Todososaulhores considcrãoachoréa maiscomo uma moléstia espantosa, singular , do que perigosa. Em geral,quandoestaaffecção é recente, causatemobradodc uma maneirainstantanea,ésusccptiveldeserremovida:
doentefórmoço epoucoirritável, póde
-
se quasicomcertezaesperai acessaçãodefinitivada choréa, sendocuidadosa,lida
.
Se, pelocontrario, odoentefór de idadeavançadae sua
e seo
copportunamente comba
-.
ou mesmomoeu.porémde uma constituiçãofracaedeteriorada,enimiamenteirritável; rccahidasforemfrequentescdclongaduração, accompanhadas desymptomas violentoseaterradores,comophenomenos deepilepsia,dehysteria,de alie
-naçãomental,&c
.
,&c.; se a choréafor chronica, coexistindo com lesões orgânicas das principaesvísceras, então o tratamento seráassaz longoea curaduvidosa:entretantonuncadevemosdesesperarde obteU.
Finalmente,o prognosticodachoréa estásubordinadoágravidade das suascomplicaçõe sea>
—
28—
.1 todasas circumslnncias individuacs,oánatureza das causas sobrecuj.i influenciaciladesenvolver
-
sepódc:assimseellascmanifestardepoisdeuruterrorsubito,de uma nflecçûomoral profundaque tenba, porassim dizer, abalado todooorganismo,c emumindividuofraco c nimiamente nervoso,
grande scràagravidade da moléstia; o mesmo poderemos dizer quando a choréatem por causao abuso nos prazeres dcamor, a masturbação, ou quaiulo cmlim,como dizM. Iloslan,cilaésymptomatica de tubérculos, ou cancrosdoscentros nervosos;masentão, parafallarmos com maisprecisão, nãoéoprognosticodachoréa,queégrave;ésimodaaITccçãoorganica,de queellaéosymptoina.Eisoquecmgeralpodemosdizeràccrca doprognos -tico dadansa deS.Guido.
AMTOM IA PAT110
L
ÓGICA .
Como nunca tivemos occasiãode testemunharautopsiadccadaver choréico. justoéqueimpetremos soccorroáqucllcsque tem tido occasião de observar casosdesemelhante natureza,equetranslademosparaaquioresultadodas investigaçõesdc homens que , porseu saberecritério, merecem inteirafé:
époisoquevamosfazer na carência dcfactosproprios quenosesclarecer possão noexame dc tãograve eimportante questão, qual é aque versa sobre a naturezae sédcda choréa.
Infclizmcnlesão pouco satisfaclorios osdados queaanatomiapathologic;« nos fornece parooconhecimentodasmoléstias nervosas,maximèdaque nos occupa.Algumas vezes não sctem achado lesãoalguma aprcciavcl depois da morte;outras vezes asalteraçõesqueseencontrãopodem comjustarasão ser tomadas, nãocomocausas,massim como cflcitoda moléstiaprimitiva. Youlrascircumstancias essas lesões apenas indicãocomplicaçõesquenenhuma relaçãotemcomaallécçãode que tratamos.Por muitotempo desprezou-se asaberturascadavéricas;nosnossosdias quer-sctudoexplicarpor meio d’el -las.materialisandoassim asfuneçõestãoadmiráveis da economia humana: oncontra
-
se,por exemplo,adegcnercsconciadeumpontoimpcrccpliveldo encephalo. imagina-se logoscressaacausadaallécção,quando milhõesde cadaveresapresentarão amesma alteraçãoorganicasem1er jamaissentido sósymptoinada moléstia. Nãoqueremos comisto negaraimportância da anatomia pathologica; pelo contrario reconhecemos com lodosospráticos um— —
quantocilatemconcorridoparaos
progressos
dapathologiasuaslinesmuitoselospontosate*enlaoobscuros desteimj scienciasinodicas:queremossótnenlo fn/er\er cpm
.
aqm.
cousas ,haummeiotermo, doqualnãodevemosnosafasar <m erros«raves
.
Comoquer que seja,achoréaquasinuncaselerminan • pela morte ,poucas occasiõfcstemse lidodeabrir cadavereschoréicos, pequenonomeiodeautopsiasaquesetemprocedido,nota-
segranee'«y
gencia entreospráticos;além d*istoasalteraçõesannlomícascaractenstica* destaaflecçâo,quandoexistem, são poucopronunciadas: doemos quando existem, porque as mais dasvezes não setemencontradoamenor alterara« » noscentrosnervosos
.
Nos cadaveresde dous meninos choréicos , Georgel achou tubérculos n<>
ecrebro:ScrmmeringeFrank encontrarãofalsas membranascmdousoutros individuosmortos da mesmaaflecçâo
.
M.
Gendron achouumarnolloscimento região cervical; M. Bergeon encontrou endurecido ,esclnrecendocom ramoda-
»todasai»
«MU
«lamedullaespinhal na
obulbo rachidiano
.
Emum casoobservado por M.Andral, havia tubérculos nocérebroenocerebcllo.M.Monod refereocasode dous individuos allecla-dos de choréa ,cmquempela autopsiaelle achou umahvpertrophiacoinin
-jecçãomui notável da substancia corticaldoecrebroeda medullaespinhal;o cercbellocasmeningeasrachidianasestnvãolambemmuiinjectadas
.
M.
Es-quirolaffirmateralgumasvezesprocedidoáautopsiacmcadavereschoréicos.
edenotávelsómentehaver encontrado uma considerável quantidadede se
-rosidade nacavidademeningeanadorachis
.
M.Bazin encontrouplacasósseas formadasá custada arachnoïde ,nasuperfíciedocercbello deumindividu«* que havia succumhido a esta alTccção : oDr.Brownreferequon’uinnmoça choréicade16 annos, que succumbiraaviolentas convulsõesseguidas de co-ma ,cncontrou
-
sclodaasuperficie do ecrebrocxtrcinamcnleinjectada substancia medullar<lohemispherioesquerdo umaconcreçãocalcariadeforma irrcgiilarmente cubica (*).
N’miiaobservação deRoeserossymptomas de choréa succcdcrãoa uma épistaxisconsiderável, eadoente , deV annos deidade,succumbio oito diasdepoisaumapericardite;pela autopsia acliou
-
se triculos cerebraescontendomaisserosidade dotjuenoestadonormal; ocanal vertebral um, c na
os ven
-pouco mais;amedulla espinhal cercadadeumaréde vascular substancia cerebralamollecida
.
(**).
Segundo M.Hulin pódc scexplicarachoréa porum endurecimentoinui desenvolvida,ca
hypertrophiadaparte anterior damedulla espinhal;mas nos casos, que este praticocita
com
cm seu (*)JournaldesProgrès,&c
.
,I.
1.»,1630, p.
242.) Journal d'IIufeland,1828 , Arch
.
gcn.de Méd.,t.
XX , p.
43t.8
—
30—
apoio,haviasimplices movimentos cboréiformes, coexistindocom umapaialysia menosgeral,calém il’isto havia muitas outras lesòes doeixocere
-maisou hroespinhal (*)
.
O l)r
.
Prichard publicounosArchivos geraesdc Medicinade1825,T.
NIII.
.27ft , tiesfactos ,ed’ellesconclue(pieacausadosphenomenosirregulares, observa na choréa , residenamedullaespinhal ,cqueéigualmenle
m
quese
n'estapartedosystemanervoso ondeestaaorigem daparai)sia que succédé
aesta moléstia, bemcomo àepilepsia;ellesefirma paraassimavançarem outros factospor M.Esquirolpublicadossobre a mesma matéria
.
1
.
°Caso. —
Lm menino de 7annos, afiectadode choréa desde seu nasci-mento, morre emdeliriopouco tempo depoisdesuaentradaparaohospital deBristol. Na abertura do cadaver encontrou
-
sequantidade considerável de serosidade na cavidade das meningeasrachidianas, e os vasosquesedistribuem na superfície da medullaespinhalmui injcctados.2
.
°Caso. —
Imamora, de 19 annos de idade ,entrouparao hospitalafim de se tratar da choréa, dequeellaseachavaaffectada : morrenofim de umniez de tratamentodepoisde alguns accessos de delirio
.
Na autopsia nãose obs&rva nenhuma alteraçãodasubstancia docerebro:haviaalguma serosidade infiltradanotecidocellular sub-
arachnoideo:acavidade meningeana dorachis continhaduasatrèsonçasdeserosidade;os vasosdapia-
materrachidiana es-tavão mui injcctados
.
3
.
°Caso. —
tmmoçode14annosfoi, emconsequênciadeum accesso de furor ,assaltadodc tremoredeumaagitaçãogeral , que insensivelmente tomou todos oscaracteres dechoréa;conservou-
se neste estado atéá suamorte. Encontrou-
se pelaautopsiauma onçade serosidade na cavidade das membra -na-
dorachis;os vasosdamedulla dilatados, ccobertos delvmplia coagulada.\ substancia do cerebroestava maisrubradoquenoestado normal,cmui iniectada
.
Estesfactos porémsãoapenas indicados,faltando
-
lhesosprecisos detalhes por ondepodessemos hemapreciai-
os:porexemplo, oautornãodeterminacom exaclidãoaquantidadedcserosidadedequeelle falia;sabe
-
seque geral cilaémais abundante nascrianças doquenoshueáduraçãodaagonia;além distoM
.
Magendie,nassuasexpertencias so-breaniinaesvivos,esobrecadaveresdcindivíduosque jamais haviãosofiYido de névrosés, reconheceu queoespaçocomprehend ido entre a medulla
em adultos,oque Louis atlri
-e a
*)Histoire anatom,,pliysiolog,et|>atliolog.dela moelle,clNouv.Oibliolh.Medic.
I*
.
3i, &<\ ISIS ,—
31—
dura
-
mater está ordinariamente occupudo porumliquido incolor.
Yej mais alguns factos.
Tendo examinadoocnccphalo de quatro pessoas que haviãosuccumbido » estasingular aflecção, Mr.Serresencontrouostubérculos quadrigémeosalte
-rados;mas numd essescasosaalteraçãoconsistiaem um tumorimplantado sobre estes tubérculos;emoutro ,emumairritaçãovivacom derramamento sanguineooccupandoabase d’essesorgãos:nos dons outroscasos,Iodaamassa dos tubérculosseapresentavainflamrnada, eesta inflammaçãoscestendiamais
«umenossobreosoalho doquartoventrículo
.
Paradar maiscertezaãspre-sumpções da anatomiapalhologica,Mr.Serrestentou varias experiências, ferindoos tubérculosquadrigémeos sobre animnesvivos , econslantemente obteve,segundoelle affirma , phcnorncoosmuianalogosaossymptomasda dansa deS
.
Guido.Uraúvista d’estes,e de outros factos, teremosporventura achado acondição material dos phenomenos clioréicos? Quantas alteraçõesidênticas não nos mostràoasautopsiasde indivíduos que jamaisapresentarãoossymptomasda chorea?Mr
.
Serresmesmonãonosdizque possuc ainda umgrandenumero dcfactos onde a aberturadoscadaveresnenhuma alteraçãoapreciável lhe in-dicou ? O numero eadiversidadedetacs alterações ,quanto anós ,provão quando muitoquea choréanãodependede nenhuma das lesõesapontadas porquantoasdiflerenças detaesalteraçõessão, como mui bem diz,Mr.Roslan, fortes objecçõcscontraaopiniãodaquelles quefazem achoréadependerde taeslesõespalhologicas,sendomuinumerososos casos cmquenadase tem podido descobrir
.
Traslademosmais alguns factos, evejamosqueconjecturas podemos ainda d’ellestirar relalivamentcásédc enaturezad'esta moléstia
.
Mr
.
Gucrsentobservou por duasvezesumamollccimento notável da medulla espinhalem indivíduos clioréicos;emumoutro casoestemesmoauthor encon-trouconcreçõescalcariasnasubstancia cerebral
.
Referiremosaquiaobservação deum facto dcigualnaturezaquevempublicadonovol.ivdos Arcbivos geraes deMedicina,de1834.
lma moça de16 annosapresentavamovimentos clioréicosnobraçodireito,
•
•arrastava,quandoandava, aperna d essemesmolado;opulsoerafrequente.
Adoente,mui pallida,achava
-
se cm ura estado dcstupor;além d'isloso(Tria devertigensecephalalgias.
Em25deJaneirode 1829 foicila atacadadccon-vulsõesgeraes,e entãosangrada
.
A10dcFevereiro,primeiramenstruação:desapparecemos movimentos clioréicos:doisdiasdepoisocorrimentoextin
-guio
-
se ,c logo no diaseguintetodosossymptomas violentossemanifeslárâo denovo.
Einprcgárão-
scos mesmosmeios que precedentemente,mas desta amos—
32bomresultado
.
Nodia 11 doMarço álord«manifestou-
sncomo ' vezsomdoento fallcsceono diaseguintedemnnliaa
.
Pela aberturadocadaverachouseIoda asuperficiedocerchroextiemainei
.
tearachnoïdeumderramamento consi
-injectada
.
Havia entre a pia-
raalerdcravcl de serosidade; osventrículos latcracs continhâo onça e meia dVslc doplexus choroïdesenchavûo mui injcctados
.
A véa deea
liquido: osvasos
Galeno,e osseios da dura
-
mater estavãorepletos <lesangue.
A substanciamedullardohcmispherioesquerdo apresentavano seuinterior umacòncreçâo calcaria defonnacubica, elendopollegadaemeia ,pouco maisoumenos , deextensã osobre cadaum de seuslados
.
As visccrasdothoraxedoabdomen estavãoperfeitamentesãas:achou-
seuma pequenahydalide adhérenteá su-perficiedo ováriodireito
.
Pondodeparteoderramamentodeserosidadelymphalicanotecido cellular Mib
-
arachnoide,quemuilas vezes setemencontradocmdiversasoutrasaffec -ções , a concreção calcariaachada na substanciamedullar,por ventura explicarámelhora desordem nosmovimentos musculares?Considerandono numero de casos, nosquaesnãosetem observadolesãoalgumaanatómica apreciávelcmgrandenumero dcindivíduosmortosemconsequênciada dansa deS.Guido,estamos inclinadosanãoencarar apresença dc taesconcreções calcarias como causas da moléstia;tantomais quantonopresentecaso havia maisalgumacousaque choréa:oestado de.stupor,vertigens,cephalalgias,econvulsõesgeraes. Além d’islo comoexplicarodesapparccimcnlodos movi
-mentoschoréicos,logoquesemanifestou aprimeira menstruação,seadmit
-tirmos quetacs movimentos,oudesordens,erãodeterminados pela presença dasconcrecõescalcarias? Acessaçãodachoréa durante inlorvallos muipro
-longados, csuasfrequentesreenhidas , devemtalveznosindicara ausência de qualquer lesãopermanente,salvoseadmitlirmos simplices congestões , por
-quantoporellaspoderemosatécertoponto explicarestaformaintermittente eirregulardasmoléstias nervosas
.
Dissemos queasmais das vezesasautopsiascadavéricas não nos mostrão aslesoes anatómicasqueapozsipossa deixarachoréa:osexemplos seguintes vem aindaem apoiodoqueavançamos
.
nos
binquatrocasosobservadosporRir
.
Rufz, osresultados da autopsia forão negativos:damesmasortecm duasoutras observações quelheforãocommu-uicadasnaoencontrou
-
sepela aberturadocadaver, quer namedulla espinhal.
cnvoltorios, lesãoalguma caracterislicadachoréa
.
Asaflccçúes que causárãoamortedosdoentes observados peloauthor que acabamosde citar são:osarampopara os dous primeiros( os Iraçosde inflammações cosas ,e de pneumoniacommuinemquernos seus
mu
-iguacscasos forão asúnicasalterações
—
33—
o terceiro,ooinlimachoréa mesma|*a
‘
* «ter lido lugar|ioi oceasiãodi* observadas):apéritonite para
quarto(Iconic
.
N’este ultimo indivíduo amorleparcceo isphyxia.
Nodizer doauthor,Mr.
Giiersentlevemaisdcumavezsuccumbirem unicamenteá choréa , sem nenhuma ou ïra alle raçãodefuneções,csòpelaexasperação dasdesordensnosmovimentosmus morte foi rapide,cosaccidentés dos ulUinos
n’este»
\cr memnos
colares:emlodos estes casos a
momentosapresentarão caraclcradynamico
.
Nãosepoderia suppòr indivíduosa morledevidaâperdadolluidonervoso,comoemcertas operar.
< K«gravesvê
-
seosdoentes perecerem dedòr ? Duas vezes , diz Mr.
Dugcs (), tive occasião deexaminarcriançasmortas durante amarchadeslaaflecção,e nadade notávelencontrei nocerebro , nosnervos,enocordão nas quaesrachidiano,quealiás sc apresentavacomo no estado normal
.
Eutive, diztambémMr
.
Olivierd’Angers(**),occasiãodcabrir, napresençadeMr.
Guer-sent,orachis deummeninoaffeclado de choréa ,cnenhuma alteraçãoapre
-ciável notei na medulla espinhal:sua consistência, sua còr,cadesuas membranasestavão comonoestado natural
.
Oracom osquatrofactos obser-vadospor Mr
.
Rufz, ecom mais duasobservações de casosabsolutamcnle analogoscolhidaspelo Dr.
Gherard, dePhiladelphia,epor Mr.llàchc,temos ainda nove casos de choréaque, juntosaocitado porMr.
Rostan,prefazemo numerodc dez, nosquaesoexamedetalhado dosorgãosdeo sempre resultados negativos.
Em resumodevemos concluir queachoréanãodeixaapozsinenhum traçoapreciável,eque, quandoscencontrealgumas alterações , estasdevem serattribuidas auma coincidência accidental , poisoutra conclusão não se pódc tirardclesõestãovariaveis,edctantos resultadosnegativos.Na exposiçãoque acabamos de fazer dos factospathologicosrelativamentea dansa deS
.
Guido,vemos queosdiversosaulhores, procurandodeterminar sédc ,somente estudavão asalteraçõesdaquelle orgão onde a collocavào.
considerandoestas mesmasalteraçõescomo oscaracteres pfincipaes
dachoréa, resultando d'ahigrandeconfusãoediscordânciaentre essesaulhores
.
eparanósmaioresembaraçosnasoluçãodetãogravecimportantequestão
.
Masseda anatomiapathologie»passamosàanalysedos symptom» próprias
6da marcba h'
“
1'1aff«Ção,poderemos por venturadeterminaraprioriqual « sua verdadeira sédeenatures» ?De eerto quenão;porquanto dessecsame apenas podemos avançar que esta moléstia reside, temsuasôde nosvstema nervoso, ouquando muitonos centrosSUH eessenciaes
nervosos, enada mais
.
Com efloîlo,se-
ssymplomassãoaexpressãodos desarranjoselesõesdosnossosorgãos.
é:*)Eataiphysiol,clpatliol.Mirla nature dc la fièvre , &c
.
(**}DeUmoelleépinièreclde »cs maladies, t.il,pag
.
478.P*g
.
383.9
—
3ft—
súdc dasmoléstias,eórealiuenh'nós aconhecemosnos diversos estados queo evidente que ellesjá nosdevemanuunciara
pelossymptomns propriOs (pie
praticadiaria nos ollercce:aj)pliqueiDosestaconsideração arespeitoda•hoica. qoaléosymplomaproprioeessencialda choréa ,scinepossoassimexprimir.' Nãohaa mouorduvida aesto respeito: sã o os movimentosdesordenados, involuntários dosystem«muscular quedescrevemos;ora álesãodeque orgão svstemapodemos altrihnir esta contracçãomuscular anormal?Eu creio queindubitavelmente devemos rcferil
-
a ásmesmaspartesque presidemá con-traeçãomuscular natural, isto é,aosyslcmamusculareaosvstemanervoso; masnoestadopresenteda phvsiologiaaosvstema muscularnãopodemosdar n'estephenomeno senãoumpapelsecundário;comedeitoacontracção mus
-cular normal opera
-
se soba influencia do svstemanervoso,ea contracção muscular mórbida nãoapparecetambémsenãoainda debaixod’eslainfluenciaO i l
por occasiãodeestados anormaes destesyslcma;achoréapoisé umaaflecção do svstemanervoso
.
Eisaprimeira consequência aquenosconduz asympto-matology destamoléstia ,consequência que estádeaccordecomaopiniãode quasitodososauthoresquesobre a matériaescreverão;masselevarmoseste examemais longe,poderemos chegar aumresultadoumpoucomais satisfac
-tory,precisar melhorainda asédedamoléstia que nosoccupa,eleremo*
dados paraestabelecerestasédenoscentrosnervosos
.
Com efleito nachoréaha ordinariamentecontracçãosimullancade muitos, e, algumasvezes ,damaior partedosmusculosde ambos osladosdocorpo:ora isto nãopodeserattri-buido senãoa uma parlecentraldo syslcma nervoso;porqueos nervoslendo influenciasómenlcsobreas parles cmquesedistribuem, as suaslesõesleui
lambemumainfluenciapuramente local,ede nenhumasortepodemprovoca; taquellacontracção,maisoumenos geral,independentemenle doscentrosner
-vosos
.
Destas inducçõesphysiologicas quemoparecemde forçaevalor iucon-estáveis, eisaconclusão aque podemos chegarcom talqual certeza;masst
pelas consideraçõesexpendidas parece termos provadoque achoréa aflecção dos centros nervosos,poderemos ainda determinar se ella é uma moléstiade lodo
euma oeixo cerebro
-
cspinhal, ou sómenlc de uma parte d’estecentroAquiasdilliculdades sobemdeponto;porquanto,seporumlatiu nos IalIãoas luzesda anatomia pathologica, comovimos,para oesclarecimento
•lestaquestão ,poroutrolado conhecemosbem opapel que representa cada partedoscentrosnervosos nos phenomenos domovimento, mister, para comprehendermos pcrfeitauienle a sua influencia naspertui baçóesmórbidas d este phenomeiio
.
n a o
como era
Seaspesquizas clinicaseexpcrimentaes nos ponnillisscuideterminarrigo
rosameiilea qual doscentros nervosos pertenceafuneção deregerecoordenai