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Os sete chakras ou vórtices de energia do micro-cosmos

No documento Tratado Sobre a Gnose Hiperbórea (páginas 33-38)

Camaradas, conhecer nosso corpo e alma desde uma sabedoria é fun-

damental para o domínio de si mesmo e a conscientização absoluta do mi- cro-cosmos e neste ponto se descreverão os sete chakras que compõe a alma

desde o budismo esotérico ou yoga. Estes estão agrupados no que se deno-

mina yoga kundalini ou na filosofia vedanta o corpo sutil ou astral, o qual

tem denominações diversas dependendo da ciência esotérica que o estude.

Assim, os lotos ou chakras estão agrupados ou alinhados energeticamente

pelos nadis, que são como vasos sangüíneos ou o sistema circulatório do

corpo. Os nadis mais importantes são três canais denominados Ida, Pingala

e Sushumma que os unifica e os regula uniformemente, integrando-os a

todos em uma unidade energética que denominamos ALMA e que o yoga kundalini chama corpo astral ou etérico.

Nos capítulos anteriores denominamos alma a estrutura psico- anímica que sustenta o corpo físico e explicamos que este contém em si

mesmo uma série de sistemas neurofisiológicos como ser: sistema nervoso, o

qual se divide em periférico ou vegetativo e central ou volitivo. Também

participam os sistemas digestivo, circulatório, respiratório, excretor, uriná-

rio, endócrino, linfático. Todos estes aparatos fisiológicos em formas man-

comunadas e inter-relacionados entre si estão sustentados e contidos em

uma unidade motora, da qual participa um sistema ósseo, um sistema arti- cular e outro muscular. Ademais participa e determina essencialmente ao

ser, um sistema psicológico que contém uma complexa rede psico-anímica determinada por um conteúdo emocional, um intelectual e outro motor. Es-

tes últimos compõe a consciência e inconsciente do ser, nos quais se estru-

turam uma série de complexos que são os que outorgam ao EU, ao espírito eterno, referência existencial humana.

Este plano ou espaço referencial é o que contém amarrado ao espírito,

ao EU ETERNO, os desígnios depositados na alma humana e são os que

incidem para que o ser eterno projete sua visão ao mundo material e caia capturado neste ESPAÇO DE SIGNIFICAÇÃO DEMIÚRGICO.

É interessante notar como o espírito, o qual é capturado em um ENGANO, EM UMA ARMADILHA METAFÍSICA CONTIDA NA METEMPSI-

COSIS OU REENCARNAÇÃO SE DESDOBRA ONTOLOGICA- MENTE MUDANDO GNOSEOLOGICAMENTE SUA AXIOLOGIA.

Isto poderíamos exemplificar de uma forma analógica da seguinte maneira, comparando o espírito como se fosse um globo onde o aspecto interior é o espiritual, mas que com a queda ele se reverteu, verificando-se agora que o que estava contido FORA agora está guardado DENTRO e vice-versa. Este

é o melhor exemplo para descrever o que se sucedeu com o espírito porque ele reverteu sua mirada, e ao fazê-lo perdeu o sentido da origem e se afirmou

na ilusão. Dali que agora ele unicamente pode mirar a matéria e isto signi- fica ser capturado no engano pelas armadilhas do demiurgo que fechou ao espírito o retorno à origem.

Dessa forma os arquétipos macro-cósmicos culturais do demiurgo são

uma barreira, um muro, que não permite que o espírito olhe para a Origem,

e é por isso que se encontra de costas ao seu retorno, tendo esse muro por

trás e o que é o pior de tudo, não podendo girar para tratar de ver, ainda

que seja esse muro inflanqueável, porque se pudesse ver alguma interroga- ção surgiria que o levaria a perguntar-se o porquê do mesmo, qual é a causa

de tal construção. Então ele está condenado a olhar para frente, para o futu- ro, incrustado no muro cultural dos arquétipos, dos dogmas e mitos religio-

sos exotéricos ou esotéricos da sinarquia mundial, e um desses mitos que é parte desse muro é a ciência esotérica do KUNDALINI YOGA.

No nosso desarrolho devemos compreender que esta análise da alma

desde uma linha de estudos orientalistas é simplesmente para esclarecer ao guerreiro que os CHAKRAS, O DESPERTAR DO KUNDALINI, O QUE

SE DENOMINA SERPENTE ENROSCADA, QUE É A ENERGIA SE-

XUAL, A LIBIDO EROTIZADA, A QUAL EXCITA E ESTIMULA OS CENTROS DE ENERGIA DA MAQUINARIA HUMANA, É UM GRAVÍSSIMO ERRO QUE PODE ATÉ CUSTAR A VIDA DO

GUERREIRO, PORQUE É ASSIM COMO SE ATIVAM OS DESÍG-

NIOS E FINALIDADES ONTOLÓGICAS AS QUAIS PROJETAM OS

ARQUÉTIPOS PSICÓIDEOS À CONSCIÊNCIA DO VIRYA, CAP-

TURANDO-O EM DIFERENTES COMPLEXOS OU TRAUMAS QUE

DETEM O MONGE GUERREIRO EM SUA LIBERTAÇÃO ESPIRI- TUAL.

Por isso a partir daqui começaremos a descrever passo a passo essa definição e o guerreiro, buscador incansável da verdade, poderá aceder a

esta sabedoria para comprovar baixo a luz de sua própria consciência o

REAL e o SUTILMENTE ENGANOSO da ciência do yoga kundalini que tem tanto predicamento entre os adeptos das religiões orientais.

Mas é mais importante compreender que também no ocidente a cultura neoliberal deste capitalismo sinárquico ateu e materialista, todas as repre-

sentações culturais, todos os fenômenos sociais emergentes à consciência coletiva ou social se devem ou se deveram especificadamente do que a ciên-

cia PSICOLÓGICA FREUDIANA denominou COMPLEXO SEXUAL OU LIBERAÇÃO DA LIBIDO.

Essa representação na consciência do homem do Século XX é o pro- duto de um poder que em forma precisa e efetiva executou um plano perfei-

tamente pensado e dirigido para despertar os complexos eróticos, com os

quais instauram na psique social uma preeminência especificamente ES- TÉTICA VISUAL da realidade e do mundo.

Nesta análise e nos conhecimentos que se verterão a partir de agora especi-

ficamos técnica e esotericamente desde uma perspectiva HIPERBÓREA , as realidades PSICOLÓGICAS, FILOSÓFICAS E BIOLÓGICAS que se ori-

ginam ao despertar o kundalini.

E DESSENVOLVEMOS A CIÊNCIA DO YOGA HIPERBÓREO

QUE NEUTRALIZA AS CONSEQUÊNCIAS DO YOGA KUNDALI-

NI. PORQUE EM DEFINITIVO O KUNDALINI YOGA É HOJE UMA DEGRADAÇÃO TÉCNICA DA ALTA CIÊNCIA NOOLÓGICA QUE

É A GINÁSTICA RÚNICA HIPERBÓREA.

É fundamental compreender que existe uma ciência hiperbórea de-

nominada GINÁSTICA RÚNICA HIPERBÓREA e é uma técnica psico-

motriz de conscientização espiritual de todos os sistemas anímicos do corpo físico ou microcosmos. Os DEUSES LEAIS ensinaram esse sistema aos guerreiros de origem com um propósito estratégico: que o guerreiro luciféri- cos possa romper com os desígnios ontológicos e desta maneira tornar-se

dono de SI MESMO.

Em outro estudo explicaremos detalhadamente esta ciência espiritual, agora simplesmente sinalaremos que toda estrutura ética militar, as artes marciais, a esgrima, certos yogas, são emanações dessa técnica transcenden- te hiperbórea.

Lamentavelmente a sinarquia se encarregou de destruir esses concei-

mática que teve o ser militar e o militarismo é lamentável, porque a perda dessa forma ética tem debilitado os exércitos das nações, ficando à mercê dos

imperialismos. Outra consideração especial é a modificação sofrida em cer-

tos sistemas filosóficos orientais, como o yoga ou as artes marciais, os quais

como emanações de um símbolo eterno foram modificados e deformados len- tamente em suas formas éticas e estéticas, por dizer axiológicas, relacionan- do seus princípios a sistemas religiosos ou filosóficos que nada tem a ver

com suas verdades. Hoje nas escolas de yoga ou de artes marciais só se en-

sina-as como forma de ginástica para se manter a saúde e a forma física,

perdendo o verdadeiro sentido que alguma vez tiveram estas artes de libera-

ção espiritual. Unicamente no ocidente os sistemas de esgrima, a luta gre-

co-romana, o boxe, tem ainda algum código guerreiro herdado dos antigos

sistemas de JUSTAS CAVALEIRESCAS; incrivelmente o homem ociden- tal busca no oriente o que tem ao alcance das suas mãos e tem-se perdido em

dogmas marciais ou místicos, que se bem tem um contexto espiritual como especificamente o KARATE OKINAWENSE ou certas linhas de KUNG- FU chinês, não pertencem à sua esfera cultural. Mas sobre esse registro

cultural sobre as artes guerreiras o autor deste TRATADO DA GNOSE HIPERBÓREA PODE OPINAR SEVERAMENTE, PORQUE FOI

TREINADO EM TODAS ESSAS TÉCNICAS MARCIAIS, por isso pos- so opinar com a verdade absoluta e no livro AS ARTES GUERREIRAS, VÍNCULOS DIRETOS AOS MUNDOS ETERNOS se estudam e anali- sam todas elas, desde o TÉCNICO, o RELIGIOSO e o FILOSÓFICO.

O que é importante ressaltar e é imprescindível distinguir é a relação

direta que existe entre as mitologias nórdicas, como a grega, a romana, a germana ou escandinava e as artes guerreiras, porque todos os seus deuses

são seres GUERREIROS e manejam à perfeição alguma arte marcial. Por

essa razão entre eles e os viryas existe um PACTO DE SANGUE e os im- peradores e reis descendem de uma genealogia divina, como os Romanos ou

os germanos, que primeiro eram MILITARES, eram soldados do eterno, e

logo PONTÍFICES, monges guerreiros sábios, e jamais antepunham o sa- cerdotal ao GUERREIRO. A diferença entre as mitologias nórdicas medi- terrâneas européias, NO ORIENTE O SACERDOTAL PREVALECE EM

SUAS MITOLOGIAS (egípcia, caldéia, judaica, cristã, hindu, brahmane, etc.), existindo um PACTO CULTURAL RELIGIOSO entre os deuses e suas criaturas, os pasús, onde o sacerdotal e suas instituições religiosas es-

tão sobre o militar, o guerreiro, subordinando estes a seus dogmas religio- sos.

6- ESTUDO E ANÁLISE DOS TRÊS CHAKRAS IN-

No documento Tratado Sobre a Gnose Hiperbórea (páginas 33-38)