• Nenhum resultado encontrado

OU CORPO ESPIRITUAL 

No documento Portal Luz Espírita (páginas 110-116)

Os materialistas, em sua negação da existência da alma, muitas vezes têm  apelado  para  a  dificuldade  de  conceberem  um  ser  privado  de  forma.  Os  próprios  espiritualistas  não  sabem  explicar  como  a  alma  imaterial,  imponderável,  poderia  presidir  e  unir­se  estreitamente  ao  corpo  material,  de  natureza  essencialmente  diferente. Essas dificuldades encontram solução nas experiências do Espiritismo. 

Como precedentemente já o dissemos, a alma está, durante a vida material,  assim  como  depois  da  morte,  revestida  constantemente  de  um  envoltório  fluídico,  mais  ou  menos  sutil  e  etéreo,  que  Allan  Kardec  denominou  perispírito  ou  corpo  espiritual.  Como  participa  simultaneamente  da  alma  e  do  corpo  material,  o  perispírito  serve  de  intermediário  a  ambos:  transmite  à  alma  as  impressões  dos  sentidos  e  comunica  ao  corpo  as  vontades  do  Espírito.  No  momento  da  morte,  destaca­se  da  matéria  tangível,  abandona  o  corpo  às  decomposições  do  túmulo;  porém,  inseparável  da  alma,  conserva  a  forma  exterior  da  personalidade  desta.  O  perispírito é, pois, um organismo fluídico; é a forma preexistente e sobrevivente do  ser  humano,  sobre  a  qual  se  modela  o  envoltório  carnal,  como  uma  veste  dupla  e  Invisível, constituída de matéria quintessenciada, que atravessa todos os corpos por  mais impenetráveis que estes nos pareçam. 

A matéria grosseira, incessantemente renovada pela circulação vital, não é a  parte estável e permanente do homem. É perispírito o que garante a manutenção da  estrutura humana e dos traços fisionômicos, e isto em todas as épocas da vida, desde  o  nascimento  até  à  morte.  Exerce,  assim,  a  ação  de  uma  forma,  de  um  molde  contrátil e expansível sobre o qual as moléculas vão incorporar­se. 

Esse  corpo  fluídico  não  é,  entretanto,  imutável;  depura­se  e  enobrece­se  com  a  alma;  segue­a  através  das  suas  inumeráveis  encarnações;  com  ela  sobe  os  degraus da escada hierárquica, torna­se cada vez mais diáfano e brilhante para, em  algum dia, resplandecer com essa luz radiante de que falam as Bíblias (antigas) e os  testemunhos  da  História  a  respeito  de  certas  aparições.  É  no  cérebro  desse  corpo  espiritual  que  os  conhecimentos  se  armazenam  e  se  imprimem  em  linhas  fosforescentes,  e  é  sobre  essas  linhas  que,  na  reencarnação,  se  modela  e  forma  o  cérebro da criança. Assim, o intelecto e o moral do Espírito, longe de se perderem,  capitalizam­se  e  se  acrescem  com  as  existências  deste.  Daí  as  aptidões  extraordinárias  que  trazem,  ao  nascer,  certos  seres  precoces,  particularmente  favorecidos.

A  elevação  dos  sentimentos,  a  pureza  da  vida,  os  nobres  impulsos  para  o  bem  e  para  o  ideal,  as  provações  e  os  sofrimentos  pacientemente  suportados,  depuram  pouco  a  pouco  as  moléculas  perispiríticas,  desenvolvem  e  multiplicam as  suas vibrações. Como uma ação química, eles consomem as partículas grosseiras e  só deixam subsistir as mais sutis, as mais delicadas. 

Por  efeito  inverso,  os  apetites  materiais,  as  paixões  baixas  e  vulgares  reagem  sobre  o  perispírito  e  o  tornam mais  pesado,  denso  e  escuro.  A  atração dos  globos  inferiores,  como  a  Terra,  exerce­se  de  modo  irresistível  sobre  esses  organismos  espirituais,  que,  em  parte,  conservam  as  necessidades  do  corpo  e  não  podem  satisfazê­las.  As  encarnações  dos  Espíritos  que  sentem  tais  necessidades  sucedem­se  rapidamente,  até  que  o  progresso  pelo  sofrimento  venha  atenuar  suas  paixões,  subtraí­los  às  influências  terrestres  e  abrir­lhes  o  acesso  de  mundos  melhores. 

Estreita correlação liga os três elementos constitutivos do ser. Quanto mais  elevado  é  o  Espírito,  tanto  mais  sutil,  leve  e  brilhante  é  o  perispírito,  tanto  mais  isento de paixões e moderado em seus apetites ou desejos é o corpo. A nobreza e a  dignidade da alma refletem­se sobre o perispírito, tornando­o mais harmonioso nas  formas e mais etéreo; revelam­se até sobre o próprio corpo: a face então se ilumina  com o reflexo de uma chama interior. 

É pelas correntes magnéticas que o perispírito se comunica com a alma. É  pelos  fluídos  nervosos  que  ele  está  ligado  ao  corpo.  Esses  fluídos,  posto  que  invisíveis, são vínculos poderosos que o prendem à matéria, do nascimento à morte,  e mesmo, nos sensuais, assim o conservam, até à dissolução do organismo. A agonia  representa a soma de esforços realizados pelo perispírito a fim de se desprender dos  laços carnais. 

O fluído nervoso ou vital, de que o perispírito é a origem, exerce um papel  considerável  na  economia  orgânica.  Sua  existência  e  seu  modo  de  ação  podem  explicar  bastantes  problemas  patológicos.  Ao  mesmo  tempo  agente  de transmissão  das sensações externas e das impressões íntimas, ele é comparável ao fio telegráfico,  transmissor do pensamento, e que é percorrido por uma dupla corrente. 

A  existência  do  perispírito  era  conhecida  dos  antigos.  Pelas  palavras  —  Ochema e Férouer, os filósofos gregos e orientais designavam o invólucro da alma  “lúcido,  etéreo,  aromático”.  Segundo  os  persas,  assim  que  chega  a  hora  da  reencarnação, o Férouer atrai e condensa em torno de si as moléculas materiais que  são necessárias à constituição do corpo, e, pela morte deste, as restitui aos elementos  que,  em  outros  meios,  devem  formar  novos  Invólucros  carnais.  O  Cristianismo  também  conserva  vestígios  dessa  crença.  S.  Paulo,  em  sua  primeira  Epístola  aos  Coríntios, exprime­se nos seguintes termos: “O homem está na Terra com um corpo  animal e ressuscitará com um corpo  espiritual. Assim como tem um corpo animal,  também possui um corpo espiritual.”  Embora em diversas épocas tenha sido afirmada a existência do perispírito,  foi ao Espiritismo que coube determinar o seu papel exato e a sua natureza. Graças  às experiências de Crookes e de outros sábios ingleses, sabemos que o perispírito é o  instrumento com cujo auxílio se executam todos os fenômenos do Magnetismo e do  Espiritismo.  Esse  organismo  espiritual,  semelhante  ao  corpo  material,  é  um  verdadeiro reservatório de fluídos, que a alma põe em ação pela sua vontade. É ele

que, no sono natural como no sono provocado, se desprende da matéria, transporta­  se a distâncias consideráveis e, na escuridão da noite como na claridade do dia, vê,  percebe e observa coisas que o corpo não poderia conhecer por si. 

O  perispírito  tem,  portanto,  sentidos  análogos  aos  do  corpo,  porém  muito  mais  poderosos  e  elevados.  Ele  tudo  vê  pela  luz  espiritual,  diferente  da  luz  dos  astros, e que os sentidos materiais não podem perceber, embora esteja espalhada em  todo o Universo. 

A  permanência  do  corpo  fluídico,  antes  como  depois  da  morte,  explica  também o fenômeno das aparições ou materializações de Espíritos. O perispírito, na  vida  livre  do  espaço,  possui  virtualmente  todas  as  forças  que  constituem  o  organismo humano, mas nem sempre as põe em ação. Desde que o Espírito se acha  nas  condições  requeridas,  isto  é,  desde  que  pode  retirar  do  médium  a  matéria  fluídica  e  a  força  vital  necessárias,  ele  as  assimila  e  reveste,  pouco  a  pouco,  as  aparências do corpo terrestre. A corrente vital circula, então, e, sob a ação do fluído  que recebe, as moléculas físicas coordenam­se segundo o plano do organismo, plano  de  que  o  perispírito  reproduz  os  traços  principais.  Logo  que  o  corpo  humano  fica  reconstituído, o seu organismo entra em funções. 

As fotografias e os moldes obtidos em parafina mostram­nos que esse novo  corpo  é  idêntico  ao  que  o  Espírito  animava  na  Terra;  mas  essa  vida  só  pode  ser  temporária  e  passageira,  porque  é  anormal,  e  os  elementos  que  a  produzem,  após  uma curta condensação, voltam às fontes donde foram emanados.

22

OS MÉDIUNS 

As faculdades do perispírito, seus meios de percepção e de desprendimento,  por  maior  desenvolvimento  que  tenham  em  certas  pessoas,  não  podem,  entretanto,  exercer­se em sua plenitude durante o período da encarnação, Isto é, durante a vida  terrestre. O perispírito acha­se então estreitamente ligado ao corpo. Prisioneiro neste  invólucro  espesso  e  obscuro, não  pode  daí  se  afastar  senão  em  certos  momentos  e  em  condições  particulares.  Seus  recursos  ficam  em  estado  latente,  porque  somos  impotentes  para  os  pôr  em  ação.  Daí  a  fraqueza  de  nossa  memória,  que  não  pode  remontar­se ao Início de nossas vidas passadas. Restituída à vida espiritual, a alma  reassume completo poder sobre si mesma e o perispírito recobra a plenitude de suas  faculdades. Desde então, pode agir convenientemente sobre os fluídos, Impressionar  os  organismos  e  os  cérebros  humanos.  Nisso  é  que  consiste  o  segredo  das  manifestações espíritas. Um magnetizador exerce poderosa ação sobre o seu passivo  ou  sonâmbulo,  provoca  seu  desprendimento,  suspende  sua  vida  material.  Assim  também os Espíritos ou almas desencarnadas podem, pela vontade, dirigir correntes  magnéticas  sobre  os  seres  humanos,  influenciar  seus  órgãos  e,  por  seu  intermédio,  comunicar­se com outros habitantes da Terra. Os seres especialmente caracterizados  pela delicadeza e sensibilidade do seu sistema nervoso à manifestação dos Espíritos  têm o nome de médiuns. Suas aptidões são múltiplas e variadas. 

Aqueles cuja  vista atravessa  o nevoeiro opaco que nos  oculta aos mundos  etéreos e que, por um vislumbre, chegam a entrever alguma coisa da vida celeste são  designados por sensitivos  ou por clarividentes. Alguns até possuem a  faculdade de  ver os Espíritos, de ouvir deles a revelação das leis superiores. 

Todos somos médiuns, é verdade; porém, em graus bem diferentes. Muitos  o são e ignoram­no; mas não há homem sobre quem deixe de atuar a influência boa  ou  má  dos  Espíritos.  Vivemos  no  meio  de  uma  multidão  invisível  que  assiste,  silenciosa,  atenta,  às  minudências  de  nossa  existência;  participa,  pelo  pensamento,  de  nossos  trabalhos,  de  nossas  alegrias  e  de  nossas  penas.Nessa  multidão  ocupa  lugar a maior parte daqueles que encontramos na Terra, e de quem seguimos até ao  campo fúnebre os pobres e cansados despojos. 

Parentes, amigos, Indiferentes, inimigos... subsistem todos e são arrastados  pela atração dos hábitos e das recordações para os lugares e para os homens a quem  conheceram.  Essa  multidão  invisível  influencia­nos,  observa­nos,  inspira­nos,  aconselha­nos e, mesmo, em certos casos, persegue­nos e obsidia­nos com seu ódio  e sua vingança.

Todos  os  escritores  conhecem  esses  momentos  de  inspiração,  em  que  o  pensamento  se  ilumina  com  claridades  Inesperadas,  em  que  as  ideias  deslizam,  como  uma  corrente,  debaixo  da  pena.  Quem  de  nós,  nas  ocasiões  de  tristeza,  de  acabrunhamento,  de  desespero,  não  se  sentiu  algumas  vezes  reanimado,  reconfortado  por  uma  ação  misteriosa  e  íntima?  E  os  descobridores,  os  guias  do  progresso,  todos  esses  que  lutam  por  engrandecer  o  domínio  e  o  poder  da  Humanidade, não  têm  sido  todos  eles  beneficiados  com  o  socorro  Invisível  que  os  nossos  antepassados  lhes  trazem  nas  horas  decisivas?  Os  escritores  subitamente  Inspirados, os descobridores repentinamente esclarecidos são outros tantos médiuns  Intuitivos e Inconscientes. Em certas pessoas, a faculdade de comunicar­se com os  Espíritos reveste uma forma mais clara, mais acentuada. Alguns médiuns sentem a  mão  arrastada  por  uma  força  estranha  e  cobrem  o  papel  de  conselhos,  avisos  e  ensinos variados. Outros, ricos em fluído vital, vêem as mesas se agitarem debaixo  de seus dedos e obtêm, por meio de pancadas tangidas nesses móveis, comunicações  mais  lentas,  porém  mais  nítidas  e  apropriadas  a  convencer  os  incrédulos.  Ainda  outros, mergulhados no sono magnético pela influência dos Espíritos, abandonam a  direção  de  seus  órgãos  a  esses  hóspedes  invisíveis,  que  deles  se  utilizam  para  conversar  com  os  encarnados  como  no  tempo  de  sua  vida  corpórea.  Nada  mais  estranho  e  mais  frisante  do  que  ver  desfilar  sucessivamente  no  corpo  delgado  e  delicado de uma senhora, e até de uma mocinha, as personalidades mais diversas, o  Espírito  dum  defunto  qualquer,  dum  padre, duma  criada, dum artista, revelando­se  por atitudes características, pela linguagem que lhes era familiar durante a existência  terrena. 

Mas que dizer, quando são Espíritos conhecidos e amados dos assistentes,  que  vêm  afirmar  sua  presença  e  sua  imortalidade,  prodigalizar  exortações  e  animações àqueles que deixaram após si no árduo caminho da vida, mostrar a todos  o alvo supremo? Quem descreverá as efusões, os transportes, as lágrimas daqueles a  quem  um  pai,  uma  mãe,  uma  mulher  amada  vem,  de  além­túmulo,  consolar,  reanimar  com  sua  afeição  e  seus  conselhos?  Certos  médiuns  facilitam,  por  sua  presença,  o  fenômeno  das  aparições,  ou,  antes,  segundo  uma  expressão  nova,  das  materializações de Espíritos. Estes últimos tiram ao perispírito do médium uma certa  quantidade  de  fluído,  assimilam­no  pela  vontade  e  assim  condensam  seu  próprio  envoltório, até torná­lo visível e, algumas vezes, tangível. 

Alguns  médiuns  servem  também  de  intermediários  aos  Espíritos  para  transmitirem  aos  doentes  e  valetudinários  eflúvios  magnéticos  que  aliviam  e,  algumas  vezes,  curam  esses  infelizes.  É  uma  das  mais  belas  e  úteis  formas  da  mediunidade. 

Digamos  ainda  que  uma  multidão  de  sensações  inexplicadas  provém  da  ação  oculta  dos  Espíritos.  Por  exemplo,  os  pressentimentos  que  nos  advertem  de  uma desgraça, da perda de um ser amado são causados pelas correntes fluídicas que  os desencarnados projetam sobre aqueles a quem estimam. O organismo sente esses  eflúvios,  mas  raras  vezes  o  pensamento  humano  trata  de  examiná­los.  Há,  entretanto, no estudo e na prática das faculdades mediúnicas, uma fonte de ensinos  elevados. 

Erradamente  se  consideraria  a  faculdade  mediúnica  como  privilégio  ou  favor.  Cada  um  de  nós,  já  o  dissemos,  traz  em  si  os  rudimentos  de  uma

mediunidade,  que  se  pode  desenvolver,  exercitando­a.  A  vontade,  nisso  como  em  tantas  outras  coisas,  desempenha  um  papel  considerável.  As  aptidões  de  certos  médiuns  célebres  explicam­se  pela  natureza  particularmente  maleável,  elástica  de  seu  organismo fluídico, que, assim, se presta admiravelmente à ação dos Espíritos.  Sabendo que a alma, por seus esforços e tendências, fabrica e modifica, em todo ou  em  parte,  o  seu  organismo,  através  dos  séculos,  não  veremos  na  mediunidade  daqueles  que  a  possuem  senão  a  consequência  natural  dos  seus  próprios  trabalhos  operados em vidas anteriores. 

Em  geral,  a  sensibilidade  fluídica  do  ser  é  proporcional  a  seu  grau  de  pureza  e  de  adiantamento  moral. 96  Quase  todos  os  grandes  missionários,  os  reformadores,  os  fundadores  de  religiões  eram  poderosos  médiuns,  em  comunhão  constante com os seres Invisíveis, cujas inspirações recebiam. Sua vida Inteira é um  testemunho  da  existência  do  mundo  dos  Espíritos  e  de  suas  relações  com  a  Humanidade terrestre. 

Assim  se  explicam  —  levando  em  conta  exagerações  e  legendas  —  numerosos  fatos  qualificados  de  maravilhosos  e  sobrenaturais.  A  existência  do  perispírito  e  as  leis  da  mediunidade  indicam­nos  os  meios  pelos  quais  se  exerce,  através  das  idades,  a  ação  dos  Espíritos  sobre  os  homens.  A  Egéria  de  Numa,  os  sonhos de Ciplão, os Gênios familiares de Sócrates, de Tasso, de Jerônimo Cardan,  as  vozes  de  Joana  d’Arc,  os  Inspirados  de  Cévennes,  a  vidente  de  Prêvorst,  mil  outros  fatos  análogos,  considerados  à  luz  do  espiritualismo  moderno,  perdem,  aos  olhos do pensador, todo o caráter de sobrenatural e de misterioso. 

É, entretanto, por esses fatos que se revela a grande lei da solidariedade que  une a Humanidade terrestre às humanidades do espaço. Livres dos laços da matéria,  os  Espíritos  superiores  podem  erguer  o  véu  espesso  que  ocultava  as  grandes  verdades.  As  leis  eternas  aparecem  desprendidas  da  obscuridade  com  que  neste  mundo as envolvem os sofismas e os miseráveis Interesses pessoais. 

Animadas  do  ardente  desejo  de  cooperarem  ainda  para  o  movimento  ascensional  dos  seres,  essas  grandes  almas  tornam  a  descer  até  nós  e  põem­se  em  relação  com  aqueles  de  entre  os  seres  humanos  cujas  constituições  sensitivas  e  nervosas  habilitam  a  preencher  o  papel  de  médiuns.  Por  seus  ensinos  e  salutares  conselhos,  trabalham,  com  o  auxílio  desses  intermediários, para  o  progresso  moral  das sociedades terrestres. 

96 

Há  exceções  a  esta  regra.  Nem  todos  os  médiuns  devem  as  suas  faculdades  a  uma  vida  pura  e  exemplar.

23

No documento Portal Luz Espírita (páginas 110-116)