• Nenhum resultado encontrado

Processos e procedimentos de legalização de cursos

No documento Download/Open (páginas 105-108)

UMA HISTÓRIA EM CONSTRUÇÃO

3.5. Processos e procedimentos de legalização de cursos

A implant ação de curso s da UEG é precedida de est udo s que co mpro vem a necessidade de sua inst alação . Apó s t ais est udo s, a criação de curso s na UEG passa po r do is mo ment o s. O primeiro , int erno , de apro vação no Co nselho Universit ário , co nfo rme o Est at ut o da UEG, Art . 17, inciso VIII. O segundo , o

de aut o rização e reco nheciment o no Co nselho E st adual de E ducação -CEE em at endiment o a Lei nº . 26 de 28 de dezembro de 1998, que est abelece as Diret rizes e Bases do Sist ema E ducat ivo do Est ado de Go iás, em seu Art . 14:

[. . . ] VIII- est a belecer nor ma s e condições pa r a a ut or iza çã o de funciona ment o, r econheciment o e inspeçã o de est a beleciment os de ensino da educa çã o bá sica e de educa çã o super ior sob sua jur isdiçã o.

O pro cediment o t ambém at ende ao Art . 76 da referida lei, quando dest aca que:

[. . . ] C ompet e a o C onselho Est a dua l de Educa çã o a ut or iza r , a va lia r , fisca liza r e r econhecer cur sos, pr ogr a ma s e inst it uições que int egr a m o sist ema est a dua l de educa çã o na for ma da lei.

No ano let ivo de 2003, a UE G co nt ava co m 106 curso s de graduação em funcio nament o . Dest es, 44 são reco nhecido s pelo CE E sendo que do is enco nt ram-se em pro cesso de ext inção (Let ras–Po rt uguês/Inglês, em Go ianésia, e T ecno lo gia em Pro cessament o de Dado s, em Anápo lis). Dest es reco nhecido s pelo CE E , 39 enco nt ram-se co m pro cesso de reno vação pro t o co lado e em t ramit ação no referido co nselho e, nest a o casião , t rês t inham seus pro cesso s de reno vação encaminhado s e do is serão ext int o s.

Do s demais curso s, 46 são aut o rizado s pelo CE E sendo que quat ro enco nt ram-se em pro cesso de ext inção (Pedago gia, em Minaçu, T ecno lo gia em Pro cessament o de Dado s, nas unidades de It aberaí, Po sse e Sant a Helena de Go iás). Os dado s permit em co nst at ar que, do s 46 curso s aut o rizado s, quat ro est ão em pro cesso de ext inção , 12 est ão co m seus pro cesso s de reco nheciment o t ramit ando no CEE e 30 est ão co m seus pro cesso s t ramit ando na UE G, para envio ao referido Co nselho .

O pro cesso de criação e ext inção de curso s reflet e a aceleração perpét ua de mo dificação das necessidades da so ciedade. Co nfo rme Gramsci (1982, p. 119):

[. . . ]Deve-se leva r em consider a çã o a t endência em

desenvolviment o, segundo a qua l ca da a t ivida de pr á t ica t ende a cr ia r pa r a si uma escola especia liza da pr ópr ia , do mesmo modo como ca da a t ivida de int elect ua l t ende a cr ia r cír culos pr ópr ios de cult ur a , que a ssumem (sic) a função de instituições pós- escola r es, especia liza da s em or ga niza r a s condições na s qua is seja possível ma nt er -se a pa r dos pr ogr essos que ocor r em no r a mo cient ífico pr ópr io.

Os o ut ro s 16 curso s, em at endiment o ao dispo st o no inciso VIII do Art . 17 do E st at ut o da UEG: “VIII- apro var pro po st as de criação , refo rmulação o u ext inção de curso s de graduação , de pó s-graduação e seqüenciais da Universidade”, já t êm apro vação do Co nselho Universit ário , do s quais 10 est ão em pro cesso de reco nheciment o em t râmit e na UEG, para encaminhament o ao Co nselho E st adual de E ducação , do is serão ext int o s (T ecno lo gia em Pro cessament o de Dado s, nas unidades de Ceres e de Sancrerlândia) e quat ro são no vo s (o primeiro pro cesso selet ivo fo i realizado em 2003), do is serão ext int o s, e 14 curso s, est ão co m seus pro cesso s de reco nheciment o t ramit ando na UE G para envio ao CE E. A ext inção de curso s reflet e uma est rut ura at uant e e viva, que, co ncret izando seus o bjet ivo s, encerra as at ividades preparando para um no vo reco meço .

A sit uação legal do s curso s da Licenciat ura Plena Parcelada é sempre quest io nada pela co munidade universit ária uegeana. Ressalt a-se o reco nheciment o de alguns curso s at ravés do Decret o nº. 5. 621 do CE E de 05 de julho de 2002. Uma análise minucio sa permit iu verificar que em 10 curso s não co nst a o do cument o de aut o rização para funcio nament o , ent re o s quais o de Let ras em Aparecida de Go iânia, Luziânia e Sant a Helena de Go iás; o de Geo grafia em It umbiara e Jussara, Hist ó ria de Edéia, São Miguel do Araguaia e Silvânia.

Out ro s curso s, num t o t al de 28, apresent am co mo do cument o de aut o rização para funcio nament o uma Reso lução do Co nselho Universit ário , po rém, sem co nst ar o número e a dat a. Os curso s do Pó lo Universit ário de Palmeiras de Go iás co nt am apenas co m aut o rização de funcio nament o po r meio de Reso lução do CsU nº . 001 de 13 de dezembro de 1999 (Pedago gia-LPPM III e IV) e nº. 05 de 14 de ago st o de 2001 (Geo grafia, Hist ó ria, Mat emát ica e Let ras-LPPE III).

No documento Download/Open (páginas 105-108)