Os capítulos 3-7 tratarão dos seguintes assuntos:
PROVA PARA A EXISTÊNCIA DE DEUS! COMO RESPONDEM OS ATEUS?
para a vida humana; se fossem menores, um efeito estufa insuficiente faria a Terra ficar fria demais para a existência da vida humana.
5.Se Júpiter não estivesse em sua rota atual, a Terra seria bombardeada com material espacial. O campo gravitacional de Júpiter age como um aspirador de pó cósmico, atraindo asteróides e cometas que, de outra maneira, atingiriam a Terra.
6.Se a espessura da crosta terrestre fosse maior, seria necessário transferir muito mais oxigênio para a crosta para permitir a existência de vida. Se fosse mais fina, as atividades vulcânica e tectônica tornariam a vida impossível.
7.Se a rotação da Terra durasse mais que 24 horas, as diferenças de temperatura seriam grandes demais entre a noite e o dia. Se o período de rotação fosse menor, a velocidade dos ventos atmosféricos seria grande demais.
8.A inclinação de 230 do eixo da Terra é exata. Se essa inclinação se alterasse levemente, a variação da temperatura da superfície da Terra seria muito extrema.
9.Se a taxa de descarga atmosférica (raios) fosse maior, haveria muita destruição pelo fogo; se fosse menor, haveria pouco nitrogênio se fixando no solo.
10.Se houvesse mais atividade sísmica, muito mais vidas seriam perdidas; se houvesse menos, os nutrientes do piso do oceano e do leito dos rios não seriam reciclados de volta para os continentes por meio da sublevação tectônica (sim, até mesmo os terremotos são necessários para sustentar a vida como a conhecemos!).
O astrofísico Hugh Ross calculou a probabilidade de que essas e outras constantes — 122 ao todo — pudessem existir hoje em qualquer outro planeta no
Universo por acaso (i.e., sem um projeto divino). Partindo da idéia de que existem
1022 planetas no Universo (um número bastante grande, ou seja, o número 1 seguido de 22 zeros), sua resposta é chocante: uma chance em 10138 — isto é, uma chance em 1 seguido de 138 zeros!65 Existem apenas 1070 átomos em todo o Universo. Com efeito, existe uma chance zero de que qualquer planeta no Universo possa ter condições favoráveis à vida que temos, a não ser que exista um Projetista inteligente por trás de tudo.
O ganhador do Prêmio Nobel Amo Penzias, um dos descobridores da radiação posterior ao Big Bang, expõe as coisas da seguinte maneira:
A astronomia nos leva a um acontecimento único, um Universo que foi criado do nada e cuidadosamente equilibrado para prover com exatidão as condições requeridas para a existência da vida. Na ausência de um acidente absurdamente improvável, as observações da ciência moderna parecem sugerir um plano por trás de tudo ou, como alguém poderia dizer, algo sobrenatural.66
O cosmologista Ed Harrison usa a palavra "prova" quando considera as implicações do princípio antrópico na questão de Deus. Ele escreve: ''Aqui está a prova cosmológica da existência de Deus — o argumento do projeto de Paley atualizado e reformado. O ajuste uno do Universo nos dá evidências prima facie do projeto deístico".67
PROVA PARA A EXISTÊNCIA DE DEUS! COMO RESPONDEM OS ATEUS?
De que maneira os ateus respondem a essa "prova a favor de Deus"? Alguns ateus admitem que não existe esse tipo de Projetista lá fora. O astrônomo Fred
65 "Why I Believe in Divine Creation", 138-41.
66 Apud Walter BRADLEY, ''The 'Just-so' Universe: The Fine-Tuning of Constants and Conditions in the Cosmos", in: William DEMBSKl & James KUSHINER, eds. Signs of Intelligence. Grand Rapids, Mich.: Baker, 2001, p. 168.
Hoyle teve seu ateísmo abalado pelo princípio antrópico e pela complexidade que observou na vida (que vamos abordar nos dois capítulos seguintes). Hoyle concluiu: "Uma interpretação de bom senso dos fatos sugere que um superintelecto intrometeu-se na física, na química e na biologia e que não há forças ocultas e dignas de menção na natureza".68 Embora Hoyle tenha sido vago sobre quem seja exatamente esse "superintelecto", ele reconheceu que o ajuste refinado do Universo exige inteligência.
Outros ateus admitem um projeto mas, então, afirmam que não existe um Projetista. Dizem que tudo aconteceu por acaso. Mas de que maneira podem sugerir cegamente o acaso quando existe uma probabilidade praticamente zero de que todas as mais de cem constantes pudessem ser como são na ausência de inteligência? Isso não é fácil. Os ateus precisam dar vazão a uma monstruosa especulação para que o acaso tenha uma chance. Sua especulação é chamada de teoria do universo múltiplo.
De acordo com a teoria do universo múltiplo, existe, na verdade, um número infinito de universos, e nós simplesmente tivemos sorte demais para estar num universo com as condições corretas. Dado um número infinito de universos, dizem esses ateus, qualquer conjunto de condições vai acontecer, incluindo as condições que dão suporte à vida em nosso Universo.
Existem múltiplos problemas com essa explicação do universo múltiplo. Primeiramente e de maneira mais significativa, não existe evidência para isso! A evidência mostra que tudo o que faz parte da realidade finita passou a existir com o
Big Bang. A realidade finita é exatamente aquilo que chamamos de "o Universo". Se
existe outra realidade finita, então ela está além de nossa capacidade de detectá-la. Ninguém jamais observou uma evidência sequer de que tais universos possam existir. É por isso que essa idéia de múltiplos universos nada mais é do que uma elaboração metafísica — um conto de fadas construído com base em uma fé cega — tão distante da realidade quanto o "tempo imaginário" de Stephen Hawking.
Em segundo lugar, como discutimos no último capítulo, um número infinito de coisas finitas — quer dias, livros, explosões quer universos — é uma verdadeira impossibilidade. Não é possível haver um número ilimitado de universos limitados.
Em terceiro lugar, mesmo que fosse possível haver outros universos, precisariam de um ajuste refinado para ter início, assim como o nosso Universo teve (lembre-se da extrema precisão do Big Bang que descrevemos no último capítulo). Assim, postular a idéia de múltiplos universos não elimina a necessidade de um Projetista — na verdade, isso multiplica a necessidade de ter um!
Em quarto lugar, a teoria do universo múltiplo é tão ampla que qualquer acontecimento pode ser explicado por ela. Por exemplo, se perguntarmos "Por que os aviões atingiram as torres do World Trade Center e o Pentágono?", não poderemos culpar os terroristas islâmicos: a teoria nos permite dizer que simplesmente aconteceu de nós estarmos no universo onde aqueles aviões — embora parecesse que estivessem voando deliberadamente na direção daqueles prédios — verdadeiramente atingiram os prédios por acidente. Com a teoria do universo múltiplo, podemos até mesmo tirar a responsabilidade dos atos de Hitler. Talvez tenha calhado de estarmos no universo onde o Holocausto parece ser assassinato, mas, na verdade, os judeus secretamente conspiraram com os alemães e entraram sozinhos nos fornos.
O fato é que a teoria do universo múltiplo é tão aberta que pode ser até mesmo usada como desculpa para os ateus que a criaram. Talvez estejamos por acaso no universo onde as pessoas são suficientemente irracionais para sugerir que tal falta de sentido é a verdade!
Por fim, a teoria do universo múltiplo é simplesmente uma tentativa desesperada de evitar as implicações do Projeto. Ela não multiplica as possibilidades, mas, sim, os absurdos. Ela é aparentada da idéia de que os astronautas da Apollo 13 negaram o fato de que a NASA projetou e construiu sua espaçonave e é a favor de uma teoria não fundamentada de que existe um número infinito de espaçonaves criadas naturalmente lá fora e que os astronautas simplesmente tiveram a sorte de estar em uma que, por acaso, permite a existência de vida. Naturalmente, uma teoria assim não tem sentido, e seu óbvio absurdo revela quão forte é a evidência de um projeto. Evidências extremas pedem teorias extremas para contradizê-las.
DEUS? "OLHEM PARA AS ALTURAS"
Em 1º de fevereiro de 2003, o presidente George W Bush olhou solenemente para uma câmera de televisão e dirigiu-se ao povo norte-americano: "Meus compatriotas norte-americanos, este dia traz notícias terríveis e grande tristeza ao nosso país. Às 9 horas da manhã de hoje, o Centro de Controle de Missões Espaciais em Houston perdeu contato com o ônibus espacial Columbia. Pouco tempo depois, destroços foram vistos caindo do céu sobre o Texas. A Columbia se perdeu; não há sobreviventes".69
Viajando a 20 mil quilômetros por hora, a Columbia desintegrou-se na tentativa de reentrada na atmosfera terrestre. A segunda grande tragédia com o ônibus espacial deixou a nação abalada mas não dissuadida. "A causa pela qual eles morreram continuará", jurou o presidente. ''A humanidade é levada rumo às trevas além do nosso mundo pela inspiração da descoberta e pelo desejo de entender. Nossa jornada ao espaço prosseguirá."
Mesmo assim, qualquer jornada humana rumo ao espaço penetra tão-somente numa pequena fração dele. Existem 100 bilhões de estrelas em nossa galáxia, e a distância média entre essas estrelas é de 50 trilhões de quilômetros (a propósito, essa distância é outra constante antrópica. Se as estrelas estivessem mais perto ou mais longe umas das outras, as órbitas planetárias seriam afetadas).
Que distância é esta, de 50 trilhões de quilômetros? Vamos colocar as coisas da seguinte maneira: quando o ônibus espacial está em órbita, viaja a cerca de 27 mil quilômetros por hora — quase 8 km por segundo. Se você pudesse entrar no ônibus espacial e viajar pelo espaço na velocidade de cerca de 8 km por segundo, seriam necessários 201.450 anos para cobrir a distância de 50 trilhões de quilômetros! Em outras palavras, se você tivesse entrado no ônibus espacial na época de Cristo e começado a viajar do nosso Sol rumo à outra estrela que estivesse nessa distância média, provavelmente estaria a apenas um centésimo da distância total à frente do lugar onde começou. Incrível!
Agora, tenha em mente que essa é a distância entre apenas duas estrelas dos mais de 100 bilhões que estão presentes em nossa galáxia. Quantas estrelas existem em todo o Universo? O número de estrelas no Universo é quase igual ao
número de grãos de areia em todas as praias da Terra. Viajando a 8 quilômetros por
segundo, seriam necessários mais de 200 mil anos para ir de um grão de areia a outro! Os céus são demais!
A Bíblia recomenda "olhar para os céus" se quisermos ter uma idéia de como é Deus. Expressando o argumento teleológico muito antes de Newton e Paley, Davi escreveu o seguinte no salmo 19: "Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos". Alguns séculos mais tarde, o profeta Isaías cita
69 Você poderá encontrar o comentário completo do presidente em http://www.whitehouse.gov/newslreleases/2003/02/2003020 1-2.html.
uma pergunta de Deus: "Com quem vocês me vão comparar? Quem se assemelha a mim?" (40.25). A resposta está no versículo seguinte: "Ergam os olhos e olhem para as alturas" (v. 26). Isaías prossegue dizendo que Deus conhece todas as estrelas do céu pelo nome!
Por que Deus nos diz para compará-lo com as alturas? Porque Deus não tem limites, e, da nossa perspectiva, os céus também não têm. Deus é outro limitador ilimitado — o Criador incriado — de todas as coisas. Ele é o Ser auto-existente e infinito que criou este vasto e maravilhoso Universo do nada e que mantém todas as coisas juntas hoje. Existe apenas uma entidade em nossa experiência que pode fornecer uma analogia à infinitude de Deus. Uma imagem que pretende representar Deus não o fará.70 Ela simplesmente limita a sua majestade. Somente as alturas dos céus representam a infinitude.
A infinitude é o que descreve cada um dos atributos de Deus, dentre eles o poder, o conhecimento, a justiça e o amor. É por isso que a Bíblia usa as alturas para nos ajudar a compreender a altura infinita do amor de Deus. Lemos o seguinte em Salmos 103.11: "Pois como os céus se elevam acima da terra, assim é grande o seu amor para com os que o temem". Quão altos estão elevados os céus acima da terra? Quando você considera que existem 50 trilhões de quilômetros entre as estrelas tão numerosas quanto os grãos de areia da praia, é levado a dizer que "os céus são infinitamente altos". Isso é verdadeiro, e assim é a altura do amor de Deus.
O infinito amor de Deus é talvez aquilo que levou o presidente Bush a citar Isaías no seu tributo à tripulação da Columbia:
Hoje vemos nos céus apenas destruição e tragédia. Contudo, além daquilo que podemos ver, há conforto e esperança. Nas palavras do profeta Isaías: 'Ergam os olhos e olhem para as alturas. Quem criou tudo isso? Aquele que põe em marcha cada estrela do seu exército celestial, e a todas chama pelo nome. Tão grande é o seu poder e tão imensa a sua força, que nenhuma delas deixa de comparecer!' [Is 40.26J. O mesmo Criador que dá nome às estrelas também conhece os nomes dos sete tripulantes pelos quais choramos hoje. A tripulação do ônibus espacial Columbia não voltou em segurança à Terra, mas podemos ser gratos a Deus por estarem em segurança no lar celestial. 71
CONCLUSÃO
Há aproximadamente 2 mil anos, Paulo escreveu o seguinte, logo no início de sua carta aos Romanos:
Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis" (1.20).
A evidência de um Projetista certamente está clara na Criação, mas freqüentemente não levamos isso em conta.
70 O Segundo Mandamento proíbe "imagens" talvez por essa mesma razão. As imagens limitam a majestade de Deus. Ídolos são ídolos, quaisquer que sejam: de metal ou mentais. O Segundo Mandamento proíbe "imagens" talvez por essa mesma razão. As imagens limitam a majestade de Deus. Ídolos são ídolos, quaisquer que sejam: de metal ou mentais.
Em seu livro clássico The Screwtape Letters, C. S. Lewis dá um grande insight em relação à tendência que temos de desprezar o mundo maravilhoso que nos cerca. a demônio principal, Coisa-ruim, escreve alguns conselhos ao demônio aprendiz, Pé-de-cabra, sobre como evitar que uma pessoa se torne um cristão. Coisa-ruim escreve:
Faça-o lembrar-se constantemente da mediocridade das coisas. Acima de tudo, não tente usar a ciência (quero dizer, as ciências verdadeiras) como uma defesa contra o cristianismo. Elas vão encorajá-lo a pensar positivamente sobre as realidades que não podemos tocar nem ver. Casos tristes têm acontecido entre os físicos modernos.72
Os "casos tristes" são, naturalmente, físicos que têm sido honestos com as evidências que vêem e se tornam cristãos.
Lewis atingiu em cheio a tendência que muitos de nós temos. Em nossa vida apressada, raramente paramos para observar o mundo ao redor e, portanto, temos a tendência de considerar toda faceta maravilhosa deste belíssimo Universo como uma coisa comum. Mas como temos visto, isso está longe de ser medíocre. Hoje em dia, como em nenhuma outra época da história, a ciência está nos mostrando que este é um Universo de incrível planejamento e complexidade. Ela está nos dando uma nova perspectiva de um mundo que nós também freqüentemente desprezamos.
Os astronautas têm uma nova perspectiva baseando-se em suas naves, a qual os ajuda a perceber que este Universo é qualquer coisa, menos medíocre. Quando os primeiros astronautas caminharam pela superfície lunar e viram a Terra nascer — algo que nenhum ser humano tinha visto antes — reverentemente leram o livro de Gênesis: "No princípio Deus criou os céus e a terra”. O que seria mais apropriado para o momento? Uma recitação da teoria do universo múltiplo certamente não teria enfatizado a maravilha que os astronautas estavam experimentando. Testemunharam o projeto de um ângulo que ninguém vira antes e estavam maravilhados com a percepção de que uma criação maravilhosa exige um Criador maravilhoso. John Glenn fez eco às suas convicções quando, aos 77 anos de idade, olhou pela janela do ônibus espacial Discovery e comentou: "Olhar para este tipo de criação e não acreditar em Deus é algo impossível para mim".
O impacto brutal de suas experiências revela a natureza intuitiva do argumento teleológico. Não é preciso que ninguém me diga que alguma coisa maravilhosamente projetada exige um projetista. Isso é uma coisa evidente em si mesma. Contudo, vamos reafirmar o argumento, com ênfase naquilo que descobrimos neste capítulo:
1.Todo projeto tem um projetista.
2.Conforme verificado pelo princípio antrópico, sabemos sem sombra de dúvida que o Universo é projetado.
3.Portanto, o Universo teve um Projetista.
Não existe outra explicação plausível para o princípio antrópico que não seja a existência de um Projetista Cósmico. Os ateus precisam tomar medidas extremas para negar o óbvio. Quando eles sonham com teorias hipotéticas que não são apoiadas por nenhuma comprovação — e que, de fato, são impossíveis -, deixam o reino da razão e da racionalidade e entram no reino da fé cega. O físico Paul Davies escreve: ''Alguém pode achar mais fácil acreditar numa matriz infinita de universos
do que numa divindade infinita, mas tal crença deve basear-se na fé em vez de na observação".73
Acreditar sem observação é exatamente aquilo de que os ateus acusam as pessoas "religiosas" de fazerem. Mas, ironicamente, são os ateus que estão imputando a religião da fé cega. Os cristãos têm boas razões baseadas na observação (como o Big Bang e o princípio antrópico) para acreditar no que acreditam. Os ateus não têm. É por isso que não temos fé suficiente para sermos
ateus.
Essa fé cega dos ateus revela que a rejeição de um Projetista não é um problema de cabeça — não se trata de termos falta de provas ou de justificativa intelectual para a existência de um Projetista. Ao contrário, a evidência é impressionante. O que ternos aqui é um problema de vontade — apesar das provas, algumas pessoas simplesmente não querem admitir que existe um Projetista. De fato, um crítico do princípio antrópico admitiu ao New York Times que sua verdadeira objeção era "totalmente emocional" porque "tem cheiro de religião e projeto inteligente".74 Isso é demais para a objetividade científica.
No capítulo 6, trataremos mais dessas motivações de negar as provas decisivas da existência de Deus. Primeiramente, porém, no capítulo 5, vamos explorar mais provas convincentes da existência de um Projetista — a evidência encontrada na própria vida.
73 Apud Fred HEEREN, Show Me God, vol. 1. Wheeling, Ill.: Daystar, 2000, p. 239.
5 .A PRIMEIRA VIDA: LEI NATURAL OU DESLUMBRAMENTO
DIVINO?
Deus nunca fez um milagre para convencer um ateu porque suas obras comuns já mostram provas suficientes.
ARIEL ROTH