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3.IV - Iconografia e decoração dos púlpitos

No documento O Púlpito Luso-brasileiro. (páginas 112-115)

1 - CONCÍLIO DE TRENTO. La Invocación, Veneración y Reliquias de los Santos y de las Sagradas Imágenes.

Disponível em < Http://multimedios.org/bec/etexts/trento/concil.htm >

Acessado em 04 de julho de 1999.

2 -BORROMEU, Carlos. Instrucciones de la Fábrica y del Ajuar Eclesiásticos. Introducción, traducción y notas de Búlgaro Reyes Coria; Nota Preliminar de Elena Isabel Estrada de Garlero. México, D.F., Universidad Nacional Autónoma de México, 1985.

Admite-se o uso de um ou dois ambões. Em sendo dois, um deles será destinado à leitura do evangelho e o outro à leitura das epístolas ou outros trechos da sagrada escritura. Aquele destinado ao Evangelho deve ser mais alto que o outro. Em sendo apenas um para ambas as leituras, este deve ser instalado no lado do Evangelho (lado direito de quem olha para o altar-mor) e ser construído de forma tal que o lugar do qual se lê o Evangelho seja ao menos um degrau mais alto do que o destinado às outras leituras. Recomenda que o ambão, se possível, seja servido por duas escadas de acesso, uma pela qual se suba mirando o oriente, portanto de frente para o altar-mor e outra pela qual se desce mirando o ocidente, portanto voltado para os fieis. E ainda, que sejam confeccionados ou pelo menos revestidos de mármore ou bronze dourado, adornado com alguma obra de escultura pia, conforme supunha então ter sido o uso nas antigas basílicas romanas. [BARROMEU, Carlos. Op.Cit., p.59-61.]

3 - BORROMEU, Carlos. Instrucciones de la Fábrica y del Ajuar Eclesiásticos. Introducción, traducción y notas de Búlgaro Reyes Coria; Nota Preliminar de Elena Isabel Estrada de Garlero. México, D.F., Universidad Nacional Autónoma de México, 1985., p.61.

4 - Ver nota 13 da Introdução deste capítulo.

5 - MENEZES, José Luiz da Mota. Dois Monumentos do Recife. São Pedro dos Clérigos. Nossa Senhora da Conceição dos Militares. Recife, Fundação de Cultura da Cidade do Recife, 1984. Pg. 23.

6 - BARATA, Mário. Igreja da Ordem 3ª da Penitência. Fotos de Marcel Galheiro. Rio de Janeiro: Agir, 1975.

7 - Ver, entre outros, os púlpitos:

a) com elementos clássicos,

da Igreja de São Brás da Romeira (1673). Santarém. (Fig.49);

da Igreja de Santa Maria do Olival. Tomar, Santarém. (fig.44);

da Ermida de Nossa Senhora do Monte Serrat. Salvador, Bahia (Fig.19);

da Igreja de Nossa Senhora do Pranto, em Arazede. Montemor-o-Velho, Coimbra.

da Igreja da Misericórdia. João Pessoa, Paraíba.

b) com elementos góticos,

da Igreja de São João Batista, em Tomar, Santarém. (Fig.26) 8 - Ver:

Sereias: nos cunhais dos púlpitos da Igreja de Nossa Senhora da Conceição dos Militares do Recife, Pernambuco, e da Igreja de Nossa Senhora da Conceição em Sabará, Minas Gerais. (Fig. 51 e 52)

Hidras sob o púlpito da Igreja do Convento da santa Cruz em Coimbra (Fig. 30);

Atlantes sob os púlpitos: da Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo em Sabará;

da Igreja do Espírito Santo em Arco de Valdevez, Viana do Castelo (Fig.17);

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da Igreja do Convento de São Francisco em Salvador, Bahia (Fig.86);

da Igreja de Santa Eulália em Aguada de Cima, Águeda, Aveiro. (fig.58);

da Igreja matriz de Santo Amaro de Brotas, Sergipe. (Fig. 23).

9 - Ver os púlpitos:

da Igreja da Misericórdia, em Guarda. (Fig.87);

da Igreja de Nossa Senhora do Carmo em São João del Rei, Minas Gerais (Fig101);

da Igreja de São Francisco em João Pessoa, Paraíba. (Fig.15);

da Igreja da Misericórdia, em Olinda, Pernambuco. (Fig.16);

da Igreja do Espírito Santo, em Arcos de Valdevez, Viana do Castelo (Fig.17).

10 - Ver os púlpitos:

da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco em Recife, Pernambuco. (Fig.41);

da Capela de Nossa Senhora da Apresentação em Vale de Avim. (Fig. 104);

da Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto, Minas Gerais. (Fig106).

11 - Ver os púlpitos:

com monograma jesuíta: da Igreja do Salvador em Elvas; e da Igreja de Nossa Senhora do Rosário em Embu, São Paulo (Fig.115).

com monograma carmelita: da igreja do Convento do Carmo no Recife, Pernambuco. (Fig.79).

12 - Ver os púlpitos:

da Capela da Santíssima Trindade em Tiradentes, Minas Gerais. (Fig.73);

da Igreja da Santa Cruz em Santarém. (Fig.29).

13 - CORREIA, Vergílio; GONÇALVES, Antonio Nogueira. Inventário artístico de Portugal - Vol.II.

Cidade de Coimbra. Lisboa: Academia Nacional de Belas Artes, 1947, p.105.

14 - SMITH, Robert. Frei José de Santo António Ferreira Vilaça escultor beneditino do séc. XVIII.

Lisboa, Fundação Gulbenkian, 1972.

Frei José de Santo Antonio colocou nos dois dosséis de Santo Tirso estátuas de São Miguel e da Caridade, seguindo esta tradição ou a indígena minhota, que já dera bela expressão nos púlpitos de S. Bento da Vitória, do Porto; de Nossa Senhora do Terço em Barcelos, dos conventos do Salvador e de N.S. da Penha de França, de Braga.

[SMITH, Robert. Op.Cit., p.533.]

15 - MACHADO, Reinaldo Guedes. O púlpito luso-brasileiro. Tese de doutorado em elaboração.

Obs. Trata-se do primeiro volume do presente texto.

16 - MACHADO, Lourival do Gomes. Os púlpitos de S. Francisco de Assis em Ouro Preto - Influência de Lorenzo Ghiberti na obra de Antonio Francisco Lisboa. In: MACHADO, Lourival do Gomes.

Barroco Mineiro. São Paulo: Perspectiva, 1969, p.147-176.

17 - VIDE, D. Sebastião Monteiro da. Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia. São Paulo:

Typographia 2 de Dezembro de Antonio Louzada Antunes, 1853.

§695 - Sob pena de excomunhão maior e multa de 50 cruzados, ninguém porá sem licença especial, ninguém porá escudo d’armas, ou quaisquer insígnias, ou letreiros nos portais, paredes ou em outra parte de dentro, ou de fora das Igrejas, Capelas ou Ermidas do nosso Arcebispado. [VIDE, D. Sebastião Monteiro da. Op.Cit., Título XIX,

§625.].

18 - BAZIN, Germain. A Arquitetura Religiosa Barroca no Brasil. Rio de Janeiro, Record, s.d. Pág. 126.

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3.V - Conclusão.

1 - SMITH, Robert. Frei José de Santo António Ferreira Vilaça escultor beneditino do séc. XVIII. Lisboa, Fundação Gulbenkian, 1972.

Robert Smith traz, nas figuras 218 e 220 deste seu livro, a reprodução de gravuras de Franz Xaver Habermann.

2 - Ver Tipologia, nota 4.

3 - ver púlpitos:

Tipo 5a: o púlpito da Igreja de Nossa Senhora do Carmo (Fig.40) e da Capela de Nossa Senhora da Conceição do Sítio da Jaqueira, no Recife (Fig.78); e do o do Convento de Santo Antonio em Igaraçu. (fig.80).

Tipo 5b: Igreja de Nossa Senhora do Carmo em João Pessoa, na Paraíba (Fig.82) e os da Igreja de Nossa Senhora da Conceição dos Militares, no Recife.

Tipo 2: da Igreja de Nossa Senhora da Corrente em Penedo, Alagoas. (Fig.39) 4 - Ver os púlpitos da Capela da Ordem Terceira de São Francisco (Fig.41) de autoria

comprovada de Francisco Manuel Beranger, mais os dois da Igreja de Nossa Senhora do Livramentro, talvez do mesmo autor; e os da Igreja de Nossa Senhora do Carmo (Fig.40); todos na cidade do Recife, Pernambuco.

5 - Ver os púlpitos da Igreja matriz de Santo Antonio Além do Carmo, da Igreja matriz de Nossa Senhora do Pilar (Fig.64), da Igreja de Nossa Senhora da Conceição do Boqueirão e na Igreja da Ordem Terceira de São Domingos, todas em Salvador, Bahia.

6 - Ver os púlpitos da Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Comandaroba (Fig. 24) e o da Igreja matriz de Santo Amaro das Brotas (Fig.23), ambas no estado de Sergipe; e o da Igreja paroquial de Santa Eulália em Águeda, Aveiro.

7 - Ver os púlpitos das igrejas de São Francisco de Assis e de Nossa Senhora do Carmo (Fig.93) em Diamantina, e o da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Brancos ou Capela do Padre Faria em Ouro Preto. (Fig.92).

8 - Ver os púlpitos da Igreja de Nossa Senhora das Mercês em Diamantina (Fig.100) e o da Igreja do Carmo de São João del Rei (Fig. 101), ambas em Minas Gerais.

9 - Ver os púlpitos da Igreja de São Francisco de Assis de São João del Rei (Fig.96), das igrejas de São Francisco de Assis em Ouro Preto (Fig.95 e 111) e de Nossa Senhora do Monte do Carmo em Sabará (Fig.97 e 112).

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No documento O Púlpito Luso-brasileiro. (páginas 112-115)