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MEFISTO FOREST FIRE MULTILINGUAL GLOSSARY

Anexo I – Lista de Conceitos

MEFISTO FOREST FIRE MULTILINGUAL GLOSSARY

ATA Um método de ataque prolongado e sustentado, que requer recursos adicionais e

que é implementado se um incêndio escapar para além do controlo de um ATI.

Ataque direto

Uma tática ofensiva de supressão de fogo, que envolve o ataque direto sobre as chamas. Esta técnica depende normalmente do uso de ferramentas manuais e / ou de água.

Ataque indireto Qualquer método de supressão implementado longe da orla do incêndio.

ATI

Trabalho de supressão executado pelos primeiros meios de combate que chegam a um incêndio. O objetivo de qualquer ataque inicial deve ser sempre obter rapidamente o controle de um incêndio. Se um ataque inicial não for bem- sucedido, serão então necessários mais recursos.

Floresta

Um termo genérico para qualquer área de terra que ´e predominantemente caracterizada por ´arvores, seja em grandes extensões ou unidades menores. A floresta pode ser classificada de acordo com os tipos de espécies que contém

Carga de combustível

A quantidade de combustível presente numa área específica. A carga de combustível ´e medida em peso por unidade de medida (geralmente em quilogramas por metro quadrado). A carga de combustível ´e expressa em termos relativos como “carga de combustível pesado “ou “carga de combustível leve“.

Causa de incêndio

Eventos ou ações que produzem uma fonte de ignição, a qual quando em contato com os materiais combustíveis, provocam a sua ignição, ardendo estes em seguida com uma combustão sustentada. Para fins estatísticos, as causas de incêndio são geralmente agrupadas dentro de uma classificação padrão/ tipologias.

Comando A autoridade de uma entidade ou individuo para dirigir e controlar recursos.

Comando das operações

A autoridade conferida a uma pessoa ou entidade para dirigir e controlar recursos num evento / ocorrência, que requer ações para prevenir perda de vidas ou danos.

Combate a um incêndio

Um termo genérico para os vários métodos que podem ser usados para suprimir um incêndio ou partes de um incêndio, incluindo:

Comportamento

do fogo A reação de um fogo `a influência do combustível, meteorologia e topografia. Comportamento

extremo do fogo

Comportamento de incêndio que se torna errático ou difícil de prever, devido `a sua velocidade de propagação e / ou comprimento da chama. Este tipo de comportamento de fogo influencia geralmente o seu ambiente.

Condições Meteorológicas /

Tempo

O estado da atmosfera num determinado momento e lugar, em relação `a estabilidade atmosférica, temperatura e humidade relativa do ar, velocidade do vento, cobertura de nuvens e precipitação.

Deteção O ato ou processo de descobrir, localizar e reportar ocorrências de IF.

Drone Uma aeronave sem piloto a bordo

Efeitos do fogo Os impactos físicos, biológicos e ecológicos do fogo sobre o meio ambiente.

Época de incêndios

O período ou períodos do ano em que os incêndios florestais têm maior probabilidade de ocorrer.

Equipa terrestre

Qualquer grupo de indivíduos com um chefe e que operam em terra num incêndio. Este termo ´e geralmente necessário no caso do combate envolver operações aéreas.

EPI Qualquer equipamento ou vestuário necessário para assegurar a segurança do

pessoal nas operações de supressão num incêndio.

Evacuação A remoção de pessoas de ´áreas perigosas ou potencialmente perigosas, para áreas

seguras.

Faixa de gestão de combustível

Uma faixa linear no terreno, na qual o combustível da superfície e das copas foi reduzido.

Floresta Uma área de floresta com uma percentagem mínima de cobertura das copas,

conforme prescrito nas diretrizes/ convenções nacionais ou internacionais

Fogo O fogo é o produto da reação química da combustão, controlada no tempo e no

LV

Fogo controlado (fogo prescrito)

Uma queima planeada e controlada, realizada sob condições ambientais específicas, para remover o combustível de uma determinada ´área, devendo ser definida a intensidade e a velocidade de propagação necessárias para atingir os objetivos de gestão.

Histórico de incêndios

A reconstrução e interpretação da cronologia da ocorrência de incêndios florestais, das causas e impactos dentro de uma área especifica

Ignição O início da combustão.

Incendiários Um indivíduo que realiza a ignição de múltiplos incêndios em lugares separados,

sem um período de reflexão emocional entre os incêndios.

Incêndio Trata-se de uma combustão não controlada, nem no tempo nem no espaço.

Incêndio doloso A queima intencional e / ou maliciosa de combustível com intenção criminal de

causar danos.

Incêndio Florestal (IF)

Incêndio florestal ´e quando o fogo é uma área integral e pelo menos parte dos estratos arbustivo e arbóreo (partes superiores) são destruídos.

Incêndio Rural (IR)

O incêndio rural em que a área ardida florestal é superior à área agrícola e à área ardida total.

Interface urbano- rural

A zona de transição entre o espaço com ocupação agrícola, florestal ou inculto e o espaço edificado (urbano).

Localização do

incêndio Identificação da localização específica de um incêndio após sua deteção.

Mitigação

Um termo coletivo usado para as atividades implementadas antes, durante ou após um incêndio que são projetadas para reduzir as consequências reais ou potenciais do incêndio. As medidas de mitigação podem incluir esforços para educar governos, empresas e o público em geral sobre as ações apropriadas a serem tomadas para reduzir a perda de vidas e propriedades durante incidentes de incêndios florestais. O desenvolvimento de medidas de mitigação e normalmente baseado nas lições aprendidas com incidentes anteriores

Perigo Qualquer coisa que tenha o potencial de causar danos.

Perigo de incêndio

Um termo geral utilizado para expressar uma avaliação de fatores fixos e variáveis do ambiente de fogo, que determinam a facilidade de ignição, velocidade de propagação, dificuldade de controle e impacto. O perigo de incêndio geralmente ´e expresso como um índice.

Ponto crítico Um ponto pré-designado no tempo ou no espaço, no qual uma mudança prevista

no comportamento do fogo influenciará a tomada de decisão tática.

Prevenção de incêndios

Um termo coletivo para todas as atividades proativas que são implementadas com o objetivo de reduzir a ocorrência, gravidade e propagação de incêndios florestais. Conjunto de ações realizadas com o objetivo da gestão de combustíveis, reduzindo assim o risco de incêndio num determinado território, ou seja, redução do nível de facilidade de ignição e da dificuldade de supressão do incêndio.

Queima Fogo controlado - Um fogo/ incêndio gerido (ou seja, uma queima operacional ou

uma queima prescrita)

Queimada

Uma queima planeada e controlada, realizada com a finalidade de remover combustível, podendo fazer como parte de um Plano de Supressão de um Incêndio (fogo de supressão) ou de um exercício de gestão de terras (fogo controlado).

Risco

A probabilidade de ocorrência de um evento perigoso e o potencial resultado / consequências desse evento perigoso. O risco ´e calculado usando a seguinte equação: Risco = probabilidade de ocorrência x impacto potencial

Segurança Quando a exposição aos perigos foi controlada para um nível aceitável.

Supressão Todo o trabalho envolvido no controlo e na extinção de um incêndio.

Triangulação Um método que usa duas coordenadas conhecidas para determinar as coordenadas

de uma terceira localização.

LVI

Anexo II – Figuras

Figura 2 – Análises de incêndios florestais europeus ocorridos nos últimos 30 anos JRF Fonte: JRC (2018)

Figura 3 – Mapa Nacional de Risco de Incêndio de 1955 Fonte: Oliveira (2017) Figura 5 – Cartografia de Perigosidade de Incêndio Florestal de 2019 Fonte: DECIR 2019 Figura 4 – Mapa de Sensibilidade ao

Fogo de 1981 Fonte: Oliveira (2017)

LVII

Figura 6 – Estrutura Missão do Relatório da CTI Fonte: Gov.pt

Figura 7 – Objetivos do RCM n.º 157 – A / 2017 Fonte: Gov.pt

LVIII

Figura 8 – Presença da UEPS no DECIR 2019 Fonte: DECIR 2019

Figura 9 – Ordem de Serviço n.º 64 do CG, de 30 de Novembro de 1920 Fonte: Gov.pt

LIX

Figura 10 – Ordem de Serviço n.º 3 do CG, de 15 de Janeiro de 1921 Fonte: Gov.pt

Figura 11 – Esquema Histórico – Evolutivo do GIPS Fonte: GIPS.ppt

LX

Figura 14 – Implantação Territorial da UEPS Fonte: PPT gnr

Figura 16 – Área de Influência dos Meios Aéreos

de ATI Fonte: DECIR 2018

Figura 17 – Área de Influência dos Meios Aéreos

de ATI Fonte: DECIR 2019

Figura 15 – Área de Influência dos Meios Aéreos

de ATI Fonte: DECIR 2017

LXI

Figura 18 – Viatura Ligeira de Combate a Incêndios Fonte: https://www.bps.pt

Figura 19 – Viatura Pesada de Ataque Ampliado Fonte: https://regiao-sul.pt/