sublinha que, nos modelos empresariais digitais, a interação com os utilizadores e consumidores contribui de forma
significativa para a criação de valor, pelo que deve ser tida em conta aquando da repartição dos direitos de tributação; salienta que o âmbito de aplicação destes novos direitos de tributação deve abranger todas as grandes empresas multinacionais suscetíveis de adotar práticas BEPS, sem criar encargos adicionais e desnecessários para as PME;
em que não estejam presentes fisicamente; sublinha que, nos modelos empresariais digitais, a interação com os utilizadores e consumidores contribui de forma
significativa para a criação de valor, pelo que deve ser tida em conta aquando da repartição dos direitos de tributação; salienta que o âmbito de aplicação destes novos direitos de tributação deve abranger todas as grandes empresas multinacionais suscetíveis de adotar práticas BEPS, sem criar encargos adicionais e desnecessários para as PME; insta a que sejam tidas em
conta informações que revelam os
esforços burocráticos que as empresas de média dimensão são obrigadas a envidar para respeitar as boas práticas em matéria de BEPS, e que se atente também no modo como as autoridades fiscais lhes reservam um tratamento diferente do que é dado às sociedades;
Or. en
Alteração 110
Niels Fuglsang, Paul Tang, Aurore Lalucq, Csaba Molnár, Pedro Marques Proposta de resolução
N.º 7
Proposta de resolução Alteração
7. Saúda a proposta apresentada no âmbito do «Pilar Um» de estabelecer um novo fator de conexão fiscal e novos direitos de tributação que abririam a possibilidade de tributar as empresas com base na sua atividade económica em jurisdições de mercado, mesmo naquelas em que não estejam presentes fisicamente; sublinha que, nos modelos empresariais digitais, a interação com os utilizadores e consumidores contribui de forma
significativa para a criação de valor, pelo que deve ser tida em conta aquando da repartição dos direitos de tributação;
salienta que o âmbito de aplicação destes
7. Saúda a proposta apresentada no âmbito do «Pilar Um» de estabelecer um novo fator de conexão fiscal e novos direitos de tributação que abririam a possibilidade de tributar as empresas com base na sua atividade económica em jurisdições de mercado, mesmo naquelas em que não estejam presentes fisicamente; sublinha que, nos modelos empresariais digitais, a interação com os utilizadores e consumidores contribui de forma
significativa para a criação de valor, pelo que deve ser tida em conta aquando da repartição dos direitos de tributação;
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PT
novos direitos de tributação deve abranger todas as grandes empresas multinacionais suscetíveis de adotar práticas BEPS, sem criar encargos adicionais e desnecessários para as PME;
devem ser tomadas a nível global; reconhece, em especial, que o chamado «Montante A» criaria, para as jurisdições de mercado, um novo direito de tributação sobre uma parte dos lucros residuais calculados a nível das empresas
multinacionais, e, neste contexto, convida os Estados-Membros a apoiarem as soluções que se seguem;
Or. en
Alteração 111
Johan Van Overtveldt Proposta de resolução N.º 7
Proposta de resolução Alteração
7. Saúda a proposta apresentada no âmbito do «Pilar Um» de estabelecer um novo fator de conexão fiscal e novos direitos de tributação que abririam a possibilidade de tributar as empresas com base na sua atividade económica em jurisdições de mercado, mesmo naquelas em que não estejam presentes fisicamente; sublinha que, nos modelos empresariais digitais, a interação com os utilizadores e consumidores contribui de forma
significativa para a criação de valor, pelo que deve ser tida em conta aquando da repartição dos direitos de tributação; salienta que o âmbito de aplicação destes novos direitos de tributação deve abranger todas as grandes empresas multinacionais suscetíveis de adotar práticas BEPS, sem criar encargos adicionais e desnecessários para as PME;
7. Saúda a proposta apresentada no âmbito do «Pilar Um» de estabelecer um novo fator de conexão fiscal e novos direitos de tributação que abririam a possibilidade de tributar as empresas com base na sua atividade económica em jurisdições de mercado, mesmo naquelas em que não estejam presentes fisicamente; sublinha que, nos modelos empresariais digitais, a interação com os utilizadores e consumidores contribui de forma
significativa para a criação de valor, pelo que deve ser tida em conta aquando da repartição dos direitos de tributação; salienta que o âmbito de aplicação destes novos direitos de tributação deve abranger todas as grandes empresas multinacionais suscetíveis de adotar práticas BEPS, sem criar encargos adicionais e desnecessários para as PME e sem aumentar o custo dos
serviços para os utilizadores;
Or. nl
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PT
Marcus Ferber
Proposta de resolução N.º 7
Proposta de resolução Alteração
7. Saúda a proposta apresentada no âmbito do «Pilar Um» de estabelecer um novo fator de conexão fiscal e novos direitos de tributação que abririam a possibilidade de tributar as empresas com base na sua atividade económica em jurisdições de mercado, mesmo naquelas em que não estejam presentes fisicamente; sublinha que, nos modelos empresariais digitais, a interação com os utilizadores e consumidores contribui de forma
significativa para a criação de valor, pelo que deve ser tida em conta aquando da repartição dos direitos de tributação; salienta que o âmbito de aplicação destes novos direitos de tributação deve abranger todas as grandes empresas multinacionais suscetíveis de adotar práticas BEPS, sem criar encargos adicionais e desnecessários para as PME;
7. Saúda a proposta apresentada no âmbito do «Pilar Um» de estabelecer um novo fator de conexão fiscal e novos direitos de tributação que abririam a possibilidade de tributar as empresas com base na sua atividade económica em jurisdições de mercado, mesmo naquelas em que não estejam presentes fisicamente; sublinha que, nos modelos empresariais digitais, a interação com os utilizadores e consumidores contribui de forma
significativa para a criação de valor, pelo que deve ser tida em conta aquando da repartição dos direitos de tributação no que
se refere aos modelos empresariais
digitais; salienta que o âmbito de aplicação
destes novos direitos de tributação deve abranger todas as grandes empresas multinacionais suscetíveis de adotar práticas BEPS, sem criar encargos adicionais e desnecessários para as PME;
Or. en
Alteração 113 Damien Carême Proposta de resolução N.º 7-A (novo)
Proposta de resolução Alteração
7-A. Lamenta que, na sua redação atual, a proposta relativa ao «Pilar Um» coloque exclusivamente a tónica nos serviços digitais automatizados ou nas empresas orientadas para os
consumidores; lamenta o papel que os Estados-Membros desempenharam nesse sentido; considera que a reforma não
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PT
deveria limitar-se a empresas altamente digitalizadas ou orientadas para os consumidores, devendo o seu âmbito abranger também todas as grandes empresas suscetíveis de adotar práticas BEPS, ao tirarem partido dos atuais enquadramentos fiscais internacionais; observa que uma abordagem demasiado restritiva compromete seriamente a equidade e eficácia da proposta; neste sentido, apela aos Estados-Membros que zelem por uma elevada percentagem de repartição e por uma repartição justa e equitativa dos lucros, eliminando a distinção entre lucros ordinários e extraordinários;
Or. en
Alteração 114
Niels Fuglsang, Paul Tang, Aurore Lalucq, Csaba Molnár, Pedro Marques, Eero Heinäluoma
Proposta de resolução N.º 7-A (novo)
Proposta de resolução Alteração
7-A. Um âmbito de aplicação que abranja todas as grandes empresas multinacionais suscetíveis de adotar práticas BEPS, e que deve prever uma cláusula de revisão, com regras de introdução progressiva no que se refere ao limiar de receitas globais; recorda que a definição da UE de grande grupo multinacional exige que uma
empresa-mãe e as suas empresas filiais excedam, de forma consolidada, dois dos três critérios que se seguem: um balanço de pelo menos 20 000 000 EUR, um volume de negócios líquido de pelo menos 40 000 000 EUR e um número médio de empregados superior a 250 ao longo do exercício financeiro;
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PT
Alteração 115
Paul Tang, Niels Fuglsang, Aurore Lalucq Proposta de resolução
N.º 7-A (novo)
Proposta de resolução Alteração
7-A. Recorda que o «Pilar Um» corre o risco de se tornar altamente complexo, e exorta a OCDE e os Estados-Membros envolvidos na negociação a colaborarem para alcançar uma solução mais simples e funcional; Or. en Alteração 116 Damien Carême Proposta de resolução N.º 7-B (novo)
Proposta de resolução Alteração
7-B. Observa que para alcançar um acordo mais simples dentro daquele que é um prazo limitado, as negociações levadas a cabo no contexto do «Pilar Um»
poderão ter como resultado um âmbito limitado, que vise apenas as empresas altamente digitalizadas; insiste que caso se verifique tal desfecho, a UE deve, no seio do G20, defender um mandato renovado da OCDE, para que esta lance imediatamente um novo processo
destinado a rever substancialmente o regime fiscal internacional e a abandonar totalmente o princípio da plena
concorrência no que se refere a todas as grandes empresas; realça que esse
processo pode ser organizado em conjunto com o Comité de peritos da Nações
Unidas sobre a cooperação internacional em matéria fiscal; destaca que o processo
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PT
deve conduzir a uma distribuição mais justa dos direitos de tributação entre os países;
Or. en
Alteração 117
Niels Fuglsang, Paul Tang, Aurore Lalucq, Csaba Molnár, Pedro Marques, Eero Heinäluoma
Proposta de resolução N.º 7-B (novo)
Proposta de resolução Alteração
7-B. Um âmbito de aplicação que abranja, pelo menos, os serviços digitais automatizados e as empresas orientadas para os consumidores, sem criar encargos adicionais e desnecessários para as PME;
Or. en
Alteração 118 Damien Carême Proposta de resolução N.º 7-C (novo)
Proposta de resolução Alteração
7-C. Considera que uma eventual taxa mínima no âmbito do «Pilar Dois» deve ser fixada a um nível equitativo e suficiente – de pelo menos 20 % – para desencorajar o recurso à transferência de lucros e para evitar uma concorrência fiscal nociva; observa que a Comissão Independente para a Reforma da
Tributação Internacional das Sociedades recomendou uma taxa de 25 %[1]; manifesta-se preocupado com o facto de um limiar reduzido, como, por exemplo, 12,5 %, ser suscetível de levar a que a maioria dos países levem a cabo um
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PT
nivelamento global por baixo, o que, em última análise, seria prejudicial para todas as partes; insta a Comissão a apresentar rapidamente uma proposta relativa a uma taxa mínima efetiva de imposto sobre as sociedades, a nível da UE, independentemente dos progressos alcançados a nível internacional; lamenta que a OCDE tenha sido forçada a
recorrer a exclusões, pois tal enfraquece o impacto do «Pilar Dois»; toma nota, no entanto, do compromisso assumido no sentido de incorporar, na conceção da taxa mínima, regras formalizadas no que se refere à substância económica, e insta a OCDE e os Estados-Membros a
alargarem esta ideia à repartição dos direitos de tributação mínimos, a fim de pôr termo à atual separação artificial e altamente iníqua entre os países de origem e de residência;
[1] Comissão Independente para a
Reforma da Tributação Internacional das Sociedades, «INTERNATIONAL
CORPORATE TAX REFORM: Towards a fair and comprehensive solution» (Reforma da Tributação Internacional das Sociedades: rumo a uma solução justa e abrangente), 2019, https://static1.squarespace.com/static/5a0 c602bf43b5594845abb81/t/5d979e6dc5f7c b7b66842c49/1570217588721/ICRICT-INTERNATIONAL+CORPORATE+TAX +REFORM.pdf Or. en Alteração 119
Niels Fuglsang, Paul Tang, Aurore Lalucq, Csaba Molnár, Pedro Marques Proposta de resolução
N.º 7-C (novo)
Proposta de resolução Alteração
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PT
montante suficiente de lucro é reatribuído às jurisdições de mercado, devendo tal acordo ir além da distinção entre lucros ordinários e extraordinários, que corre o risco de ser meramente artificial; Caso, no âmbito das negociações, prevaleça a distinção entre lucros ordinários e extraordinários, importa realçar que a reatribuição de um montante significativo de lucros (até um máximo de 150 mil milhões de EUR) apenas é permitida até um limiar de rentabilidade de 8 %;
Or. en
Alteração 120
Niels Fuglsang, Paul Tang, Aurore Lalucq, Csaba Molnár, Pedro Marques Proposta de resolução
N.º 7-D (novo)
Proposta de resolução Alteração
7-D. Uma percentagem de atribuição de, no mínimo, 20 % dos lucros, que permita que uma proporção justa seja reatribuída às jurisdições de mercado, garantindo uma reforma impactante e dissuadindo o recurso a estratégias de planeamento fiscal agressivo;
Or. en
Alteração 121
Niels Fuglsang, Paul Tang, Aurore Lalucq, Csaba Molnár, Pedro Marques, Eero Heinäluoma
Proposta de resolução N.º 7-E (novo)
Proposta de resolução Alteração
7-E. Um recurso limitado aos regimes de reporte de prejuízos, dado que são passíveis de comprometer o impacto da
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PT
reforma;
Or. en
Alteração 122
Niels Fuglsang, Paul Tang, Aurore Lalucq, Csaba Molnár, Jonás Fernández, Pedro Marques, Eero Heinäluoma
Proposta de resolução N.º 7-F (novo)
Proposta de resolução Alteração
7-F. Recomenda que as opções políticas defendidas pelos Estados-Membros nas negociações assegurem uma redução da complexidade, pelo que apoia a
simplificação dos processos
administrativos aplicáveis às empresas multinacionais sujeitas a novos direitos de tributação, nomeadamente com vista a aliviar os encargos da aplicação resultantes para os Estados-Membros, tendo em conta os Estados-Membros que não participam em mecanismos fiscais que distorcem a concorrência, como os chamados «acordos cúmplices»;
considera que seria mais adequada uma reformulação integral do princípio da plena concorrência; manifesta-se
preocupado com o facto de a manutenção deste princípio no contexto da reforma poder gerar novas oportunidades para contornar as regras recém-acordadas;
Or. en
Alteração 123
Niels Fuglsang, Paul Tang, Aurore Lalucq, Csaba Molnár, Jonás Fernández, Pedro Marques, Eero Heinäluoma
Proposta de resolução N.º 7-G (novo)
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PT
Proposta de resolução Alteração
7-G. Realça que a execução de uma reforma internacional eficiente e
abrangente será facilitada pelo acesso a informações discriminadas por país; assinala que, até à data, vários países não têm acesso a esse tipo de informações; saúda os recentes esforços envidados pela Presidência do Conselho no que se refere à proposta relativa à divulgação pública de informações discriminadas por país;
Or. en
Alteração 124
Niels Fuglsang, Paul Tang, Aurore Lalucq, Csaba Molnár, Jonás Fernández, Pedro Marques, Eero Heinäluoma
Proposta de resolução N.º 8
Proposta de resolução Alteração
8. Insta a Comissão e o Conselho a intensificarem o diálogo com a nova administração norte-americana sobre a política fiscal no domínio digital, com o objetivo de forjar uma abordagem comum no quadro das negociações do Quadro Inclusivo do G20/OCDE antes de junho de 2021; insta o Conselho a opor-se à
cláusula de «porto seguro», proposta pela administração norte-americana, suscetível de comprometer os esforços de reforma;
8. Insta a Comissão e o Conselho a intensificarem o diálogo com a nova administração norte-americana sobre a política fiscal no domínio digital, com o objetivo de forjar uma abordagem comum no quadro das negociações do Quadro Inclusivo do G20/OCDE antes de junho de 2021; insta os Estados-Membros a
oporem-se à cláusula de «porto seguro»,
proposta pela administração
norte-americana, suscetível de comprometer os esforços de reforma; insta a Comissão a
apresentar uma proposta da UE para dar resposta aos desafios de uma economia digitalizada, na eventualidade de a reforma do «Pilar Um» prever a inclusão de uma cláusula de «porto seguro»; recorda, a esse respeito, que a Comissão apresentou, já há algum tempo, uma proposta relativa a uma presença digital significativa;
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PT
Alteração 125
Gilles Boyer, Luis Garicano, Stéphanie Yon-Courtin, Olivier Chastel, Stéphane Séjourné, Engin Eroglu, Dragoș Pîslaru
Proposta de resolução N.º 8
Proposta de resolução Alteração
8. Insta a Comissão e o Conselho a intensificarem o diálogo com a nova administração norte-americana sobre a política fiscal no domínio digital, com o objetivo de forjar uma abordagem comum no quadro das negociações do Quadro Inclusivo do G20/OCDE antes de junho de 2021; insta o Conselho a opor-se à cláusula de «porto seguro», proposta pela
administração norte-americana, suscetível de comprometer os esforços de reforma;
8. Insta a Comissão e o Conselho a intensificarem o diálogo com a nova administração norte-americana sobre a política fiscal no domínio digital, com o objetivo de forjar uma abordagem comum no quadro das negociações do Quadro Inclusivo do G20/OCDE antes de junho de 2021; insta o Conselho a opor-se à cláusula de «porto seguro», proposta pela
administração norte-americana, suscetível de comprometer os esforços de reforma;
saúda a recente declaração de Janet Yellen, Secretária do Tesouro dos Estados Unidos, na qual afirmou o reatamento ativo das negociações na OCDE, com vista a alcançar um acordo;
Or. en
Alteração 126
Francesca Donato, Marco Zanni, Antonio Maria Rinaldi, Valentino Grant Proposta de resolução
N.º 8
Proposta de resolução Alteração
8. Insta a Comissão e o Conselho a intensificarem o diálogo com a nova administração norte-americana sobre a política fiscal no domínio digital, com o objetivo de forjar uma abordagem comum no quadro das negociações do Quadro Inclusivo do G20/OCDE antes de junho de 2021; insta o Conselho a opor-se à cláusula de «porto seguro», proposta pela
8. Insta a Comissão e o Conselho a intensificarem o diálogo com a nova administração norte-americana sobre a política fiscal global e no domínio digital, com o objetivo de forjar uma abordagem comum no quadro das negociações do Quadro Inclusivo do G20/OCDE antes de junho de 2021; insta o Conselho a opor-se à cláusula de «porto seguro», proposta pela
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PT
administração norte-americana, suscetível
de comprometer os esforços de reforma; administração norte-americana, suscetível de comprometer os esforços de reforma; Or. en
Alteração 127 Damien Carême Proposta de resolução N.º 8
Proposta de resolução Alteração
8. Insta a Comissão e o Conselho a intensificarem o diálogo com a nova administração norte-americana sobre a política fiscal no domínio digital, com o objetivo de forjar uma abordagem comum no quadro das negociações do Quadro Inclusivo do G20/OCDE antes de junho de 2021; insta o Conselho a opor-se à cláusula de «porto seguro», proposta pela
administração norte-americana, suscetível de comprometer os esforços de reforma;
8. Insta a Comissão e o Conselho a intensificarem o diálogo com a nova administração norte-americana sobre a política fiscal no domínio digital, com o objetivo de forjar uma abordagem comum no quadro das negociações do Quadro Inclusivo do G20/OCDE antes de junho de 2021; insta o Conselho a opor-se à cláusula de «porto seguro», proposta pela
administração norte-americana, suscetível de comprometer seriamente os esforços de reforma; Or. en Alteração 128 Martin Schirdewan Proposta de resolução N.º 8-A (novo)
Proposta de resolução Alteração
8-A. Reconhece que existem motivos para crer que os países em
desenvolvimento foram impossibilitados de participar nas negociações em pé de igualdade; apela a esforço considerável e à mobilização da vontade política para facilitar o empoderamento de todos os países e a criação de um mecanismo de tomada de decisão genuinamente
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PT
inclusivo; reitera o apoio do Parlamento à criação, no âmbito da ONU, de um órgão fiscal intergovernamental, que deve estar bem equipado e ser dotado de recursos suficientes e, se for caso disso, de poderes de coerção, garantindo que todos os países possam participar, em pé de igualdade, na formulação e reforma de uma agenda fiscal global13-E;
_________________
13-E N.º 341 da resolução do Parlamento
Europeu, de 26 de março de 2019, sobre crimes financeiros e a elisão e a evasão fiscais (2018/2121(INI)), https://www.europarl.europa.eu/doceo/doc ument/TA-8-2019-0240_PT.html Or. en Alteração 129 Martin Schirdewan Proposta de resolução N.º 8-B (novo)
Proposta de resolução Alteração
8-B. Saúda o trabalho do Comité de peritos da Nações Unidas sobre a cooperação internacional em matéria fiscal relacionado com a redação de um novo artigo 12.º-B para o Modelo de Convenção Fiscal da ONU, relacionado com a tributação das receitas decorrentes de serviços digitais automatizados, e insta a ONU, os Estados que dela são membros e os membros do comité a garantirem que tal trabalho fica concluído até ao termo