PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO
JOHNSON CONTROLS
Todos os dias eles fazem tudo sempre igual. Às dez para sete da manhã, come-ça o turno de trabalho na Ford, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista.
Simultaneamente, a 11 quilômetros dali, inicia-se também a jornada na John-son Controls, fornecedora exclusiva de bancos para os carros da montadora.
Daí em diante, a vida das duas empresas é totalmente sincronizada, inclusive o horário do almoço. A semelhança na programação dos relógios de ponto tem uma explicação. [...] A pontualidade é o ponto forte da parceria. Da linha de produção da Johson até a fábrica da Ford, o conjunto de bancos - os dois dianteiros e o traseiro - pode demorar, no máximo, 120 minutos.
Tudo é minuciosamente cronometrado. Via computador, a Ford avisa quais modelos começaram a ser produzidos em sua linha de montagem. Na fábrica da Johnson, que fornece bancos para os modelos Fiesta, Ka e Pampa, inicia-se a corrida contra o relógio. São 30 minutos para fabricar um lote de 48 bancos, mais 10 minutos para transportá-lo até o sistema de embarque no caminhão, na sequência correta: o primeiro banco produzido deve entrar por último na carroceria, pois chegará na ordem em que será montado no automóvel. Gas-tam-se outros 10 minutos para carregar o caminhão e emitir a nota fiscal. A viagem entre as duas fábricas é feita em 30 minutos. Da portaria da Ford, onde a nota fiscal é verificada, até o ponto de desembarque, são mais 20 minutos.
Os últimos 20 são gastos com a descarga e a chegada do lote no ponto exato da montagem dos bancos na linha de produção. Toda essa operação é repeti-da cerca de 20 vezes ao dia, com o total de 850 conjuntos.
Fonte: Martins e Laugeni (2015, p. 245).
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Por meio da análise do que abrange o PCP, seus objetivos, características, benefí-cios, custos e necessidades, pode-se observar que ele é identificado como elemento central e principal na estrutura administrativa de um sistema de produção. Para lidar com as crescentes exigências dos consumidores que, por sua vez, buscam melhores prazos de entrega, maior qualidade dos produtos e serviços, além de mais variedade, o PCP se torna essencial.
Justifica-se, assim, a importância de procurar maior eficiência nos sistemas de programação, planejamento e controle da produção. Todas as considera-ções acerca das vantagens e desvantagens da utilização conjunta, ou não, de alguns sistemas de PCP devem ser consideradas. O mais importante, contudo, é a adequação desses sistemas, com fatores, como: a estrutura organizacional da empresa, a estratégia adotada pela empresa para conquistar o mercado a que ela pertence, os fatores infraestruturais e as características dos produtos produ-zidos pela empresa.
A escolha de um determinado sistema de produção não garante, por si só, o sucesso competitivo de uma organização, entretanto, é condição necessária para se garantir esse sucesso. É necessário, então, que se conheçam todas as implica-ções estratégicas das decisões referentes ao tipo de sistema de produção e o seu modo de operação.
Caro(a) acadêmico(a), quero te convidar a dar uma atenção especial a nossa leitura complementar, pois, nela, traz-se uma metodologia para a implantação do setor de PCP nas pequenas empresas.
Espero vê-lo(a) em nossa próxima unidade. Um forte abraço.
1. Nos últimos anos, essa consciência acabou se cristalizando em um movimento que realça uma atividade vital dentro das organizações industriais: o planeja-mento racional das atividades de manufatura tendo em vista usá-la como uma arma competitiva.
(MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2013).
Estudamos, no início dessa unidade, alguns conceitos sobre planejamento e percebemos que o planejamento faz parte do nosso cotidiano. Sobre o plane-jamento é correto afirmar que:
a) O planejamento é uma formalização de todo o controle dentro de uma or-ganização.
b) O planejamento é uma formalização da execução que ocorre na operação da organização.
c) O planejamento é uma formalização daquilo que se pretende acontecer em determinado momento no futuro.
d) O planejamento é realizado apenas para planejamento tático e operacional.
e) O planejamento é realizado apenas por diretores que formalizarão ações que devem ser seguidas nos demais setores da organização.
2. Como departamento de apoio, o PCP é responsável pela coordenação e apli-cação dos recursos produtivos de forma a atender da melhor maneira possível aos planos estabelecidos nos níveis estratégico, tático e operacional.
(TUBINO, D. F. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2009).
Com base no assunto, planejamento e controle da produção, leia as afirmativas dispostas a seguir:
I. No nível operacional, preparam-se os programas de curto prazo de produ-ção e é realizado o acompanhamento desses programas. A programaprodu-ção da produção estabelece, no curto prazo, quanto e quando comprar, para se fabricar cada item necessário à composição dos produtos finais.
II. A capacidade de produção é o fator físico que restringe o processo produti-vo e que pode ser incrementada ou reduzida, desde que planejada a tempo, pela adição de recursos financeiros.
III. Os sistemas de produção convencionais buscam, continuamente, o aumento de flexibilidade, seja pela forma estrutural de distribuição dos recursos em uni-dades de negócios focalizadas, seja pela diminuição dos lotes de produção.
IV. Puxar a produção significa elaborar, periodicamente, um programa de pro-dução completo, com ordens de montagem, fabricação e compras, e trans-miti-lo aos setores responsáveis, para que iniciem suas funções.
Com base nas afirmações supracitadas, escolha a alternativa correta:
a) Somente as afirmativas I e II estão corretas.
b) Somente a afirmativa III está incorreta.
c) Somente as afirmativas III e IV estão corretas.
d) Somente a afirmativa I está correta.
e) Todas as afirmativas estão corretas.
3. As atividades do PCP são exercidas nos três níveis hierárquicos de planejamen-to e controle das atividades produtivas de um sistema de produção.
(TUBINO, D. F. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2009).
O fragmento citado expõe os três níveis hierárquicos de um sistema de pro-dução, sobre esses três níveis, associe as duas colunas, relacionando os níveis hierárquicos de planejamento e controle das atividades produtivas com suas respectivas características.
Níveis hierárquicos de planejamento e controle das atividades produtivas:
(1) Plano estratégico de produção.
(2) Plano mestre de produção.
(3) Programação da produção.
Características )
( Sistema empurrado ou sistema puxado.
)
( Flexibilidade total.
)
( Detalhamento do plano estratégico de produção.
)
( Ordens de compra, fabricação e de montagem.
)
( Sequenciamento do processo produtivo.
)
( Emissão e liberação de ordens de produção.
)
( Coordenação dos recursos produtivos.
)
( Especificação dos itens finais para famílias de produtos.
)
( Administração de estoque.
)
( Flexibilidade de volume e mix.
)
( Ausência de flexibilidade no planejamento.
)
( Previsão de vendas, plano de produção etc.
)
( Pedidos em carteira.
A sequência correta desta associação é:
a) 3, 1, 1, 3, 3, 3, 1, 2, 3, 2, 3, 1 e 2.
b) 3, 1, 2, 3, 3, 3, 2, 2, 3, 2, 3, 1 e 2.
c) 3, 2, 1, 3, 3, 3, 1, 2, 3, 2, 3, 1 e 2.
d) 3, 2, 1, 3, 3, 2, 1, 2, 3, 2, 3, 1 e 2.
e) 3, 2, 1, 3, 3, 3, 2, 2, 3, 2, 3, 1 e 2.
4. Ao desenvolver as suas funções, o PCP mantém uma rede de relações com as demais áreas da empresa. As inter-relações entre o PCP e as demais áreas da empresa se devem ao fato de que o PCP procura utilizar, racionalmente, os re-cursos empresariais, sendo eles materiais, humanos, financeiros etc.
(CHIAVENATO, I. Administração de produção: uma abordagem introdutória.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2005).
O fragmento traz que o PCP - planejamento e controle da produção se rela-ciona com informações de várias áreas da empresa. Sobre essas informações pertinentes ao PCP, analise as afirmações a seguir:
I. Vendas previstas.
II. Linhas de produtos.
III. Modo de produzir.
IV. Capacidade produtiva.
V. Informações sobre estoques existentes.
Assinale a afirmativa que apresenta as afirmativas corretas:
a) Somente as afirmativas I e II estão corretas.
b) Somente as afirmativas I, II e III estão corretas.
c) Somente as afirmativas I, II, III e IV estão corretas.
d) Somente as afirmativas II, III, IV e V estão corretas.
e) Todas as afirmativas estão corretas.
5. Considere a figura a seguir:
Planejamento-mestre da produção
Não
Sim Longo prazo
Médio prazo
Curto prazo Programação da produção
Plano de produção
PMP inicial
PMP final Viável
Figura 5 - Visão geral do planejamento mestre da produção - PMP Fonte: Tubino (2009).
A figura ilustra uma visão geral do planejamento mestre da produção, o PMP.
Pautando-se nos estudos sobre o PMP e nas informações apresentadas na fi-gura, relate como é a relação do plano mestre de produção com o plano estra-tégico de produção e a programação da produção.
6. Para produzir com eficiência e eficácia, torna-se necessário escolher e definir um sistema de produção que seja o mais adequado ao produto/serviço que se pretende produzir. Isso significa buscar os meios mais adequados para produzir determinado produto ou operar determinado serviço. É o que se chama de ra-cionalidade: buscar os meios apropriados para alcançar determinados objetivos.
(CHIAVENATO, I. Administração de produção: uma abordagem introdutória.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2005).
Para se buscar os meios mais adequados e apropriados para alcançar os ob-jetivos da produção, é necessário conhecer seus modelos, sistemas e plane-jamentos. Sobre esses assuntos, avalie as afirmações a seguir como (V) para verdadeiras e (F) para falsas:
)
( No sistema JIT de produção, a parte firme do PCP precisa ser emitida com uma antecedência muito grande, para suportar os altos lead times, fazendo com que a demanda usada para compor o PCP tenha forte influência da par-te prevista.
)
( Pode-se dizer que, na medida em que o tempo de preparação se aproxima de zero, a situação ideal de lotes de uma unidade pode ser atingida.
)
( Relata-se que o plano de produção, em médio prazo, ostenta uma flexibilida-de flexibilida-de volume e mix flexibilida-de produto.
)
( No nível estratégico, preparam-se as programações da produção, adminis-trando estoques, sequenciando, emitindo e liberando as ordens de compra, fabricação e montagem, bem como executar o acompanhamento e o con-trole da produção.
)
( Todo sistema de produção busca nivelar sua produção com a demanda de forma a acionar seus recursos apenas na medida em que os clientes forem solicitando os produtos.
)
( Se o plano de produção providenciou os recursos necessários e o PCP equa-cionou os gargalos, não deverá ocorrer problemas na execução do programa de produção sequenciado.
)
( O sistema de produção convencional apresenta soluções particulares para resolver os problemas de coordenação entre os vários pontos do processo produtivo, tais como: planejamento dos recursos produtivos, busca do tem-po de ciclo, dinâmica no acionamento do sistema de produção etc.
)
( O PMP tem como função desmembrar o plano tático de médio prazo em pla-nos específicos de produtos acabados, no sentido de direcionar as etapas da programação da produção.
)
( O sistema de puxar a produção fornece, de uma forma simples, em curto pra-zo, flexibilidade de mix ao processo produtivo, pois os recursos somente se-rão acionados na medida em que a demanda por itens realmente se efetivar.
)
( Com o passar do tempo e com uma definição melhor da demanda, a dinâmi-ca do planejamento mestre da produção faz com que o PMP firme assuma compromissos e se transforme em PMP flexível.
Caro(a) acadêmico(a), nesta leitura complementar, separamos um trecho do artigo de José Roberto de Barros Filho e Dalvio Ferrari Tubino, nesse artigo, com o título “O plane-jamento e controle da produção nas pequenas empresas - uma metodologia de implan-tação” é fornecido uma sequência para a implementação das melhoras práticas em PCP.
Esta é uma ótima leitura e quem sabe ela seja um incentivo inicial para você implantar o setor de PCP em sua empresa.
Metodologia para implantação do PCP em pequenas empresas
Planejar e controlar as atividades de uma empresa que produz produtos padronizados para estoque é bastante diferente de planejar e controlar produtos sob encomenda. Da mesma forma, o tipo de processo produtivo define a complexidade do planejamento e controle das atividades. De uma forma geral, as atividades de planejamento e controle da produção são simplificadas à medida que se reduz a variedade de produtos concor-rentes por uma mesma gama de recursos. Finalmente, o fato do produto ser um bem ou um serviço também tem seu reflexo na complexidade do sistema de planejamento e controle da produção.
Embora óbvias estas afirmações as vezes não são de conhecimento de toda a empresa.
O aprendizado do que é a atividade de PCP, quais suas características e impactos na fábrica, é de fundamental importância para qualquer empresa, principalmente, quando esta é pequena e não possui pessoal dedicado para esta atividade.
No recente trabalho de Corrêa, Gianesi e Caon (Corrêa et al. 1997), o aspecto implan-tação do sistema de PCP foi abordado, porém o foco do trabalho foi a implanimplan-tação de sistemas MRP II, para empresas já com uma estrutura considerável.
O trabalho aqui proposto busca focar a implantação do PCP em pequenas e médias empresas (que, normalmente, não tem nada ou muito pouco), partindo desde a defini-ção da equipe responsável pelo PCP, até a implantadefini-ção de um sistema, seja ele baseado na lógica do MRP II, JIT, ou ainda na Teoria das Restrições de Goldratt. A idéia consiste em estruturar as atividades do PCP através do aprendizado da empresa, seguindo uma metodologia de implantação das rotinas de PCP. As metodologias propõem dez etapas básicas para a implementação, são elas:
1. Definição da equipe responsável pelo “Projeto PCP”.
2. Sensibilização na empresa sobre a importância do PCP.
3. Nivelamento do conhecimento na empresa em PCP.
4. Caracterização do tipo de sistema produtivo da empresa.
5. Análise das características básicas e das especiais do sistema produtivo.
6. Análise do sistema atual.
7. Sistematização e simplificação do sistema produtivo atual.
8. Definição e especificação dos requisitos para um sistema de PCP.
9. Seleção ou desenvolvimento do sistema.
10. Implementação do sistema.
Os três primeiros passos são os passos básicos para qualquer implementação de ino-vação, é o início de tudo, a organização. Nesta fase, após a definição da equipe respon-sável, busca-se o apoio de toda a empresa (sensibilização), pois o PCP, praticamente, envolve toda a organização. Após isto, parte-se para o treinamento das pessoas, a fim de se obter o nivelamento do conhecimento em torno do assunto PCP.
Os quatro passos seguintes são ligados ao aprendizado e treinamento. A ideia é que a empresa aprenda com suas características, com seu tipo de produto e com seu tipo de processo, para poder escolher quais as prática que se encaixam melhor em suas carac-terísticas. Aqui ela vai escolher se vai usar o MRP I, o MRP II, o JIT, ou ainda compor as técnicas. Os passos seguintes são os de melhoria do sistema atual, onde são buscadas as simplificações na produção. Mudanças de layout, formação de células, treinamento da mão-de-obra, terceirização da fabricação de componentes etc. podem ser algumas das alternativas viáveis de serem implantadas.
Uma vez conhecido por completo o sistema produtivo, suas características e as neces-sidades da empresa em termos de informação, aí sim pode-se especificar ou definir um sistema de PCP. São os três passos finais da metodologia. Pode-se optar por uma evolu-ção gradual, começando-se com um sistema de MRP I, desenvolvido em planilhas ele-trônicas, e ir-se aprimorando com o passar do tempo. Estes três passos finais compõem um ciclo de melhoria contínua das atividades do PCP, pois, com o passar do tempo, no-vas necessidades aparecerão e um novo desenvolvimento se fará necessário, além de uma nova implantação.
Um cuidado especial foi tomado no desenvolvimento desta metodologia, que foi o de não se amarrar a nenhum pacote computacional específico ou prática de PCP, tipo MRP ou JIT. É dada a liberdade para a empresa aprender com o assunto e escolher o que é melhor para ela através de um processo de evolução e melhoria contínua.
Fonte: Barros Filho, J. R. e Tubino [s. d.].
A Meta - um processo de melhoria contínua Eliyahu M. Goldratt
Editora: Nobel
Sinopse: escrita em forma de romance, esta obra trata dos princípios de funcionamento de uma indústria, questionando o porquê de ela funcionar de determinada forma e como seria possível solucionar os problemas de empresas que estão com atrasos na produção e baixa receita. Com resultados
alcançados na prática, o processo de melhoria contínua desenvolvido por Goldratt pode ser aplicado em outras organizações, como bancos, hospitais, seguradoras, e até no ambiente familiar.
Planejamento e Controle da Produção: Teoria e Prática Dalvio Ferrari Tubino
Editora: Atlas
Sinopse: como é comum dentro da administração, a função de planejamento, a programação e o controle da Produção (PCP) apresentou uma dinâmica forte de renovação, em que muitos conceitos incipientes na década de 80 se consolidaram, alguns promissores sumiram por deficiência em sua prática
e outros tantos novos surgiram e precisam ser equacionados dentro de um modelo consistente de PCP. Este livro apresenta um modelo de PCP com as funções de planejamento estratégico da produção (longo prazo), planejamento-mestre da produção (médio prazo) e programação e acompanhamento da produção (curto prazo) revistas e atualizadas. Além disso, com a experiência de duas décadas, praticando e pesquisando as técnicas do Sistema Toyota de Produção, neste livro, é dado um passo forte no sentido de unir os atuais conceitos de Manufatura Enxuta (lean) com os de PCP. Outro ponto inovador nesta obra é a introdução de jogos computacionais como ferramenta de apoio didático para o ensino das funções do PCP, de forma que, praticamente, todos os conceitos de PCP aqui apresentados, e seus exemplos ilustrativos, podem ser praticados dentro de uma série de jogos (LSSP_PCP) desenvolvida em banco de dados Access com programação em Visual Basic.
A Meta - The Goal Movie Ano: 1988
Sinopse: baseado no best-seller de Eli Goldratt, conta a inspiradora história que explica com exemplos do dia a dia e conceitos que impulsionam o desempenho para maior produtividade.
Essa unidade foi produtiva no sentido de trazer uma visão geral de como é estruturado o PCP - Planejamento e controle da produção. Convido você a acessar o material complementar e aprender sobre os cuidados para integrar todos os setores ao PCP.
Web:http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/planejamento-e-controle-devem-integrar-todos-os-setores,86ac438af1c92410VgnVCM100000b272010aR CRD.
Estudamos, nesta unidade, que uma das atribuições principais do PCP é fazer com que aquilo que foi planejado seja executado. A seguir trago o link de um vídeo breve que ilustra esse planejamento e sua execução.
Web: https://www.youtube.com/watch?v=KcW4mDcKVV0.
BARROS FILHO, J. R.; TUBINO, D. F. IETEC. Instituto de Educação Tecnológica. O pla-nejamento e controle da produção nas pequenas empresas - uma metodologia de implantação. Belo Horizonte: IETEC. Artigo. [S. d.]. 8 p. Disponível em: < http://www.
techoje.com.br/bolttools_techoje/files/arquivos/Planejamentoecontroledaprodu-caonaspequenasempresas.pdf>. Acesso em: 01 mar. 2019.
MARTINS, P. G.; LAUGENI, F. P. Administração da produção. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
MARTINS, P. G.; LAUGENI, F. P. Administração da produção. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2015.
MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo: Cenga-ge Learning, 2013.
OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas. 31.
ed. São Paulo: Atlas, 2013.
PENOF, D. G.; MELO, E. C. Gestão de produção e logística. São Paulo: Saraiva, 2013.
RUSSOMANO, V. H. Programação e controle da produção. 6. ed. São Paulo: Pionei-ra, 2000.
SLACK, N. et al. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 1997.
SLACK, N.; BRANDON-JONES, A.; JOHNSTON, R. Princípios de administração da produção. São Paulo: Atlas, 2013.
SLACK et al. In: WEICK, K. E. Cartographic myths in organizations. In: HUFF, A. (Org.).
Managing strategic thought. Londres: Wiley, 1990.
TUBINO, D. F. Sistema de Produção: a produtividade no chão de fábrica. Porto Ale-gre: Bookman, 1999.
TUBINO, D. F. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. São Paulo:
Atlas, 2009.
VOLLMANN, T. E.; WHYBARK D. C.; JACOS, F. R.; BERRY, W. L. Sistemas de Planeja-mento e controle da produção para gerenciaPlaneja-mento da cadeia de supriPlaneja-mentos.
5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
ZACCARELLI, S. B. Programação e controle da produção. 8. ed. São Paulo: Pioneira, 1987.
2. A.
3. B.
4. E.
5. A figura da visão geral do planejamento mestre da produção permite ilustrar a relação entre o planejamento estratégico da produção e a programação da dução. Pois o PMP utiliza o que foi definido no planejamento estratégico da pro-dução para realizar o desmembramento em planos médio, com isso a empresa consegue definir a necessidade de colaboradores, máquinas e matérias primas a serem empregadas na fabricação de itens, podendo se tornar viável ou não o plano mestre de produção. Sendo viável, todas as informações definidas no PMP são direcionadas para a etapa de programação da produção, para orientar na execução das atividades operacionais da empresa em curto prazo.
6. F, V, V, F, F, V, F, F, V e F.
UNIDADE