Capítulo III Local-centric Mobility System (LMS)
3.4 Mobilidade Local em Micro Domínios
O L MS im p lem e nt a um cenário expl icit am ent e d e mob ilidade l ocal. Nest e c onc eit o, todo s os t erm inais m óv eis são inseridos em m icro- dom ín ios de m obilid ade per ant e os quais dev em ef ectu ar t odas as co nsid eraç ões d e segu ranç a rel at ivas às polític as de s egur anç a d ef inidas pelo ope rador. Pod erá c om p reen der-se o s micro -domí nios com o p equenas red es de ac ess o q ue aglom eram um c onjunt o bem d ef inido de Bas e Stat ions que possi bilit am por s ua ve z que o t ermina l m óv el as use como ponto d e acesso à r ede.
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Ass oc iado a cada micro- dom ínio est á um d omí nio de r ede IPv 6. D est a f orm a, dent ro do m esm o dom ín io to das as Bas e St ations d o m icro- dom ín io anunc iam o m esm o pref ix o de rede IPv6, perm itind o assim que os t erm inais s e m ov am dentr o do dom í nio sem n ecessita rem de alt er ar o s eu ende reç o IPv 6 (CoA – Car e of Addr ess). A este t ipo de tr ansiçã o inte rna no mic ro-dom ínio des igna- se por Intra Micro- Doma in Hand over, que s erá expli cado n a secçã o d e ha ndov ers . Cad a m icr o- domí ni o LMS tem um a ch ave secr et a ú nica que serve par a deriv ar PIDs (Perso nal IDe nt ifiction ) para ca da termi nal m óvel ancor ado a ele. Es te s PIDs servem para o t erm inal p oder assi nar t odos o s seus pacote s de cont r olo gar antindo assim q ue não s erão p ossíveis at aques de personif icaç ão.
A cada m icro- dom ín io pode es tar ass oc iado um nív el de acess o d ist int o. Dest a fo rm a, po derá definir -se q ue um dad o m icro- dom ín io é r estrit o e q ue a penas determ inados te rm inais m óveis, devi dame nt e especif ic ados no se rvidor d e AAAC, po dem aceder ao m esm o. Est a f lexibi lidade perm it e est ender o co nceit o d e red e de ope rado r a um nível m ais av ança do permiti ndo assim c riar espaç os d e acess o r es erv ados a dete rm inados client es da r ede. No LMS po de-s e entã o d ef inir os m ic ro- dom ínios em dois ti pos dif er ent es: Ac es so Res tr it o e Ace ss o Tot al. Dev ido à fo rm a c om o os a gent es da r ede do micro- d omí nio c omun icam , no LMS é p ossível criar espaç os pr eenc hidos p or Base St ations pert ence nt es a m ic ro- dom ín ios d if erente s, i nclu siv e de cat ego rias de acesso disti nt as. Desta f orm a, é pos síve l m isturar no m esmo c onjunto, Bas e Statio ns d e Ac esso Re st rito e Bas e St at ions de Acess o Tot al, pert ence nt es a domí nios de Acess o R est rit o e dom ínios de Aces so Total res pec tivam ent e. Na Fig ura 30 p ode- se ver um ex em plo d e um mic ro -dom ínio mist o, o nde as células m ais escur as s ão es paços d e Ac esso Rest rito e as m ais cl aras sã o espaços d e Ac ess o Tot al.
F i g u r a 3 0 – L M S , r ep r e s en t a ç ã o d e u m c e n á r i o d e M i c ro - D o m í n i o s h e t e r o g é n e o s
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55 Um micro- dom í nio L MS é constit uí do p or um MAP – Mobility Anc hor P oint e um a o u m ais B ase Stati ons. A relaçã o entr e est es a gent es é hier árqu ica s endo que t odas as B ase St at ions obedecem ás ord ens do MAP do s eu micro-domí nio. O MAP é o r espo nsável por tod o o m ic ro- dom ín io, e p or essa r azão é ele q ue contr ola o ac ess o à r ede, c ont abiliza tod o f lux o de dados e tam bém é ele que neg ocei a os pr ocessos de han dove r re quer idos p elos t ermi nais m óveis.
C omo fu ncio nalida de ac res ci da, o M AP tem ainda com o su a r es pons abilid ade c onf igur ar t odas as Base St ations do seu micro- d omí nio. Est e po nt o s erá descr it o c om mai or det alhe um pouc o mais à f r ent e na secção de auto -c onf igur ação da r ede. Sem pr e q ue o MAP n ecessita de t om ar uma decisão que não depe nde a penas do se u p rópr io dom ínio, mas sim da re de global d e opera dor, ele q uest ion a o MMP (Mobility Man agement P oint) sobre qual a de cis ão a tom ar p eran te a sit uação em que este se enc ont r a. O MAP é t am b ém o r es pons ável pe la criação, gest ão e cont rolo de tod os os gr upos Mult ic ast us ados para encaminh ar os dado s na rede nuc lear d o m icro- dom ín io. Est e po nt o é t am bém det alh ado c om mai or p orm enor um p ouco m ais a f rente na s ecção Multicast. Por f im, falt a ain da acr esc ent ar, que o MAP é o res ponsáv el pel a liga ção d e com unic ação de da dos entr e o micro- dom ínio e a Int er net. Ou s eja, o MAP é r espo nsável por enc am inhar todos os pac ot es do mic ro- d omí nio par a a I nt er net e vice-versa, tendo sem pr e em consider açã o as polit ic as de ac ess o da r ede. A Fig ura 31 ilust ra a arqu it ect ur a d e um micr o-d omí nio LMS.
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Poderá as sim com preender -s e um m icr o-domí nio L ocal- ce nt ric Mobilit y Syst em com o um a r ede a ut ónom a co nst it uí da por dois tipos d e agent es, MAP e Base St ation s, onde devi do ao t ipo de h iera rqui zaç ão o MAP é o r es pons ável t ot al por to do o m ic ro- dom ínio a o qual pert enc e.