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PROJETO:

Uma análise do processo de avaliação do Projeto de Economia Solidária e Educação de Jovens e Adultos, ITES/UFBA-SECADI/MEC.

AUTORA: Jaqueline Dourado do Nascimento ORIENTADOR: Robinson Moreira Tenório

Venho através deste termo de consentimento, solicitar a autorização de vossa senhoria para a realização desta pesquisa, cujo objetivo é analisar o processo de avaliação do Projeto de Economia Solidária e Educação de Jovens e Adultos, ITES/UFBA-SECADI/MEC. Os resultados desta pesquisa poderão servir como subsídio para o desenvolvimento de projetos semelhantes e de orientação para o desenvolvimento de avaliação de projetos sociais para pesquisadores, gestores e beneficiários dos projetos. As informações obtidas buscam favorecer a implementação de projetos e políticas públicas relacionando a economia solidária e a educação no desenvolvimento sustentável e na geração de trabalho e renda. É garantido aos participantes desta pesquisa a autonomia, o anonimato e a confidencialidade das informações obtidas.

Salvador, ___ de____________de 2013.

ANEXOS

ANEXO A: Diretrizes Completa do Joint Committee (1994) ANEXO B: Metas e Ações do Projeto ECOSOL-EJA

ANEXO C: Ficha de Avaliação do Material Didático - Formativo

ANEXO D: Instrumento de Avaliação Curso de Extensão ECOSOL-EJA ANEXO E: Instrumento de Avaliação do Aluno

Categoria Padrão Descrição U T IL ID A D E

U1 Identificação do interessado As pessoas envolvidas ou afetadas pela avaliação devem ser identificadas, de forma que suas necessidades possam ser atendidas.

U2

Credibilidade do avaliador As pessoas que estão fazendo a avaliação devem ser tanto fidedignas quanto competentes para realizar o estudo e para que as descobertas da avaliação tenham o máximo de credibilidade e aceitação.

U3 Alcance e seleção das

informações As informações coletadas devem ser selecionadas de maneira abrangente para responder a perguntas pertinentes sobre o programa e ser receptivas às necessidades e aos interesses dos clientes e de outros envolvidos.

U4 Identificação dos valores As perspectivas, os procedimentos e o fundamento lógico usados para interpretar as descobertas devem ser descritos minuciosamente para que as bases dos juízos de valor sejam claras.

U5 Clareza do relatório

Os relatórios da avaliação devem descrever claramente o programa que está sendo avaliado, inclusive seu contexto e as finalidades, os procedimentos e as descobertas da avaliação, para que as informações essenciais sejam apresentadas e facilmente compreendidas.

U6

Agilidade na produção e disseminação do relatório de avaliação

Descobertas significativas e relatórios de avaliação provisórios devem ser divulgados para os usuários a que se destinam, a fim de serem usados a tempo.

U7 Impacto da avaliação As avaliações devem ser planejadas, realizadas e apresentadas de forma que incentivem seu acompanhamento pelos interessados e, com isso, tenham mais probabilidade de ser usadas.

V IA B IL ID A D E

V1 Procedimentos práticos Os procedimentos da avaliação devem ser práticos e interferir o mínimo possível no programa durante a coleta das informações necessárias.

V2 Viabilidade política A avaliação deve ser planejada e realizada com previsão e antecipação das diferentes posições dos vários grupos de interesse para que sua cooperação seja obtida e para que todas as tentativas de restringir os trabalho do estudo ou de refratar ou usar mal os resultados possam ser contornadas ou neutralizadas.

V3 Custo-efetividade A avaliação deve ser eficiente e produzir informações de valor suficiente para justificar os recursos gastos. P R O P R IE D A D E

P1 Orientação para o serviço As avaliações devem ser planejadas para ajudar as instituições a discutirem e atenderem efetivamente as necessidades de todo o leque de participantes aos quais as ações se destinam. P2 Acordos (contratos) formais Obrigações das partes formais de uma avaliação (o que deve ser feito, como, por quem, quando)

devem ser assumidas de comum acordo e por escrito para que essas partes sejam obrigadas a aceitar todas as condições do contrato ou renegociá-las formalmente.

P3 Direitos dos indivíduos As avaliações devem ser planejadas e conduzidas de forma a respeitar e proteger os direitos e o bem-estar dos indivíduos nelas envolvidos.

P4 Relações humanas Os avaliadores devem respeitar a dignidade e o valor do ser humano em suas interações com outras pessoas associadas a uma avaliação para que os participantes não sejam ameaçados nem prejudicados.

P5 Avaliação completa e justa A avaliação deve ser completa e justa ao examinar e documentar os pontos fortes e fracos do programa que está sendo avaliado para que os pontos fortes sejam enfatizados e as áreas problemáticas sejam melhoradas.

P6 Apresentação dos resultados da avaliação

As partes formais de uma avaliação devem garantir que todo o conjunto das descobertas, assim como as limitações pertinentes sejam acessíveis às pessoas afetadas pelo estudo e às com direitos legais expressos de conhecer os resultados.

processos e resultados da avaliação.

P8 Responsabilidade fiscal A alocação e o gasto dos recursos devem refletir sólidos procedimentos contábeis e ser prudentes e eticamente responsáveis para a que as despesas possam ser justificadas e apropriadas. P R E C IS Ã O ( a c c u ra c y )

A1 Documentação do programa O programa avaliado deve ser descrito e documentado de forma clara e precisa para que possa ser identificado e compreendido com facilidade.

A2 Análise do contexto O contexto de um programa deve ser examinado de forma suficientemente detalhada para que as prováveis influências que terá sobre o programa (seus processos e resultados) possam ser identificadas.

A3 Descrição de finalidades e procedimentos

As finalidades e os procedimentos da avaliação devem ser monitorados e descritos de forma suficientemente detalhada para serem identificados e aferidos.

A4 Fontes de informações confiáveis

As fontes de informações usadas na avaliação de um programa devem ser descritas de forma suficientemente detalhada para que a adequação dessas informações possa ser aferida.

A5 Informações válidas Os procedimentos de coleta de informações devem ser escolhidos ou criados e depois implementados de tal maneira que assegurem a validade da interpretação a que se chegou para o uso que se pretende fazer dela.

A6 Informações fidedignas Os procedimentos de coleta de informações devem ser escolhidos ou criados e depois implementados de tal maneira que garantam que as informações obtidas sejam suficientemente fidedignas para o uso que se pretende fazer delas.

A7 Informações sistemáticas As informações coletadas, processadas e apresentadas numa avaliação devem ser sistematicamente revistas e todos os erros encontrados devem ser corrigidos.

A8 Análise das informações quantitativas

As informações quantitativas de uma avaliação devem ser analisadas de forma apropriada e sistemática para que as perguntas sejam efetivamente respondidas.

qualitativas sistemática para que as perguntas sejam efetivamente respondidas.

A10 Conclusões justificadas As conclusões a que uma avaliação chega devem ser explicitamente justificadas para que os interessados possam ter acesso a elas.

A11 Relatório imparcial O registro dos procedimentos deve procurar evitar toda e qualquer distorção causada por sentimentos pessoais e preferências de qualquer das partes envolvidas na avaliação para que os relatórios reflitam corretamente as descobertas do estudo.

A12 Meta-avaliação A própria avaliação deve ser avaliada de maneira formal e somativa de acordo com essas e outras diretrizes pertinentes para que sua realização seja bem orientada e para que, depois do término, os interessados possam examinar de perto seus pontos fortes e fracos.

QUADRO 10: Diretrizes do Joint Committee (1994)

ANEXO B: Metas e Ações do Projeto ECOSOL-EJA, ITES/UFBA/SECADI/MEC

Quadro 11: Metas e Ações do Projeto ECOSOL-EJA. Fonte: PROJETO ECOSOL–EJA, ITES/UFBA- SECADI/MEC.

Metas / fases Indicador físico Duração

(mês) Início Término

Meta 1 Preparação para execução do projeto: 10

Ação 1

Seleção da equipe técnica ITES/UFBA

(coordenadores, formadores e estagiários). 2 01/12/2010 31/01/2011

Ação 2

Nivelamento da equipe técnica em conhecimentos de Economia Solidária e Educação Popular de Jovens e Adultos.

1 14/03/2011 06/04/2011

Ação 3

Planejamento do processo formativo em economia

solidária dos profissionais do EJA e agentes locais. 3 01/02/2011 30/04/2011

Ação 4

Preparação dos recursos a serem utilizados na formação - material didático preliminar. As ações 3 e 4 serão realizadas juntamente.

6 01/04/2011 30/09/2011

Ação 5

Material didático preliminar diagramado, editorado e

finalizado. 4 01/06/2011 03/10/2011

Meta 2

Mobilização e socialização da proposta junto às escolas de EJA selecionadas e redes locais de

Economia Solidária: 12

Ação 1

Socialização da proposta e seleção dos

coordenadores, gestores e professores da EJA. 7 12/01/2011 19/08/2011

Ação 2 Socialização da proposta e seleção dos educadores populares inseridos ou não nas redes locais. 7 12/01/2011 19/08/2011

3 01/11/2011 31/01/2012

Ação 3 Montagem das turmas. 5 01/04/2011 30/08/2011

Ação 4

Preparação do material (em segunda versão) para a

formação dos profissionais e educadores populares. 1 01/10/2011 31/10/2011

Meta 3

Formação dos participantes em EJA e Economia Solidária e definição dos conteúdos para elaboração

do material didático. 7

Ação 1

Formação básica em Economia Solidária dos professores, coordenadores e gestores de EJA e dos educadores populares.

1 01/03/2012 30/03/2012 1 01/07/2012 31/07/2012

Ação 2

Formação pedagógica através de dois processos simultâneos de capacitação dos participantes para realizar a transposição didática dos conceitos, valores e princípios da economia solidária para educandos e adequação.

3 01/03/2012 31/05/2012

3 01/07/2012 30/09/2012 Ação 3

Oficinas de avaliação do material pedagógico-

formativo e de apoio didático. 7 01/03/2012 30/09/2012

Meta 4

Registro das experiências das práticas de EJA integradas a processos de desenvolvimento de

Economia Solidária. 9 01/03/2012 30/11/2012

Meta 5

Elaboração do material formativo e didático de EJA

adequado à Economia Solidária. 8

Ação 1

Material pedagógico-formativo elaborado e gravado

em CD 8 01/12/2012 31/07/2013

Ação 2

Material de apoio didático elaborado e gravado em

CD 8 01/12/2012 31/07/2013

Meta 6

Elaboração de um livro com experiências que

integram EJA e Ecosol. 8

Ação 1 Experiências selecionadas, analisadas e registradas. 3 01/06/2013 30/08/2013 Ação 2 Experiências elaboradas e publicadas. 5 01/06/2013 31/10/2013

FICHA DE AVALIAÇÃO DO MATERIAL DIDÁTICO-FORMATIVO “ECONOMIA SOLIDÁRIA E EDUCAÇÃO DE JOVENS E