soluções multilaterais e granjear apoio a nível mundial e da UE;
acordo rápido até meados de 2021; sublinha a importância do Quadro
Inclusivo do G20/OCDE para proporcionar soluções multilaterais e granjear apoio a nível mundial e da UE;
Or. en
Alteração 99 Jessica Polfjärd Proposta de resolução N.º 5
Proposta de resolução Alteração
5. Congratula-se com os esforços envidados pelo Quadro Inclusivo do G20/OCDE para alcançar um consenso global relativo uma reforma multilateral do regime fiscal internacional que dê resposta aos desafios da economia digitalizada; reconhece que os debates sobre as propostas registaram progressos a nível técnico, apesar dos atrasos causados pela pandemia de COVID-19, e apela a um acordo rápido até meados de 2021; sublinha a importância do Quadro
Inclusivo do G20/OCDE para proporcionar soluções multilaterais e granjear apoio a nível mundial e da UE;
5. Congratula-se com os esforços envidados pelo Quadro Inclusivo do G20/OCDE para alcançar um consenso global relativo uma reforma multilateral do regime fiscal internacional que dê resposta aos desafios da economia digitalizada e da
permanente transferência de lucros;
reconhece que os debates sobre as propostas registaram progressos a nível técnico, apesar dos atrasos causados pela pandemia de COVID-19, e apela a um acordo rápido até meados de 2021; sublinha a importância do Quadro
Inclusivo do G20/OCDE para proporcionar soluções multilaterais e granjear apoio a nível mundial e da UE;
Or. en
Alteração 100 Damien Carême Proposta de resolução N.º 5-A (novo)
Proposta de resolução Alteração
5-A. Reitera o apoio do Parlamento à criação, no âmbito da ONU, de um órgão
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PT
fiscal intergovernamental, que deve estar bem equipado e ser dotado de recursos suficientes e, se for caso disso, de poderes coerção, garantindo que todos os países possam participar, em pé de igualdade, na formulação e reforma de uma agenda fiscal global[1];
[1] N.º 341 da resolução do Parlamento Europeu, de 26 de março de 2019, sobre crimes financeiros e a elisão e a evasão fiscais (2018/2121(INI)),
https://www.europarl.europa.eu/doceo/doc ument/TA-8-2019-0240_PT.html
Or. en
Alteração 101
Niels Fuglsang, Paul Tang, Aurore Lalucq, Jonás Fernández, Pedro Marques, Eero Heinäluoma
Proposta de resolução N.º 6
Proposta de resolução Alteração
6. Congratula-se com o facto de a abordagem baseada em dois pilares proposta pelo Quadro Inclusivo do G20/OCDE não restringir a economia
digital, mas procurar antes dar uma solução
global aos novos desafios da economia digital; reconhece que ambos os pilares são complementares e apoia uma solução holística em que um pilar não seja
adotado sem o outro;
6. Congratula-se com o facto de a abordagem baseada em dois pilares proposta pelo Quadro Inclusivo do G20/OCDE não restringir a economia
digitalizada, mas procurar antes dar uma
solução global aos novos desafios da economia digital; reconhece que ambos os pilares são complementares e salienta que
o «Pilar Dois» visa dar resposta aos desafios remanescentes em matéria de BEPS, designadamente ao garantir que as grandes multinacionais, incluindo as digitalizadas, pagam um nível mínimo de imposto, independentemente do sítio em que se encontrem estabelecidas; recorda que a introdução eficaz do «Pilar Dois» é possível mesmo sem a participação de todos os Estados, dado que será conferido aos países participantes o direito de tributar os lucros de empresas registadas fora do seu território, nomeadamente em
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PT
países com níveis de tributação reduzidos;
apoia contudo uma solução holística em que ambos os pilares sejam adotados até
meados de 2021; recomenda que uma eventual taxa mínima efetiva seja fixada a níveis equitativos e suficientes para
desencorajar o recurso à transferência de lucros por parte das grandes
multinacionais, incluindo as altamente digitalizadas, bem como para evitar uma concorrência fiscal nociva; sugere, por conseguinte, o estabelecimento de uma taxa mínima efetiva de 18 %, sublinhando que, atualmente, na UE, a taxa legal média de imposto sobre as sociedades é de 21,7 %1, sendo que determinados desafios políticos, como as alterações climáticas, exigirão margem de manobra e
ferramentas para efeitos de política fiscal;
1 P. 110, «Tax policies in the European
Union 2020 survey» (Políticas fiscais na União Europeia. Inquérito de 2020), Direção-Geral da Fiscalidade e da União Aduaneira, Comissão Europeia.
Or. en
Alteração 102 Martin Schirdewan Proposta de resolução N.º 6
Proposta de resolução Alteração
6. Congratula-se com o facto de a abordagem baseada em dois pilares proposta pelo Quadro Inclusivo do G20/OCDE não restringir a economia digital, mas procurar antes dar uma solução global aos novos desafios da economia digital; reconhece que ambos os pilares são complementares e apoia uma solução
holística em que um pilar não seja adotado
sem o outro;
6. Congratula-se com o facto de a abordagem baseada em dois pilares proposta pelo Quadro Inclusivo do G20/OCDE não restringir a economia digital, mas procurar antes dar uma solução global aos novos desafios da economia digital; reconhece que ambos os pilares são complementares e apoia uma solução em que um pilar não seja adotado sem o outro;
considera que uma eventual taxa mínima deve ser fixada a um nível equitativo e
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PT
suficiente para desencorajar o recurso à transferência de lucros e para evitar uma concorrência fiscal nociva; observa que a Comissão Independente para a Reforma da Tributação Internacional das
Sociedades recomendou uma taxa de 25 %13-D;
_________________
13-D Comissão Independente para a
Reforma da Tributação Internacional das Sociedades, «INTERNATIONAL
CORPORATE TAX REFORM: Towards a fair and comprehensive solution» (Reforma da Tributação Internacional das Sociedades: rumo a uma solução justa e abrangente), 2019, https://static1.squarespace.com/static/5a0 c602bf43b5594845abb81/t/5d979e6dc5f7c b7b66842c49/1570217588721/ICRICT-INTERNATIONAL+CORPORATE+TAX +REFORM.pdf Or. en Alteração 103 Damien Carême Proposta de resolução N.º 6
Proposta de resolução Alteração
6. Congratula-se com o facto de a abordagem baseada em dois pilares proposta pelo Quadro Inclusivo do G20/OCDE não restringir a economia digital, mas procurar antes dar uma solução global aos novos desafios da economia
digital; reconhece que ambos os pilares são
complementares e apoia uma solução holística em que um pilar não seja adotado
sem o outro;
6. Congratula-se com o facto de a abordagem baseada em dois pilares proposta pelo Quadro Inclusivo do G20/OCDE não restringir a economia digital, mas procurar antes dar uma solução global aos novos desafios da economia
digitalizada; reconhece que ambos os
pilares são complementares e apoia uma solução holística em que ambos os pilares
sejam aplicados; lamenta que a maioria dos Estados-Membros tenha insistido em concentrar-se apenas na tributação das empresas altamente digitalizadas,
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regime fiscal internacional; considera que a ausência de acordo quanto ao «Pilar Um» não deve desincentivar a procura de consenso e de um acordo no que toca ao «Pilar Dois»; Or. en Alteração 104 Alfred Sant Proposta de resolução N.º 6
Proposta de resolução Alteração
6. Congratula-se com o facto de a abordagem baseada em dois pilares proposta pelo Quadro Inclusivo do G20/OCDE não restringir a economia digital, mas procurar antes dar uma solução global aos novos desafios da economia digital; reconhece que ambos os pilares são complementares e apoia uma solução holística em que um pilar não seja adotado sem o outro;
6. Congratula-se com o facto de a abordagem baseada em dois pilares proposta pelo Quadro Inclusivo do G20/OCDE não restringir a economia digital, mas procurar antes dar uma solução global aos novos desafios da economia digital; reconhece que ambos os pilares são complementares e apoia uma solução holística em que um pilar não seja adotado sem o outro; salienta, neste contexto, a
necessidade de uma exclusão apropriada, baseada na substância, sobretudo no âmbito de um quadro intracomunitário, no qual as empresas que revelem um nível adequado de substância económica devem ficar isentas das regras globais da OCDE;
Or. en
Alteração 105
Francesca Donato, Marco Zanni, Antonio Maria Rinaldi, Valentino Grant Proposta de resolução
N.º 6
Proposta de resolução Alteração
6. Congratula-se com o facto de a abordagem baseada em dois pilares
6. Congratula-se com o facto de a abordagem baseada em dois pilares
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PT
proposta pelo Quadro Inclusivo do G20/OCDE não restringir a economia digital, mas procurar antes dar uma solução global aos novos desafios da economia digital; reconhece que ambos os pilares são complementares e apoia uma solução holística em que um pilar não seja adotado sem o outro;
proposta pelo Quadro Inclusivo do G20/OCDE não restringir a economia digital, mas procurar antes dar uma solução global aos novos desafios da economia
global e digital; reconhece que ambos os
pilares são complementares e apoia uma solução holística em que um pilar não seja adotado sem o outro;
Or. en
Alteração 106 Marcus Ferber
Proposta de resolução N.º 6
Proposta de resolução Alteração
6. Congratula-se com o facto de a
abordagem baseada em dois pilares proposta pelo Quadro Inclusivo do G20/OCDE não restringir a economia digital, mas procurar antes dar uma solução global aos novos desafios da economia digital; reconhece que ambos os pilares são complementares e apoia uma solução
holística em que um pilar não seja adotado sem o outro;
6. Toma nota do facto de a
abordagem baseada em dois pilares proposta pelo Quadro Inclusivo do G20/OCDE não restringir a economia digital, mas procurar antes dar uma solução global aos novos desafios da economia digital; reconhece que ambos os pilares são
vistos como complementares por determinados membros do Quadro Inclusivo; Or. en Alteração 107 Andreas Schwab Proposta de resolução N.º 6-A (novo)
Proposta de resolução Alteração
6-A. Apela à Comissão e ao Conselho que apresentem critérios ao Parlamento que permitam avaliar os futuros
compromissos assumidos no âmbito das negociações do Quadro Inclusivo do
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G20/OCDE em prol dos interesses europeus e da proteção da matéria coletável europeia; considera, a este respeito, que um dos critérios poderá ser a obtenção de um consenso inclusivo, assente em novos princípios claros, aceitáveis e compreensíveis para as
empresas multinacionais digitais, de modo a evitar níveis acrescidos de burocracia para as PME e os cidadãos;
Or. en
Alteração 108 Damien Carême Proposta de resolução N.º 7
Proposta de resolução Alteração
7. Saúda a proposta apresentada no
âmbito do «Pilar Um» de estabelecer um
novo fator de conexão fiscal e novos direitos de tributação que abririam a possibilidade de tributar as empresas com base na sua atividade económica em jurisdições de mercado, mesmo naquelas em que não estejam presentes fisicamente; sublinha que, nos modelos empresariais digitais, a interação com os utilizadores e consumidores contribui de forma
significativa para a criação de valor, pelo que deve ser tida em conta aquando da repartição dos direitos de tributação; salienta que o âmbito de aplicação destes novos direitos de tributação deve abranger todas as grandes empresas multinacionais suscetíveis de adotar práticas BEPS, sem criar encargos adicionais e desnecessários para as PME;
7. Saúda os esforços envidados pelo
Secretariado da OCDE no sentido de encontrar uma solução para adaptar as nossas atuais regras fiscais internacionais a uma economia cada vez mais
globalizada e digitalizada; saúda a ideia fundamental subjacente ao «Pilar Um», que consiste em estabelecer um novo fator
de conexão fiscal e novos direitos de tributação que abririam a possibilidade de tributar as empresas com base na sua atividade económica em jurisdições de mercado, mesmo naquelas em que não estejam presentes fisicamente; lamenta, no
entanto, que tal ideia não esteja a ser suficientemente transmitida pelas propostas limitadas e excessivamente complexas no âmbito do «Pilar Um»;
sublinha que, nos modelos empresariais digitais, a interação com os utilizadores e consumidores contribui de forma
significativa para a criação de valor, pelo que deve ser tida em conta aquando da repartição dos direitos de tributação; salienta que o âmbito de aplicação destes novos direitos de tributação deve abranger
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PT
todas as grandes empresas multinacionais suscetíveis de adotar práticas BEPS, sem criar encargos adicionais e desnecessários para as PME; manifesta-se preocupado,
contudo, pelo facto de a atual proposta no âmbito do «Pilar Um» conduzir, na verdade, a um aumento da complexidade do regime fiscal internacional, tornando-o difícil de administrar e mais exigente em termos de recursos; manifesta-se
preocupado perante a possibilidade de um regime excessivamente complexo poder gerar novas oportunidades para
contornar as regras recém-acordadas; insta, por conseguinte, a uma
reformulação dos atuais direitos de tributação, de modo a evitar a sua complexificação e a facilitar a sua administração e aplicação por todos os países, garantindo que tal reformulação seja abrangente o suficiente para
desencadear uma alteração
transformadora no atual status quo; com vista à consecução dos objetivos iniciais do «Pilar Um», convida a que seja
reconsiderada a proposta relativa a regras mais simples e mais ambiciosas, bem como um limiar de receitas mais reduzido; Or. en Alteração 109 Nicola Beer Proposta de resolução N.º 7
Proposta de resolução Alteração
7. Saúda a proposta apresentada no âmbito do «Pilar Um» de estabelecer um novo fator de conexão fiscal e novos direitos de tributação que abririam a possibilidade de tributar as empresas com base na sua atividade económica em jurisdições de mercado, mesmo naquelas
7. Saúda a proposta apresentada no âmbito do «Pilar Um» de estabelecer um novo fator de conexão fiscal e novos direitos de tributação que abririam a possibilidade de tributar as empresas com base na sua atividade económica em jurisdições de mercado, mesmo naquelas
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