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Consulta de enfermagem para Cidadãos nacionais dos Estados-Membros (EM) da União Europeia (UE), Espaço Económico Europeu (EEE) e Suíça abrangidos pelos regulamentos da UE sobre coordenação dos regimes de segurança social.

COM RESIDÊNCIA PERMANENTE EM PORTUGAL – O cidadão europeu que reside num Estado Membro (EM) diferente daquele onde está segurado tem direito a cuidados de saúde concedidos nos termos da legislação do EM onde fixa residência.

Cidadãos nacionais de outro EM segurados do sistema de segurança social português - Os trabalhadores e respetivos membros da família, a exercer atividade laboral em Portugal, com inscrição no sistema de segurança social português e NISS atribuído, são utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Cidadãos nacionais segurados do sistema de segurança social de outro EM a exercerem atividade em Portugal e Pensionistas que recebem uma pensão de outro EM e respetivos agregados familiares - Adquirem a qualidade de utentes do SNS se forem titulares do Documento Portátil S1 (atestado de direito) validamente emitido pelo EM por cujo sistema de segurança social se encontram abrangidos. Depois de validado no Centro Distrital da Segurança Social, IP a cópia do documento deve ser apresentada no Centro de Saúde, que procede à sua inscrição como utente do SNS ficando registado no RNU como “Migrante Português/Estrangeiro Residente Seg.

Estrangeiro” no campo “Tipo de utente”. A faturação é feita ao EM segurador.

Cidadãos não ativos nacionais de outros EM - A qualidade de utente do SNS depende da condição de residência em Portugal, devendo apresentar na unidade de saúde da área de residência o certificado de registo de residência em território nacional obtido junto da Câmara Municipal. A inscrição no Registo Nacional de Utentes (RNU) é feita como ‘Migrante Estrangeiro Residente Seg. Portugal’ no campo ‘Tipo de utente’.

COM ESTADA/RESIDÊNCIA TEMPORÁRIA EM PORTUGAL – A faturação é sempre realizada ao EM devedor.

Cidadãos de outros EM que se encontrem em estada em Portugal (turistas, estudantes não residentes, trabalhadores destacados ou pessoas noutra situação

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de estada temporária) - Acesso ao sistema de saúde através do Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD) ou do Certificado Provisório de Substituição do CESD (CPS).

Garante o acesso aos cuidados de saúde clinicamente necessários no contexto do aparecimento de um episódio súbito de doença, de modo a evitar que a pessoa seja obrigada a regressar prematuramente ao seu país para receber os cuidados requeridos.

Trabalhadores de outro estado membro, destacados não residentes – um trabalhador destacado é uma pessoa que normalmente está empregada num estado, mas, é enviado temporariamente para outro estado a fim de aí trabalhar para a sua empresa.

O período máximo de destacamento são 2 anos.

Este trabalhador tem direito a cuidados de saúde no estado para onde foi destacado, tendo acesso às mesmas condições dos cidadãos nacionais, através do cartão europeu de seguro de doença ou certificado provisório de substituição.

Cidadãos segurados de outro EM que se deslocam a Portugal com o objetivo de receberem um tratamento previamente autorizado (Documento Portátil S2) – uma pessoa segurada que viaje por sua iniciativa para outro estado membro com o objetivo de receber cuidados de saúde programados, deve solicitar autorização prévia à instituição competente daquele estado membro, sendo que cabe à referida instituição do cidadão a emissão do documento portátil S2.

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Assistente Técnico

• Solicitar documento de identificação (passaporte, cartão de identidade em vigor no seu país de origem).

• Confirmar validade dos documentos apresentados.

• Efetivar registo no RNU com a identificação do utente certificando-se da correta introdução da nacionalidade, da morada e dos meios de contacto, bem como da entidade financeira responsável.

• Utilizar o código referente ao fluxo para a identificação da Entidade Financeira Responsável (EFR).

• Se o utente já está inscrito no RNU, confirmar, sempre, possíveis alterações de dados.

• Proceder à confirmação da consulta/ato de enfermagem no SClínico sempre a pedido do utente/

representante legal ou a pedido médico ou do enfermeiro(a).

• Se a consulta solicitada estiver enquadrada nas situações de isenção de taxa moderadora o assisntente técnico procede à isenção do utente através do código adequado.

• Solicitar ao utente que aguarde na sala de espera.

Enfermeiro(a)

• Chamar o utente.

• Avaliar a situação do utente.

• Abrir o processo do utente no SClinico, elaborar/atualizar o plano de cuidados e/ou prescrição médica.

• Explicar os procedimentos ao utente.

• Realizar a consulta/ato de enfermagem ao utente.

• Efetuar os registos e fazer, se necessário, as aletrações ao plano de cuidados.

• Programar a próxima consulta/ato de enfermagem, se necessário.

• Preencher o documento de atendimento a migrantes "ConvençõesInternacionais (Mod.006A/DRCSS)

• Encaminhar o utente para o assistente técnico.

Assistente Técnico

• Avaliar no SClinico/marta e no SINUS as taxas moderadoras a pagar.

• Receber o pagamento e imprimir o recibo para entregar ao utente.

• Anexar cópia do cartão europeu de seguro de doença(CESD) ao documento Convenções Internacionais (Mod.006A/DRCSS) devidamente preenchido, remetendo mensalmente para a UAG do ACeS.CB, para posterior envio aos serviços da ARSCentro.

Fluxograma consulta/ato de enfermagem a migrantes

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Consulta de enfermagem para Cidadãos nacionais de países terceiros abrangidos por acordo bilateral celebrado entre Portugal e o país terceiro em causa.

Convenções Internacionais celebradas por Portugal com Países Terceiros no domínio da Segurança Social - Trabalhadores e respetivos membros da família, a exercer atividade laboral em Portugal, com inscrição no sistema de segurança social português, portanto com NISS atribuído, são utentes do SNS.

Os cidadãos abrangidos pelo sistema de segurança social de um país com o qual Portugal tenha celebrado um acordo de segurança social que abranja a proteção na doença e maternidade no quadro do sistema de saúde português podem aceder a cuidados de saúde desde que apresentem o respetivo atestado de direito, nas situações de permanência (acesso aos cuidados de saúde no âmbito do SNS) ou residência (inscrição como utentes do SNS) em território nacional.

Acordos de Cooperação no Domínio da Saúde celebrados entre Portugal e os PALOP - Asseguram a prestação de cuidados de saúde no SNS que o país de origem não tem capacidade técnica para prestar. Os pedidos de assistência médica carecem de aprovação pela Junta Médica Nacional ou Autoridade de Saúde competente dos PALOP, rececionados e validados pela DGS.

As convenções internacionais de Segurança Social celebradas por Portugal que abrangem a proteção na doença e maternidade são as seguintes:

o Convenção sobre Segurança Social entre Portugal e Andorra e respetivo Acordo Administrativo (Decreto nº 12/90, de 05 de maio, publicado no DR nº 100, de 02.05, I Série

o Acordo sobre Segurança Social ou Seguridade Social entre Portugal e Brasil e respetivo Ajuste Administrativo (Decreto nº 67/94, de 27.08, publicado no DR nº 198, de 27.08, I Série A; Resolução da Assembleia da República nº 6/2009, de 09 de janeiro, publicada no DR nº 40, de 26.02, I Série)

o Convenção sobre Segurança Social entre Portugal e Cabo Verde e Acordo Administrativo (Decreto nº 2/2005, de 4 de Fevereiro, publicado no DR nº 25, de 04.02, I Série A)

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o Ajuste e Ajuste Complementar, ambos em matéria de segurança social, entre Portugal e o Québec, no âmbito do Acordo sobre segurança social, entre Portugal e o Canadá. (Decreto nº 34/81, de 05 de março, publicado no DR nº 53, de 05 de março, I Série; Decreto nº 61/91, de 05 de Dezembro, publicado no DR nº 280, de 05.12, I Série A).

o Convenção sobre Segurança Social entre Portugal e Marrocos e respetivo Acordo Administrativo (Decreto nº 27/99, de 23 de julho, publicado no DR nº 170, de 23.06, publicado na I Série A)

o Convenção sobre Segurança Social entre Portugal e a Tunísia e respetivo Acordo Administrativo. (Resolução da Assembleia da República nº 29/2009, de 05 de Fevereiro, publicada no DR nº 175, de 17.04, I Série; Aviso nº 96.2010, publicado no DR nº 122, de 25.06, I Série

o Convenção sobre Segurança Social entre Portugal e o Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, adiante Reino Unido, no tocante às Ilhas do Canal (Jersey; Guernsey; Alderney; Herm; Jethou e Man) (Decreto nº 16/79, de 30 de dezembro, publicado no DR nº 38, de 30.12, I Série)

Tenha em atenção os seguintes procedimentos no momento de acesso destes cidadãos estrageiros ao sistema de saúde:

 Andorra: AND/PT 3 (estada) e AND/P 4 a6 (residência)

 Brasil: PT/BR 13 (estada e residência)

 Cabo Verde: CV/P6 (estada) e CV/PT 7 a 9 (residência)

 Québec: QUE/POR 4 (estada e residência)

 Marrocos: MA/PT 4 (estada) e MA/PT 5 e 6 (residência)

 Tunísia: TN/PT 6 (estada) e TN/PT 5, 7 E 8 (residência)

Acesso ao sistema de saúde ao abrigo de outras convenções ou acordos de cooperação celebradas pelo Estado Português (Ensino e Formação Profissional) - Os cidadãos serão titulares dos direitos de assistência médica e medicamentosa nas mesmas condições que o Estado português presta aos seus nacionais.

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Assistente Técnico

• Solicitar documento de identificação (passaporte, cartão de identidade em vigor no seu país de origem).

• Confirmar validade dos documentos apresentados.

• Efetivar registo no RNU com a identificação do utente certificando-se da correta introdução da nacionalidade, da morada e dos meios de contacto, bem como da entidade financeira responsável.

• Utilizar o código referente ao fluxo para a identificação da Entidade Financeira Responsável (EFR).

• Se o utente já está inscrito no RNU, confirmar, sempre, possíveis alterações de dados.

• Proceder à confirmação da consulta/ato de enfermagem no SClínico sempre a pedido do utente/

representante legal ou a pedido médico ou do enfermeiro(a).

• Se a consulta solicitada estiver enquadrada nas situações de isenção de taxa moderadora o assisntente técnico procede à isenção do utente através do código adequado.

• Solicitar ao utente que aguarde na sala de espera.

Enfermeiro(a)

• Chamar o utente.

• Avaliar a situação do utente.

• Abrir o processo do utente no SClinico, elaborar/atualizar o plano de cuidados e/ou prescrição médica.

• Explicar os procedimentos ao utente.

• Realizar a consulta/ato de enfermagem ao utente.

• Efetuar os registos e fazer, se necessário, as aletrações ao plano de cuidados.

• Programar a próxima consulta/ato de enfermagem, se necessário.

• Preencher o documento de atendimento a migrantes "Convenções Internacionais Mod. 006A/DRCSS.

• Encaminhar o utente para o assistente técnico.

Assistente Técnico

• Avaliar no SClinico/marta e no SINUS as taxas moderadoras a pagar.

• Receber o pagamento e imprimir o recibo para entregar ao utente.

• Anexar cópia do cartão europeu de seguro de doença(CESD) ao documento Convenções Internacionais .

Fluxogramaconsulta/ato de enfermagem – migrantes

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Consulta de enfermagem para Cidadãos nacionais de países terceiros não abrangidos por acordo bilateral celebrado por Portugal

Cidadãos nacionais de países terceiros com autorização de residência em Portugal - A inscrição no SNS depende da apresentação, nos serviços de saúde da área de residência, do título de autorização de residência no território nacional, emitido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. A faturação é considerada encargo do SNS a não ser que o cidadão apresente documento a terceiro pagador (Termo de Responsabilidade ou Seguro de Saúde).

Cidadãos estrangeiros que não sejam titulares de autorização de residência - Devem ser cobradas as despesas efetuadas, excetuando a prestação de cuidados de saúde em situações que ponham em perigo a saúde pública, mediante a apresentação de atestado de residência, emitido pela Junta de Freguesia da área de residência, de que se encontram a residir em Portugal há mais de noventa dias. Situações que podem colocar em perigo a saúde pública: Cuidados de saúde urgentes e vitais; Doenças transmissíveis que representem perigo ou ameaça para a saúde pública (ex. tuberculose ou sida);

Cuidados no âmbito da saúde materno-infantil e saúde reprodutiva, nomeadamente acesso a consultas de planeamento familiar, interrupção voluntária da gravidez, acompanhamento e vigilância da mulher durante a gravidez, parto e puerpério e cuidados de saúde prestados aos recém-nascidos; Cuidados de saúde a menores que se encontram a residir em Portugal, nos termos definidos no Decreto-Lei no 67/2004, de 25 de março; vacinação, conforme o Programa Nacional de Vacinação (PNV) em vigor;

cidadãos em situação de exclusão social ou em situação de carência económica de acordo com o comprovativo a emitir pelas entidades competentes.

Cidadãos nacionais de países terceiros que visitam Portugal em situação de estada temporária ou visita turística - O cidadão estrangeiro deverá apresentar documento comprovativo do seguro de saúde válido e, caso não o faça, deverá ser informado que terá que suportar o pagamento integral dos cuidados.

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Assistente Técnico

• Pedir um documento de identificação do cidadão.

• Se Cidadãos estrangeiros de países terceiros com autorização residência em Portugal - Autorização residência emitido pelo SEF proceder à inscrição do cidadão no RNU, com a atribuição de número de utente do SNS e disponibiliza o respetivo comprovativo a este novo utente do Serviço Nacional de Saúde.

• Com a inscrição do cidadão estrangeiro no SNS o mesmo passa a ter acesso ao sistema de saúde, em igualdade de tratamento que os utentes nacionais.

• Para a prescrição de medicamentos e meios complementares de diagnóstico o utente deverá ser identificado com o n.º de utente que lhe foi atribuído.

• No caso de Cidadãos estrangeiros de países terceiros em situação irregular - Atestado de residência emitido pela Junta de Freguesia - a) Atestado de residência. Deverá informar-se o cidadão sobre a necessidade de proceder à regularização da sua situação recorrendo ao Centro Nacional de Apoio à Imigração (CNAI).

• Deverá ser comunicada a situação ao CNAI de Lisboa, Porto ou Faro ou ao CLAII mais próximo, utilizando o modelo de informação em anexo. Os contatos atualizados poderão ser obtidos através do endereço www.acidi.gov.pt/es-imigrante. Na inscrição do interessado deve identifica-lo ao abrigo do subsistema “Despacho n.º 25 360/2001”

• Se Estrangeiro menor residente em Portugal em situação irregular - Documento comprovativo de registo no ACIDI

• Proceder à confirmação da consulta no SINUS com o registo administrativo de contacto (RAC) e se for ato confirmar no SClínico/Marta, a pedido do utente ou legal representante ou a pedido médico ou de enfermeiro.

• Se a consulta solicitada estiver enquadrada nas situações de isenção de taxa moderadora o administrativo procede à isenção do utente através do código correspondente.

• Solicitar ao utente que aguarde na sala de espera.

Enfermeiro(a)

• Chamar o utente.

• Avaliar a situação do utente.

• Abrir o processo do utente no SClinico, elaborar/atualizar o plano de cuidados e/ou prescrição médica.

• Explicar os procedimentos ao utente.

• Realizar a consulta/ato de enfermagem ao utente.

• Efetuar os registos e fazer, se necessário, as aletrações ao plano de cuidados.

• Programar a próxima consulta/ato de enfermagem, se necessário.

• Encaminhar o utente para o assistente técnico.

Assistente Técnico

Fluxograma consulta/ato de enfermagem à migrantes

Avaliar no SClinico/marta e no SINUS as taxas moderadoras a pagar.

Receber o pagamento e imprimir o recibo para entregar ao utente.

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Consulta de enfermagem para Cidadãos Nacionais de países terceiros com estatuto de refugiados ou com direito de asilo em Portugal.

É reconhecido aos requerentes de asilo ou de proteção subsidiária e respetivos membros da família o acesso ao SNS, mediante declaração comprovativa do pedido de asilo.

Têm acesso gratuito ao sistema de saúde para efeitos de cuidados de urgência, incluindo diagnóstico e terapêutica, e de CSP, bem como assistência medicamentosa, a prestar pelos serviços de saúde da sua área de residência.

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Fluxograma consulta/ato de enfermagem - migrantes

Assistente Técnico

• Solicitar documento de identificação do cidadão estrangeiro (passaporte, cartão de identidade em vigor no seu país de origem), bem como comprovativo de estatuto de asilo/refugiado.

• Abrir uma ficha de identificação para o cidadão certificando-se da correta introdução da nacionalidade, da morada e dos meios de contacto.

• Se este cidadão já possuir uma ficha, confirmar sempre possíveis alterações nos dados, com especial atenção para a morada e meios de contacto.

•Deverá ser utilizado o código referente ao Fluxo para a identificação da Entidade Financeira Responsável (EFR).

• Proceder à confirmação da consulta no SINUS com o registo administrativo de contacto (RAC) e se for ato confirma no SClínico, a pedido do utente ou legal representante ou a pedido médico ou de enfermeiro.

• Solicitar ao utente que aguarde na sala de espera.

Enfermeiro(a)

• Chamar o utente.

• Avaliar a situação do utente.

• Abrir o processo do utente no SClinico, elaborar/atualizar o plano de cuidados e/ou prescrição médica.

• Explicar os procedimentos ao utente.

• Realizar a consulta/ato de enfermagem ao utente.

• Efetuar os registos e fazer, se necessário, as aletrações ao plano de cuidados.

• Programar a próxima consulta/ato de enfermagem, se necessário.

• Encaminhar o utente para o assistente técnico.

Assistente Técnico

• Proceder ao RAC no SINUS de acordo com a situação correspondente.

• Os requerentes de asilo e refugiados e respectivos cônjuges ou equiparados e descendentes estão isentos do pagamento de taxas moderadoras, mediante apresentação de declaração comprovativa de pedido de asilo ou de autorização de residência provisória válidas, sempre que recorram aos serviços de saúde.

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