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Sendo a natureza da choréaduvidosa, emuito obscura paraomaiornumero dos aulhores, devemosencontrarainaiorincertezae vacillaçàona sua therapeu

-10

«

8

Uca:onumerodosmeios< juc lenisidoempregados,ou simplesmentepioposto*

òinlinito, nãohn quasi mcdicaiiiento algum que se não lenho posto •m

pratica:esta riquezaapparenteé a melhorprova dacarência demeiosvci

«ladeiramenteelDcazcs, poisse setivesse achado um verdadciraineutccvnn

-meute,nãose recorreriaanovasexperiências emdetrimentoda humanidade entonna;paraa choréa ,comoparatodasasmololias,onumerodos ineioz está cm razãoinversa desuaefficacia

.

Entretantovamosapresentarembreve

quadro osdiversos mclhodosdetratamentoaconselhados porpráticos abali -zados ,cporunsseguidoscomsuccesso, eporoutros não

.

Asemissõessanguincasgeraesclocaestem sidoaconselhadaspor alguns medicos,eproscriptas poroutroscomoperigosas

.

Assim ,Sydenham suppondn que umcerto humorproduzestaaflecção irritandoos nervos,aconselhava,

paraevacua

-

lo,ouso desangrias,epurgativosmais ou menos repelidos,e emseguidalonicosparafortificaro syslemanervoso,ail corroborandumgenus nnrosum

.

C.ullcn reserva assangrias paraosdoentesplelltoricos,edizserem ospurgativosconlra

-

indicadôsnos casosdefraqueza, aconselhando entãoos tonicos

.

eentreestespreferindoaquina eosferruginosos. ODr

.

Bouteille segueotratamentodeSvdenhamcom alguma modificação; onumerodas sangriasqueelle prescreveéordinariamentede duas, jamaisexcedendo de très, etirando de cadavez sómente quatroonçasdc sangue:segundoeste pratico,asangriacm pequena quantidadechia não só comomeiodeple

-tive, mas lambem como calmantec antispasmodico; e n'esta in tensão é que elleasaconselha:além dospurgantes edas sangrias, oDr

.

Bouteille rocommcnda os tempérantes ou refrigerantes, hem como os calmantes, quermucilaginososquer anlispasmodicos.

Mr

.

Serres,guiadoporsuas opiniõestheoricassobreasédedachoréa, acon selha aapplicaçàodesanguesugasá partesuperior da regiãocervical redor do occipital, e diz1ersempre tiradovantagem deste tratamento choréa recente

.

ODr.Pellz,encarando esta moléstiacomouma.inílammação da arachnoïde,propõenafôrma aguda, asappPcações reiteradasdosanguesu gasástêmporas,ospurgativoscospediluvios sinapisados:na fórmachronica, prescreveatintura do iodecm uma poçãoantispasmodica

.

0 Dr

.

Pritchard prescreve,depoisdasemissõessanguíneaslocaes,aapplicaçào devesicatórios cdecautériosaolongo do rachis:Mr

.

IUclicrand,diz

-

se,empregava desde muitotempo os mesmos meioscm ohospitalde S.Luizcomfelizes resultados

.

OsDrs

.

MacAndrew,StrambioeByrne préconisa«muito apomadastibiada fricçõessobre todoocorpo, ecspecialmenle sobreaculumna vertebral < :presrnlãonumerososcasosdc choreas que haviâoresistido

tnnicos caosanlispasmodicos, cque cederão aeste melhododctratamento , c ao

na

em aospurgativos,ao>

39 iniiilasoutrasmoles

UDr

.

1li

.

iniltonatlribuindoestaaiïecçâo,ussimcunio

ioctado

,

1a»via»dipaUva»

.

a

,

la> 6damelhor

.

marchaclest

-

«

lias,ã constipação,euo mao

dansa<lcS.Cuido;elle dividea

<>spurgativos, paracombatera

molesliacm dois périodes: rccommenda noprimeiro

algumintervalle; nosegundo,purgantesmaisenergnos administradoscom constância até ocompleto reslaheleciimnb calomelanos associados

dospurgantes

o uso brandos,dadoscom

juedevemser

dedoente

.

Ospurgativosdecjueelle lançamãosão,os

gomma

-

guita,oalões cacoloquintida

.

Mr

.

Gucrsent diz ,que esta hospitaldos ájalapa;a

medicaçãofoi por ellepostacmpraticacomgrandevantagem innocentes:oDr. Chapman falIando#da mesmamedicaçãodi/. , que conhece outra que mais promplamenlc curoachorea

.

Mr

.

Dreschet, lendocm 1831 dcprestarseuscuidadosaumamoça dequatorzeannos , a íTecladada chorou ,esabendo que na llalia muitas névroses erãocombalidas por meio dos drásticos,administrados coucurrentementccom otartaro slibiado emalta

no

não

dôso, recorreuaum igual tratamento,enoíitn de muipouco tempoadoente

(iconcomplelamenlecurada da moléstia, que atéentãoresistiraatodoso.»

meiosempregadospordiversosmedicos;Dreschetallirma 1erdepois constan

-teiucnlcempregado esta mesmamedicação comsuccesso. Osdrásticos deque este praelicoseservia, sãoumaspiltilas compostasdealoes,ougomma

-

gutta, de scamoncaejalapa

.

Laënneclambem aconselhaoempregodotartarociné

-ticoemalta dóscadministrado segundo a formula rasorianna;ossucccssos porémparecem não 1er coroadosuastentativas

.

AvaUriana,preconisadapoi

Spangenberg,peloDr.Bouteille,epor Murray,étambém empregadapor Mr

.

(incisent, empónadose dequinzeadesoito grãos,atémuitas oitavas por dia;elle administra esta substancia unidanomel,ouaunixaropequalquer

.

No dizerdcDlache,Dayle eJadelot proscreverãosemprecomsuccesso, criançasde dez aquinzeannos ,aasa

-

fœtidanadósedo1res a trinta grãospor dia

.

Mr

.

Fouquierdiz lambem1er tiradovantagem destetratamento, emdósc mais alta;os seusdoenteslouiavão atóumaoitavacmais duranteas xinlcequatrohoras

.

ODr

.

Elliotsondiz ,1er sempreadministradocommuita vantagemosub

-

carbonatodc faro

doentes

cm mas

choréa recenteespecial mente,sendo os moçosede boa constituição

.

Daudelocquetambémobteve bons eflbilos doempregodestasubstancia dadacmalta dósc,tendo

-

se

sempre

ocuidado de Inzerosdoentesconservaremoventre livre

.

na

ODr

.

Dardsley,medico doshospitaesdeManchester, querendo determinar aellicacia comparativadosdiversostratamentospropostos contra a choréa

.

P

,

n8randcnumero1

,

0casosempregouseparadamente quasilodos rccommendadoscompileran'esta, moléstia,asaber: ospurgativos; osantispaamodicos

.

oopio, avaleriana, oothersulfuricoe o almíscar;os osmeios

corooa

AO

,o ocarbonato

louicos,comoosnlpliato de forro,ooxidoc osnlpliatodo zinco

doforro: o nitrato de prata,asoluç& o arsenical, osnlpliato <1*

-

quinina;

etnlim oiode , astryclinino,aelectricidadc,asaiïusôesfrias ,osvesicatórios,<

a>fricções cmclisadas sobre toda a extensão da columna vertebral: prnclicodiz1ertirado'poucavantagemdoempregode cadaumdestes meio>

.

falhando

-

lhenomaiornumero dccasos

.

Eisomcthudo do queelle tirou mais vantagens

.

Prescreve priínciramentcospurgativos,econtinua o seu usoaté cjueasmatérias alvinastcnliãotomado seus caracteresnormaes:nestaépoca,epor menor que seja a diminuição dos movimentos choréicos , lança mão dos antispnsmodicos,preferindooalmiscareacaniplioranadósedequatrogrãos decadasubstancia , dc cincoemcinco boras;dc tarde dáelleaodoente um clvstercompostodequatroacincoonçasdeumamistura de asa

-

fœtida,ede

très goltas dclaudano

.

0author diz ter poreste mclbodocurado maisde quarenta doentes

.

A lodos estes meiosajuntaremososbanhossulfurosos,mui prcconisados porBaudelocquenotratamentod’esla'aflecçâo : noespaçodecincomezes,diz estemedico,vintec setechoréicosforãosubmetlidosao usod'estes banhos, e este

vinteccinco sccurarão

.

MM

.

Bonneau , JodeloleCuerscnt tambémempregarão osbanhossulphurosos contra adansadeS. Guido,c noscitãoumgrande numerode observações dc doentes curadosporestemeio

.

Parece

-

nosportanto que ã vista da eflicaciaquasiconstantedeste modo de tratamento,desuainno -cuidade,e dafacilidade desuaadministração , odeveremosprcleriraos outros meios, nãoexcluindotodaviaospurgativos,a valeriana,osub

-

caibonalo de ferroque collocamosemprimeiro logar

.

Estesbanhossulphurosossecompõem d**quatroonçasde sulfurclo de potássio para oito baldes dagoa, tomando osdoentesumpordia,segundooinelhodo seguidoporBaudelocquc

.

Continuandoaindaa indicarosdiversos meios aconselhados pelos practices notratamentodadansadeS.Guido, citaremos eraprimeiro logaroopio,que Mr

.

Trousseaudiz1erempregadocom succcsso na dóse dcquarenta grãos por dia

.

Os lnglez.esempregãomuitoonitratodc prata;substanciaperigosa, eque comotodos os venenos devescradministradacommuitocuidado,poisonitrato de prata,comosesabe,corróeecautérisaamucosadoeslomagomesmoem dóse pouco elevada, e assim osdoentes serão antesenvenenados do

curados

.

que

Dosnarcóticososmaisempregadossão:omeimendro, ostramonio ,osobre ludoabelladona;Mr

.

Rostan julga estesmedicamentosmuicllicazesno trata

-mentodadansade S.Cuido;elle tambémaconselha muitoavalerianaem pu, eencorporadaaumapolpadefructoafimdc mascararoseugostodesagradavcl

.

Taessã o osprincipacs melhodos dc tratamentosseguidos pelos practices

- Al

-muitosaindaexistem quo por serem poucoimportantesnão mencionaremos. limitando

-

nos aos que ficãoapontados;uléuidequeé mesmoimpossível

nierartodososremédiosempregadoscontraaclioréa ,remédiosrmpiricosqu<

algumasvezestem curado,c outrasexasperadoamoléstia

.

A maior partedos medicos que empregão assangrias locoes na clioréa recente,aconselhão ,quando esta affecçãoé chronica , derecorrer

-

se também

aosrevulsivos,taes comovesicatórios , cautérios,sedenhoscmoxassobreos lados do rachis:nonumerod'estes medicos se notaRichcrand ,Lisfrance Pritchard

.

Quando nosdecidirmos pelas emissõessanguíneas, devemos ter o cuidadodeasproporcionaráforça,ãidadedo doente ,áviolênciaegravidade dossymptomas;ereserval

-

asespecialmentcparaaspessoas plethoricas:póde

-

se

aindarecorreraeste ineiopreferindoasangriadepéá applicação desanguesu

-gasáparteinterna dascoxas,quandohouversuppressão deregras,ouquando amenstruaçãoseeffectua diflicilmente,enospareçaser a causa da moléstia; masconvém muitodistinguiros casos cmque pôdeaproveitarestemcthodode tratamento;por quantoseempregarmoscmindivíduos fracos , debilitados, nervososoumui jovens,teremossemduvida deverodoentepeiorar, poisas sangriasfarãopredominar muitoossymptomasnervosos

.

Os vesicatóriosc os

cautériosaolongodaespinha,enaparte superiordaregiãocervical,sãoindi

-cados emesmodevemaproveitarno fim da moléstia,julgandonósestesrevul

-sivos contra

-

indicados nocomeço ou nasuainvasão:ovaUrianato dc zinco

(medicamentohojemuitopreconisadonasaffccções nervosas) , aagoade louro

-cerejo, c os do maiscalmanteseautispasmodicosdequetemosfalindo',podem serempregadoscomvantagem;emfim asagacidadedomedico ,eascircums

-tanciasindividuaes dodoenteodirigirãonaescolhados meios aempregar

.

Como dissemos,SydenhameBouteilleaconselhão oemprego dospurgativos concurrentementecom assangrias,cquasitodososauthoresestãodc accordo sobresuautilidade

.

SegundoRichterospurgativossalinos não convém na clioréa

.

porque augmentãofacilmente a fraqueza e a atonia dosorgãosabdominaes;

elledápreferenciaaoscalomelanoseájalapa

.

Osbanhostépidosa26ou28 grãos dcRéaumur tem tambémsido aconse

-lhados porváriospráticos,eentre outros Mr

.

Roslan,quediz ser esteomeio mais heroicoqueelle conhece para combateraclioréa:osdoentes tomarão estesbanhosdurante seis ouoitohorascada dia,começandopormeia hora;

ppareceremporém symptomas decongestões paraacabeça, se lhes farão ailusões frias, ouantes frescas,natemperaturade 12 a15 grãos ,de maneiraa entreter paraahi uma frescura constante sem que todavia se provoque reacção

.

Osbanhosfriosempregadosopportunauiente sãomui vantajosos no tratamento

l l emi*

se a

-

Ó2

-da choréa;ostemeio,nas mùos«le t

.

-

. - . .

. i

-

n

* mpre rm

üUdoi

felizes

.

Eisîleque maneiraestepraticoosadministrava:dons homensvigorosos, depoisdeleremtomadoodoente,um pelosbravos

.

ooutropelaspernas, o

entreduascamadas dagoa, natemperatura

Ino liquidoa« » fazem passarcinco

de12 a 18grãos, tendoocuidadode lliemergulharemacabcç;

resto docorpo.Depois enxuga

-

sebemcvesle

-

seodoente

.

fazerumexercício bastante violento afimdeque aseisvezes

mesmo tempo queo elle nãopôdepassear, ou

transpiraçãoabundante,será entãocollocadoemumleitocuja ese

appareçauma

temperatura seja sufficient paraprovocarsuorcopioso

.

Nomomentoemque os doentes sãomergulhados nagoafria ,experiraentão umcalafrio muiintenso,

horripilaçãogeral ,accompanhadade tremor e detorpordosmembros

.

opulsodiminueordinariamente dcfrequência ,catemperatura docorpose abaixa

.

Résultaalém distoumspasmo muscularmuiviolento,particulannente uma

regiãopectoral:a respiração torna

-

sedilíicil e embaraçada , em conse

-quência do refluxo do sangue da pcripheria para ocentro; o doente crê suflocar

-

se ,masdepoissehabitua aestatemperatura.Aindaque osbanhos dagoa friaaproveitemmuito quandoopportunamenleadministrados,comtudo devemos ser mui cautelososno seu emprego, sobretudo nasmulheres ,pois algumas haque nãopodem molhar as mãosem agoa friasem que fiquem logo doentes , c muitas vezes depleuresias,pneumonias, &c

.

Depoisdosbanhos frios,Dupuytrendava aos seus doentes a infusãodevaleriana, e aspílulas de Mcgiin. Acamphora,ou associada aoutrosanti

-

spasmodicos, tem sido empregadacomsuccesso,sobretudoquandoachoréadependedeumaexcitação dosorgãosgenilaes

.

Ilufeland não conhecia nenhum meio preferível ao oxido dc zinco; elle na

começavapor um grãodcmanhãaeoutro á tarde , iadepois augmentando a dóseprogrcssivainentc. Osvomitivossãoindicados quandoachoréadepende de um embaraçogástrico;scellaprovémde umamoléstia depelle repercutida, ou deuin exutoriobruscamcntc sopprimido, convém recorrer aos banhos quentes, ásbebidascalmantes, aumregimen cmollientc,csobretudoresta

-beleceroexutorio

.

Senosparecer, ou tivermos certeza de que a moléstia depende da presença dc vermes notubodigestivo, devemos empregar o* anthclminticosafimdeexpcllirosvermes;mas teremossempremuitocuidado naadministraçãodc taes meios ,poissabe

-

sequeemgeralosanlholmintico'

eostumào deixar quasi sempre uma irritação ,que por sibastará para aggravaroestadodo doente em vez tie guarccel

-

o

.

Na choréa intermittente empregaremososulfato dequininacomo anli

-

periodico.

Nachoréa , assimcouionum

^

ior parle dasalfecçõcs dos centros os banhos easalTusõesconstituem meios de quesc pódc tirar

nervosos, as maiorc»

-

A3

-\aniagens: nsbanhos demarcde rio lenicom cfieilosidoaconselhados|»or váriospráticos,e,por alguns,empregados comsuccesso emcertoscasos,como scpódc vèr das innumeiaveis observaçõespublicadas gazelasmedicas

.

As

simples aflusões dagoafria sobre a cabeça,estancioo doenteassentadosobr uma cadeiradebraços,crepelidasseleouoitovezesseguidas,temapresentada

nas

asmesmasvantagensqueosbanhos frios

.

Alguns medicospensão,que submeltcndo por meio da dansaos movimentos aorhytlmioe ãcadencia , poder

-

se

-

iasugeital

-

os ao império da vontade;raie

sendo a choréaumamoléstiaindependenteda vontade,todos osesforçosvolun

-táriosreunidos não serãocapazesdc obstarosmovimentos choréicoslacsquaes os temosdescripto

.

Km vão procuraríamos submcttel

-

es ácadencia,elles

obedeceriãoainda menos aocompassoc ámusica, do queaoimportante

-

<

admiravel orgão do pensamento!Entretantoémais um meio que temosa empregar,eque poderá sertentadotalvezcomproveito ,quandoessesmovi mentosirregulares que caracterisão achoréa ,continuempor umacspcciede habito queosmusculos tenháoadquirido, cqueentão oexercício poderáfazer desapparecer

.

Devemos attender muitoáscausas que tenhãoproduzidoachoréa, ouque acomplicão,afimde que sendo ellas removidas , possamos melhor combatei amoléstia;lambem devemos1ermuitoematlenção aidade ,o sexo , aconsti

-tuição , emil outras circumstanciasinhérentesaodoente.Convém sobretudo termosmuitoem vistaoregimendo doente:emgeralosauthoresofallão

«Telle, ctodaviaéapartea maisessencialde umatherapcuticabem entendida.

Os meios hygienicos devemsempre concorrercomos meios therapeuticos: assimfar

-

sc

-

ha odoenteseguir umregimen brando,evitandoosexcitantes do

'Vsterna nervoso;ascarnessalgadas,asiguariasmuiapimentadas ,asbebidas alcoólicas ,o usodiárioeabusivodochá , docafé ,&c

.

Evitar

-

sc

-

haaindaas

moçõesmoraes vivas,asfadigas intellccluacs,asoccupaçõesserias que exigem algumacontensãode espirito;cmfim tudo quantocnlcrter possa amoléstia deverá scrcuidadosamente removido

.

A natação,aequitação, asviagens, cmfim asdistraeções e oexercícioao arlivreesecco docampo,onde, comodiz.o sabio Kx.° Marquez de Maricá,screspiraa divindade ,convém muito aos choréicos.Os jogos dctoda acspecie,eoscxercicios gymnasticossãooutros tantos agentes poderososceflicazes contraachoréa depoisdoempregodos meios phnrmaceuticos

.

Os choréicos da meia idade, indo emperegrinação « capelladeS

.

A\ilt ,provavelmenteadopláràoestecostume

.

menos pelo desejo dedansarem, doque por terem notado queoexercíciolhes eraprofícuo

.

Terminaremos emfim estasconsideraçõeslherapeuticasrepetindo queéde

uuiagrande importância favorecer a acção dos mnedios que tivermos «!<

till

prescreverconlraachoréa,peloempregoopporlunodos agentes liygienicos

.

esobretudo pelaremoçãodascausas quer physicas,quer moraes,que poderá?» contribuir paraodesenvolvimentod’estamoléstia ,esperando que chegueum diaemque, sendo adeeanatureza da choréa rigorosamentedeterminadas, possamosassentar o tratamento desta aíTecção sobre bases maisracionaes, opor conseguinte mais lixascmaissolidas

.

Aquiconcluímosonosso por sem duvidaimperfeitotrabalho;oxalámereça elle aapprovaçàodos nossosUlustradosJuizesII Antes porém,dedepormos

apenna,seja

-

nospermittido repelircomodesterrado doEuxino: Da veniamscriplis,quorumnongloria nobis Causa,sed militasoíficiumque fuit.

Aoterminarestenossotrabalho , osentimento queem nóspredominoéo da gratidão paracomnossos Mestres,dequem recebemos sempre decididas provas de estimaebenevolência; a lodos pois rogamos queirão acccitar os protestos donosso respeito esincero reconhecimento, oque parlicularracnte fazemosaoIll.°Sr

.

Dr

.

Francisco Julio Xavier,quenosdffereceu maisum tituloánossa gratidão,dignando

-

scacceitarapresidênciadestaThese.

raiPPaGK

Ä

S APRORISJJM .

I

.

Vita brevis,arslonga,occasiopraeceps, cxperientiafallax.judicium diflieile. Oportetautem non modo sc ipsum exhibere qua oportet facienlem,sedetiamægrum,etpræsentes,et externa.

Sect.I,aph

.

1.'

11.

Ouicumquc aliquacorporisparte dolentes,dolorem fere non sen

-tiunl , his mens aegrotat

. —

Sect.11.aph.G

.

°

III.

Mutationesanni temporum maxime pariunt morbos:et in ipsis temporibus magnæmutationes turnIrigoris, turncaloris

.

et caetera

prorationeeodem modo.

Sect.II,aph

.

l.°

IV

.

Ou;t* longo temporecxtenuanlur corpora, lente reiicere oportet: quaverobrcvi ,celeritcr

. —

Sect.II ,aph.7

.

°

V

.

bpileplicis pueris, mutationes, maxime æ tatis

.

el regionum.

vitae.liberationem faciunl.

Sect. II, aph.|/5

.

°

VI.

Nimctus etIrisliliainullo temporeperseverent

.

nu“lancholicum hot ipsum

. —

Sect. \ I.aph.23

.

°

Rio dc Janeiro

.

IK4<>.Typograph!« 1niveml dcl

.

i m m m.nud«l..i\«!!•*.j

.

V.

I S

No documento DA CHOREA 01 DANSA DE S . « LIDO . (páginas 47-56)

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