TOS NOS CENTROS OU CHAKRAS DO MICRO-
COSMOS.
Quando nos referimos aos desígnios devemos compreender que nos
referimos às preeminências biológicas, fisiológicas e psicológicas que estão
contidas no micro-cosmos ou máquina humana que determinam a priori
nossa forma de ação e apreensão.
Para desarrolhar este tema e poder discerni-lo em toda a sua comple-
xidade e compreensão devemos entender que estes desígnios estão contidos nos centros energéticos, como o centro MOTOR que rege o sistema muscu- lar e ósseo, o centro INSTINTIVO que se assenta sobre o aparato reprodu- tor, o centro EMOCIONAL que rege o sistema anímico e o centro INTE-
LECTUAL que dirige a razão, a memória, etc. Em realidade a esses centros os estudaremos de acordo com o que pregam as teorias orientais, como o yo-
ga, o tantrismo, o yudismo, o brahmanismo, etc., qie os denominam CHA- KRAS.
É importante compreender que desde a filosofia gnoseológica hiperbó- rea a terminologia que utilizamos com respeito aos chakras é a de centros energéticos, mas desarrolharemos este ponto desde a filosofia esotérica do
yoga, posto que existe um forte dogmatismo neste conceito; por isso o estu- daremos baixo esta temática conceitual.Começaremos com uma descrição
dos SETE CHAKRAS , seu elemento, localização, mantra, yantra, função e deidade.
É importante reconhecer e entender que cada grupo racial tem incor- porado uma determinada ORDEM ESPIRITUAL que é correlativa à sua
estrutura cultural. Por isso devemos entender que nós, os OCIDENTAIS de origem ÁRIO INDO-EUROPEU pertencemos a um determinado grupo de espíritos determinados HIPERBÓREOS e possuímos uma IDOSIN- CRASIA RACIAL E CULTURAL PRÓPRIA, a mesma está contida na herança cultural que provém das TRADIÇÕES GRECO-ROMANAS E DAS GRANDES CIVILIZAÇÕES QUE NASCERAM ATRAVÉS DA HISTÓRIA EUROPÉIA E AMERICANA.
Por isso é imprescindível entender que de acordo a origem ESPIRI- TUAL E RACIAL é onde devemos buscar nossa LIBERTAÇÃO ESPIRI-
TUAL e é uma perda de tempo insistir em buscar a liberdade para um aria-
no: latino, germano, hispânico, nórdico, etc., em teorias ORIENTAIS, POSTO QUE UNICAMENTE ACHARÃO CONFUSÃO E DESORI-
ENTAÇÃO.
Lamentavelmente este tipo de dogmas orientais através da história, especialmente a contemporânea, tem penetrado no corpo social do ocidental, contaminando com suas doutrinas e ideologias esotéricas a estrutura cultu-
ral do ocidente Ariano Indo-Germânico ou do IMIGRANTE EUROPEU AMERICANIZADO, porque é fundamental esclarecer que não é unica- mente o SANGUE o meio desde o qual adquirimos CONSCIÊNCIA NO- OLÓGICA, mas também o SOLO contém em sua geomancia uma corolo-
grafia que aporta uma mística com a qual podemos incorporar consciência
espiritual; dali que a fusão de certos grupos de imigrantes europeus com o sangue indígena americano gerou uma RAÇA DE ESPÍRITOS de um po-
der sem igual e uma mostra disso é o líder absoluto JUAN DOMINGO PERÓN e sua companheira, a siddha EVA PERÓN. Dessa maneira temos caído em dogmas orientais que nos tem modificado no sentido místico, reli-
gioso e esotérico, introduzindo panacéias religiosas como o yoga, budismo,
meditação zen, cristianismo oriental, mística mulçumana, etc., que se bem
são dogmas religiosos com certa conotação hiperbórea, elas estão delineadas
para os diferentes GRUPOS RACIAIS ORIENTAIS.
Por isso devemos no colocar internamente e entendermos que para nós, descendentes de Ários Europeus, o CAMINHO ESTÁ CONTIDO EM NOSSAS TRADIÇÕES MÍSTICAS MITOLÓGICAS GRECO-
ROMANAS, GERMANAS, NÓRDICAS, CELTAS, IBÉRICAS OU IN-
DO-AMERICANAS, ETC. POR ISSO NÃO SE DEVE CAIR NO ERRO DE CRER QUE O ORIENTALISMO É A VERDADE, PORQUE NÃO É ASSIM, A VERDADE ESTÁ EM NOSSO SANGUE E SOLO, EM
SEU VRILL RACIAL E ESPIRITUAL.
Mas como muitos viryas se desviam e caem nos dogmas esotéricos o- rientais, nos remetermos a uma descrição dos CENTROS ENERGÉTICOS
DA MÁQUINA HUMANA DESDE UMA CONCEPÇÃO ORIENTAL,
mas isso o realizamos simplesmente para demonstrar ao guerreiro hiperbó- reo que nosso caminho é outro, porque DEVEMOS OLHAR PARA NÓS
É necessário entender profundamente com nosso espírito o mistério
contido no sangue, na raça e na nossa consciência coletiva racial. Queremos deter-nos nesse ponto porque não deve haver um entendimento equivocado, porque quando sustentamos que a raça é fundamental no caminho da salva- ção afirmamos essa premissa não como a única condição, senão como uma mais que participa o conjunto de condições necessárias para a transcendên- cia. Porque mais que a raça, o que distingue no indivíduo, no virya, é a sua condição ANÍMICA ESPIRITUAL, e este substrato ontológico próprio do
EU é o principal princípio do espírito. Pode ser que o virya seja sanguine- amente puro, mas sua situação anímica espiritual está desequilibrada ou participe de um sem número de complexos ou traumas, os quais limitam ao virya em seu processo de individualização. Em câmbio um mujin, um guer- reiro, pode ser que sanguineamente não seja totalmente puro, que em seu sangue está participando um certo substrato sangüíneo de índole racial
menor. Mas se em seu ser existe uma condição espiritual anímica aristocrá- tica, por dizer está totalmente ORIENTADO À TRANSCEDÊNCIA, isto
compensa a falta de pureza racial impulsionando diretamente ao homem, ao
guerreiro, em sua própria individualização; se bem que geralmente no san- gue está depositado o símbolo de Origem, sendo quase determinante a pure-
za racial, pode suceder e dar-se o anterior: que com vontade o EU orientado
possa resolver os complexos anímicos herdados de sua biologia inferior e
possa dissolver esses conteúdos inconscientes de tal maneira que o espírito e