O Mantra Hamsa
Esta parte do terceiro grau lida com os mistérios do mantra Hamsa, conhecido diferentemente como o Ajapa ou Para-prasada mantra.
Diz-se que ele é a essência de Om... Diz-se que sua eficácia reside no fato de que ele é a forma do Absoluto, Sol e Lua juntos, e ele é um mantra que todas as pessoas recitam 21600 vezes todos os dias através de sua respiração.
Ele é portanto a forma do tempo; como o Zodíaco tem 21600 minutos, e é um círculo completo, logo macrocosmo e microcosmo tem 21600 respirações, que é Hamsa.
Consciência-Desperta Amookos contrastada com o indivíduo inconsciente – como nós diferimos
Adormecido Pravrittamarg
Tripla natureza flui para dentro
O Ser dos Cinco Elementos
De múltiplas formas, as ações fluem para fora – palavras, trabalho, filhos, um verdadeiro amontoado no qual nos esquecemos de nós mesmos – ervas daninhas tornadas sementes, cultivadas no mundo.
Desperto Nivrittimarg
Grande Natureza Tripla Flui Para Dentro
O ser dos cinco elementos. Nós sacrificamos todos os prazeres terrenos ao Divino e retornamos à Fonte.
A ilha de AMOOKOS – Cresce uma Flor
É um segredo dos Nath-Kaulas que “Tempo é Respiração”.
Diz-se que Hamsa é Shabdabrahman ou o Absoluto na forma de som.
Diz-se que o Senhor Shiva ou Adinath possui cinco rostos. Cada boca pronunciou mantras, tantras e yantras de forma que as pessoas pudessem ser libertadas do oceano do samsara, ou a roda do tempo. Quatro destes rostos estão nos pontos cardeais e há um rosto superior do qual procedeu o mantra Hamsa e todo penetrante.
O Hamsa ou cisne é considerado como sendo o veículo de Brahma ou o Absoluto. Parahamsa é o nome dado à pessoa que alcançou aquele estado, desconhecido para nós, além de Hamsa.
Hamsa é o estado intermediário ou de manutenção entre a Criação e a Dissolução. Hamsa sustenta o microcosmo, que também é o macrocosmo.
A letra ‘Sa’ é Criação, e ‘Ham’ é Dissolução dentro da respiração contínua de um ser humano, esta toma a forma HA-Sa-HA. HA-Sa pela regra da gramática se torna HAMSa ou o veículo do Absoluto. Sa+HA pela regra da gramática se torna SO-AHAM (Ela ou Shiva eu sou).
Este som contínuo do Absoluto está presente dentro do coração de cada homem e cada mulher. Diz-se que Hamsa é a Deusa Gayatri, semente de todos os Vedas.
Contudo, dentro do mantra Hamsa está contida uma ciência-Nath muito antiga conectada com a inter-relação dentro do corpo humano entre o sol e a lua. A respiração é influenciada pelos vários planetas que são os raios ou bainhas do sol e da lua. Quando a respiração chega à Hamsa, que é sol e lua unidos, o tempo cessa e a pessoa está livre do Kalachakra e [torna- se_?] a si próprio Shiva-Shakti.
O tema do Mantra não pode ser totalmente separado do poder das palavras. Todas as palavras são compostas das letras do alfabeto. Na AMOOKOS a coletividade destas palavras é uma Grande Shakti ou Energia Feminina.
Concepção [no] útero: escuridão nascimento: luz
impressões alimento
respiração
no centro está o solo fértil
O estudo do som na Academia dos Cinco Sentidos deve ter demonstrado à você além de qualquer dúvida que o que as pessoas dizem não é sempre o que elas querem dizer, ou o que você acha que elas querem dizer. “Grandes” palavras como justiça, paz, amor, inspira as pessoas para várias atividades, e você deve sempre estar atento ao fato de que uma palavra pode significar coisas muito diferentes para diferentes pessoas. Devido à este grande poder hipnótico nós chamamos [este poder_?] Deusa Maya.
Medite sobre este ponto: A associação de Pensamento pode existir sem as
palavras?
Um fenômeno muito bem conhecido no hipnotismo é a ‘sugestão pós-hipnótica’. Quando alguém está no transe hipnótico é sugerido à esta que ao ser despertada ela realizará um ou outro ato, muitas vezes usando uma palavra como gatilho por parte do hipnotizador. Por exemplo, pode ser sugerido que ao ouvir a palavra ‘lua’ a pessoa se levantará.
Tem sido observado que após uma pessoa ter realizado um ato sobre uma palavra gatilho, se lhe for perguntado o porque, em nosso exemplo, ela se levantou, esta oferecerá alguma razão muito plausível. Ela poderá dizer “eu levantei porque achei que vi alguém que conheço do lado de fora da janela” ou “eu me senti como se estivesse com vontade de esticar minhas pernas”. Não importa quantas vezes elas forem ‘deflagradas’, elas sempre produzirão uma desculpa que poderá até mesmo fazer você duvidar do que sabe.
Este fenômeno é utilizado por hipnotizadores de palco, e a platéia gargalha de tal estupidez. Mas a coisa realmente passível de riso é que a maioria das pessoas realizam a maioria dos atos num estado de hipnose, e muitas vezes dão ‘razões’ plausíveis que explicam suas ações. Há Há Há .
O meio de condução da hipnose pode ser (1) palavras dos outros (2) emoções dos outros (3) imitação inconsciente dos outros. O sujeito hipnotizado é de uma natureza condicionada, um robô receptivo e ingênuo cujo ser integral pode conter nada além de palavras de outras pessoas.
Como Adinathas devemos fazer tentativas planejadas a fim de testar a veracidade destas declarações acima para nós mesmos, com uma mente aberta, na vida quotidiana.
Yoginis do Yantra Corporal
Aqui estão as meditações completas sobre as Yoginis do Yantra Corporal. Isso desenvolve o trabalho do capítulo dois.
Na Alvorada: Medite sobre si mesmo como unificado com Jnana Shakti Ao Meio Dia: Medite sobre si mesmo como unificado com Iccha Shakti
Ao Por do Sol: Medite sobre si mesmo como unificado com Kriya Shakti À Meia Noite: Medite sobre si mesmo como unificado com todas as três, Jnana Shakti estando sentada sobre flores brancas na região de seu crânio, Iccha Shakti sobre um lótus vermelho na região do seu coração e Kriya Shakti sobre um lótus na região dos seus genitais.
Kriya Shakti – (símbolo do Espírito)
Medite sobre a encarnação da Ação, negra como carvão polido, nua, com belas nádegas arredondadas e altos e grandes seios. Suas tornozeleiras e pulseiras são feitas de prata e incrustadas de safiras. Seus três belos e grandes olhos negros estão contornados com
coryllium (provavelmente um tipo de mineral_?_N.do T.). Sua testa está ungida com
ungüento púrpura na forma de três linhas; ela está usando dois anéis feitos de osso humano. Sentada sobre a coxa esquerda de Seu Shiva e o abraçando com Sua mão direita, como uma Deusa do Amor, segurando seu pênis ereto com Sua mão esquerda, Ela reluz com néctar, Seu belo corpo tremulando de amor. Em Seu pescoço um colar de flores azul índigo, Seu brilho e aura na cor de negro resplendor. Ao redor Dela e de Seu parceiro há cadáveres e caveiras e Ela e Seu Shiva estão ambos ungidos com as cinzas do campo de cremação.
Jnana Shakti – (símbolo da Lua)
Medite sobre a encarnação do Conhecimento como tendo uma bela face e três olhos, e uma lua crescente em Sua testa. Ela é da brancura do puro cristal ou neve, ou tão branca como leite de vaca, e porta em volta de Seu pescoço um belo colar de pérolas que se assemelha à uma chuva de néctar sobre Seus belos seios altos, e Seus ornamentos são feitos do cristal mais puro.
Seu belo cabelo está trançado e envolto por um ornamento circular de prata, Seus brincos são feitos de prata e cada um está incrustado com uma bela pérola; Seu corpo é gracioso e esbelto, gotículas de água se precipitam sobre Sua forma. Ela olha com amor para Seu Shiva, tocando Seu bastão de siddhi (poder) com sua mão e abraçando-o para Si com Sua mão direita, todo o Seu ser estremecendo com emoção e Amor. Perceba-os envoltos por guirlandas de flores de puro branco, sentados em um bosque de belas árvores, e rodeados de flores brancas, situado em uma ilha no meio de um lago agradável, a brisa leve suavemente agitando a árvore sob a qual eles estão sentados.
Entenda que esta árvore é as letras do alfabeto. Sua semente é Consciência- Desperta, suas raízes são puro som. Seus ramos, que são as letras da terra penetram o mundo; suas folhas que são as letras da água abrigam os três cosmos; seus botões, as letras do fogo, a ornamentam como jóias; suas flores, as letras do ar, fazem-na bela e seus frutos, que são as letras do éter, nutrem todos os seres. Néctar puro goteja dos ramos da árvore sobre os corpos de Jnana-Shakti e Seu Shiva. Esta árvore produz frutos e flores simultaneamente, ao longo do ano.
Iccha Shakti – (símbolo do Sol)
Medite sobre a encarnação da Vontade Livre Independente, nua como o espaço, vermelho dourada como dez milhões de sóis e dez milhões de fogos de dissolução. Sua forma vermelha está tremulando de desejo sexual. Após ter se banhado Ela Se ungiu com pasta de sândalo vermelho e Seu próprio sangue menstrual. Ela tem quadris belamente arredondados e grandes seios, Seus olhos inquietos estão perdidos em desejo. Após ter abraçado Seu amor-Shiva com Sua mão direita Ela posicionou seu pênis dentro Dela e está molhada de luxúria. Em cada um de Seus belos braços existem três linhas vermelhas paralelas. Ela porta brincos de ouro, tornozeleiras, braçadeiras e braceletes de ouro. Ela usa uma grinalda de flores vermelhas e Seu cabelo está despenteado. Seus belos lábios estão levemente separados por seu desejo. Ela e Seu parceiro estão ambos sentados sobre um belo lótus vermelho, cujo caule ergueu a flor para a superfície de um oceano de sangue.
Três Shaktis do Supremo Shiva
Iccha Jnana Kriya
Hrim Shrim Krim
Vigília Sonho Sono Profundo
Vame Jyeshta Raudri
Dameshvari Varreshvari Bhagmalini
Fogo Sol Lua
Criação Manutenção Destruição
Rajas Sattvas Tamas
Lalita Jvalamuhki Kali
Conhecedor Conhecimento Objeto do Conhecimento
Brahma Vishnu Rudra
Medidor Vara de Medir Coisa a ser Medida
Vermelho Branco Negro
Quatro Shaktis de Iccha Shakti :- Pita, Malini, Harina, Rakta
Quatro Shaktis de Jnana Shakti :- Alvorada, Meia Noite, Poente, Meio Dia Quatro Shaktis de Kriya Shakti :- Nila, Asita, Karbura, Aruna
Os significados dos nomes das oito Yogini são: Pita = Amarelo, Malinidevi = Garota [da_?] flor, Harinadevi = Verde, Raktadevi = Vermelho, Nilashakti = Indigo, Asitadevi = Negro, Karburadevi = Cinza, Arunashakti = Magenta. Vide o Yantra Corporal, capítulo dois.
Parameshvari, Maha Éter, Grande Espírito
Ultima-Shakti, em união com Ultima-Shiva tem as quinze garotas-Kula (5) acima como Seus membros – as Shaktis Iccha, Jnana e Kriya, com suas quatro Shaktis respectivas. Seus membros são os cinco elementos combinados com os três gunas em diferentes proporções.
É possível meditar sobre estes membros com sendo dedos de Kali (lua minguante) ou dedos de Lalita (lua crescente) ou como dedos unificados de Jvalamukhi. Cada lua ou Kula tem seus próprios quinze dedos e é ela mesma o dedo da Consciência, o décimo sexto.
Também é possível meditar sobre estes quinze membros como partilhando da natureza dos cinco elementos. Aqui estão suas cores mágicas e poderes tradicionais:
Púrpura – Lançar fora Vermelho – Submissão
Branco – Conhecimento, fama, boa sorte Amarelo – Paralisia
Verde – Proteção
Se meditados como sendo os quinze membros de cada uma das três shaktis principais de Adinatha eles causam:
Vermelho – atração Branco – libertação, paz Negro - morte
Magia(k) Interna do Yantra Corporal
Seu trabalho no segundo grau o terá familiarizado com a exteriorização das oito yoginis e sua “adoração” em um Yantra.
O ponto de vista Kaula é, entretanto, de que a magia(k) interna é mais potente do que a magia(k) externa; isto é, a absorção é mais potente do que a projeção.
Agora aprenda a interiorizar as oito yoginis da seguinte maneira:
Visualize oito lótus com suas oito pétalas como estando nas áreas do topo da cabeça, fronte, língua, garganta, abdômen inferior, ânus, base dos genitais e clitóris/pênis.
No centro de cada lótus visualize a yogini ou shakti particular:
Comece meditando no centro do topo da cabeça terminando no lótus no clitóris/pênis, e então na ordem inversa comece com o clitóris/pênis e termine na cabeça.
Permaneça cinco ou dez minutos visualizando estes chakras como cada um irradiando seu próprio tipo de energia. Então visualize os lótus simultaneamente gradualmente se dissolvendo um no outro, de forma que Nilashakti se dissolva em Pitadevi e Rakti-devi se dissolva em Aruna-shakti simultâneamente.
Então visualize Pita-devi e Aruna-shakti como se dissolvendo simultaneamente em Malini- Devi e Karbura-Shakti. Então visualize Malini-Devi e Karbura-Shakti simultaneamente se dissolvendo em Asita-shakti e Harina-Devi. Finalmente visualize Asita-Shakti e Harina- Devi se dissolvendo uma na outra na região do coração.
Agora visualize que da união destas duas últimas yoginis os dois centros da Lua e do Sol passaram à existir. Visualize uma Devi no centro da Lua e um Deva no Centro do Sol. Visualize que eles estão sentados num bosque agradável no centro do coração tendo relações sexuais.
No momento do orgasmo mútuo deles visualize que o Sol e a Lua se tornaram um e medite sobre este êxtase em seu coração.
Agora medite sobre os outros centros que emanam a partir deste êxtase amoroso na ordem inversa.
O Shri Yantra
O Shri Yantra é talvez o mais famoso de todos os mandalas Tântricos ou círculos mágickos. Ele é a forma diagramática da Deusa, considerado como o Corpo ou o Cosmo.
Ela é a Shakti do Tempo, ou Kali. Seu parceiro, com o qual Ela está Unificada, é Mahakala Adinath – Livre do Tempo.
Contudo, como o Shri Yantra está conectado ao processo de Criação, uma vez que esta criação é primariamente um processo sexual, Kali é apresentada no simbolismo do Shri Yantra como Lalita, a forma erótica ou prazeirosa.
Nós aprendemos com a Natureza que para que a criação ocorra, o esperma de um homem e o óvulo de uma mulher necessitam se unir. Isto é conhecido no Shri Vidya (Conhecimento do Shri Yantra) como Kamakala.
O Shri Yantra como uma planta
Devemos considerar o Shri Yantra como uma planta tanto quanto como um corpo humano; ambos nos ajudam à compreender aspectos de seu simbolismo. Ele não é estático, ele está sempre em movimento. Se o considerarmos como algo separado isso é apenar para compreender esta mudança, e não porque ele seja um símbolo fixo.
Esperma Óvulo Criança Branco Vermelho Misto
Duas plantas ou Pessoas criam uma terceira. Considerado como isolado o Shri Yantra representa um ser humano, um Micro-Macrocosmos, o Corpo do Tempo. Como Kali é Tempo e Manifestação, assim também Adinath é algumas vezes representado como um cadáver, ou Testemunha desta Manifestação.
Lalita é também conhecida como Tripura (três cidades). Estas três cidades são Suas Shaktis ou poderes de Vontade – Conhecimento – Ação, e Criação – Manutenção – Destruição. Elas são também as três cidades chamadas Conhecedor – Meio de Conhecimento – Conhecido, ou, como no nosso primeiro grau, Medidor – Meio de Medição – Medido. Mas porque cada aspecto é a Deusa Primordial, ao meditar sobre o Simbolismo do Um Único, é possível compreender Tudo.
A Semente da Planta
O bindu é o ponto de Criação, o próprio Som Puro, Imanente, prestes à se propagar dentro do Shri Yantra.
O Caule da Planta
Este se divide em Lua, Sol e Fogo. A Lua é os cinco triângulos invertidos no centro do diagrama, e o fogo é os cinco triângulos com o ápice para cima.
Cinco vezes três triângulos – os quinze dias da quinzena lunar. Quatro vezes três – os doze meses solares do ano. Doze mais quinze – as vinte e sete letras do alfabeto da AMOOKOS.
As Flores do Yantra
As oito pétalas e as dezesseis pétalas juntas são os vinte e quatro aspectos (6) do Sol e da Lua com os oito planetas, mas não um com o outro. Os três círculos são os três gunas circundando o Corpo do Tempo. O quadrado da terra com seus quatro portais é o Enquadramento Mágico(k) de Três Linhas, que é o Mundo.
Ser humano ou planta criada
A planta passa adiante sua essência através da semente, para formar uma nova planta, Shri Yantra ou Cosmo.
O Shri Chakra Yantra está dentro do Tempo, isso quer dizer que ele é um ser humano ou um Microcosmos com todas as suas Shaktis ou Energias. (O Senhor Shiva Adinath está além do Tempo). Quando a planta floresceu ela é um corpo humano. Antes disso ela está em criação, ou crescimento.
O Shri Yantra como um Corpo
O Bindu, ou ponto no centro representa Shiva-Shakti Samarasa – a união de Shiva e Shakti. O pequeno triângulo no centro representa o Cálice de Shambhala, ou Lua, Sol e Fogo, que estão no corpo como cérebro, coração ou plexo nervoso, e a substância cinzenta na espinha.
Os oito triângulos representam o Conhecedor ou Medidor, e é a Cidade ou Círculo do Conhecedor.
Os dois conjuntos de círculos cada um com dez triângulos representam o meio de conhecimento e ação, os cinco sentidos e os cinco modos de ação junto com as cinco impressões e os cinco elementos. Esta é a Cidade do Meio de Conhecimento, ou a Vara de Medir.
O círculo com quatorze triângulos representa as quatorze correntes principais de Energia Psíquica no Corpo, e portanto todas as suas extensões.
O círculo com oito pétalas simboliza os poderes e atrações sexuais no corpo, e o círculo com dezesseis pétalas simboliza os meios de atração.
O quadrado da Terra ou Enquadramento Mágico(k) é o corpo físico do indivíduo com seus vários elementos.
Existem portanto nove círculos do Shri Yantra completo (Micro-Macrocosmos). Em cada círculo Lalita existe em uma forma tríplice, presidindo sobre as Shaktis ou poderes de cada um dos Círculos. Cada um deve ser considerado como uma combinação ou transmutação da Lua, Sol e Fogo, o Cálice de Shambhala.
Até aqui nós lidamos com apenas dois modos de observar este Yantra, de maneira à ilustrar as profundidades contidas neste.
VÁRIOS YANTRAS DA ÁRVORE REALIZADORA DE DESEJOS (ESTRUTURA HUMANA) ALIMENTO : OS SENTIDOS LIBIDINUM ALLIUM EXCREÇÃO : PENSAMENTO E5* H2O
PRINCIPAIS NADIS DA CABEÇA. O2
NÓS USAMOS ESTES NA MAGIA(K). ENERGETICUM
* Elemento ESOTERIKOS No. Atômico 999
VAJRA YANTRA 1 MERULINGAM. O
SISTEMA NERVOSO
NADIS EM BRAÇOS E PERNAS, CENTRAL É UM NADI
YANTRA.
CABEÇA E GENITAIS. NÓS 1.CÉREBRO,
LUA
USAMOS ESTES NA MAGIA(K). 2 2.SISTEMA NERVOSO
COMO A RAIZ
DE UMA ÁRVORE
RAMIFICADA (O
PLEXO SOLAR É O PONTO CENTRAL),
3 SOL.
3.ESPINHA, FOGO. CANAL DE ALIMENTAÇÃO : A PRÓPRIA MAGIA(K)
YANTRA DA RESPIRAÇÃO
ALIMENTO: ÁGUA E COMIDA ALIMENTO: O2
EXCREÇÃO: URINA, FEZES, SUOR. EXCREÇÃO: CO2
O SISTEMA SANGUÍNEO
NÓS USAMOS ESTES NA MAGIA(K). É A RAIZ DE UMA ÁRVORE NÓS USAMOS ESTES NA
RAMIFICADA. MAGIA(K).
NÓS USAMOS ESTES NA MAGIA (K).
YANTRA DO CRÂNIO, INTERLIGANDO COM O MÚLTIPLO ACORDE HUMANO.
Na qualidade de Pai da nossa Terra o Sol pode ser considerado como tendo doze partes ou Kalas que são Porções de Semen. A Lua como Mãe pode ser considerada como tendo quinze partes ou Kalas que também são Porções.
Devido à Shakti ser o símbolo da manifestação, podemos considerá-La com Seus quinze Kalas ou Eternidades como um cosmos.
A Deusa Primordial é Uma, porém com vários aspectos. Cada aspecto é chamado um Vidya ou Tipo de Conhecimento, e Seu simbolismo ou Seu Yantra nos ensina sobre o Aspecto de Conhecimento particular que Ela encerra.
Nós podemos considerar a Deusa primordial sem nome como Uma Unidade com Três Shaktis – estas Três sendo Lalita, Kalika e Jvalamukhi. A última possui vinte e sete flamas ou Jvalas, e diz-se que Ela favorece os sadhus. Ela é Fogo, Kalika é Lua e Lalita é Sol. Jvala é menos conhecida que Lalita ou Kalika, mas está sentada sobre um vulcão e asperge cinzas.
Diz-se que a própria Lalita é de três formas – uma Garota, uma Mãe e uma Velha Mulher. Estas se relacionam ao Poder de Menstruação, à Criação, Manutenção e Destruição. Podemos perceber que a Forma Erótica de Lalita contém dentro de Si mesma todos os elementos, considerados em um aspecto ou modo particular.
As Quinze Eternidades da Deusa do Shri Yantra possuem nomes como Senhora do Desejo Sexual, Yoni Adornada com Flores, Senhora da Forma do Fogo, Aquela que está sempre Molhada, etc. Cada um dos mantras destas Devis é de uma natureza erótica, em consonância com a Deusa Presidente do Círculo.