atual art. 426, CPP. XV - que denegar a APELAÇÃOdenegar a APELAÇÃOdenegar a APELAÇÃOdenegar a APELAÇÃO ouououou a julgar desertajulgar desertajulgar desertajulgar deserta;;;;
OBS: NÃO é carta testemunhável. OBS: NÃO é carta testemunhável. OBS: NÃO é carta testemunhável. OBS: NÃO é carta testemunhável.
XVI - que ordenar a suspensão do processosuspensão do processosuspensão do processosuspensão do processo, em virtude de QUESTÃO PREJUDICIALQUESTÃO PREJUDICIALQUESTÃO PREJUDICIALQUESTÃO PREJUDICIAL;;;;
OBS: Decisão que denega a suspensão é IRRECORRÍVEL, sendo cabível HC. OBS: Decisão que denega a suspensão é IRRECORRÍVEL, sendo cabível HC.OBS: Decisão que denega a suspensão é IRRECORRÍVEL, sendo cabível HC. OBS: Decisão que denega a suspensão é IRRECORRÍVEL, sendo cabível HC.
XVII - que decidir sobre a unificação de penas;
OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO. OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO. OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.
XVIII - que decidir o incideincideincideincidente de falsidadente de falsidadente de falsidade;;;; nte de falsidade
XIX - que decretar medida de segurança, depois de transitar a sentença em julgado;
OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO. OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO. OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.
XX - que impuser medida de segurança por transgressão de outra;
OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO. OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO. OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.
XXI- que mantiver ou substituir a medida de segurança, nos casos do art. 774;
OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO. OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO. OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO. XXII - que revogar a medida de segurança;
OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO. OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO. OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.
XXIII - que deixar de revogar a medida de segurança, nos casos em que a lei admita a revogação;
OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO. OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO. OBS: Cabível AGRAVO EM EXECUÇÃO.
2ª Fase OAB 2015.3 160/192
XXIV - que converter a multa em detenção ou em prisão simples.
OBS: Esta hipótese NÃO é mais possível, pois o inadimplemento da multa não mais implica sua conversão em OBS: Esta hipótese NÃO é mais possível, pois o inadimplemento da multa não mais implica sua conversão em OBS: Esta hipótese NÃO é mais possível, pois o inadimplemento da multa não mais implica sua conversão em OBS: Esta hipótese NÃO é mais possível, pois o inadimplemento da multa não mais implica sua conversão em pena privativa de liberdade, devendo ser executada co
pena privativa de liberdade, devendo ser executada copena privativa de liberdade, devendo ser executada co
pena privativa de liberdade, devendo ser executada como dívida de valor (art. 51, CP)mo dívida de valor (art. 51, CP)mo dívida de valor (art. 51, CP)mo dívida de valor (art. 51, CP)
ATENÇÃO: ATENÇÃO:ATENÇÃO:
ATENÇÃO: Do indeferimento do RESE, cabe a CARTA TESTEMUNHÁVEL (art. 639, CPP).Do indeferimento do RESE, cabe a CARTA TESTEMUNHÁVEL (art. 639, CPP).Do indeferimento do RESE, cabe a CARTA TESTEMUNHÁVEL (art. 639, CPP). Do indeferimento do RESE, cabe a CARTA TESTEMUNHÁVEL (art. 639, CPP). Juízo de retratação é cabível no RESE
Juízo de retratação é cabível no RESEJuízo de retratação é cabível no RESE
Juízo de retratação é cabível no RESE, ou seja, o juiz diante desse recurso pode voltar atrás refazendo a sua decisão. Trata-se do EFEITO REGRESEFEITO REGRESEFEITO REGRESEFEITO REGRESSIVOSIVOSIVOSIVO (art. 589, CPP).
Prazo de interposição do RESE é de 05 dias (art. 586, CPP) Prazo de interposição do RESE é de 05 dias (art. 586, CPP)Prazo de interposição do RESE é de 05 dias (art. 586, CPP)
Prazo de interposição do RESE é de 05 dias (art. 586, CPP). O prazo para arrazoar é de 02 diaspara arrazoar é de 02 diaspara arrazoar é de 02 diaspara arrazoar é de 02 dias (art. 588, CPPart. 588, CPPart. 588, CPP). art. 588, CPP
Em regra, se processa por instrumento, extraindo Em regra, se processa por instrumento, extraindoEm regra, se processa por instrumento, extraindo
Em regra, se processa por instrumento, extraindo---se cópias para instruir o RESE-se cópias para instruir o RESEse cópias para instruir o RESE. Excepcionalmente, o se cópias para instruir o RESE Excepcionalmente, o Excepcionalmente, o Excepcionalmente, o processamento do RES
processamento do RESprocessamento do RES
processamento do RESE observa a subida dos autos (art. 583, CPP). E observa a subida dos autos (art. 583, CPP). E observa a subida dos autos (art. 583, CPP). E observa a subida dos autos (art. 583, CPP).
Em regra, não tem efeito suspensivo (art. 584, CPP). Em regra, não tem efeito suspensivo (art. 584, CPP).Em regra, não tem efeito suspensivo (art. 584, CPP). Em regra, não tem efeito suspensivo (art. 584, CPP). ATENÇÃO
ATENÇÃOATENÇÃO
ATENÇÃO: Sob o ponto de vista estritamente legal, : Sob o ponto de vista estritamente legal, : Sob o ponto de vista estritamente legal, : Sob o ponto de vista estritamente legal, atualmenteatualmenteatualmente, por conta do atualmente, por conta do , por conta do , por conta do art. 416, CPPart. 416, CPPart. 416, CPPart. 416, CPP, o assistente de , o assistente de , o assistente de , o assistente de acusação
acusação acusação
acusação somente pode interpor RESE em uma hipótessomente pode interpor RESE em uma hipótessomente pode interpor RESE em uma hipótese: QUANDO HÁ EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADEsomente pode interpor RESE em uma hipótese: QUANDO HÁ EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADEe: QUANDO HÁ EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADEe: QUANDO HÁ EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE (art. 584, §1º, CPP). (art. 584, §1º, CPP). (art. 584, §1º, CPP). (art. 584, §1º, CPP). Vale lembrar, entretanto, que
Vale lembrar, entretanto, que Vale lembrar, entretanto, que
Vale lembrar, entretanto, que a doutrina e a jurisprudência vem ampliando o interesse recursal do assistente.a doutrina e a jurisprudência vem ampliando o interesse recursal do assistente.a doutrina e a jurisprudência vem ampliando o interesse recursal do assistente.a doutrina e a jurisprudência vem ampliando o interesse recursal do assistente.
ATENÇÃO: ATENÇÃO:ATENÇÃO:
ATENÇÃO: No RESE, diferentemente da apelação (art. 600, §4º, CPP), não é possível a apNo RESE, diferentemente da apelação (art. 600, §4º, CPP), não é possível a apNo RESE, diferentemente da apelação (art. 600, §4º, CPP), não é possível a apNo RESE, diferentemente da apelação (art. 600, §4º, CPP), não é possível a apresentação de razões no resentação de razões no resentação de razões no resentação de razões no segundo grau, haja vista a possibilidade de retratação por parte do juiz.
segundo grau, haja vista a possibilidade de retratação por parte do juiz.segundo grau, haja vista a possibilidade de retratação por parte do juiz. segundo grau, haja vista a possibilidade de retratação por parte do juiz.
2. APELAÇÃO 2. APELAÇÃO2. APELAÇÃO 2. APELAÇÃO
Encontra-se previsto no artigo 593, devendo ser interposto em 5 diasartigo 593, devendo ser interposto em 5 diasartigo 593, devendo ser interposto em 5 dias, com prazo para juntada das razões em 8 artigo 593, devendo ser interposto em 5 dias prazo para juntada das razões em 8 prazo para juntada das razões em 8 prazo para juntada das razões em 8 dias (art. 600, CPP). Com ou sem razõ
dias (art. 600, CPP). Com ou sem razõdias (art. 600, CPP). Com ou sem razõ
dias (art. 600, CPP). Com ou sem razões, os autos serão submetidos à instância superior (art. 601, CPP).es, os autos serão submetidos à instância superior (art. 601, CPP).es, os autos serão submetidos à instância superior (art. 601, CPP).es, os autos serão submetidos à instância superior (art. 601, CPP).
ATENÇÃO ATENÇÃOATENÇÃO
ATENÇÃO:::: AAA apresentação de razões e contrarrazões NÃO é obrigatória,Aapresentação de razões e contrarrazões NÃO é obrigatória,apresentação de razões e contrarrazões NÃO é obrigatória,apresentação de razões e contrarrazões NÃO é obrigatória, e isso não impedirá o conhecimento e não impedirá o conhecimento e não impedirá o conhecimento e não impedirá o conhecimento e julgamento do recurso
julgamento do recursojulgamento do recurso
julgamento do recurso, pois o âmbito recursal é delimitado na interposiçãoo âmbito recursal é delimitado na interposiçãoo âmbito recursal é delimitado na interposiçãoo âmbito recursal é delimitado na interposição. De todo modo, o que se deve garantir são aos prazos para apresentação de razões e contrarrazões.
Diferentemente do RESE (interposto por instrumento), a apelação pode ser interposta por PETIÇÃO ou TERMO Diferentemente do RESE (interposto por instrumento), a apelação pode ser interposta por PETIÇÃO ou TERMO Diferentemente do RESE (interposto por instrumento), a apelação pode ser interposta por PETIÇÃO ou TERMO Diferentemente do RESE (interposto por instrumento), a apelação pode ser interposta por PETIÇÃO ou TERMO nos autos.
nos autos.nos autos.
nos autos. A petição de interposição é dirigida ao magistrado “a quo”, que exercerá um juízo de prelibação. Intima-se apelante e apelado para a apresentação de razões e contrarrazões. A interposição por termo nos autos normalmente ocorre nos casos de sentença proferida oralmente, mas, nada impede que a parte se dirija ao cartório e peça para reduzir a termo a petição de interposição. O réu preso será intimado pessoalmente da sentençaO réu preso será intimado pessoalmente da sentençaO réu preso será intimado pessoalmente da sentença e poderá na mesma oportunidade O réu preso será intimado pessoalmente da sentença assinar o termo de renúncia do recurso ou o termo de recurso, sendo esse tipo de apelação considerada como por termo nos autos. A expressão “ciente-Recorro” não é um termo nos autos, mas, pode o juiz entender como tal. Entretanto, o juiz pode considerar como não o sendo, e, assim, o recurso não será recebido.
OBS: Art. 600, §4º, CPP, autoriza a apresentaçã OBS: Art. 600, §4º, CPP, autoriza a apresentaçãOBS: Art. 600, §4º, CPP, autoriza a apresentaçã