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103.1 Trabalhar na linha de comando Peso4

No documento LP I-1 101 – 102 (páginas 64-69)

$ a li a s

a li a s l s= 'l s - - color=au t o '

Há dois tipos de variáveis, as locais e as exportadas.

Locais: Acessíveis apenas na sessão atual do shell.

Exportadas: Acessíveis na sessão atual e demais sessões iniciadas a partir dessa.

O comando s e t mostra todas as variáveis definidas. Para ver apenas aquelas que

são exportadas, usa-se o comando e n v . Se uma variável pode ser acessada por qual­

quer processo ou sessão do shell, é chamada de varidvel global.

Para suprimir uma variável de ambiente durante a execução de um comandoes­ pecífico, basta invocá-lo na forma env -u VARIAVEL comando. Para modificarseu conteúdo apenas para a execução do comando específico, pode ser invocadona forma env VARIAVEL=valor comando.

O valor de uma variável é mostrado colocando o caractere $ no nome:

e c h o $ n ome_d a_v a r i� v e l

ex e c Um comando invocado exec telinit 1

com exec substitui a sessão atual do shell.

Muda para o nlvel de execução 1 (single) e em seguida encerra a sessão do shell. Exemplo

Comandos embutidos do Bash

Finalidade

export export PATH=$PATH:/

usr/local/bin Define uma variável de

ambiente para a sessão e para todas as sessões iniciadas a partir dela.

Redefine a variável $PATH para

incluir o caminho /us r 11 oca 1 I bi n. Note que o valor é mostrado

colocando o sinal $ antes da variável.

A atribuição de valor é feita sem o $.

echo Replica um texto informado echo $PATH

ou conteúdo de variável.

Exibe o conteúdo da variável

de ambiente $PATH.

env env DISPLAY=:l.O xclock Abre o programa xclock alterando o valor da variável de ambiente Sem argumentos, exibe as

variáveis de ambiente e seus conteúdos. Pode executar um comando com variável de ambiente modificada.

$DISPLAY. O escopo da alteração

compreende somente a instância

do comando executado.

pwd Mostra o diretório atual. pwd

ou

ECHO $PWD

set Atribui à variável $NOME

o valor ronaldo. Define o valor de uma variável. set NOME='ronaldo'

Sem argumentos, mostra as variáveis já definidas.

unset Remove uma variável unset NOME Exclui a variável $NOME.

na sessão.

diretório atual, que também está contido na variável $ PWD. o

Há duas formas de utilizar o

pwd, como comando ou como variável. O comando pwd mostra Comando

alias Cria um alias (nome alias rm='rm -i'

alternativo) para um comando.

Finalidade do exemplo Obriga a confirmação toda vez

Variáveis pré-defin idas

Algumas variáveis de ambiente podem ser pré-definidas, sejam variáveis internas do Bash ou definidas nos arquivos de configuração. A tabela Variáveis pré-definidas mostra algumas delas.

Outras variáveis embutidas do Bash atuam quase como comandos, devolvendo valores que são especialmente úteis em scripts. São elas:

$ ! : PIO do último processo executado;

$ $ : PIO do shell atual;

$ ? : retoma o valor O se o último comando foi bem sucedido, caso contrário retoma o valor 1 ;

-: corresponde ao diretório pessoal do usuário atual;

-a l a o r : corresponde ao diretório pessoal do usuário chamado alaor.

Comandos sequenciais

A grande maioria das tarefas depende da execução de mais de um comando. Para exe­ cutar três comandos em sequência, independente do resultado de cada um, utiliza-se o formato:

coman d o l : coman d o 2 : coman d o 3

Executar o comando seguinte apenas se o anterior foi bem sucedido (se retornou O):

coman d o l && coman d o 2 && coman d o 3

Executar o comando seguinte apenas se o anterior não foi bem sucedido (se retor­ nou diferente de O):

coman d o l l i coman d o 2 l i coman d o 3 Variável DISPLAY HISTFILE HOME LOGNAME PATH PWD SHELL TERM Definição

Determina em qual display do X o programa deve exibir suas janelas.

Caminho para o histórico de comandos do usuário (geralmente $HOME/. bash_hi story). Caminho para o diretório pessoal do usuário.

O nome que o usuário usou para entrar no sistema.

Lista de diretórios nos q uais programas serão procurados caso tenham sido solicitados sem seu caminho completo ou relativo.

O diretório atual.

O shell utilizado (via de regra, /bi n/bash).

O tipo d e emulador d e terminal utilizado. Seu conteúdo varia

Referência e manuais

Em função do grande número de comandos disponíveis no ambiente Linux, um recurso que agiliza a digitação de comando e caminhos existentes é a utilização da tecla [TAB] . Após digitar as primeiras letras de um comando ou caminho de diretório, a tecla [TAB] completa a linha de acordo com os comandos e caminhos encontrados.

Praticamente todos os comandos e arquivos de configuração no Linux acompa­ nham um manual. Esse manual está acessível por intermédio do comando m a n , que demonstra em detalhes as funções do item em questão. Para ver um manual, basta usar o comando man, tendo o comando ou arquivo como argumento.

Em sua maioria, os manuais têm a seguinte organização:

Nome: Assunto da página de manual seguido por uma descrição breve;

Sinopse: A sintaxe do comando;

Descrição: Descrição detalhada;

Opções: Revisão de todas as opções e suas funções;

Arquivos: Arquivos relacionados ao assunto;

Veja também: Outras páginas de manual relacionadas ao tópico.

Uma maneira de identificar os manuais de referência para um determinado termo é usar o comando w h a t i s . O banco de dados do comando w h a t i s armazena a seção nome dos manuais do sistema. O banco de dados geralmente é atualizado por um agendamento de sistema. Para cada recursos de manual localizado, o w h a t i s mostra uma breve descrição:

O comando info

O comando i n f o é uma espécie de alternativa aos manuais man. No l ugar de usar o comando man, essas referências são acessíveis com o comando info. Em geral, informações d isponíveis em páginas info também estão d isponíveis e m páginas de manual, porém de forma menos detalhada. Por padrão, os arquivos desse tipo de documentação são armazenadas em / u s r I

s h a r e / i n f o .

Buscar manual

É possível buscar ocorrências Je u m termo na seção nome dos manuais com o comando

a p ro p o s . Esse comando retoma a u ma descrição breve para cada ocorrência encontrada e o nome do respectivo comando ou arquivo.

Os números entre parênteses referem-se à seção a qual pertence a página de manu­ al. As seções disponíveis são listadas a seguir:

Seção 1 : Programas disponíveis ao usuário;

Seção 2: Rotinas de Sistema Unix e C;

Seção 3: Rotinas de bibliotecas da linguagem C;

Seção 4: Arquivos especiais (dispositivos em / d e v);

Seção 5 : Convenções e formatos de arquiv:os; Seção 6: Jogos;

Seção 7: Diversos (macros textuais etc.) ;

Seção 8: Procedimentos administrativos (daemons, etc) .

Para acessar um item em uma seção específica, o número da seção precede o nome do item. Por exemplo, acessar o manual de man na seção número 7:

Por padrão, os arquivos dos manuais são armazenadas em / u s r /m a n e / u s r / s h a r e / m a n , em subdiretórios correspondentes à seção. Outros locais podem ser especificados

com a variável MANPA TH. Essa varável é definida no arquivo de configuração / u s r /

l i b / ma n . c o n f o u / e t c / ma n . c o n f . Imprimindo manuais

Páginas de manual podem ser impressas como texto sem formatação, simples­ mente direcionando à saída do comando man para um arquivo ou comando de impressão. Para não perder a formatação, a página pode ser convertida usando o comando g ro f f : w h a t i s m a n m a n m a n m a n . c o n f [ ma n ] ( 1 ) ( 7 ) ( 5 ) fo rma t a n d d i s p l ay t h e o n - l i n e ma n u a l p a g e s m a c r o s to fo rma t ma n p a g e s c o n f i g u r a t i o n d a t a fo r m a n -m a n 7 -m a n z c a t / u s r /m a n / m a nl / f i nd . l . g z 1 g ro f f - m a n - Tp s > f in d . p s Ou, para imprimir diretamente:

Dessa forma, o material impresso mantém as marcações e grifos presentes no ma­ nual original.

Peso3

Durante a atividade de administração de um sistema Linux, em muitos momentos é necessário trabalhar com arquivos de conteúdo de texto, basicamente realizando tare­ fas de recortar, extrair e filtrar. Para essas finalidades existem os comandos fornecidos pelo pacote GNU textutils. Os comandos textutils mais comuns são:

cat

É usado para mostrar o conteúdo de arquivos. Pode atuar como um redirecionador, tomando todo o conteúdo direcionado para sua entrada padrão e enviando para sua saída padrão.

ta c

Tem a mesma função do c a t , mas mostra o conteúdo de trás para frente.

head

Mostra o começo de arquivos. Por padrão, as primeiras dez linhas são mostradas. A quantidade de linhas a serem mostradas é indicada pela opção · n . A opção · c especi­ fica o número de caracteres (bytes) a serem mostrados.

tail

Mostra o final de arquivos. Por padrão, as últimas dez linhas são exibidas. A quan­ tidade de linhas a serem mostradas é indicada pela opção - n . A opção - c especifica o número de caracteres (bytes) a serem exibidos. Para que o final do arquivo seja mostrado continuamente, à medida que mais texto é adicionado, usa-se a opção - f

(de follow) . O sinal + indica que a leitura deve ser feita a partir da linha especificada após o + .

No documento LP I-1 101 – 102 (páginas 64-69)