$ a li a s
a li a s l s= 'l s - - color=au t o '
Há dois tipos de variáveis, as locais e as exportadas.
• Locais: Acessíveis apenas na sessão atual do shell.
• Exportadas: Acessíveis na sessão atual e demais sessões iniciadas a partir dessa.
O comando s e t mostra todas as variáveis definidas. Para ver apenas aquelas que
são exportadas, usa-se o comando e n v . Se uma variável pode ser acessada por qual
quer processo ou sessão do shell, é chamada de varidvel global.
Para suprimir uma variável de ambiente durante a execução de um comandoes pecífico, basta invocá-lo na forma env -u VARIAVEL comando. Para modificarseu conteúdo apenas para a execução do comando específico, pode ser invocadona forma env VARIAVEL=valor comando.
O valor de uma variável é mostrado colocando o caractere $ no nome:
e c h o $ n ome_d a_v a r i� v e l
ex e c Um comando invocado exec telinit 1
com exec substitui a sessão atual do shell.
Muda para o nlvel de execução 1 (single) e em seguida encerra a sessão do shell. Exemplo
Comandos embutidos do Bash
Finalidade
export export PATH=$PATH:/
usr/local/bin Define uma variável de
ambiente para a sessão e para todas as sessões iniciadas a partir dela.
Redefine a variável $PATH para
incluir o caminho /us r 11 oca 1 I bi n. Note que o valor é mostrado
colocando o sinal $ antes da variável.
A atribuição de valor é feita sem o $.
echo Replica um texto informado echo $PATH
ou conteúdo de variável.
Exibe o conteúdo da variável
de ambiente $PATH.
env env DISPLAY=:l.O xclock Abre o programa xclock alterando o valor da variável de ambiente Sem argumentos, exibe as
variáveis de ambiente e seus conteúdos. Pode executar um comando com variável de ambiente modificada.
$DISPLAY. O escopo da alteração
compreende somente a instância
do comando executado.
pwd Mostra o diretório atual. pwd
ou
ECHO $PWD
set Atribui à variável $NOME
o valor ronaldo. Define o valor de uma variável. set NOME='ronaldo'
Sem argumentos, mostra as variáveis já definidas.
unset Remove uma variável unset NOME Exclui a variável $NOME.
na sessão.
diretório atual, que também está contido na variável $ PWD. o
Há duas formas de utilizar o
pwd, como comando ou como variável. O comando pwd mostra Comando
alias Cria um alias (nome alias rm='rm -i'
alternativo) para um comando.
Finalidade do exemplo Obriga a confirmação toda vez
Variáveis pré-defin idas
Algumas variáveis de ambiente podem ser pré-definidas, sejam variáveis internas do Bash ou definidas nos arquivos de configuração. A tabela Variáveis pré-definidas mostra algumas delas.
Outras variáveis embutidas do Bash atuam quase como comandos, devolvendo valores que são especialmente úteis em scripts. São elas:
• $ ! : PIO do último processo executado;
• $ $ : PIO do shell atual;
• $ ? : retoma o valor O se o último comando foi bem sucedido, caso contrário retoma o valor 1 ;
• -: corresponde ao diretório pessoal do usuário atual;
• -a l a o r : corresponde ao diretório pessoal do usuário chamado alaor.
Comandos sequenciais
A grande maioria das tarefas depende da execução de mais de um comando. Para exe cutar três comandos em sequência, independente do resultado de cada um, utiliza-se o formato:
coman d o l : coman d o 2 : coman d o 3
Executar o comando seguinte apenas se o anterior foi bem sucedido (se retornou O):
coman d o l && coman d o 2 && coman d o 3
Executar o comando seguinte apenas se o anterior não foi bem sucedido (se retor nou diferente de O):
coman d o l l i coman d o 2 l i coman d o 3 Variável DISPLAY HISTFILE HOME LOGNAME PATH PWD SHELL TERM Definição
Determina em qual display do X o programa deve exibir suas janelas.
Caminho para o histórico de comandos do usuário (geralmente $HOME/. bash_hi story). Caminho para o diretório pessoal do usuário.
O nome que o usuário usou para entrar no sistema.
Lista de diretórios nos q uais programas serão procurados caso tenham sido solicitados sem seu caminho completo ou relativo.
O diretório atual.
O shell utilizado (via de regra, /bi n/bash).
O tipo d e emulador d e terminal utilizado. Seu conteúdo varia
Referência e manuais
Em função do grande número de comandos disponíveis no ambiente Linux, um recurso que agiliza a digitação de comando e caminhos existentes é a utilização da tecla [TAB] . Após digitar as primeiras letras de um comando ou caminho de diretório, a tecla [TAB] completa a linha de acordo com os comandos e caminhos encontrados.
Praticamente todos os comandos e arquivos de configuração no Linux acompa nham um manual. Esse manual está acessível por intermédio do comando m a n , que demonstra em detalhes as funções do item em questão. Para ver um manual, basta usar o comando man, tendo o comando ou arquivo como argumento.
Em sua maioria, os manuais têm a seguinte organização:
• Nome: Assunto da página de manual seguido por uma descrição breve;
• Sinopse: A sintaxe do comando;
• Descrição: Descrição detalhada;
• Opções: Revisão de todas as opções e suas funções;
• Arquivos: Arquivos relacionados ao assunto;
• Veja também: Outras páginas de manual relacionadas ao tópico.
Uma maneira de identificar os manuais de referência para um determinado termo é usar o comando w h a t i s . O banco de dados do comando w h a t i s armazena a seção nome dos manuais do sistema. O banco de dados geralmente é atualizado por um agendamento de sistema. Para cada recursos de manual localizado, o w h a t i s mostra uma breve descrição:
O comando info
O comando i n f o é uma espécie de alternativa aos manuais man. No l ugar de usar o comando man, essas referências são acessíveis com o comando info. Em geral, informações d isponíveis em páginas info também estão d isponíveis e m páginas de manual, porém de forma menos detalhada. Por padrão, os arquivos desse tipo de documentação são armazenadas em / u s r I
s h a r e / i n f o .
Buscar manual
É possível buscar ocorrências Je u m termo na seção nome dos manuais com o comando
a p ro p o s . Esse comando retoma a u ma descrição breve para cada ocorrência encontrada e o nome do respectivo comando ou arquivo.
Os números entre parênteses referem-se à seção a qual pertence a página de manu al. As seções disponíveis são listadas a seguir:
• Seção 1 : Programas disponíveis ao usuário;
• Seção 2: Rotinas de Sistema Unix e C;
• Seção 3: Rotinas de bibliotecas da linguagem C;
• Seção 4: Arquivos especiais (dispositivos em / d e v);
• Seção 5 : Convenções e formatos de arquiv:os; • Seção 6: Jogos;
• Seção 7: Diversos (macros textuais etc.) ;
• Seção 8: Procedimentos administrativos (daemons, etc) .
Para acessar um item em uma seção específica, o número da seção precede o nome do item. Por exemplo, acessar o manual de man na seção número 7:
Por padrão, os arquivos dos manuais são armazenadas em / u s r /m a n e / u s r / s h a r e / m a n , em subdiretórios correspondentes à seção. Outros locais podem ser especificados
com a variável MANPA TH. Essa varável é definida no arquivo de configuração / u s r /
l i b / ma n . c o n f o u / e t c / ma n . c o n f . Imprimindo manuais
Páginas de manual podem ser impressas como texto sem formatação, simples mente direcionando à saída do comando man para um arquivo ou comando de impressão. Para não perder a formatação, a página pode ser convertida usando o comando g ro f f : w h a t i s m a n m a n m a n m a n . c o n f [ ma n ] ( 1 ) ( 7 ) ( 5 ) fo rma t a n d d i s p l ay t h e o n - l i n e ma n u a l p a g e s m a c r o s to fo rma t ma n p a g e s c o n f i g u r a t i o n d a t a fo r m a n -m a n 7 -m a n z c a t / u s r /m a n / m a nl / f i nd . l . g z 1 g ro f f - m a n - Tp s > f in d . p s Ou, para imprimir diretamente:
Dessa forma, o material impresso mantém as marcações e grifos presentes no ma nual original. •
Peso3
Durante a atividade de administração de um sistema Linux, em muitos momentos é necessário trabalhar com arquivos de conteúdo de texto, basicamente realizando tare fas de recortar, extrair e filtrar. Para essas finalidades existem os comandos fornecidos pelo pacote GNU textutils. Os comandos textutils mais comuns são:
cat
É usado para mostrar o conteúdo de arquivos. Pode atuar como um redirecionador, tomando todo o conteúdo direcionado para sua entrada padrão e enviando para sua saída padrão.
ta c
Tem a mesma função do c a t , mas mostra o conteúdo de trás para frente.
head
Mostra o começo de arquivos. Por padrão, as primeiras dez linhas são mostradas. A quantidade de linhas a serem mostradas é indicada pela opção · n . A opção · c especi fica o número de caracteres (bytes) a serem mostrados.
tail
Mostra o final de arquivos. Por padrão, as últimas dez linhas são exibidas. A quan tidade de linhas a serem mostradas é indicada pela opção - n . A opção - c especifica o número de caracteres (bytes) a serem exibidos. Para que o final do arquivo seja mostrado continuamente, à medida que mais texto é adicionado, usa-se a opção - f
(de follow) . O sinal + indica que a leitura deve ser feita a partir da linha especificada após o + .