4 O GLOBALISMO E SEU APARATO IDEOLÓGICO
4.2 AGENTES PROMOTORES
4.2.1 Uma Trindade Globalista
Como visto em seção anterior (4.1 Origens), não são apenas instituições que controlam as investidas globalistas. Costa (2018, p. 36) afirma que os três principais sobrenomes que promovem pessoalmente o globalismo e atuam expressivamente no Brasil são: Rothschild, Rockefeller e Soros. Serão abordados, na sequência, esses três proeminentes atores, chamados agora de Trindade Globalista, dada a sua destacada atuação mundial.
A história do envolvimento da família judaica Rothschild com a influência global começa no século XVIII com o patriarca Meyer Amschel Rothschild, na Alemanha, que deixa um de seus cinco filhos responsável por gerir o banco de Frankfurt e manda os demais para Londres, Paris, Viena e Nápoles. A já abastada família, que fez fortuna financiando as Guerras Napoleônicas, de ambos os lados (COSTA, 2015, p. 34),
enriqueceu extraordinariamente financiando governos (como dito anteriormente, o negócio mais rentável do mundo). Os Rothschild aproveitavam e estimulavam os conflitos entre nações e financiavam os dois lados da disputa, criando as condições para que os empréstimos sempre prosperassem. (ALLEN; ABRAHAM, 2017, p.44).
Carrol Quigley, em seu já citado livro Tragedy and Hope (p. 52), afirma que os Rothschild eram diferentes dos banqueiros comuns, pois eram muito próximos dos governos e particularmente envolvidos e preocupados com as dívidas governamentais, sendo conhecidos como “banqueiros internacionais”. Segundo Hagger (2009, p. 27) além de banqueiros, os Rothschild controlavam, no final do século XIX, um terço da produção russa de petróleo
Como pode ser lido com abundância de evidências em Hagger (2009) e confirmado em Allen e Abraham (2017), os empréstimos e financiamentos da família Rothschild englobam conflitos e movimentos diversos, que vão desde a redação de O Capital, de Marx, passando pela Revolução Russa, a ascensão de Adolf Hitler ao poder (por mais paradoxal que pareça, visto que são de origem judaica), a Guerra Civil Americana e a criação do Federal Reserve (instituição financeira, independente do governo, considerada privada e que atua como o Banco Central estadunidense). Como diz o patriarca da família Rothschild, “a única maneira de controlar um conflito é controlar os dois lados do conflito”. (apud COSTA, 2015, p. 65).
Ao abordar a história dessa família enigmática, é adequado destacar uma organização de grandes capitalistas e banqueiros internacionais bilionários, de caráter supranacional, criada por iniciativa dos próprios Rothschild. Essa organização surgiu há cerca de cem anos e é chamada, na literatura que versa sobre o tema, de “O Consórcio”. (CARVALHO; DUGIN, 2012, p. 58). Carvalho afirma que um dos objetivos medulares dessa organização é a instauração de um governo mundial socialista, o que permitiria aos bilionários o controle do processo político-social, libertando-os das exposições às flutuações do mercado e da livre concorrência, permitindo a multiplicação de suas fortunas e a garantia da manutenção dinástica do poder. (Ibidem, p. 64).
Segundo Carvalho, “as megafortunas do Consórcio têm estimulado e subsidiado o socialismo e a subversão esquerdista de maneira universal, obsessiva e sistemática, pelo menos desde os anos 1940.” O financiamento de causas ideológicas esquerdistas realizado por Fundações geridas por bilionários também é confirmado por Coutinho (2010, p. 131 e 132), sendo o fenômeno chamado pelo autor de
Progressismo Transnacional. Carvalho mostra que, apesar de dicotômico à primeira vista, o “socialismo tornou-se uma aliança entre governo e o grande capital, num processo de centralização do poder econômico que favorece ambos os sócios”, sem correr o risco da completa estatização dos meios de produção. (CARVALHO; DUGIN, 2012, p. 63). Como informação complementar, recomenda-se consulta às obras de Hagger (2009) e Allen e Abraham (2017), as quais possuem impressionantes fontes que autenticam as informações lançadas por Carvalho.
A filósofa judia de nacionalidade alemã, Hannah Arendt, deixa evidentes as relações entre o governo mundial e os Rothschild:
Não existe melhor prova desse conceito fantástico de um governo mundial do que essa família, os Rothschilds, estabelecidos em cinco países de regimes diferentes, poderosos em cada um, em estreitíssimas relações de negócios com pelo menos três desses governos, e sem que guerras e conflitos entre essas nações jamais tenham, nem ao menos por algum momento, abalado aquela firme solidariedade entre banqueiros. (apud Costa, 2015, p. 108).
Para obscurecer ainda mais as ações de dominação global do Consórcio, o mesmo atua não por identidade jurídica própria, mas por meio de uma multiplicidade de organizações subsidiárias espalhadas pelo mundo, como o Council on Foreign Relations e o Grupo Bilderberg, que serão abordados adiante. (Ibidem, p. 58). Segundo Allen e Abraham (2017, p. 45) os Rothschild contam com uma bem elaborada estrutura “antidifamação” que se ocupa em abafar todos os estudos honestos sobre banqueiros internacionais, bem como promover a destruição da reputação de qualquer um que tente abordar o assunto e expor as ações dos agentes financeiros globais.
No Brasil, o nome dessa peculiar família judaica é simplesmente desconhecido, sendo difícil até mesmo conceber que existam, de fato, pessoas com tanto dinheiro e poder. As relações com o Brasil, entretanto, são antigas e surpreendentes: a compra do Acre, conduzida pelo prestigiado Barão do Rio Branco, bem como o envolvimento do país na Guerra da Tríplice Aliança, receberam financiamentos da família Rothschild. (COSTA, 2015, p. 35). De acordo com Penna (1997, p. 483 e 484), os Rothschild eram os agentes exclusivos das operações de empréstimos do Brasil com a Inglaterra.
Atualmente, essa abonada família possui dezenas de bancos, fundos de investimento, fundações, centenas de associações em todo o mundo, são os principais controladores do Federal Reserve e influenciam decisivamente o fluxo global de capitais, podendo desestabilizar empresas, políticos e até governos que se
anteponham aos seus objetivos. Apesar de todo esse patrimônio e poder, a imprensa e demais meios de comunicação “insistem” em não apresentar seus passos, o que mantém em sigilo os segredos que cercam essa incógnita casta. (COSTA, 2015, p. 34 e 35).
A família estadunidense Rockefeller, de ascendência alemã, fez fortuna no início do século XX por meio do domínio do fornecimento mundial de petróleo, num momento histórico em que o uso desse combustível fóssil começou a crescer em razões incalculáveis, em decorrência da popularização dessa fonte de energia, dos automóveis e da substituição das máquinas a vapor por motores de combustão em todo o mundo. A ascensão da família contou com o apoio financeiro de ninguém menos que a família Rothschild. (HEGGER, 2009, p. 27).
Considerada uma das mais famosas dinastias do planeta, possui um império com mais de uma centena de organizações e financiam um universo que deve ultrapassar o milhar. Seu patriarca, John Davidson Rockefeller, era conhecido por ser excessivamente ganancioso e por não observar preceitos éticos, morais e religiosos em suas relações comerciais, o que era reprovado pela população majoritariamente conservadora estadunidense. (COSTA, 2015, p. 25).
A multiplicação do império dos Rockefeller foi impressionante. No final do século XIX, a família já era proprietária da única empresa refinadora de petróleo do mundo, a Standard Oil (atual Esso). Toda a produção de petróleo refinado vendida nos EUA na mesma época estava sob seu controle, contando com a posse de cerca de vinte mil poços de petróleo e um efetivo de cem mil funcionários. (HEGGER, 2009, p. 28).
O grande rival comercial dos Rockefeller era a europeia Royal Dutch Company, que contava com apoio dos Impérios Britânico e Holandês. A disputa entre as empresas foi “resolvida” quando os Rockefeller, após batalha comercial e publicitária, adquiriram parte das ações de sua concorrente. Os lucros da Standard Oil eram tão grandes que em 1937, por ocasião da morte do patriarca, a família possuía uma fortuna comprovada de US$ 5 bilhões, o que corrigido monetariamente seria equivalente a cerca de US$ 200 bilhões (para cálculo feito em 2004), caso a família não tivesse aumentado nem um centavo de seu patrimônio. (Ibidem).
O neto do patriarca, David Rockefeller, em seu livro autobiográfico lançado em 2002, Memories, trata abertamente de sua influência em universidades (inclusive brasileiras como USP e UNICAMP) e em bancos brasileiros, além de assumir que colabora com a criação de um governo único mundial. A megalomania fica evidente,
no mesmo livro, quando David afirma acreditar que sua família está preparada para comandar a vida de todas as pessoas do mundo (COSTA, 2018, p. 37). As confissões de David são ainda mais surpreendentes, quando o mesmo afirma na página 427 de sua autobiografia que:
[...] Alguns acreditam que somos parte de um grupo secreto de conspiradores trabalhando contra os melhores interesses dos Estados Unidos, caracterizando minha família e eu como ‘internacionalistas’ e afirmando que conspiramos com outras pessoas ao redor do mundo para construir uma estrutura global política e econômica mais integrada — um mundo unificado, se quiser chamá-lo assim. Se esta é a acusação, declaro-me culpado e tenho orgulho da minha culpa. (apud Carvalho, 2018b, p. 242).
De acordo com Carvalho (2018b, p. 543) a suprema elite capitalista do Ocidente, composta pelos Rockefellers, dentre outras famílias, não se empenhou, em absoluto, para promover o capitalismo liberal no mundo, mas sim na promoção do socialismo, por meio de generosos patrocínios, em três diferentes vertentes: o socialismo fabiano na Europa Ocidental e nos EUA, o socialismo marxista na URSS, na Europa Oriental e na China e o nacional-socialismo na Europa central. Esta visão está completamente alinhada e fartamente embasada no que se lê nas obras de Allen e Abraham (2017), Hagger (2009), Costa (2015) e Coutinho (2010).
Acerca das influências no meio acadêmico, Carvalho (2018b, p. 596) afirma que em 1954, uma comissão de investigações do Congresso americano já havia descoberto que a Fundação Rockefeller “exercia controle indevido sobre as universidades, as instituições de pesquisa e a cultura em geral, orientando-as num sentido francamente antiamericano, anticristão e até anticapitalista”.
Versando sobre o projeto do governo mundial, Carvalho afirma que sua iniciativa é originariamente comunista, como se pode ler no livro de Elliot Goodman, O Plano Soviético de Estado Mundial. Nesse contexto, Carvalho cita a Fundação Rockefeller como um exemplo de grupo econômico ocidental que se deixou seduzir pela ideologia esquerdista, esperando tirar proveito dela, emitindo financiamentos para movimentos comunistas, ao mesmo tempo que expandiam globalmente seus próprios negócios. (CARVALHO, 2018b, p. 166).
Os Rockefeller perceberam que as fundações, ao promoverem causas sociais, melhorariam a imagem da família e das suas empresas, além de poder aumentar a influência sobre a população, os agentes públicos e as massas, sempre na direção de suas ambições. Parte de sua fortuna passou a financiar ONG’s, enquanto o núcleo do
patrimônio era investido e multiplicado em bancos, fundos de investimento, indústrias, laboratórios farmacêuticos, concessões públicas e imóveis de imenso valor, como metade de Manhattan. (COSTA, 2015, p. 36).
O terceiro nome da trindade globalista é o bilionário húngaro George Soros. Nascido em 1930 e naturalizado americano, fez boa parte de sua fortuna no mercado de ações, com lances imprevisíveis. Ainda jovem, durante a II Guerra Mundial, foi entregue aos cuidados de um amigo da família, mediante suborno, por ser judeu. Escondendo sua origem judaica, passou-se por afilhado desse funcionário do governo húngaro, que tinha como missão encontrar judeus, denunciá-los às autoridades para deportá-los aos campos de concentração e confiscar os seus bens. Sobre essa fase de sua vida, Soros afirmou, em entrevista à rede de televisão americana CBS em 1998, que era apenas um espectador e que não sentia remorso, além de revelar que havia sido o período mais feliz de sua vida, visto que apesar de tanto sofrimento a sua volta, sentia-se seguro. (BRASIL, 2014).
Após o término da II Guerra Mundial, Soros passou a viver em Londres, onde virou financista. Ao final da década de 1950, mudou-se para Nova Iorque, onde viveu intensamente o movimento da contracultura nos anos 60. Seu maior feito financeiro foi realizado na década de 1990, ao efetuar negociações em moeda envolvendo câmbio entre dólar e libra esterlina, rendendo lucro na cifra de US$ 1 bilhão. Foi nesta época que Soros confessou que gastava mais de US$ 300 mil anuais, por meio de suas fundações, para influenciar a política e a sociedade com suas ideias. Sua fortuna pessoal está estimada em US$ 13 bilhões, mas administra US$ 25 bilhões em seus fundos de investimento. (Ibidem).
Soros sempre teve relações com agentes radicais de esquerda. Um de seus principais executivos foi Aryeh Neier, que fundou o maior e mais radical grupo de esquerda dos EUA, o Students for a Democratic Society. Foi desse grupo que surgiu o Weather Underground Organization, um grupo terrorista de extrema esquerda que tentou derrubar o governo estadunidense nos anos 1970. O líder desse grupo foi Bill Ayers, nada menos que o lançador da carreira política de Barack Obama. O ex-terrorista tornou-se especialista em educação e suas ideias estão ajudando a implementar nos EUA o Common Core, o polêmico sistema de padronização da educação comandando pelo governo. (Ibidem).
Em resumo, as ideias de Soros se caracterizam por oposição ardente à supremacia política e econômica estadunidense, que ele considera um fator
impeditivo para a criação de uma sociedade global. Sua aversão aos EUA ficou evidente em 2006, quando afirmou que os americanos são nacionalistas demais e ignoram os principais problemas mundiais, o que fazia dos EUA a grande fonte de instabilidade do planeta. Soros acredita que somente a intervenção estatal na economia pode “corrigir” as desigualdades sociais, e que as nações são fontes eternas de instabilidade, vendo na criação de instituições supranacionais a única solução capaz de trazer equilíbrio ao mundo. (Ibidem).
Outra dileta amizade de Soros é o Lord inglês Mark Malloch-Brown, um assumido globalista citado por Constantino (2018, p. 210). Brown é o atual Vice-Secretário-Geral das Nações Unidas e antigo Vice-Presidente do Banco Mundial e do Fórum Econômico Mundial. Com invejável currículo, escreveu The Unfinished Global Revolution: The Road to International Cooperation (A revolução global inacabada: o caminho para a cooperação internacional, tradução nossa). O livro, lançado em 2012, pode ser resumido como um manifesto antinacionalista pela criação de um poder mundial central capaz de solucionar os problemas diante dos quais os Estados se mostram “impotentes” de resolver, como as questões climáticas, ambientais, a promoção dos direitos humanos e a erradicação da pobreza. Na visão de Brown, mecanismos internacionais, como a ONU, seriam as únicas entidades capazes de consertar os fracassos dos governos individuais.
O globalista inglês foi presidente do Soros Fund Management e do Open Society Institute (atual Open Society Foundations), ou seja, é o homem que esteve à frente da fortuna de George Soros. Sua mais surpreendente função, entretanto, não figura em nenhuma organização supranacional. Lord Brown é Presidente do grupo Smartmatic, a famosa empresa das “infalíveis” urnas eletrônicas. Como pode ser lido no sítio eletrônico oficial da empresa, o grupo Smartmatic planeja, entre outros projetos, lançar novas tecnologias ligadas à biometria, verificação de identidade online, votação pela internet, governança eletrônica e controle de poluição. Uma relação de capacidades que faria o Big Brother da ficção de George Orwell sentir inveja.
Voltando os olhos para a Open Society Foundations, uma ONG bilionária com cerca de 30 anos, pode-se enxergar uma instituição que figura como o agente financiador e influenciador de opinião pública e política no mundo, seguindo à risca o ideário progressista de Soros. Ela financia, entre milhares de ONG’s por mais de 70 países, movimentos que promovem pautas como: facilitação da imigração, oposição às ações militares estadunidenses, ambientalismo, feminismo radical, fortalecimento
de organizações globais, legalização das drogas, eutanásia e aborto, além dos financiamentos bilionários de candidatos do Partido Democrata dos EUA, como Barack Obama e Hillary Clinton. (BRASIL, 2014). Soros é considerado, ainda, o maior financiador mundial dos movimentos de liberação das drogas. (CARVALHO, 2018b, p. 535).
David Horowitz, um ativista fundador da New Left11 nos anos 60, decepcionou-se com a tirania dos movimentos de esquerda após o assassinato de uma amiga pelo movimento negro Panteras Negras, no qual possuía aliados. Após esse evento, passou a dedicar-se ao estudo das atrocidades cometidas por movimentos de esquerda. Horowitz lançou em 2011 o livro Do Partido das Sombras ao Governo Clandestino, cujos focos são, justamente, George Soros e o domínio que o mesmo exerce sobre o Partido Democrata dos EUA. O autor descreve e apresenta provas referenciadas de como Soros é um dos principais promotores mundiais do globalismo, sob a perspectiva de aperfeiçoar a humanidade por meio da engenharia social. Em 1993, com a criação da Open Society Institute, Soros passou a apoiar uma série de grupos de bandeiras extremistas, o que ocorreu simultaneamente à sua aproximação da família Clinton. No início dos anos 2000, foi a vez de aproximar-se de Barack Obama, cujas campanhas presidenciais receberam generosas doações. (BERLANZA, 2018).
Soros também desencadeia ações diretas sobre a imprensa. Nesse contexto, cita-se o Project Syndicate, a maior associação de colunistas de opinião do mundo, o que inclui parte da elite globalista e outras lideranças políticas e intelectuais. De acordo com Costa (2015, p. 121), a influência desse órgão de propaganda é inegável, pois atua no conteúdo dos grandes jornais mundo. A ONG distribui artigos para veículos de opinião em mais de 59 línguas, em 154 países e para 492 jornais de maior influência planetária. Costa acredita que o Project Syndicate seja a maior rede de homogeneização de opiniões da história do jornalismo. Tal afirmação pode ser percebida, por exemplo, numa sequência de matérias datadas de junho de 2018, sob o título “Quem é George Soros, o megainvestidor bilionário que virou alvo de militantes brasileiros”, com publicações simultâneas e idênticas contando uma versão romântica de como o filantropo húngaro estava sendo perseguido por “grupos nacionalistas de
11New Left (Nova Esquerda) é um termo que se refere a movimentos políticos de esquerda surgidos na década de 1960, cuja característica central é o ativismo cultural/social, substituindo as questões trabalhistas por debates sobre gênero, raça, sexualidade e justiça social. (COUTINHO, 2010).
direita.” A matéria simpática a Soros pôde ser lida, em destaque, nos seguintes portais brasileiros de notícias online: G1, UOL, Terra, R7, Gazeta do Povo e BBC Brasil.
Juntando-se os pontos, observa-se um bilionário globalista que investe quantias incalculáveis na agenda esquerdista revolucionária mundial (CONSTANTINO, 2018, p. 215), cujo braço-direito é Vice-Secretário-Geral das Nações Unidas e Presidente do grupo Smartmatic. Diante desse quadro, cabe ao leitor se perguntar se todas essas convergências são obra do acaso, ou fruto de uma fusão de forças agindo energicamente pelo estabelecimento de um governo mundial.