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Memórias DDR

No documento Livro Hardware (páginas 42-45)

O encaixe das memórias DDR é um pouco mais complicado, pois elas têm presilhas que retornam ao seu lugar de origem quando soltas. Isso dificulta o encaixe das memórias no momento da instalação, mas, depois, ajuda a estabilizar o pente no slot, impedindo que ele se mova ou solte-se, causando panes no sistema.

Além disso, o slot das memórias DDR possui um único recorte para encaixe. Após separar as presilhas, basta fazer o encaixe, adotando, des- sa vez, uma posição um pouco diagonal: as memórias DDR não entram verticalmente no slot. Após o encaixe, solte as presilhas e a memória será ajustada de forma automática, como você pode ver na Figura 11.2.

Figura 11.2.

Com relação às memórias DDR, só resta um cuidado a ser tomado na freqüência de operação: memórias de 333 ou 400 MHz não funcionam em placas com FSB de 133 MHz e, se misturadas com memórias de 233 MHz, funcionam nessa velocidade, não na velocidade em que deveriam funcionar. Regra que vale também para memórias DIMM misturadas: ao se colocar uma memória PC-133 ao lado de uma memória PC-100 na mesma placa-mãe, é a velocidade da segunda que prevalece. Ou seja, na dúvida, a placa-mãe sempre opta, por medida de segurança, pela configuração mais baixa.

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42 Primeira Parte

Portas

USB

Conectados processador e memória – além dos periféricos, se sua placa-mãe não for on-board – está na hora de configurar os demais com- ponentes acoplados à placa-mãe. Vamos começar pelas portas USB.

Existem três situações que você pode enfrentar com esses compo- nentes, que, além de fixarem a conexão-padrão para impressoras e outros periféricos, são os mais rápidos para a transferência de dados:

Você comprou uma placa-mãe antiga, que não possui conector, integrado ou não, para portas USB;

Você comprou uma placa-mãe com USB on-board;

Você comprou uma placa-mãe com USB on-board e com pinos para a conexão de mais portas ao mesmo tempo.

Vamos começar pela primeira situação: se sua placa-mãe não possui entradas USB, você pode comprar um kit de adaptação com quatro portas. Estas podem adequar-se a um slot do tipo PCI vazio. É claro que fazer isso acarreta inúmeras desvantagens: você perde um slot PCI para ganhar por- tas USB; só terá portas USB na traseira do micro, pois não existem placas de adaptação dianteiras; e, além de tudo, para manter as portas USB em funcionamento, perderá uma parte da capacidade de transferência de dados do PCI.

Na segunda situação, temos metade do problema resolvido, já que as portas USB traseiras são on-board e não precisam de nenhum tipo de conector para funcionar: basta que estejam habilitadas na BIOS (veremos como mais tarde). Com relação às portas USB dianteiras, de cor branca (chamadas de USB 1.0, já que alcançam velocidades 17 vezes menores do que a USB 2.0, de cor negra), temos de utilizar um dos conectores de barramento USB presentes na placa-mãe. Na Figura 12.1, observe um conjunto de portas dianteiras:

Figura 12.1.

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Montagem

Analise sua placa-mãe, de preferência com o manual de instruções à mão, pois, novamente, não há uma padronização dos conectores utiliza- dos pelos diversos fabricantes. Em todo caso, procure por conectores em formato de duplas de pinos com a inscrição EXT. O que vemos em USB (0 & 1), por exemplo, nos indica que podemos conectar duas portas USB (0 e 1), como as utilizadas na parte da frente em alguns gabinetes ATX e mini-ATX. Existem outras nomenclaturas, do tipo F_USB1, USB Port, ou simplesmente USB. Como foi dito, é melhor dar uma olhada no manual, já que não existe uma nomenclatura comum para essas portas.

Após a identificação do conector, procure pelos fios que ligam o painel USB dianteiro à placa-mãe. Para cada porta USB, são separados quatro fios: 5V (é possível encontrar, ainda, VCC ou Power), D+, D- e GND. Além disso, o número de cada porta é decalcado (0, 1, 2, A, B ou X, depende da nomenclatura) em todo o fio. Para cada uma das portas, faça um jogo de fios; trabalho manual chato, mas necessário para evitar curto-circuito e degradação de componentes da placa-mãe. A seguir, um exemplo de fios bem separados:

Figura 12.2.

Em seguida, acompanhe o manual de sua placa-mãe para conectar corretamente os fios a ela. Como dissemos, não há um padrão, entre os diversos fabricantes, para as conexões USB.

Existem alguns gabinetes, como os HT319, fabricados pela Eclipse, e alguns modelos comercializados pela Sattelite, que possuem duas portas USB laterais. Essas portas possuem cabos que saem da própria lateral e que devem ser presos aos conectores USB 0, 1 ou 2. Consulte novamente o manual da placa-mãe para conferir a nomenclatura.

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44 Primeira Parte

Cooler do

gabinete

É preciso instalar, ainda, o cooler do gabinete. Os gabinetes, antiga- mente, não precisavam de muita refrigeração: os HDs não eram muito rápidos, as memórias não passavam de 133 MHz e os processadores quase não aqueciam. Para se ter uma idéia, era muito comum ver gente usando processadores Celeron ou Pentium II sem nenhum tipo de cooler.

Hoje, infelizmente, as coisas mudaram de figura: com o aumento das freqüências de processador e de memória, além do upgrade no desem- penho das placas de vídeo, os gabinetes tornaram-se verdadeiros “fornos sem fogo”. É por isso que os novos gabinetes, por padrão, trazem um cooler localizado frontalmente às portas USB.

Nesse caso, existem duas situações:

Você comprou um gabinete com o cooler frontal e precisa ligá-lo; Você comprou um gabinete sem o cooler frontal.

No documento Livro Hardware (páginas 42-45)

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