Cláusula 18.a
Retribuição
1, 2, 3, 4 e 5 — (Mantêm-se com a redacção do CCT em vigor.)
6 — Os trabalhadores classificados como caixas ou cobradores, bem como aqueles que estejam encarregues de efectuar recebimentos ou pagamentos, terão direito a um abono mensal para falhas igual aE28,20.
7 — (Mantém-se com a redacção do CCT em vigor.) Cláusula 20.a
Diuturnidades
1 — Às retribuições mínimas estabelecidas neste CCT serão acrescidas diuturnidades deE30,70, independen-temente de comissões, prémios ou outras formas de retribuição, por cada três anos de permanência em cate-goria sem acesso obrigatório e na empresa, até ao limite de quatro diuturnidades.
2 — (Mantém-se com a redacção do CCT em vigor.) Cláusula 20.a-A
Subsídio de refeição
Os trabalhadores têm direito, por cada dia de tra-balho, a um subsídio de refeição no valor de E 2,15.
Cláusula 22.a
Ajudas de custo
1 — Aos trabalhadores que se desloquem em viagem de serviço será abonada a importância diária deE49,40 para alimentação e alojamento ou o pagamento dessas despesas contra a apresentação de documentos.
2 — Aos trabalhadores que não completem diária fora e que se desloquem em viagem de serviço serão abonadas as quantias referidas nas alíneas a) e b) deste número ou o pagamento das despesas contra a apre-sentação de documentos:
a) Refeição —E12,70;
b) Alojamento e pequeno-almoço —E30,70.
3, 4, 5 e 6 — (Mantêm-se com a redacção do CCT em vigor.)
Nota. — As demais matérias não objecto de revisão mantêm-se com a redacção do CCT em vigor.
ANEXO II
Tabela de remunerações mínimas
Grupo Categoria profissional Remuneração
(euros)
1 Director de serviços e engenheiro do grau 3 . . . 1 001 2 Chefe de escritório, analista de sistemas e
enge-nheiro do grau 2 . . . . 868 3 Chefe de departamento, divisão ou serviço,
tesoureiro, contabilista, técnico de contas, programador, engenheiro do grau I-B e chefe
de vendas . . . . 768 4 Chefe de secção (escritório), guarda-livros,
pro-gramador mecanográfico, encarregado geral,
engenheiro do grau I-A e inspector de vendas 710 5 Técnico de electrónica, ajudante de
guarda-li-vros, correspondente em línguas estrangeiras, secretária de direcção, operador mecanográ-fico de 1.a, caixeiro encarregado ou chefe de secção, operador de computador com mais de três anos, escriturário especializado e
ven-dedor especializado ou técnico de vendas . . . 663 6 Primeiro-caixeiro, primeiro-escriturário,
vende-dor, caixeiro de praça, caixeiro-viajante, cai-xeiro de mar, prospector de vendas, caixa de escritório, motorista de pesados, operador de máquinas de contabilidade de 1.a, operador mecanográfico de 2.a, esteno-dactilógrafo em língua estrangeira, cozinheiro de 1.a, opera-dor de computaopera-dor com menos de três anos,
promotor de vendas e fiel de armazém . . . . . 621 7 Segundo-caixeiro, segundo-escriturário,
moto-rista de ligeiros, perfurador-verificador de 1.a, operador de máquinas de contabilidade de 2.a, esteno-dactilógrafo em língua portu-guesa, cobrador, expositor, operador de telex
e cozinheiro de 2.a . . . . 573 8 Terceiro-caixeiro, terceiro-escriturário,
cozi-nheiro de 3.a, conferente, demonstrador, tele-fonista, perfurador-verificador de 2.ae
recep-cionista . . . . 531
Grupo Categoria profissional Remuneração
(euros)
9 Caixa de balcão, distribuidor, embalador, ser-vente, rotulador/etiquetador, empilhador, ajudante de motorista, contínuo com mais de 21 anos, porteiro, guarda e empregado de
refeitório . . . . 516 10 Caixeiro-ajudante do 2.o ano, estagiário do
2.oano e dactilógrafo do 2.oano . . . . 422 11 Caixeiro-ajudante do 1.o ano, estagiário do
1.oano, dactilógrafo do 1.oano, contínuo com
menos de 21 anos e trabalhador de limpeza 392 12 Praticante e paquete . . . . 389
Nota. — A retribuição fixa mínima para vendedor especializado ou técnico de vendas, vendedor, caixeiro de mar, caixeiro-viajante, caixeiro de praça, pracista, prospector de vendas e promotor de vendas que aufiram comissões é a correspondente ao grupo 7 da tabela de remunerações mínimas.
Declaração
Para cumprimento do disposto na alínea h) do artigo 543.o, conjugado com os artigos 552.oe 553.o do Código do Trabalho, serão potencialmente abrangidos pela presente convenção colectiva de trabalho 95 empre-sas e 1800 trabalhadores.
Lisboa, 30 de Março de 2006.
Pela GROQUIFAR — Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Far-macêuticos:
José Farinha de Noronha e Andrade, vice-presidente da direcção.
Verter Augusto Gomes, vice-presidente da direcção.
Pela FETESE — Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores de Serviços, em repre-sentação dos seguintes sindicatos filiados:
SITESE — Sindicato dos Trabalhadores de Escritório, Comércio, Hotelaria e Serviços;
SITEMAQ — Sindicato da Mestrança e Marinhagem da Marinha Mercante, Energia e Fogueiros de Terra:
António Maria Teixeira de Mattos Cordeiro, mandatário.
Pela FETICEQ — Federação dos Trabalhadores das Indústrias Cerâmica, Vidreira, Extractiva, Energia e Química, em representação de:
SINDEQ — Sindicato Democrático da Energia, Química e Indústrias Di-versas:
José Luís Carapinha Rei, mandatário.
Pelo STVSIH — Sindicato dos Técnicos de Vendas do Sul e Ilhas:
António Maria Teixeira de Matos Cordeiro, mandatário.
Pelo SITESC — Sindicato de Quadros, Técnicos Administrativos, Serviços e Novas Tecnologias:
José Manuel Gonçalves Dias de Sousa, mandatário.
Pelo SETAA — Sindicato da Agricultura Alimentação e Florestas:
Joaquim Manuel Freire Venâncio, mandatário.
Pelo SERS — Sindicato dos Engenheiros da Região Sul:
Sofia Maria Tenório Ferreira Guimarães, mandatário.
Pela FENSIQ — Confederação Nacional dos Sindicatos de Quadros:
João Manuel Netas Neves, mandatário.
Pelo SNE — Sindicato Nacional dos Engenheiros:
Teresa Maria da Silva Ribeiro Marques de Oliveira Pinto, mandatária.
Declaração
A FENSIQ — Confederação Nacional de Sindicatos de Quadros declara que outorga a assinatura da revisão
do texto final do CCT/GROQUIFAR — Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos de 2006 em representação dos seguintes sindicados:
SNAQ — Sindicato Nacional de Quadros Técni-cos;
SEMM — Sindicato dos Engenheiros da Marinha Mercante;
Sindicato dos Economistas.
Lisboa, 28 de Abril de 2006. — Pelo Secretariado Nacional: (Assinaturas ilegíveis.)
Depositado em 24 de Maio de 2006, a fl. 128 do livro n.o10, com o n.o80/2006, nos termos do artigo 549.o do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.o99/2003, de 27 de Agosto.
CCT entre a GROQUIFAR — Assoc. de Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos e a FEP-CES — Feder. Portuguesa dos Sind. do Comér-cio, Escritórios e Serviços e outras — Alteração salarial e outras.
Alteração salarial e outras à convenção colectiva de tra-balho entre a FEPCES — Federação Portuguesa dos Sindicatos do Comércio, Escritórios e Serviços e outro e a GROQUIFAR — Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos, com última publicação no Boletim do Trabalho e Emprego, 1.asérie, n.o21, de 8 de Junho de 2005.
CAPÍTULO I
Área, âmbito, vigência e denúncia Cláusula 1.a
Área e âmbito
1 — O presente CCT aplica-se à actividade de impor-tação e exporimpor-tação e ou armazenagem de produtos quí-micos para a indústria e ou para a agricultura e obriga, por um lado, as empresas filiadas na GROQUI-FAR — Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos que se dediquem àquelas actividades e, por outro, os trabalhadores filiados nos sindicatos outorgantes.
2 — Este CCT aplica-se em todo o território nacional.
3 — O âmbito profissional é o constante nos anexosI eII.
Cláusula 2.a
Vigência
1 — (Mantém-se com a redacção da CCT em vigor.) 2 — A tabela de remunerações mínimas e o subsídio de refeição produzem efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2006.
3, 4 e 5 — (Mantêm-se com a redacção da CCT em vigor.)
CAPÍTULO IV Prestação do trabalho
. . . . Cláusula 18.a
Retribuição
1, 2, 3, 4 e 5 — (Mantêm-se com a redacção da CCT em vigor.
6 — Os trabalhadores classificados como caixas ou cobradores, bem como aqueles que estejam encarregues de efectuar recebimentos ou pagamentos, terão direito a um abono mensal para falhas igual aE28,20.
7 — (Mantém-se com a redacção da CCT em vigor.) Cláusula 20.a
Diuturnidades
1 — Às retribuições mínimas estabelecidas nesta CCT serão acrescidas diuturnidades deE30,70, independen-temente de comissões, prémios ou outras formas de retribuição, por cada três anos de permanência em cate-goria sem acesso obrigatório e na empresa, até ao limite de quatro diuturnidades.
2 — (Mantém-se com a redacção da CCT em vigor.) Cláusula 20.a-A
Subsídio de refeição
Os trabalhadores têm direito, por cada dia de tra-balho, a um subsídio de refeição no valor de E2,15.
Cláusula 22.a
Ajudas de custo
1 — Aos trabalhadores que se desloquem em viagem de serviço será abonada a importância diária deE49,40 para alimentação e alojamento ou o pagamento dessas despesas contra a apresentação de documentos.
2 — Aos trabalhadores que não completem diária fora e que se desloquem em viagem de serviço serão abonadas as quantias referidas nas alíneas a) e b) deste número ou o pagamento das despesas contra a apre-sentação de documentos:
a) Refeição —E12,70;
b) Alojamento e pequeno-almoço —E30,70.
3, 4, 5 e 6 — (Mantêm-se com a redacção da CCT em vigor.)
ANEXO II
Tabela de remunerações mínimas
Grupo Categoria profissional Remuneração
(em euros)
1 Director de serviços e engenheiro do
grau 3 . . . . 1 001
Grupo Categoria profissional Remuneração (em euros)
2 Chefe de escritório, analista de sistemas
e engenheiro do grau 2 . . . . 868 3 Chefe de departamento, divisão ou
ser-viço, tesoureiro, contabilista, técnico de contas, programador, engenheiro do
grau I-B e chefe de vendas . . . . 768 4 Chefe de secção (escritório),
guarda-liv-ros, programador mecanográfico, encarregado geral, engenheiro do grau
I-A e inspector de vendas . . . . 710 5 Técnico de electrónica, ajudante de
guar-da-livros, correspondente em línguas estrangeiras, secretária de direcção, ope-rador mecanográfico de 1.a, caixeiro-en-carregado ou chefe de secção, operador de computador com mais de três anos, escriturário especializado e vendedor
especializado ou técnico de vendas . . . . 663 6 Primeiro-caixeiro, primeiro-escriturário,
vendedor, caixeiro de praça, caixeiro-via-jante, caixeiro de mar, prospector de ven-das, caixa de escritório, motorista de pesados, operador de máquinas de con-tabilidade de 1.a, operador mecanográ-fico de 2.a, esteno-dactilógrafo em língua estrangeira, cozinheiro de 1.a, operador de computador com menos de três anos,
promotor de vendas e fiel de armazém 621 7 Segundo-caixeiro, segundo-escriturário,
motorista de ligeiros, perfurador-veri-ficador de 1.a, operador de máquinas de contabilidade de 2.a, esteno-dacti-lógrafo em língua portuguesa, cobrador, expositor, operador de telex e
cozin-heiro de 2.a. . . . 573 8 Terceiro-caixeiro, terceiro-escriturário,
cozinheiro de 3.a, conferente, demons-trador, telefonista,
perfurador-verifica-dor de 2.ae recepcionista . . . . 531 9 Caixa de balcão, distribuidor, embalador,
servente, rotulador/etiquetador, empil-hador, ajudante de motorista, contínuo com mais de 21 anos, porteiro, guarda
e empregado de refeitório . . . . 516 10 Caixeiro-ajudante do 2.o ano, estagiário
do 2.oano e dactilógrafo do 2.oano . . . 422 11 Caixeiro-ajudante do 1.o ano, estagiário
do 1.oano, dactilógrafo do 1.oano, con-tínuo com menos de 21 anos e
trabal-hador de limpeza . . . . 392 12 Praticante e paquete . . . . 389 Nota. — A retribuição fixa mínima para vendedor especializado ou técnico de vendas, vendedor, caixeiro de mar, caixeiro-viajante, caixeiro de praça, pracista, prospector de vendas e promotor de vendas que aufiram comissões é a correspondente ao grupo 7 da tabela de remunerações mínimas.
Declaração
Para cumprimento do disposto na alínea h) do artigo 543.o, conjugado com os artigos 552.o e 553.o, do Código do Trabalho, serão potencialmente abran-gidos pela presente convenção colectiva de trabalho 95 empresas e 1800 trabalhadores.
Lisboa, 3 de Abril de 2005.
Pela FEPCES — Federação Portuguesa dos Sindicatos do Comércio, Escritórios e Serviços:
José António Marques, mandatário.
Pela FESTRU — Federação dos Sindicatos de Transportes Rodoviários e Urbanos:
José António Marques, mandatário.
Pela GROQUIFAR — Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Far-macêuticos:
José Farinha de Noronha e Andrade, vice-presidente.
Verter Augusto Gomes, vice-presidente.
Declaração
Informação da lista de sindicatos filiados na FEP-CES — Federação Portuguesa dos Sindicatos do Comér-cio, Escritórios e Serviços:
CESP — Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (*);
Sindicato dos Trabalhadores do Comércio e Serviços do Minho;
Sindicato dos Trabalhadores Aduaneiros em Des-pachantes e Empresas;
STAD — Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas;
Sindicato dos Empregados de Escritório e Serviços da Horta;
Sindicato dos Trabalhadores de Escritório e Comér-cio do Distrito de Angra do Heroísmo;
SITAM — Sindicato dos Trabalhadores de Escritó-rio, Comércio e Serviços da Região Autónoma da Madeira.
(*) O CESNORTE — Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços do Norte foi extinto, integrando-se no CESP (Bole-tim do Trabalho e Emprego, 1.asérie, n.o29, de 8 de Agosto de 2004).
26 de Setembro de 2005.
Declaração
A FESTRU — Federação dos Sindicatos de Transpor-tes Rodoviários e Urbanos (CGTP-IN) representa os seguintes sindicatos:
Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodo-viários de Aveiro;
Sindicato dos Transportes Rodoviários do Distrito de Braga;
Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodo-viários e Urbanos do Centro;
Sindicato dos Transportes Rodoviários de Faro;
Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodo-viários da Região Autónoma da Madeira;
Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodo-viários e Urbanos do Norte;
Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodo-viários do Sul;
TUL — Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Colectivos do Distrito de Lisboa;
Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodo-viários e Urbanos de Viana do Castelo;
Sindicato dos Transportes Rodoviários do Distrito de Vila Real;
Sindicato dos Profissionais de Transportes, Turismo e Outros Serviços de Angra do Heroísmo.
Lisboa, 31 de Março de 2006. — A Direcção Nacional:
(Assinaturas ilegíveis.)
Depositado em 24 de Maio de 2006, a fl. 128 do livro n.o 10, com o n.o 81/2006, nos termos do artigo 549.o do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.o 99/2003, de 27 de Agosto.
CCT entre a APROSE — Assoc. Portuguesa dos Produtores Profissionais de Seguros e o SISEP — Sind. dos Profissionais de Seguros de Portugal e outro — Alteração salarial e outras.
Revisão do contrato colectivo de trabalho para a acti-vidade de mediação de seguros, publicado no Boletim do Trabalho e Emprego, 1.asérie, n.o13, de 8 de Abril de 1999 (texto base), e posteriores alterações, a última das quais publicada no Boletim do Trabalho e Emprego, 1.a série, n.o 25, de 8 de Julho de 2005.
Texto final acordado nas negociações directas
Aos 18 dias do mês de Maio de 2006, a APROSE — Associação Portuguesa dos Produtores Profissionais de Seguros, por um lado, o SISEP — Sindicato dos Pro-fissionais de Seguros de Portugal e o STAS — Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Seguradora, por outro, acordaram em negociações directas a matéria que se segue e que, segundo as cláusulas 1.a e 2.a, n.o 1, do CCT em vigor, se aplica em todo o território nacional e obriga, por um lado, as entidades empregadoras que exercem a mediação de seguros e ou resseguros CAE 67200, representadas pela APROSE — Associa-ção Portuguesa dos Produtores Profissionais de Seguros, associação patronal outorgante, e, por outro, todos os trabalhadores ao seu serviço representados pelo SISEP — Sindicato dos Profissionais de Seguros de Por-tugal e pelo STAS — Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Seguradora, sindicatos outorgantes.
CCT para a actividade de mediação de seguros Alteração salarial e outras
CAPÍTULO I
Área, âmbito, vigência e eficácia Cláusula 1.a
Área de aplicação
O presente contrato colectivo de trabalho aplica-se em todo o território nacional.
Cláusula 2.a
Âmbito pessoal
1 — Este contrato colectivo de trabalho obriga:
a) Por um lado, as entidades empregadoras que exercem a mediação de seguros e ou resseguros CAE 67200 representadas pela APROSE — Associação Portuguesa dos Produtores Profis-sionais de Seguros, associação patronal outor-gante;
b) Por outro, todos os trabalhadores ao serviço das entidades referidas na alínea anterior represen-tados pelo SISEP — Sindicato dos Profissionais de Seguros de Portugal e pelo STAS — Sindi-cato dos Trabalhadores da Actividade Segura-dora, sindicatos outorgantes;
c) Por este CCT serão potencialmente abrangidas 527 entidades empregadoras e 1130 trabalha-dores.
2 — (Mantém-se a redacção em vigor.) 3 — (Mantém-se a redacção em vigor.)
CAPÍTULO V Regalias
SECÇÃO II Outras regalias Cláusula 35.a
Subsídio de almoço
1 — A contribuição para o custo da refeição de almoço é fixada em E 7 diários por cada dia efectivo de trabalho.
2 — (Mantém-se a redacção em vigor.) 3 — (Mantém-se a redacção em vigor.) 4 — (Mantém-se a redacção em vigor.)
ANEXO IV Tabela salarial
De 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2006 Nível ordenado base
Categoria Nível Euros
Director . . . . XIII 1 963 Chefe de serviços . . . . XII 1 358 Gestor de clientes . . . . XI 1 087 Técnico de análise de riscos, prevenção e segurança X 1 030 Adjunto do gestor de clientes . . . . IX 910 Empregado administrativo . . . . VIII 884 Empregado administrativo . . . . VII 822 Telefonista . . . . VI 791 Empregado de serviços gerais . . . . V 606 Estagiário de gestor de clientes . . . . IV 488
Categoria Nível Euros
Estagiário administrativo . . . . III 458 Estagiário de serviços gerais . . . . II 396 Empregado de limpeza . . . . I 391
Lisboa, 18 de Maio de 2006.
Pela APROSE — Associação Portuguesa dos Produtores Profissionais de Seguros:
António Manuel Vilela da Silva, presidente da direcção.
António Macedo, tesoureiro da direcção.
Pelo SISEP — Sindicato dos Profissionais de Seguros de Portugal:
António Luís Correia, presidente-adjunto.
António Carlos Videira dos Santos, vice-presidente.
Pelo STAS — Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Seguradora:
Luís Martins Dias, membro da direcção executiva.
Isidro Pinto, membro da direcção executiva.
Carla Sofia Grilo Mirra, mandatária.
Depositado em 31 de Maio de 2006, a fl. 130 do livro n.o10, com o n.o91/2006, nos termos do artigo 549.o do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.o99/2003, de 27 de Agosto.
ACT entre a Rádio e Televisão de Portugal, SGPS, S. A., e outras e o Sind. dos Jornalistas Relativo ao acordo colectivo de trabalho celebrado entre
a Rádio e Televisão de Portugal, SGPS, S. A., a Radio-televisão Portuguesa — SPT, S. A., a RTP — Meios de Produção, S. A., a Radiodifusão Portuguesa, S. A., e o Sindicato dos Jornalistas.
As partes outorgantes concluíram o processo de revi-são da regulamentação colectiva de trabalho que dis-ciplina as relações laborais entre as empresas associadas do Grupo RTP e trabalhadores ao seu serviço associados das associações sindicais outorgantes.
As partes acordam também que as matérias relativas ao anexoIIsão acordadas provisoriamente devendo os trabalhadores abrangidos ser enquadrados conforme o anexo a este protocolo até acordo em contrário das partes.
O carácter provisório desta matéria é justificado pela necessidade de aprofundar a análise do impacte de alguns projectos de inovação tecnológica na definição do âmbito funcional das diversas categorias e dos res-pectivos níveis de desenvolvimento.
Para além disso, as partes reconhecem a necessidade de regular algumas matérias de especial importância e que, não integrando aquele instrumento, respeitam à situação e aos interesses dos trabalhadores e são essen-ciais à sua aplicação.
Nestes termos, é acordado o seguinte:
Artigo 1.o
É aprovado o texto integral do acordo colectivo de trabalho (ACT) em anexo.
Artigo 2.o
1 — O ACT entrará em vigor no dia 1 do mês seguinte ao da sua publicação ou, se anterior, na data em que produzir efeitos a Ordem de Serviço, n.o 2, de 20 de Fevereiro de 2006.
2 — Serão devidos retroactivos desde o dia 1 de Janeiro de 2006 e o dia da entrada em vigor do ACT, correspondentes ao valor da diferença entre a remu-neração de base auferida e a que resultar da aplicação da presente revisão.
Artigo 3.o
1 — O enquadramento na tabela salarial dos traba-lhadores abrangidos pelo ACT é feito nos termos da lista anexa à acta da reunião celebrada entre as partes em 21 de Abril de 2006.
2 — A empresa procederá à divulgação anual das pro-gressões de escalão remuneratório verificadas antes do decurso do período de seis anos previsto, bem como dos fundamentos que as justificaram.
3 — O subsídio de integração que resultar da apli-cação da tabela salarial constante do ACT anexo ou da respectiva actualização em 2006 só poderá ser objecto de absorção por futuras revisões salariais até ao máximo de 25 % do valor agora fixado em cada um dos quatro anos seguintes; o disposto neste número não prejudica a absorção total ou parcial em caso de revisão do escalão salarial ou do nível de desenvolvimento.
Artigo 4.o
A partir de 1 de Janeiro de 2007, e nos termos de regulamento próprio, qualquer trabalhador ou a empresa terá o direito de submeter a análise por uma comissão arbitral, instituída nos termos do artigo 4.o do regulamento da comissão paritária (anexo I-D do ACT), a adequação das funções efectivamente exercidas ao enquadramento na categoria e no nível de desen-volvimento em que se encontrar. Até àquela data, qual-quer trabalhador ou o sindicato que o represente, desde que autorizado por escrito por aquele, poderá suscitar junto da empresa a análise da integração efectuada nos termos deste artigo.
Artigo 5.o
1 — Uma vez apurada a conta de exploração de 2005, se o custo anual do regime de comparticipações não ultrapassar 2 % do valor das remunerações fixas supor-tadas, a empresa estará disponível para rever o valor das comparticipações nas consultas, nomeadamente comparticipando na totalidade as consultas de gineco-logia ou outras especialidades que sejam asseguradas nos postos clínicos da empresa e que não sejam acessíveis a outros trabalhadores do grupo, onde aqueles não existam.
2 — O valor das remunerações fixas a que se refere o número anterior compreende os montantes pagos pelas empresas: remunerações de base (remuneração de categoria, remuneração de antiguidade e subsídio de integração), subsídios de férias e de Natal, subsídios de estrutura, subsídios referentes ao regime de horário
de trabalho — IHT, horários irregulares, subsídio de
de trabalho — IHT, horários irregulares, subsídio de