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interno, e considera que é fundamental tornar as sanções contra autores de fraudes mais dissuasivas e reforçar os controlos com recursos suficientes;

consumidores em erro e distorcem a concorrência no mercado interno, e considera que é fundamental tornar as sanções contra autores de fraudes mais dissuasivas e reforçar os controlos com recursos suficientes;

Or. en

Alteração 173

Jordi Cañas, Claudia Gamon, Sandro Gozi, Stéphanie Yon-Courtin Projeto de parecer

N.º 10-A (novo)

Projeto de parecer Alteração

10-A. Salienta que o elevado grau de divergência no que se refere aos controlos dos produtos de países terceiros e às políticas de procedimentos e sanções aduaneiros nos pontos de entrada na união aduaneira da UE resulta, muitas vezes, não apenas em distorções da cadeia alimentar, mas também em elevados riscos sanitários e de segurança para os consumidores do mercado único;

sublinha que a adoção de uma abordagem coordenada e harmonizada em relação às práticas de concorrência desleais e à necessidade de normas alimentares equivalentes, tendo em devida conta o princípio da precaução, é fundamental para garantir um abastecimento

ininterrupto de géneros alimentícios em todos os Estados-Membros,

salvaguardando simultaneamente

controlos de segurança de elevado nível e capazes de detetar e prevenir riscos sanitários, fitossanitários e biológicos inerentes a importações provenientes de países terceiros;

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PT

Alteração 174

Tomislav Sokol, Romana Tomc, Ivan Štefanec, Dan-Ştefan Motreanu, Róża Thun und Hohenstein

Projeto de parecer N.º 10-A (novo)

Projeto de parecer Alteração

10-A. Observa que um estudo realizado pelo Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia não identificou um padrão geográfico preciso no que toca à dupla qualidade dos produtos; sublinha, no entanto, que o estudo revelou que esse fenómeno afeta determinados produtos do mercado único europeu, pelo que entende que a implementação da estratégia «do prado ao prato» tem de garantir que produtos não idênticos sejam

apresentados de formas diferentes;

Or. en

Alteração 175

Virginie Joron, Jean-Lin Lacapelle, Georg Mayer Projeto de parecer

N.º 10-A (novo)

Projeto de parecer Alteração

10-A. Observa que inúmeros escândalos alimentares chocaram os consumidores europeus: produtos à base de carne transformados com carne de cavalo, como a lasanha, carne de bovino brasileira estragada, frango ou carne de bovino com hormonas e antibióticos, mas também mel falso e bebidas espirituosas e vinhos fraudulentos; solicita o reforço dos controlos dos produtos alimentares, em defesa dos consumidores, e o

estabelecimento de um número ou uma taxa mínima de inspeções anuais;

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PT

Alteração 176

Jordi Cañas, Claudia Gamon, Sandro Gozi, Stéphanie Yon-Courtin, Svenja Hahn Projeto de parecer

N.º 10-B (novo)

Projeto de parecer Alteração

10-B. Insiste em que a Comissão garanta que todos os controlos aduaneiros da UE cumprem as mesmas normas, através de um mecanismo de controlo aduaneiro unificado direto, implementado em coordenação com os Estados-Membros e no pleno respeito do princípio da

subsidiariedade; insta também a

Comissão a reforçar, tanto a nível da UE como internacional, a cooperação entre as autoridades aduaneiras, de fiscalização do mercado, de proteção dos

consumidores e outras autoridades competentes, a fim de garantir controlos harmonizados e uniformes em todos os pontos de entrada na União, garantindo desse modo a rastreabilidade de todos os produtos alimentares; Or. en Alteração 177 Claude Gruffat Projeto de parecer N.º 11

Projeto de parecer Alteração

11. Apela a uma melhor aplicação da Diretiva 2005/29/CE1, a fim de melhor combater as alegações ambientais enganosas nos alimentos.

11. Apela a uma melhor aplicação da Diretiva 2005/29/CE1, a fim de melhor combater as alegações ambientais enganosas e não comprovadas nos alimentos, que confundem os

consumidores e dificultam a identificação dos produtos que mais respeitam o

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PT

introduzir um novo quadro regulamentar que estabeleça um procedimento de aprovação prévia claro, rápido e eficaz para todos os rótulos ecológicos, baseado na experiência adquirida com o sistema instaurado para as alegações de saúde; considera que um quadro desta natureza protegeria os consumidores contra alegações ecológicas enganosas e não discriminaria as empresas que envidaram os esforços mais louváveis em prol do ambiente;

__________________ __________________

1 Diretiva 2005/29/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de maio de 2005, relativa às práticas comerciais desleais das empresas face aos

consumidores no mercado interno e que altera a Diretiva 84/450/CEE do Conselho, as Diretivas 97/7/CE, 98/27/CE e

2002/65/CE e o Regulamento (CE)

n.º 2006/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho (JO L 149 de 11.6.2005, p. 22).

1 Diretiva 2005/29/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de maio de 2005, relativa às práticas comerciais desleais das empresas face aos

consumidores no mercado interno e que altera a Diretiva 84/450/CEE do Conselho, as Diretivas 97/7/CE, 98/27/CE e

2002/65/CE e o Regulamento (CE)

n.º 2006/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho (JO L 149 de 11.6.2005, p. 22).

Or. fr

Alteração 178

Jordi Cañas, Claudia Gamon, Sandro Gozi, Stéphanie Yon-Courtin, Svenja Hahn Projeto de parecer

N.º 11

Projeto de parecer Alteração

11. Apela a uma melhor aplicação da Diretiva 2005/29/CE1, a fim de melhor

combater as alegações ambientais

enganosas nos alimentos.

11. Apela a que os Estados-Membros

assegurem uma melhor aplicação da

Diretiva 2005/29/CE1, a transposição

atempada e correta da Diretiva

2019/633/CE2-A e a melhoria do combate às alegações ambientais enganosas nos

alimentos; considera que ao clarificar as

regras de concorrência, a Comissão deve criar as condições para um mercado alimentar mais eficiente, que permita que os consumidores usufruam de um amplo leque de produtos de qualidade a preços

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PT

competitivos, assegurando simultaneamente incentivos ao

investimento e à inovação por parte dos produtores primários;

__________________ __________________

1 Diretiva 2005/29/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de maio de 2005, relativa às práticas comerciais desleais das empresas face aos

consumidores no mercado interno e que altera a Diretiva 84/450/CEE do Conselho, as Diretivas 97/7/CE, 98/27/CE e

2002/65/CE e o Regulamento (CE) n.º 2006/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho (JO L 149 de 11.6.2005, p. 22).

1 Diretiva 2005/29/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de maio de 2005, relativa às práticas comerciais desleais das empresas face aos

consumidores no mercado interno e que altera a Diretiva 84/450/CEE do Conselho, as Diretivas 97/7/CE, 98/27/CE e

2002/65/CE e o Regulamento (CE) n.º 2006/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho (JO L 149 de 11.6.2005, p. 22).

2-A Diretiva (UE) 2019/633 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de abril de 2019, relativa a práticas comerciais desleais nas relações entre empresas na cadeia de abastecimento agrícola e alimentar. Or. en Alteração 179 Salvatore De Meo Projeto de parecer N.º 11

Projeto de parecer Alteração

11. Apela a uma melhor aplicação da Diretiva 2005/29/CE1, a fim de melhor combater as alegações ambientais enganosas nos alimentos.

11. Apela a uma melhor aplicação da Diretiva 2005/29/CE1, a fim de melhor combater as alegações ambientais

enganosas nos alimentos, e sobretudo no

âmbito da celebração de contratos à distância nos mercados em linha;

__________________ __________________

1 Diretiva 2005/29/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de maio de 2005, relativa às práticas comerciais desleais das empresas face aos

consumidores no mercado interno e que altera a Diretiva 84/450/CEE do Conselho,

1 Diretiva 2005/29/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de maio de 2005, relativa às práticas comerciais desleais das empresas face aos

consumidores no mercado interno e que altera a Diretiva 84/450/CEE do Conselho,

PE663.259v01-00 96/105 AM\1222408PT.docx

PT

as Diretivas 97/7/CE, 98/27/CE e 2002/65/CE e o Regulamento (CE) n.º 2006/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho (JO L 149 de 11.6.2005, p. 22).

as Diretivas 97/7/CE, 98/27/CE e 2002/65/CE e o Regulamento (CE) n.º 2006/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho (JO L 149 de 11.6.2005, p. 22). Or. it Alteração 180 Carlo Fidanza Projeto de parecer N.º 11

Projeto de parecer Alteração

11. Apela a uma melhor aplicação da Diretiva 2005/29/CE1, a fim de melhor combater as alegações ambientais enganosas nos alimentos.

11. Apela a uma melhor aplicação da Diretiva 2005/29/CE1, a fim de melhor combater as alegações ambientais

enganosas nos alimentos, e sobretudo no

âmbito da celebração de contratos à distância nos mercados em linha;

__________________ __________________

1 Diretiva 2005/29/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de maio de 2005, relativa às práticas comerciais desleais das empresas face aos

consumidores no mercado interno e que altera a Diretiva 84/450/CEE do Conselho, as Diretivas 97/7/CE, 98/27/CE e

2002/65/CE e o Regulamento (CE) n.º 2006/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho (JO L 149 de 11.6.2005, p. 22).

1 Diretiva 2005/29/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de maio de 2005, relativa às práticas comerciais desleais das empresas face aos

consumidores no mercado interno e que altera a Diretiva 84/450/CEE do Conselho, as Diretivas 97/7/CE, 98/27/CE e

2002/65/CE e o Regulamento (CE) n.º 2006/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho (JO L 149 de 11.6.2005, p. 22).

Or. it

Alteração 181

Tomislav Sokol, Romana Tomc, Ivan Štefanec, Pascal Arimont, Dan-Ştefan Motreanu, Arba Kokalari, Edina Tóth, Róża Thun und Hohenstein

Projeto de parecer N.º 11-A (novo)

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PT

Projeto de parecer Alteração

11-A. Insta a Comissão Europeia a garantir, através de uma política comercial e aduaneira proativa, que os produtos alimentares importados para o mercado único respeitam rigorosos regulamentos europeus em matéria de segurança alimentar, com vista a proteger a competitividade das empresas europeias (e sobretudo das PME) e a integridade do mercado único; Or. en Alteração 182 Carlo Fidanza Projeto de parecer N.º 11-A (novo)

Projeto de parecer Alteração

11-B. Convida a Comissão a fazer da sustentabilidade – não apenas ambiental, como também económica e social – o elemento central da estratégia. Insta a que se evitem juízos a priori que ignorem a situação real de cada setor no que respeita à utilização de métodos de produção mais ou menos sustentáveis. Considera

infundado o ataque às proteínas de

origem animal, cuja produção a Comissão espera ver reduzida. Convida a Comissão a basear as suas escolhas normativas em dados científicos, realçando que uma dieta equilibrada deve incluir todos os alimentos. Considera que a estratégia «do prado ao prato» deve ser um processo assente numa cuidada avaliação de impacto, em métodos científicos robustos, em passos calculados, progressivos e contínuos, sem saltos súbitos, que apenas acarretariam o risco de comprometer de forma injustificada setores inteiros das

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PT

economias nacionais;

Or. it

Alteração 183

Virginie Joron, Jean-Lin Lacapelle, Markus Buchheit, Harald Vilimsky, Roman Haider, Georg Mayer

Projeto de parecer N.º 11-A (novo)

Projeto de parecer Alteração

11-A. Nota que a Turquia empreendeu ações e provocações unilaterais contra a UE, os Estados-Membros da UE e os dirigentes europeus; observa que a Turquia continua a levar a cabo

atividades unilaterais e provocatórias no Mediterrâneo Oriental, inclusive na zona económica exclusiva de Chipre;

insta a Comissão e os Estados-Membros a restringirem temporariamente o acesso dos produtos alimentares turcos ao mercado interno e aos consumidores europeus;

Or. fr

Alteração 184

Tomislav Sokol, Romana Tomc, Ivan Štefanec, Pascal Arimont, Dan-Ştefan Motreanu, Róża Thun und Hohenstein

Projeto de parecer N.º 11-A (novo)

Projeto de parecer Alteração

11-A. Salienta que a estratégia «do prado ao prato» deve adotar uma abordagem de natureza mais regional, que tenha em conta as especificidades da produção dos Estados-Membros nos quais existe o risco de a produção alimentar se

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PT

deslocar para países terceiros, devido à proximidade destes; por conseguinte, insta a Comissão a acompanhar de perto esta situação, de modo a evitar a

deslocalização da produção para países terceiros;

Or. en

Alteração 185

Róża Thun und Hohenstein, Ivan Štefanec, Michal Wiezik, Ljudmila Novak, Maria da Graça Carvalho

Projeto de parecer N.º 11-A (novo)

Projeto de parecer Alteração

11-A. Saúda a intenção da Comissão de desenvolver um novo quadro para uma rotulagem sustentável dos alimentos; insta a Comissão a definir a metodologia e a especificar quais as dimensões da sustentabilidade a abranger, garantindo simultaneamente que o novo sistema não confunde os consumidores;

Or. en

Alteração 186

Marco Campomenosi, Alessandra Basso, Antonio Maria Rinaldi, Isabella Tovaglieri, Markus Buchheit, Harald Vilimsky, Roman Haider, Virginie Joron, Jean-Lin Lacapelle Projeto de parecer

N.º 11-A (novo)

Projeto de parecer Alteração

11-A. Recorda que o mercado europeu apenas poderá beneficiar das ferramentas da estratégia «do prado ao prato» se a sustentabilidade ambiental e social forem colocadas no cerne da política comercial da UE no que se refere a acordos com

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PT

países terceiros; Or. en Alteração 187 Salvatore De Meo Projeto de parecer N.º 11-A (novo)

Projeto de parecer Alteração

11-A. É necessário concretizar o objetivo da estratégia «do prado ao prato» que consiste em colocar a sustentabilidade – ambiental e social, designadamente – no cerne da futura política comercial da UE e de cada acordo comercial bilateral;

Or. it

Alteração 188 Claude Gruffat Projeto de parecer N.º 11-A (novo)

Projeto de parecer Alteração

11-A. Apoia a utilização generalizada do acesso à Internet de banda larga para facilitar a livre circulação de bens e serviços e a informação dos

consumidores; Or. fr Alteração 189 Dita Charanzová Projeto de parecer N.º 11-A (novo)

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PT

Projeto de parecer Alteração

11-A. Lamenta a falta de empenho da Comissão no que toca a uma avaliação holística e combinada do impacto que os objetivos da estratégia terão no setor agroalimentar; Or. en Alteração 190 Carlo Fidanza Projeto de parecer N.º 11-B (novo)

Projeto de parecer Alteração

11-B. Convida a Comissão a ter em conta as diversas posições dos

consumidores europeus. Realça que os produtos e as campanhas de marketing são concebidos para desencadear

determinados mecanismos de aquisição, em função da personalidade e das exigências dos diferentes grupos de consumidores. Recorda à Comissão que todos os tipos de consumidor têm o direito a uma representatividade adequada, sobretudo nos casos em que são utilizados fundos públicos;

Or. it

Alteração 191

Tomislav Sokol, Romana Tomc, Ivan Štefanec, Pascal Arimont, Dan-Ştefan Motreanu, Edina Tóth

Projeto de parecer N.º 11-B (novo)

Projeto de parecer Alteração

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PT

uma importância estratégica para os consumidores europeus, e que a consecução do Pacto Ecológico, que inclui a estratégia «do prado ao prato», é impossível sem uma gestão prudente da água; salienta ainda que os fornecedores de água são indispensáveis para alcançar a sustentabilidade, mas observa que a estratégia não tem uma abordagem suficientemente ambiciosa em matéria de recursos hídricos; Or. en Alteração 192 Dita Charanzová Projeto de parecer N.º 11-B (novo)

Projeto de parecer Alteração

11-B. Apela a que os planos estratégicos nacionais da PAC garantam um apoio financeiro e incentivos adequados à promoção de modelos económicos mais sustentáveis para a agricultura e a produção alimentar;

Or. en

Alteração 193

Tomislav Sokol, Romana Tomc, Ivan Štefanec, Pascal Arimont, Dan-Ştefan Motreanu, Edina Tóth

Projeto de parecer N.º 11-C (novo)

Projeto de parecer Alteração

11-C. Salienta que uma cadeia de abastecimento alimentar resistente, segura e fiável é central para garantir uma quantidade suficiente de produtos alimentares em caso de pandemias,

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PT

terramotos, secas, cheias e outras situações de crise; saúda, em especial, a intenção da Comissão Europeia de desenvolver um plano de contingência para garantir o abastecimento e a segurança alimentares em alturas de crise; insta ainda a Comissão Europeia a analisar o nível de auto-suficiência dos Estados-Membros e da União Europeia, como um todo, no domínio da produção alimentar, bem como a comunicar sem demora os resultados ao Parlamento Europeu; Or. en Alteração 194 Carlo Fidanza Projeto de parecer N.º 11-C (novo)

Projeto de parecer Alteração

11-C. Convida a Comissão a adotar uma perspetiva holística, avaliando o impacto de todas as medidas no seu conjunto. A estratégia «do prado ao prato» não constitui um mote, mas sim um processo que exige uma análise cuidada, métodos científicos robustos e passos calculados, progressivos e contínuos, sem saltos súbitos, que apenas acarretariam o risco de comprometer de forma injustificada setores inteiros das economias nacionais;

Or. it

Alteração 195 Carlo Fidanza Projeto de parecer N.º 11-D (novo)

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PT

Projeto de parecer Alteração

11-D. Recorda à Comissão que são vários os produtos agroalimentares – incluindo produtos de origem animal – que integram a dieta tradicional dos territórios e regiões da UE, cujas receitas, preservadas ao longo dos séculos, fazem parte do património gastronómico

europeu, que é apreciado e procurado em todo o mundo. Considera que uma

eventual crise deste tecido produtivo acarretaria o risco de um impacto económico e social fortemente negativo para as economias nacionais;

Or. it

Alteração 196

Tomislav Sokol, Romana Tomc, Ivan Štefanec, Pascal Arimont, Dan-Ştefan Motreanu, Edina Tóth, Róża Thun und Hohenstein

Projeto de parecer N.º 11-D (novo)

Projeto de parecer Alteração

11-D. Salienta que a utilização excessiva de embalagens no que se refere aos alimentos constitui um problema importante, que carece de atenção e de medidas a nível da UE, dado que tem consequências para os consumidores, afeta os custos de envio e gera um

impacto negativo para o ambiente; reitera o seu apelo à Comissão Europeia para que clarifique os conceitos de embalagens desnecessárias e excesso de embalagem.

Or. en

Alteração 197 Carlo Fidanza

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PT

Projeto de parecer

N.º 11-E (novo)

Projeto de parecer Alteração

11-E. É necessário concretizar o objetivo da estratégia «do prado ao prato» que consiste em colocar a sustentabilidade – ambiental e social, designadamente – no cerne da futura política comercial da UE e de cada acordo comercial bilateral;