3.3 Pesquisa
3.3.3 Pesquisa dois
Esta pesquisa foi enviada para trinta pessoas de diversas atuações na Área
Educacional e de Instituições de Ensino. Desse grupo, tivemos a participação de
quatorze pessoas, sendo que duas atuam como designers instrucionais, duas como
produtoras de vídeo, duas como coordenadoras de cursos e quatro como docentes,
conforme o Gráfico 8:
Gráfico 8 – Gráfico de Setores – Participantes Pesquisa 2
Fonte: o próprio autor.
Exibiram-se, nesta pesquisa, quatro vídeos e, para cada um, quatorze
perguntas relacionadas aos testes aplicados para o Recurso Educacional Vídeo.
Nos Apêndice C e D, estão descritos os itens de pesquisa, bem como o
questionário aplicado.
A cada questão, são apresentados os testes voltados para vídeos educacionais
abertos, inspirados nos Testes da Engenharia de Software.
No questionário, é reforçado que um vídeo não é um software e que os testes
se tratam de uma reinterpretação dos testes em seu contexto original.
Designers
instrucionais
20%
Produtores de
vídeo
20%
Docentes
40%
Coordenadores
de cursos
20%
Participantes
Outra observação feita foi que as questões da pesquisa se referem a testes em
Recursos Educacionais com o formato de vídeo, reforçando, também, que estão
sendo avaliados vídeos convencionais e sem recursos interativos.
Pediu-se aos participantes que apontassem para cada um dos testes desta
pesquisa o grau de validação em seu julgamento.
A importância de cada teste se baseou na seguinte escala:
0 zero – Apresenta problemas com frequência;
100 cem – Não apresenta problemas neste quesito.
A seguir, para demonstrar os resultados, foi criado um subitem, para facilitar a
organização desta pesquisa.
3.3.3.1 Vídeo 1
O Vídeo 1 é um conteúdo sobre como higienizar as mãos com álcool gel, que
foi inserido no repositório da Ferramenta OERTrust no site da Ferramenta, no link:
http://www.agpinformatica.com.br/OERT, e tem um minuto e cinquenta e três
segundos.
A seguir, captura de telas do Vídeo 1, na Figura 19:
Figura 19 – Vídeo 1 – Higienização das mãos com álcool gel
O vídeo foi avaliado na pesquisa por todos os quatorze participantes. Após a
tabulação dos dados de todos os participantes sobre o vídeo, chegou-se ao valor
médio para cada teste.
Atribuindo-se os valores na Ferramenta OERTrust, obteve-se o índice de
confiabilidade de 85,2% de tendência a ser bom e 14,8% de tendência a ser ruim.
Um dado a se considerar é que se encontrou a máxima de 96% e a mínima de
77% para esse vídeo, conforme demonstra o Gráfico 9:
Gráfico 9 – Índice OERTrust – Média gerada para o Vídeo 1
Fonte: o próprio autor.
Na Figura gerada pela Ferramenta OERTrust, é possível analisar que o Vídeo
1 tem garantida de utilização, baseando-se no apontamento realizado na conferência
de seus testes (vide Apêndices E e F).
Nota-se que, no vídeo 1, o teste com menor pontuação foi o Teste de
Configuração, pois não foi informado se no vídeo havia sido feita alguma alteração.
O teste que teve validação maior foi o Teste de Volume. Esse valor pode ter
sido influenciado, pois 75% dos entrevistados citaram que os vídeos com mais de 15
minutos acabam sendo cansativos e por este se tratar de um vídeo com tempo inferior,
estimulou validação maior.
3.3.3.2 Vídeo 2
O Vídeo 2 é uma remixagem do vídeo 1. Neste recurso, foi inserido o áudio,
narrando os procedimentos de como higienizar as mãos com álcool gel.
Mantiveram-se as legendas, bem como a música ao fundo. Uma obMantiveram-servação é que o Vídeo 1 já
possui legendas para a descrição dos processos, bem como a música de fundo.
A seguir, captura de telas do Vídeo 2, na Figura 20:
Figura 20 – Vídeo 2 – Higienização das mãos com álcool gel REMIXADO
Fonte:
http://www.agpainformatica.com.br/OERTrust/higieniza%C3%A7aocorretadasmaoscomalcoolgelcoml
ocucao.php.
O Vídeo 2 foi submetido à pesquisa e obteve o índice médio, utilizando a
Ferramenta OERTrust, de 93% de tendência a ser bom e 7% de tendência a ser ruim.
Um aspecto notado é que, nesse caso, o Teste de Configuração ficou com o
índice melhor que no Vídeo 1, pois teve sua participação estimulada pela mudança,
no caso, a inserção da narração.
O Teste de Volume ficou com o valor aproximado com o do Vídeo 1.
Os designers instrucionais avaliaram melhor o Vídeo 2 nos Testes de Interface
e Configuração, pressupondo-se que o Vídeo 2 tende a ser melhor pela inserção
harmoniosa do áudio, facilitando a compreensão dele, conforme demonstra o Gráfico
10, a seguir:
Gráfico 10 – Índice OERTrust – Média gerada para o Vídeo 2
Fonte: o próprio autor.
Ao compararmos o Gráfico 9 ao Gráfico 10, fica evidente que o Vídeo 2, com a
inserção da narração, recebeu um olhar diferenciado nos Testes de Configuração e
Integração, garantindo que o remix também pode ajudar a melhorar um recurso
educacional.
Nessa comparação entre os Vídeos, notou-se que o teste com menor
pontuação foi o Teste de Caixa-preta. Já o teste que teve a validação mais pontuada
foi o Teste de Integração.
Esse valor pode ter sido influenciado após a inserção do áudio ao Vídeo 1,
facilitando o entendimento dele.
Já os demais testes acabaram seguindo a mesma linha anterior ao Vídeo 1,
pois não tiveram alterações significativas.
Isso ajuda a reforçar a ideia em que os versionamentos vindos de recursos já
validados tendem a se manter estáveis, vez que não esteja alterando o recurso
educacional por completo.
3.3.3.3 Vídeo 3
O Vídeo 3 trata da lavagem das mãos como procedimento de higienização.
Este vídeo tem três minutos e vinte e quatro segundos e foi inserido propositalmente,
para termos dados comparativos entre os demais vídeos. Pressupôs que a atenção
do usuário tenha convergido para alguns quesitos como áudio, enquadramento,
legendas e informações sem sentido no contexto que aparece no vídeo, espelhamento
da captação do vídeo por outro ângulo, uma pessoa filmando com outra câmera
aparecendo no vídeo e padrão de legenda desorganizado, entre outros erros, defeitos
ou falhas que não foram apontadas.
Esse vídeo foi submetido à pesquisa e foi classificado com o índice OERTrust
de 77,8% com tendência a ser bom e com 22,2% tendendo a ser ruim.
Nesse vídeo, tivemos a máxima de 82% e a mínima de 66% na avaliação dos
participantes. Os designers institucionais e produtores de vídeo atribuíram notas
baixas em todos os quesitos do vídeo, talvez pelo olhar mais crítico.
A seguir, captura de telas do Vídeo 3, na Figura 21:
Figura 21 – Vídeo 3 – Higienização das mãos
Fonte: http://www.agpainformatica.com.br/OERTrust/higianizacaodasmaos.php.
Os docentes e os coordenadores mantiveram um padrão de comportamento
diferente do padrão dos designers e dos produtores, atribuindo notas maiores e, nesse
mesmo grupo, não ocorreu alinhamento nas respostas, mas sim, oscilação nos
valores dos itens nesta pesquisa, conforme apresentado no Gráfico 11:
Gráfico 11 – Índice OERTrust – Média gerada para o Vídeo 3
Fonte: o próprio autor.
Observando o Gráfico OERTrust do Vídeo 3, ele demonstra um padrão
aceitável, porém com muitas restrições, que devem ser observadas individualmente
nos testes que foram gerados na pesquisa (Vide Apêndice G).
3.3.3.4 Vídeo 4
O Vídeo 4 mostra a higienização das mãos com álcool gel. Esse vídeo tem um
minuto e quatro segundos e também foi inserido propositalmente para termos dados
que detenham a atenção do usuário e o ajudem a refletir em sua resposta.
Os quesitos como granularidade de imagem, enquadramento, sem legenda e
câmera balançando foram alguns dos itens identificados como maior problema nesse
vídeo.
Figura 22 – Vídeo 4 – Higienização das mãos com álcool gel
Fonte: http://www.agpainformatica.com.br/OERTrust/videoplayback.php.
Ele foi submetido à pesquisa e classificado na Ferramenta OERTrust com o
índice médio de 68% tendendo a ser bom e 32% tendendo a ser ruim.
Nesse caso, tivemos a máxima de 76% e a mínima de 59% para esse vídeo,
conforme mostrado no Gráfico 12:
Gráfico 12 – Índice OERTrust – Média gerada para o Vídeo 4
Nesse caso, os designers institucionais e os produtores de vídeo deram as
notas baixas em todos os quesitos desse vídeo, por terem um olhar mais crítico.
Os docentes e os coordenadores mantiveram um comportamento parecido com
o Vídeo 3, porém atribuindo valores menores aos testes envolvidos no vídeo 3 (Vide
Apêndices G e H).
4 CONCLUSÃO
Fundamentado na problemática demonstrada e nos resultados obtidos pelas
pesquisas e testes efetuados na Ferramenta Computacional que implementa o
Framework OERTrust, comprova-se a hipótese inicial de que é possível estabelecer
um padrão de validação para REA, fornecendo um índice indicativo de sua qualidade
por meio da adaptação de Testes baseados na Engenharia de Software, desde que
reinterpretados de acordo com o tipo do REA a ser aferido.
Ainda que a prova de conceito da Ferramenta – e, por conseguinte, do
Framework – tenha sido realizada apenas com um tipo de REA (no caso, vídeos
educacionais), a metodologia empregada permite a expansão da Ferramenta de forma
a suportar outros tipos de REA, sem alterar os princípios propostos no trabalho.
A contribuição desta Tese está no fato de que ela propõe, de maneira pioneira,
um indicador quantitativo da qualidade de um REA.
Até o momento de sua finalização, não havia na Literatura índices de
mensuração de qualidade dos REA, como indicado na Revisão Sistemática realizada.
Dada à quantidade de Recursos Educacionais que são criados, modificados e
disponibilizados, a pertinência do tema desta Tese justifica-se pela necessidade de
mecanismos de verificação de qualidade de tais recursos.
Para atingir o objeto de estudo desta Tese, que é a aplicabilidade dos princípios
de Testes da Engenharia de Software na aferição de qualidade de REA, fez-se um
recorte metodológico para um tipo de REA específico, no caso, vídeos educacionais.
A escolha deu-se propositalmente, considerando-se que os vídeos guardam poucas
similaridades com software.
Para prova de conceito, foi implementada a Ferramenta OERTrust, baseada no
Framework de mesmo nome, proposto por Almendro e Silveira (2017), para validação
dos testes.
Para os demais tipos de REA, uma vez analisado e reinterpretado o conjunto
de testes adequado a um determinado recurso, basta inserir os pesos relacionados a
cada tipo de teste associado ao REA a ser avaliado, para que ele possa gerar o índice
de confiabilidade.
Há de se ressaltar que nem todos os tipos de Testes de Software são
adequados para validação os REA.
Dentro do escopo de REA do tipo vídeo, a reinterpretação dos testes fez com
que eles tivessem de ser submetidos a modificações específicas por terem seu
direcionamento voltado explicitamente à natureza de softwares.
Dessa maneira, em alguns casos, coube apenas a essência do teste como linha
mestra para sua reinterpretação. Uma particularidade que foi identificada é que os
nomes dos testes (os quais não foram modificados) podem não ser claros para as
pessoas que não estejam acostumadas com jargões de desenvolvimento de software.
Este fato pode ter sido um elemento de dificuldade na interpretação do contexto de
algum teste.
A arquitetura do Framework OERTrust, assim como a Ferramenta
Computacional implementada, é expansível e pode ser aplicada a qualquer tipo de
REA e mesmo a outros tipos de testes, não sendo limitados aos testes da Engenharia
de Software, sendo possível implementar testes de naturezas distintas, como aferição
de qualidade desde um ponto de vista puramente pedagógico ou, ainda, Testes de
Usabilidade e de Acessibilidade.
Juntamente com o Grupo Focal, foi criada uma listagem de tarefas que cada
teste deve possuir. A partir da primeira pesquisa desses tipos de testes, foi calculado
o peso que cada item deveria possuir no contexto de vídeos educacionais. Não foi
efetuado o levantamento desses pesos para os demais tipos de REA, pelo tempo e
número de pessoas reduzidos.
Com o auxílio da pesquisa 2, foi possível validar a Ferramenta que implementa
o Framework OERTrust com os resultados obtidos por meio dos quatro casos
utilizados. Esses dados foram importantes para os testes da Ferramenta, pois
permitiram conferir e visualizar os índices de tendências gerados por ela.
Ressalta-se que os REA necessitam de mecanismos de aferição de qualidade
em diversos aspectos, a fim de que os potenciais usuários possam ter uma referência
para sua seleção, seja para simples utilização, seja para modificação, seja para
remixagem.
Nesta tese, os Testes de Software reinterpretados foram aplicados
basicamente aos aspectos técnicos do REA.
Já os aspectos pedagógicos possuem uma complexidade distinta, e os Testes
de Aferição de qualidade sob esta ótica possivelmente não teriam a inspiração vinda
diretamente da Engenharia de Software, devido à natureza mais tecnicista do que se
Ressalte-se que, como já afirmado, tais testes poderão ser inseridos na
Ferramenta OERTrust, como os testes demonstrados nesta Tese, abrindo variados
caminhos para trabalhos futuros.
A Ferramenta OERTrust é disponibilizada sob licença aberta para software, de
modo que pode ser livremente modificada. Uma modificação futura diz respeito à sua
internacionalização. Outro trabalho futuro refere-se à integração da Ferramenta
OERTrust em repositórios ou indexadores de REA, o que pode dar aos usuários a
segurança de que determinado REA foi testado na íntegra ou parcialmente.
Ainda, demais trabalhos futuros apontam no refinamento dos testes para
vídeos, bem como na expansão da Ferramenta de forma a suportar testes de outros
tipos de REA.
Há de se ressaltar que REA do tipo software educativo podem ser analisados
utilizando o Framework e a Ferramenta associada, sem a necessidade de
reinterpretação dos testes.
Ademais, a extensão da Ferramenta de modo a suportar testes de caráter
pedagógico requer estudos aprofundados a respeito dos conjuntos de aspectos
importantes a serem testados, de acordo não apenas com o tipo do REA, mas também
com o perfil do público-alvo.
5 REFERÊNCIAS
ALBUQUERQUE, A. G. P.; SILVEIRA, I. F. Reuso de Recursos Educacionais abertos:
uma proposta de mecanismo de recomendação o aplicado a textos abertos
colaborativos. In: PROCEEDINGS OF WORLD CONGRESS ON SYSTEMS
ENGINEERING AND INFORMATION TECHNOLOGY, 2013, Porto Portugal. Anais
[…] Porto: 2013. p. 73-77.
ALMENDRO, D.; SILVEIRA, I. F. Quality and Tests for Open Educational Resources.
A Systematization based on Software Engineering Principles. TWELFTH LATIN
AMERICAN CONFERENCE ON LEARNING TECHNOLOGIES (LACLO), 2017.
Laplata, Argentina. Anais […] Laplata: IEEE, 2017.
AMIEL, T. Identifying Barriers to the Remix of Translated Open Educational
Resources. International Review of Research in Open and Distance Learning,
Athabasca Universit Alberta Canada, v. 14, n. 3, p. 126-144, 2013.
ARIMOTO, M. M.; BARROCA, L.; BARBOSA, E. F. Recursos Educacionais Abertos:
Aspectos de desenvolvimento no cenário brasileiro RENOTE – Revista Novas
Tecnologias da Educação, UFRGS, Rio Grande do Sul Brasil, v. 12, n. 2. Disponível
em: http://oro.open.ac.uk/42063/1/53458-218348-2-PB.pdf. Acesso em: fev. 2019.
ATENAS, J.; HAVEMANN, L.; PRIEGO, E. Opening teaching landscapes: The
importance of quality assurance in the delivery of open educational resources. Open
Praxis, Londres, v. 6, n. 1, p. 29-43, 2014. Disponível em:
http://openaccess.city.ac.uk/3113/1/Open_Teaching_Landscapes.pdf. Acesso em:
jun. 2019.
BRAGA, J. C. Objetos de aprendizagem. Volume II – Metodologia de
desenvolvimento. Santo André: UFABC, 2015.
CAMILLERI, A. F.; EHLERS, U. D.; PAWLOWSKI, J. State of the Art Review of Quality
Issues related to Open Educational Resources (OER), JRC Scientific and Policy
Reports (Publications Office of the European Union), Luxembourg, 52S, 2014.
CRAVEIRO, Gisele; MACHADO, Jorge; ORTELLADO, Pablo. O mercado de livros
técnicos e científicos no Brasil – GPOPAI. São Paulo: USP Leste, 2008.
CREATIVE COMMONS. Conceitos legais: o commons. 7 nov. 2005. Disponível em:
https://br.creativecommons.org/sobre/. Acesso em: abr. 2019.
DIAZ, P. et al. Licencias y derechos de autoria en textos educativos colaborativos
FERGUSON, G. et al. Using the Framework to explore the multiple interacting factors
associated with developmental coordination disorder. Current Developmental
Disorders Reports, Springer, v. 1, n. 2, p. 86-101, 2014.
FERREIRA, A. B. H. Dicionário da língua portuguesa. 5. ed. Curitiba: Positivo, 2010.
2222p. Disponível em: https://dicionariodoaurelio.com/qualidade. Acesso em: jun.
2019.
FORMIGA, M.; LITTO, F. A terminologia da EAD. Educação a Distância: o estado
da arte. ABED. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. p. 46-9.
GOMES, A. S.; FURTADO, E. S. Favihc-Framework de avaliação da interação
humano computador, estudo de caso na televisão digital. In: PROCEEDINGS OF THE
IX SYMPOSIUM ON HUMAN FACTORS IN COMPUTING SYSTEMS. 2010. Anais
[…] [S.l.]: Brazilian Computer Society, 2010. p. 81-90.
GREEN, C. Recursos Educacionais precisam ter licença aberta. Disponível em:
https://nacoesunidas.org/artigo-recursos-educacionais-precisam-ter-licenca-aberta/.
2017. Acesso em: dez. 2017.
HERVÁS, A. F. B. G. A method of assessing academic learning experiences in
virtual learning environments. [S.l.]: IEEE Latin America Transactions, 2014. p.
219-26.
HYLÉN, J. et al. Open Educational Resources: Analysis of Responses to the OECD
Country Questionnaire, OECD Education Working Papers – OECD Publishing,
Paris, n. 76, 2012. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1787/5k990rjhvtlv-en. Acesso
em: 1 fev. 2019.
HYLÉN, J. Open Educational Resources: Opportunities and Challenges. OECD’s
Centre for Educational Research and Innovation. 2006. Disponível em
http://www.oecd.org/dataoecd/5/47/37351085.pdf. Acesso em: 1 fev. 2019.
ISO/IEC/IEEE 29119-1: 2014. Engenharia de Software e Sistemas – Teste de
Software Parte 1: Conceitos e definições. São Paulo: ABNT, 2014.
JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto: novos passos para o planejamento da
qualidade em produtos e serviços. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
KAWACHI, P. Quality Assurance Guidelines for Open Educational Resources:
TIPS Framework. New Delhi: Commonwealth of Learning e Commonwealth
Educational Media Centre for Asia (CEMCA), 2014.
KURILOVAS, E.; BIRENIENE, V.; SERIKOVIENE, S. Methodology for Evaluating
Quality and Reusability of Learning Objects. Electronic Journal of e-Learning, Nr
Reading, Inglaterra, v. 9, n. 1, p. 39-51, 2011.
LEWIS, R.; SPENCER, D. What is Open Learning? In: Open Learning. Londres:
Council for Educational Technology, 1986.
MYERS, G. The Art of Software Testing. 2.ed. Hoboken: John Wiley & Sons Inc.,
2004.
OCHOA, Xavier; SILVEIRA, Ismar Frango; SPROCK, Antonio Silva. Collaborative
open textbooks for Latin America – The Latin project. In: INTERNATIONAL
CONFERENCE ON INFORMATION SOCIETY (i-Society), 2011, Dublin, Irlanda.
IEEE, Dublin: 2011, p. 398-403.
OKADA, A.; OKADA, S. Novos Paradigmas na Educação Online com a Aprendizagem
Aberta. In: V CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE TIC NA EDUCAÇÃO –
CHALLENGES. 2007, Braga. Anais [...] Braga: Universidade do Minho, 2007. p. 1-11.
PAULA FILHO, W. P. Engenharia de Software: fundamentos, métodos e padrões.
São Paulo: LTC, 2000.
PRESSMAN, R.; S. BRUCE M. Engenharia de Software. 8.ed. São Paulo: McGraw
Hill Brasil, 2016.
RODÉS, Virginia et al. Percepciones, actitudes y prácticas respecto a los libros de
texto, digitales y en formatos abiertos por parte de estudiantes de universidades de
América Latina. In: Congresso Brasileiro de Informática Na Educação, 2012, Rio de
Janeiro. Anais [...] Rio de Janeiro: 2012, p. 110.
RUSSELL, S.; NORVIG, P. Inteligência Artificial: um Enfoque Moderno. Rio de
Janeiro: Prentice Hall, 2004.
SANTA R., JOSÉ G.; ANAMARIA, M. Avaliação e projeto no design de interfaces.
São Paulo: 2AB, 2010.
SANTOS A. I. Educação Aberta: histórico, práticas e o contexto dos Recursos
Educacionais abertos. Recursos Educacionais Abertos: práticas colaborativas
políticas públicas. Salvador: Casa da Cultura Digital, 2012. p. 246.
SCHIMIGUEL, J.; BARANAUSKAS, M. C. C.; MEDEIROS, C. B. Um Framework para
avaliação de interfaces de aplicações web. In: ACM. PROCEEDINGS OF VII
BRAZILIAN SYMPOSIUM ON HUMAN FACTORS IN COMPUTING SYSTEMS. 2006,
Natal, Brasil. Anais [...] Natal: 2006, p. 168-77.
SEMELER, A. R.; HELEN, B. F. R. Imagem, Informação e Tecnologia: vídeo digital
como objeto de estudo para Ciência da Informação. Pesquisa Brasileira em Ciência
da Informação e Biblioteconomia, Londrina, v. 7., v. 2, p. 34, 2013.
SILVEIRA, I. F. Rumo ao Reuso: Recursos Educacionais Abertos. In: Braga, J. (org.).
Objetos de Aprendizagem. Santo André: UFABC, 2014. p. 127-148. v. 1.
SOMMERVILLE, I. Software engineering: 9.ed. São Paulo: Pearson Education Inc.,
2011.
UNESCO. Declaração REA de Paris em 2012. Disponível em
http://www.unesco.org/new/fileadmin/MULTIMEDIA/HQ/CI/WPFD2009/Portuguese_
Declaration.html. Acesso em: 24 dez. 2017.
UNESCO. Open Educational Resources Open Content for Higher Education –
Final Forum Report. Paris: UNESCO, 2012.
UNESCO. Slovenian National Commission for UNESCO. UNESCO Chair in Open
Technologies for OER and Open Learning (Jožef Stefan Institute, Slovenia) With the
generous support of The William and Flora Hewlett Foundation. Eslovênia: UNESCO,
2017.
VELÁZQUEZ, C. et al. La importancia de la Definición de la Calidad del Contenido de
un Objeto de Aprendizaje. Avances en la Ciencia de la Computación. Villaseñor: L.
Martínez A., 2005. p. 329-33.
WELLER, M. Big and little OER. In: OPENED2010: SEVENTH ANNUAL OPEN
EDUCATION CONFERENCE, 2-4 November 2010, Barcelona, Spain.
WILEY, D. Defining the “open” in open content. 2015. Disponível em.
http://opencontent.org/definition/. Acesso em: dez. 2017.
WILEY, D. The Current State of Open Educational Resources. 2006. Disponível
em: https://opencontent.org/blog/archives/247. Acesso em: dez. 2017.
WILLINSKY J. The access principle: the case for open access to research and
ANEXO A
FRAMING INTERNATIONAL DEVELOPMENT EDUCATION IN THE POST-2015
ERA: SUGGESTIONS FOR SCHOLARS AND POLICYMAKERS
Targets
By 2030, ensure that all girls and boys complete free, equitable and quality
primary and secondary education leading to relevant and Goal-4 effective learning
outcomes;
By 2030, ensure that all girls and boys have access to quality early childhood
development, care and preprimary education so that they are ready for primary
education;
By 2030, ensure equal access for all women and men to affordable and
quality technical, vocational and tertiary education, including university;
By 2030, substantially increase the number of youth and adults who have
No documento
TESTES DE SOFTWARE
(páginas 76-115)