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Os diretores devem comentar:

No documento a ser nº 481/09. REFERÊNCIA. (páginas 64-67)

122.444 5.911 128.355 Ativo cedido

10.4. Os diretores devem comentar:

Em 18 de novembro de 2013 a Iguatemi inaugurou o Iguatemi Esplanada, também no interior do estado de São Paulo com 39.550 m²de ABL.

Em 17 de novembro de 2013, a Iguatemi inaugurou a expansão do shopping Praia de Belas adicionando ao todo mais de 17 mil m² de ABL ao Shopping.

A Iguatemi concluiu no dia 13 de novembro de 2013 a aquisição dos 50% restantes do Shopping Center Galleria, agora a Iguatemi passa a deter 100% deste shopping.

Em 30 de Setembro de 2013 a Iguatemi inaugurou o Iguatemi Ribeirão preto no interior do estado de São Paulo, com 44.100 m² de ABL.

Em 24 de setembro de 2013 a Iguatemi inaugurou o Platinum Outlet localizado em Novo Hamburgo no estado do Rio Grande do Sul com 20.087 m² de ABL.

Em 2 de julho de 2013, a Iguatemi concluiu a oferta pública de distribuição primária de ações (follow- on) no valor de R$425,3 milhões.

Em 18 de abril de 2013, a Iguatemi assinou com a Construtora São José e o CSHG Brasil Shopping - Fundo de Investimento Imobiliário - FII, administrado pela Credit Suisse Hedging-Griffo (“Partes”), uma Proposta de Aquisição (“Proposta”) irrevogável e irretratável para aquisição de uma fração ideal de 41% de um Imóvel localizado na Rodovia BR-116, nº 6.125 (Km 236 + 300), Bairro Roselândia, Novo Hamburgo, Estado do Rio Grande do Sul, objeto da matrícula 105.276 do Ofício de Registro de Imóveis da Comarca de Novo Hamburgo, sobre o qual se encontra em construção o empreendimento imobiliário denominado Shopping Platinum Outlet, pelo valor de R$46,2 milhões.

Com relação aos segmentos de negócios não consolidados nas Demonstrações Financeiras da Companhia:

Com relação à constituição, aquisição ou alienação de participação societária dos negócios controlados em conjunto não consolidados nas Demonstrações Financeiras da Companhia e sim mensurados por equivalência patrimonial, vide Comentários dos diretores da Contax Participações e para as investidas Telemar e Oi, cuja Companhia deixou de fazer parte do bloco de controle em 31 de julho de 2015, vide os Comentários dos diretores dos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2014 e de 2013.

c. eventos ou operações não usuais

A Companhia e suas controladas Iguatemi e Jereissati Telecom não realizaram eventos ou operações não usuais nos últimos 3 anos.

Com relação aos eventos ou operações não usuais dos negócios controlados em conjunto não consolidados nas Demonstrações Financeiras da Companhia e sim mensurados por equivalência patrimonial, vide Comentários dos diretores da Contax Participações e para as investidas Telemar e Oi, cuja Companhia deixou de fazer parte do bloco de controle em 31 de julho de 2015, vide os Comentários dos diretores dos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2014 e de 2013.

10.4. Os diretores devem comentar:  

a. mudanças significativas nas práticas contábeis

A Companhia adotou todas as normas, revisões de normas e interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e aprovados pela CVM que estavam em vigor nos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2015, 2014 e 2013.

Nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2015 e de 2014, não ocorreram mudanças nas práticas contábeis, utilizando o mesmo padrão contábil do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2014.

Com relação ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, em 2012 o CPC emitiu, dentre outros, os seguintes pronunciamentos que afetaram as nossas atividades:

 O CPC 33 (R1) – Benefícios a empregados excluiu a possibilidade de utilização do “método corredor” no reconhecimento dos ganhos e perdas atuariais dos planos de benefícios definidos.

A partir da adoção do novo pronunciamento os ganhos e perdas atuariais passaram a ser reconhecidos integralmente no patrimônio líquido (outros resultados abrangentes). Esses valores não reciclam para o resultado do exercício, permanecendo em conta do patrimônio líquido de outros resultados abrangentes. 

 O CPC 19 (R2) – Negócios em Conjunto determina que empreendimentos controlados em conjunto sejam registrados nas demonstrações financeiras da Companhia através do método de equivalência patrimonial.

Até o exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012, as normas contábeis vigentes à época, permitiam a consolidação proporcional para entidades controladas em conjunto. A partir da adoção do novo pronunciamento, os negócios controlados em conjunto passaram a ser avaliados exclusivamente pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da Companhia. A Companhia possuía à epoca participações indiretas em negócios controlados em conjunto nas empresas Oi S.A., Telemar Participações S.A., LF Tel S.A., EDSP75 Participações S.A., CTX Participações S.A., Contax Participações S.A. e Alium Participações S.A.

A data de transição foi 1º de janeiro de 2013, de forma que, os Balanços Patrimoniais Individuais e Consolidados em 31 de dezembro de 2013, 2012 e 1º de janeiro de 2012 e as Demonstrações de Resultado Consolidado dos exercíciosfindos em 31 de dezembro de 2013 e de 2012, foram preparadas e consequentemente reapresentadas de acordo com os CPCs.

b. efeitos significativos das alterações em práticas contábeis

Os diretores informam que na apresentação das Demonstrações Financeiras comparativas de 31 de dezembro de 2012 foram efetuados ajustes visando apresentar, retrospectivamente, os efeitos das adoções dos CPC 33 (R1) e CPC 19 (R2), com vigência a partir de 1º de janeiro de 2013.

c. ressalvas ênfases presentes no parecer do auditor

Com relação a Ressalvas

Os Diretores da Companhia esclarecem que não houve ressalvas nos pareceres dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2015, 2014 e 2013.

Com relação a ênfases e outros assuntos

Os Diretores da Companhia esclarecem que o relatório dos auditores independentes da KPMG sobre as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2015 contém o seguinte parágrafo de outros assuntos:

Demonstrações do valor adicionado

Examinamos, também, as demonstrações, individuais e consolidadas, do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para

companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.

Os Diretores da Companhia esclarecem que o relatório dos auditores independentes da KPMG sobre as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2014 contém somente parágrafo de outros assuntos:

Demonstrações do valor adicionado

Examinamos, também, as demonstrações, individual e consolidada, do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e considerada como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.

Os Diretores da Companhia esclarecem que o relatório dos auditores independentes da KPMG sobre as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2013 contém os seguintes parágrafos de ênfase e outros assuntos:

Ênfases:

Reapresentação dos valores correspondentes

Conforme mencionado na Nota Explicativa 2.d, em decorrência das mudanças nas práticas contábeis adotadas pela Companhia em 2013, os valores correspondentes referentes aos exercícios anteriores, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no CPC 23 - Práticas Contábeis, Mudanças de Estimativa e Retificação de Erro. Nossa conclusão não contém modificação relacionada a esse assunto.

Avaliação de investimento em controladas, coligadas e controladas em conjunto nas demonstrações financeiras individuais

Conforme descrito na Nota Explicativa nº 2.a, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Jereissati Participações S.A. essas práticas diferem das IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não contem modificação com relação a este assunto.

Outros assuntos:

Demonstrações do valor adicionado

Examinamos, também, as demonstrações, individual e consolidada, do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.

Auditoria dos valores correspondentes

Os valores correspondentes, individuais e consolidados, relativos ao balanço patrimonial em 1º de janeiro de 2012, apresentados para fins de comparação, ora reapresentados em decorrência dos assuntos descritos na Nota Explicativa 2.b, foram auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado de 25 de março de 2014, sem qualquer modificação.

(i) Quanto à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto nas demonstrações financeiras individuais:

As demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2013, essa prática difere das IFRSs, aplicáveis às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto para fins de IFRSs seria custo ou valor justo.

Os diretores da Companhia avaliam que estas referidas ênfases não causam prejuízo à interpretação das demonstrações financeiras da Companhia. Trata-se de prática comumente utilizada pelas empresas brasileiras em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil.

(ii) Quanto as Demonstrações Individual e Consolidada do valor Adicionado

 

Os diretores da Companhia esclarece que trata-se de uma prática contábil adotada no Brasil aplicáveis as companhias abertas. A Companhia elaborou as suas demonstrações do valor adicionado em conformidade com o pronunciamento técnico CPC 09 – Demonstração do Valor Adicionado, as quais estas demonstrações são apresentadas como parte integrante das Demonstrações Financeiras, enquanto que para o IFRS representa uma informação financeira adicional.

Os diretores da Companhia avaliam que estas referidas ênfases não causam prejuízo à interpretação das demonstrações financeiras da Companhia.

10.5. Os diretores devem indicar e comentar políticas contábeis críticas adotadas pelo emissor,

No documento a ser nº 481/09. REFERÊNCIA. (páginas 64-67)