Como exemplo, considere o sistema mostrado na Figura4.1. Os dois corpos est˜ao sob a a¸c˜ao da for¸ca gravitacional e n˜ao h´a atrito entre as superf´ıcies. Ent˜ao a for¸ca gravitacional agindo na vertical ´e a ´
unica for¸ca externa. Portanto, segundo o teorema da conserva¸c˜ao do momentum linear na sua forma expl´ıcita (4.37), haver´a conserva¸c˜ao da componente horizontal do momentum linear,
mAvA+ mBvB= 0, (4.38)
na qual vAe vB s˜ao as velocidades dos dois corpos
imediatamente ap´os perderem o contato entre si. Use agora a conserva¸c˜ao da energia mecˆanica (despreze todo tipo de atrito e viscosidade) para encontrar outra rela¸c˜ao que nos permita determi- nar completamente as velocidades procuradas.
4.4.1
Exerc´ıcios
Exerc´ıcio 63
Use a equa¸c˜ao hor´aria (4.29) de um oscilador harmˆonico para escrever a dependˆencia temporal das energias cin´etica, potencial e mecˆanica. Mos- tre que a energia mecˆanica (4.28) ´e uma constante, (4.30). Fa¸ca um gr´afico mostrando estas trˆes ener- gias para os seus valores preferidos de m e k (em MKS).
Exerc´ıcio 64
Use a equa¸c˜ao hor´aria (4.32) de uma massa m em queda livre para escrever a dependˆencia temporal das energias cin´etica, potencial e mecˆanica. Mos- tre que a energia mecˆanica (4.31) ´e uma constante, (4.33). Fa¸ca um gr´afico mostrando estas trˆes ener- gias para os seus valores preferidos de m e h (em MKS).
Exerc´ıcio 65
Resolva a equa¸c˜ao diferencial (3.85) numericamente para encontrar a equa¸c˜ao hor´aria θ(t) da massa m no pˆendulo mostrado na Figura3.4. Mostre que a energia mecˆanica (4.34) ´e uma constante. Fa¸ca um gr´afico mostrando as trˆes energias, cin´etica, poten- cial e mecˆanica, para os seus valores preferidos de
m e l (unidades em MKS).
4.5
Per´ıodos
O oscilador harmˆonico e o pˆendulo simples s˜ao exemplos de sistemas que exibem movimentos
peri´odicos. A periodicidade destes movimentos s˜ao devidas `a forma da energia potencial destes sis- temas. Nem todo potencial produz movimentos peri´odicos. A for¸ca gravitacional nas proximidades da Terra, por exemplo, n˜ao produz um movimento peri´odico. Veremos que o potencial de Kepler ´e respons´avel pelo movimento peri´odico da Terra em torno do Sol.
Naturalmente, quando temos a equa¸c˜ao hor´aria de um movimento peri´odico, como mostrado na Fi- gura 3.5, podemos determinar o seu per´ıodo por inspe¸c˜ao direta do gr´afico da equa¸c˜ao hor´aria. En- tretanto, nem sempre ´e f´acil determinar equa¸c˜oes hor´arias resolvendo a segunda lei de Newton, uma equa¸c˜ao diferencial de segunda ordem no tempo. Felizmente, pelo menos para sistemas conservati- vos, n˜ao precisamos resolver a segunda lei de New- ton para obtermos a equa¸c˜ao hor´aria e em se- guida obtermos per´ıodos. Para sistemas conser- vativos, podemos usar o fato de que a energia mecˆanica ´e uma quantidade conservada para de- terminarmos per´ıodos. Para isto, ´e crucial vermos que a express˜ao da energia mecˆanica constante ´e uma equa¸c˜ao diferencial de primeira ordem para a posi¸c˜ao. Ora, porque n˜ao utilizamos isto ao inv´es da segunda lei? Primeiro, porque a segunda lei se aplica sempre, enquanto que a conserva¸c˜ao da ener- gia mecˆanica ´e v´alida somente em sistemas conser- vativos. Segundo, embora esta equa¸c˜ao diferencial resultante da conserva¸c˜ao da energia mecˆanica seja de primeira ordem, ela ´e quadr´atica na primeira de- rivada da posi¸c˜ao, portanto n˜ao-linear. Equa¸c˜oes diferenciais n˜ao-lineares s˜ao mais “complicadas”.
Vejamos como este procedimento pode ser colo- cado em pr´atica. Vamos considerar inicialmente um potencial V qualquer. Em geral, este pro- cedimento ´e muito utilizado quando o potencial depende apenas de uma vari´avel, digamos V =
V (x). Ent˜ao, para sistemas conservativos, a ener- gia mecˆanica (4.26) pode ser re-escrita como
E = T + V = 1 2m (dx dt )2 + V (x). (4.39) Como E ´e uma constante, ent˜ao esta equa¸c˜ao ´e uma equa¸c˜ao diferencial para x(t),
dx dt = √ 2 m √ E− V (x). (4.40) Esta equa¸c˜ao pode ser resolvida pela t´ecnica de se-
4.5. Per´ıodos Cap´ıtulo 4. Leis de conserva¸c˜ao I
para¸c˜ao de vari´aveis,
dt = √ m 2 dx √ E− V (x). (4.41)
Como o tempo aparece apenas no primeiro mem- bro, podemos integrar independentemente os dois membros desta equa¸c˜ao ap´os especificarmos quem ´
e V (x). Vejamos alguns exemplos.
0 x − x+ x V(x) E
Figura 4.2: Pontos de retorno x±=±√2E/k para o potencial harmˆonico V (x) = kx2/2, onde E ´e a energia mecˆanica.
Vamos usar o oscilador harmˆonico para apren- dermos a usar este procedimento. O potencial harmˆonico ´e V (x) = kx2/2 (Figura 4.2). Ent˜ao,
substituindo este potencial na equa¸c˜ao diferencial (4.41), obtemos (fa¸ca o Exerc´ıcio66)
dt = 1 ω0 dx √ ε2− x2, (4.42) com ω0= √ k m, ε 2= 2E mω2 0 . (4.43)
Integrando os dois lados de (4.42), obtemos (fa¸ca o Exerc´ıcio66)
x(t) = ε cos(ω0t + ϕ), (4.44)
na qual ϕ ´e uma constante. Lembrando que a ener- gia mecˆanica do oscilador harmˆonico ´e uma cons- tante que pode ser expressada em termos da am- plitude A, express˜ao (4.30), ent˜ao ε = A. Assim, re-obtivemos a equa¸c˜ao hor´aria (3.80) sem a ne- cessidade de resolvermos a segunda lei de Newton. Isto justifica a importˆancia dos teoremas de con- serva¸c˜ao.
Mas e o per´ıodo? Observe o gr´afico da energia potencial mostrado na Figura 4.2. Neste gr´afico, tamb´em ´e mostrado a energia mecˆanica (4.39), a
qual ´e conservada na ausˆencia de dissipa¸c˜oes. Em especial, podemos ver que h´a dois pontos, x±, onde a energia mecˆanica ´e igual `a energia potencial. Nes- tes pontos, a energia cin´etica ´e nula,
E = V (x±) = 1 2kx 2 ± ⇒ x±=± √ 2E k . (4.45)
Os pontos x±satisfazendo E = V (x±) s˜ao denomi- nados de pontos de retorno. Nestas posi¸c˜oes, o vetor velocidade ´e nulo. No caso do sistema massa-mola, os pontos de retorno s˜ao as amplitudes m´aximas,
x±=±A.
Vejamos algumas observa¸c˜oes importantes sobre pontos de retorno. (1) O vetor velocidade inverte seu sentido nos pontos de retorno. Para inverter o sentido, ´e necess´ario primeiro se anular. Assim, o vetor velocidade se anula nos pontos de retorno. (2) Havendo dois pontos de retorno, como mostrado na Figura4.2, o movimento fica confinado na regi˜ao delimitada pelos pontos de retorno.
Para o oscilador harmˆonico, devido `a forma pa- rab´olica do potencial, V (x) = kx2/k, quanto maior
a energia mecˆanica, maior a regi˜ao de confina- mento. Devemos ressaltar que o valor da energia mecˆanica E pode ser escolhido livremente. Desta forma, para uma determinada energia mecˆanica
E, a massa m no sistema massa-mola (oscilador
harmˆonico) fica oscilando entre x− =−A e x+= A (pontos de retorno) com uma freq¨uˆencia angular igual a ω0. Portanto, o per´ıodo de uma oscila¸c˜ao ´e
exatamente o tempo da massa m sair de x−, ir at´e
x+ e retornar a x−. Como o potencial ´e sim´etrico,
V (−x) = V (x), ent˜ao o tempo de sair de x− e ir at´e x+´e metade do per´ıodo. A equa¸c˜ao diferencial
(4.42) pode ser usada para calcularmos o per´ıodo
P (fa¸ca o Exerc´ıcio (67)), P = 2 ω0 ∫ x+ x− dx √ ε2− x2, (4.46) com ω0= √ k m, ε 2= 2E mω2 0 =2E k , (4.47) e os pontos de retorno x± =± √ 2E k =±ε. (4.48)
Cap´ıtulo 4. Leis de conserva¸c˜ao I 4.5. Per´ıodos
Esta integral pode ser resolvida efetuando a substi- tui¸c˜ao x = ε cos θ (fa¸ca o Exerc´ıcio66). O resultado ´
e o que esper´avamos: P = 2π/ω0, ou seja, o sis- tema oscila com um per´ıodo correspondente `a sua freq¨uˆencia angular natural ω0. Aprendemos ent˜ao
que a conserva¸c˜ao da energia mecˆanica pode ser usada tanto para encontrarmos a posi¸c˜ao em fun¸c˜ao do tempo, quanto para calcularmos per´ıodos.
O ponto x = 0 na Figura 4.2 ´e especial. Neste ponto, a for¸ca el´astica, a derivada primeira do po- tencial, com o sinal trocado, F = −kx, ´e nula. Ent˜ao, x = 0 ´e um ponto de equil´ıbrio (for¸ca nula). Tamb´em podemos ver que um deslocamento, tanto para a direita quanto para a esquerda, resulta numa for¸ca restauradora que tenta trazer a massa de volta para a posi¸c˜ao de equil´ıbrio. Um ponto de equil´ıbrio com uma for¸ca restauradora agindo nas vizinhan¸cas deste ponto ´e denominado de ponto de equil´ıbrio est´avel. Do ponto de vista matem´atico, um ponto de equil´ıbrio est´avel ´e sempre um ponto de m´ınimo da fun¸c˜ao energia potencial.
Vamos aplicar o procedimento anterior a outros sistemas. Considere o pˆendulo da Figura 3.4. A energia mecˆanica deste sistema est´a calculada em (4.34), a qual pode ser re-escrita numa forma mais conveniente E = T + V , onde T = ε ω0 ˙ θ2, V = ε(1− cos θ), (4.49) com ε = Iω02, I = ml2, ω0= √ g l. (4.50)
Note que a quantidade ε = Iω2
0 tem dimens˜oes de
energia (fa¸ca o Exerc´ıcio (67)). Veremos mais adi- ante, quando estivermos estudando o movimento de rota¸c˜ao em torno de um eixo fixo, que Iω20/2 ´e a energia cin´etica devido a rota¸c˜ao de um corpo com momento de in´ercia I e velocidade angular ω0. Note
a semelhan¸ca com a express˜ao da energia cin´etica
mv2/2. Por isto, iremos usar ε como uma “ uni-
dade” de energia. Note tamb´em que a massa m do pˆendulo mostrado na Figura3.4executa um movi- mento de rota¸c˜ao em torno do eixo fixo que passa pela outra extremidade da haste do pˆendulo.
0 θ− θ+ θ V /ε E/ε 1 2 −π − π 2 π 2 π
Figura 4.3: Pontos de retorno θ± = ± cos−1(−ϵ) para o potencial (4.49) de um pˆendulo simples.
A Figura4.3mostra os pontos de retorno,
θ±=± cos−1(−ϵ), ϵ =E
ε − 1, (4.51)
para o potencial V (θ) = ε(1−cos θ) do pˆendulo sim- ples; confira a energia mecˆanica em (4.49). Como este potencial ´e peri´odico, apenas um per´ıodo, con- tendo a posi¸c˜ao de equil´ıbrio est´avel θ = 0, ´e mostrado na Figura 4.3. Note que este potencial tamb´em ´e uma fun¸c˜ao par, V (−θ) = V (θ). Isto nos permite calcular o per´ıodo como o dobro do tempo entre gasto entre θ− e θ−. Isolando a pri- meira derivada em (4.49), assumindo uma energia mecˆanica constante (sistema conservativo, sem dis- sipa¸c˜ao), temos
P = √ 2 ω0 ∫ θ+ θ− dθ √ ϵ + cos θ. (4.52)
Esta integral deve ser resolvida numericamente (fa¸ca o Exerc´ıcio68).
Note que a integral (4.52) ´e uma fun¸c˜ao da cons- tante adimensional ϵ = E/ε− 1, a qual pode variar no intervalo real desde ϵ = −1 (E = 0, equil´ıbrio est´avel, fundo do potencial) at´e ϵ = 1 (E = 2ε, equil´ıbrio inst´avel, topo do potencial; veja a dis- cuss˜ao do pr´oximo par´agrafo). Esta integral ´e nula para ϵ =−1 (per´ıodo nulo) e ´e infinita para ϵ = 1 (per´ıodo infinito). Portanto, em princ´ıpio, pode- mos dar `a massa m uma energia inicial (θ = 0) exatamente igual a E = 2ε, a energia necess´aria para que a massa m consiga chegar at´e a posi¸c˜ao de equil´ıbrio inst´avel (θ = π). No entanto, a parte divertida disto ´e que ela leva um tempo infinito para chegar at´e l´a! ´E muito interessante ver isto nas simula¸c˜oes feitas em computa¸c˜ao alg´ebrica.
Para uma energia mecˆanica maior que a ener- gia potencial m´axima, E > 2ε, o movimento do
4.5. Per´ıodos Cap´ıtulo 4. Leis de conserva¸c˜ao I
pˆendulo deixa de ser oscilat´orio e passa a ser uma rota¸c˜ao em torno de um eixo fixo. O per´ıodo desta rota¸c˜ao tamb´em pode ser calculado a partir da con- serva¸c˜ao da energia mecˆanica (4.49) como sendo o tempo de uma volta completa (fa¸ca o Exerc´ıcio68),
P = √ 2 2ω0 ∫ 2π 0 dθ √ ϵ + cos θ, (4.53) com ϵ = E ε − 1, E > 2ε. (4.54)
Mencionamos logo acima o termo “equil´ıbrio inst´avel”. Vejamos o significado disto. Podemos ver que o potencial mostrado na Figura4.3 possui mais de um ponto de equil´ıbrio (for¸ca nula). Em
θ = 0, ponto de m´ınimo do potencial, temos um
ponto de equil´ıbrio est´avel. Em θ = ±π, pontos de m´aximos, temos um tipo de equil´ıbrio diferente do est´avel. Segundo a discuss˜ao feita no final da Se¸c˜ao4.3(reveja tamb´em o Exerc´ıcio62), a compo- nente tangencial da for¸ca peso (a ´unica que realiza trabalho) pode ser escrita na forma
⃗ Fθ=− ˆ θ l dV dθ =− ε l sin θ ˆθ =−mg sin θ ˆθ. (4.55)
Considere agora a vizinhan¸ca de θ = π. O versor ˆ
θ aponta sempre no sentido hor´ario, como indicado pelo deslocamento do ˆangulo θ na Figura4.3. Su- ponha que a massa m esteja em repouso em θ = π. Produza um deslocamento no sentido hor´ario. Por- tanto este deslocamento ter´a o mesmo sentido do versor ˆθ. No entanto o ˆangulo θ ser´a ligeiramente maior que π. Isto resulta numa for¸ca tangencial, se- gundo a express˜ao (4.55), no mesmo sentido do des- locamento dado, afastando cada vez mais a massa
m da posi¸c˜ao de equil´ıbrio θ = π. Produza agora um deslocamento no sentido anti-hor´ario. Este des- locamento estar´a no sentido oposto ao versor ˆθ. No
entanto o ˆangulo θ ser´a ligeiramente menor que π. Isto resulta numa for¸ca tangencial, segundo a ex- press˜ao (4.55), no mesmo sentido do deslocamento, afastando cada vez mais a massa m da posi¸c˜ao de equil´ıbrio θ = π. Assim, a for¸ca agindo nas vizi- nhan¸cas deste novo ponto de equil´ıbrio, θ = π, n˜ao ´
e restauradora. Muito pelo contr´ario, esta for¸ca sempre afasta a massa m do ponto θ = π. Es- tas observa¸c˜oes tamb´em valem para θ =−π. Um ponto de equil´ıbrio que n˜ao tem uma for¸ca restau- radora em suas vizinhan¸cas ´e denominado de ponto de equil´ıbrio inst´avel.
Matematicamente falando, um ponto de equil´ıbrio inst´avel ´e um ponto de m´aximo da fun¸c˜ao potencial. H´a tamb´em um terceiro tipo de equil´ıbrio, denominada de neutro (ou indife- rente). A for¸ca ´e nula nas vizinhan¸cas de um ponto de equil´ıbrio neutro. A diferen¸ca com o ponto de equil´ıbrio est´avel est´a no tamanho do deslocamento em torno do ponto de equil´ıbrio para mudar o estado do corpo. No equil´ıbrio est´avel, um deslocamento infinitesimal ´e suficiente para recolocar o corpo em movimento. No equil´ıbrio neutro, ´e necess´ario um deslocamento finito para recolocar o corpo em movimento. Tamb´em vale ressaltar que a fun¸c˜ao potencial deve exibir pelo menos um ponto de equil´ıbrio est´avel para haver um movimento peri´odico.
4.5.1
Exerc´ıcios
Exerc´ıcio 66
(I) Resolva a equa¸c˜ao diferencial (4.42) integrando indefinidamente e independentemente os dois lados. Calcule a integral na posi¸c˜ao efetuando a substi- tui¸c˜ao x = ε cos θ. N˜ao esque¸ca de colocar uma constante de integra¸c˜ao. Re-arranje tudo para ob- ter (4.44). (II) Efetue a integral definida (4.46) fazendo x = ε cos θ e mostre que o resultado ´e
P = 2π/ω0.
Exerc´ıcio 67
Mostre que as dimens˜oes da quantidade ε = Iω2 0,
definida em (4.49), tem as mesmas dimens˜oes de energia. Use a energia mecˆanica dada em (4.49) para escrever as integrais (4.52) e (4.53) que calcu- lam o per´ıodo para E ≤ 2ε e E > 2ε, respectiva- mente.
Exerc´ıcio 68
Use a integral (4.52) para determinar o per´ıodo do pˆendulo usado para a constru¸c˜ao das duas primei- ras equa¸c˜oes hor´arias mostradas na Figura3.5. De- pois use a integral (4.53) para determinar o per´ıodo do pˆendulo usado para a constru¸c˜ao da terceira equa¸c˜ao hor´aria mostrada na mesma Figura 3.5. Use uma massa de 1 kg e demais valores contidos na discuss˜ao da Figura 3.5. Note que vocˆe precisa calcular a energia mecˆanica em cada caso. Despreze qualquer tipo de dissipa¸c˜ao. Uma integral num´erica no Maple deve ser feita usando o seguinte modelo:
∫ b a