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Vera e Kika

No documento ÍtaLLo ÍLL (páginas 33-41)

Na procura por Adriano que cheirava cocaína com Lídio, Vera se encontra com Kika perto da piscina:

— Ei garota venha cá! Disse Vera.

— Oxe, o que é? Disse Kika.

— Tô querendo esclarecer umas coisas aí.

— Que coisas, comigo?

— Sim, que você tá dando em cima do meu namorado.

— Quem é seu namorado?

— Não se faça de abestalhada, você viu quando eu cheguei aqui, tu tava na piscina com o ele. Disse Vera já se alterando.

— Ah, o Adriano!

— É ele mesmo.

— Mas eu não tô dando em cima dele não garota, se liga! Disse Kika se alterando também.

— Não foi isso que eu fiquei sabendo não visse! Disse a Baiana Vera.

— Ah... Ficou sabendo! Por quem querida?

— Não interessa, quero saber é de você, o que aconteceu ontem entre você e o Adriano hein?!

— Oxe garota, tenho nada com o Adriano não, só tava conversando com ele sobre o curso de direito que vou começar a fazer.

— Direito! Pois já começou fazendo errado então.

— Nossa, isso foi uma piada, é pra ri é?!

— Não fiz piada não ô piriguetizinha!

— Vai se fuder sua enfermeirazinha escrota do caralho!

— Vai você sua branquela caloura piranha safada, eu sou é médica porra!

— Médica é o caralho, cadê o diploma sua recalcada, piranha safada é tu porra!

— Ó aqui o diploma sua vagabunda. Disse Vera agarrando Kika pelos cabelos e Kika também a agarrou pelos cabelos e as duas lutando caíram na piscina.

Adriano e Lídio voltando da ‘cheiração’ no banheiro avistaram a

‘muvuca’ na beira da piscina:

— Ih caralho, é briga! Disse Adriano.

— É mesmo, vamo vê quem é! Disse Lídio.

— É a Vera!

— É briga à vera?

— Que porra de briga à vera mané, é a Vera mesmo seu otário.

— Eita porra, vamo lá então!

— Corre corre, pula aí pula aí. Disse Adriano pulando na piscina.

— Larga larga caralho, larga porra! Disse Lídio segurando Kika.

— Solta porra, solta ela Vera! Disse Adriano.

— Eu vou matar essa piranha! Disse Vera.

— Piranha é você mal-amada! Disse Kika.

— Puta safada. Disse Vera.

— Corna trouxa do caralho, eu fiquei com ele ontem sim. Disse Kika.

— Eu vou pocar sua cara piranha! Disse Vera.

— Cala a boca porra! Disse Adriano a Kika.

— Cala a boca por quê, tu ficou com ela ontem? Responde porra!

Disse Vera batendo no peito de Adriano que estava a segurando.

— Não amor, ela tá louca essa garota, e para de me bater porra, fica calma caralho! Disse Adriano e Vera parou de bater nele.

— Eu fiquei com ele sim sua trouxa escrota do caralho. Grita Kika.

— Cala a boca porra! Disse Lídio segurando Kika.

— Me solta garoto, deixa de ser chato porra, me solta que eu vou sair daqui caralho. Disse Kika saindo da piscina.

— Vaza guria vaza. Disse Lídio.

— Vai se fuder garoto! Disse Kika.

— Eu vou te matar sua puta! Grita Vera.

— Tu não mata nem o tesão do teu macho porra que ele anda procurando outra! Gritou Kika.

— Tu comeu essa puta Adriano, responde miséria?! Disse Vera batendo de novo no peito de Adriano.

— Tá doida Vera, não comi ninguém não, vamo sair daqui da porra dessa piscina que tá todo mundo olhando pra nós caralho. Disse Adriano.

— Tu não me enrola não Adriano, fala logo se tu comeu essa piranha!

Já na área da casa Kika dizia:

— Guria maluca do caralho, arrancou meus cabelos e me arranhou toda, vou chamar a polícia aqui pra ela.

— Tá doida garota, chamar a polícia aqui pra quê, quer acabar com a festa é, tá chei de flagrante aqui, tá maluca? Fica na sua. Disse um dos alunos veteranos que organizou a festa.

— É, fica na sua aí guria, tá entrando agora na facu e já quer causar, já quer sentar na janela, fica piano aí! Disse uma aluna veterana que organizou a festa também.

— Oxe, aquela maluca que começou e eu que engulo sapo é! Disse Kika atrevida.

— Oxe o que guria, tu tava mexendo com o macho da outra né, só podia dá nisso, tu tá errada porra, tu sabe disso, fica na sua aí! Disse a aluna veterana que organizou a festa e Kika ficou quieta.

Adriano levou Vera para o outro lado da mansão e continuaram discutindo, ele negava até o fim que não comeu Kika, mas, Vera insistia tanto numa confissão que Adriano doidão de cocaína começou a investi para cima dela com empurrões. Lídio chegou bem na hora e interveio indo para cima de Adriano, ouve mais discussão:

— Colé mulequin, vai entrar numas comigo?! Disse Adriano.

— Coé Adriano, vai machucar ela pô! Disse Lídio.

— Deixa Lídio que com ele eu resolvo, essa desgraça da miséria!

Disse Vera.

— Que nada Vera, eu vou ficar aqui contigo! Disse Lídio encarando Adriano.

— Ela me arranhou todo ó essa maluca do caralho. Disse Adriano.

— Seu escroto, seja homem e assuma que comeu aquela puta porra.

Disse Vera.

— Vai se fuder porra, para de encher meu saco com essa merda de pergunta, num fode caralho! Disse Adriano.

— Então responde logo miséria, seu moleque, cê não é homem não porra! Disse Vera.

— Quer saber, comi sim, e ela é gostosa pra caralho, sabe fuder melhor que tu porra, tá satisfeita agora nessa caceta! Disse Adriano virando as costas e saindo andando.

— Vai fugir agora seu filho da puta da desgraça, seu escroto do caralho, seu moleque safado, vai embora com sua puta vai, porque se eu encontrar com ela eu lenho ela toda na porrada! Disse Vera chorando e foi abraçada por Lídio.

— Calma, calma, deixa ele ir, deixa ele ir! Disse Lídio.

Adriano foi andando e dando o dedo para trás.

— Adriano é um vacilão mesmo, perdeu a Lívia desse jeito! Disse Lídio. deixar de ser besta, otária e dá um basta nesse namoro. Disse Vera tudo que Lídio queria ouvir.

— Entendi. Disse Lídio abraçando Vera apertado com esperança de tê-la um dia.

— Lídio, acho que vou embora, tenho que buscar Mainha e Painho na igreja mais tarde.

— Espera mais um pouco até você melhorar pra dirigir.

— Tô beba não, tô de boa, esquenta não que eu vou pra casa trocar de roupa e buscar Painho e Mainha na igreja, vou devagar pode deixar, olha, tô toda arranhada daquela piranha, e molhada ainda, vou molhar o banco do carro todinho, mas fazer o quê né.

— Vou te levar até seu carro então, também não vou ficar muito tempo aqui não, vou rala peito também.

— Tá bom, deixa só eu ir no banheiro me ver no espelho, peraí.

Vera voltou do banheiro e Lídio foi andando com ela até o carro, mas, no caminho se encontraram com Vilma e Luiza:

— Ô Verinha, tá indo aonde? Disse Vilma.

— Embora dessa zorra, ó, tô toda arranhada e molhada, ó meu cabelo como tá! Disse Vera.

— A Luiza e o bocão dela, olha aí, fazer você entrar numas com a galega! Disse Vilma olhando para Vera e lamentando.

— Foi mal Vera, desculpa aí, mas vagabunda que pega homem das outras a gente tem que desmascarar né. Disse Luiza.

— Esquente não Luiza, você fez certo em me contar mesmo, eu faria a mesma coisa se visse seu namorado com outra. Disse Vera.

— Ela nem tem namorado essa safada! Disse Vilma e todos riram.

— Mas não pego homem das outras. Disse Luiza.

— Eu peguei o Adriano, mas falei com a Lívia primeiro! Disse Vera e elas riram, menos Lídio.

— Nossa Vera, cê se machucou muito, xô dá uma olhada, sou médica! Disse Vilma estudante de medicina.

— Precisa não querida, também sou, em casa eu vejo isso. Disse Vera estudante de medicina também e as duas sorriram.

— Vocês são é duas bêbadas! Disse Luiza estudante de medicina também.

— Ó quem fala! Disseram Vera e Vilma juntas sobre Luiza ser a que mais bebe cerveja e as três sorriram.

— Bora Vera?! Disse Lídio.

— Tá com pressa gatinho?! Disse Luiza.

— Bora, já bebi, já briguei, quer mais o quê, participação punk na festa. Disse Vera sorrindo.

— Tu ia era morrer afogada na piscina sua beba. Disse Vilma e todos riram.

— Vou embora gente, tchau. Disse Vera.

Vera foi embora e Lídio voltou para a festa e achou Adriano:

— Eaí véi, acalmou, cadê a Vera?! Disse Adriano.

— Foi embora. Disse Lídio.

— Tá certo, deixe queto, e tu, tá puto comigo?

— Mó vacilão tu!

— Se fuder mulequin, chega aí. Disse Adriano abraçando Lídio.

— Vacilão, perdeu minha irmã e agora vai perder a Vera.

— Mas ganhei a Kika otário!

— Otário é você, um pau no cu mesmo, trocou duas médicas quase formada por uma caloura de direito adolescente.

— Hum... Falou o adulto experiente em relacionamentos, vai tomar no cu viadin, vai ficar me dando sermão ou vai curtir a festa comigo caralho?!

— Quem é aquela ali? Disse Lídio.

— É a Gita, ela é estudante de veterinária, ela vai gostar de você, um viadinho! Disse Adriano.

— Vai se fuder porra, viado é tu caralho!

— Gita... Chega aee... Disse Adriano.

— Que foi Adriano, sou carrinho de pamonha não?! Disse Gita, 20 anos, biotipo mesomorfo, branca.

— Quero é maconha porra num é pamonha não, tem aí? Disse Adriano.

— Tô querendo também, fala porra! Disse Gita.

— Aqui ó, esse é meu bróder, Lídio, e essa aqui é a Gita, agita uma festa do caralho! Disse Adriano apresentando os dois.

— Oi gato, tudo bem?! Disse Gita dando beijinhos no rosto de Lídio.

— Oi, tudo. E você? Disse Lídio.

— Tudo ótimo gato! Disse Gita.

— Marca aí vocês que eu vou ali atrás da Kika já é. Disse Adriano facilmente ao que desperta o desejo.” Cantou Lídio a música da Legião Urbana.

— Que bonitinho... “Sereníssima...” Disse Gita.

— Curti Legião Urbana?

— Se curto, adoro… Sei tocar todas no violão.

— Poxa que massa! Disse Lídio.

— Meu violão tá lá no carro, depois eu dou uma palhinha pra você beleza.

— Beleza, tranquilo, quero ouvir sim! Seu é Gita Gita mesmo?

— Sim, como o da música do Raul Seixas.

— Sério, que doideira!

— É, meu pai e minha mãe são fãs do Raul e eu cresci ouvindo e me tornei fã também.

— Irado! Toca Rauuul... Disse Lídio o famoso bordão.

— Toca Rauuul... Disse Gita o bordão.

— Sabe tocar Raul também?

— Claro... Também sei todas gato. Vamos lá no carro pra cê vê então?

— Já é vamos lá. “Às vezes você me pergunta por que é que eu sou tão calado, não falo de amor quase nada, nem fico sorrindo ao seu lado.”

Cantou Lídio a música “Gita” do Raul Seixas enquanto caminhava com Gita até o carro.

— Você conhece a discografia do Raul?

— Não, conheço pouco, só os hits.

— Os hits são atemporais mesmo, du caralho Raul! Disse Gita.

— Porra já tá escurecendo, domingão passou rápido! Disse Lídio.

— É passou sim, vou pegar o violão aqui no porta-malas peraí.

— Já é tranquilo!

— Entra aí no carro, tá aberto. Disse Gita desativando o alarme pelo controle.

— Ah tá!

— Aí tá afim dum pó? Disse Gita entrando no carro com o violão.

— Ué vai tocar não?!

— Vou, mas vou cheirar também, toco cheiro, cheiro toco. Disse Gita sorrindo e abrindo o porta-luvas pegando o pino de cocaína.

— Cheirei pra caralho com o Adriano hoje, mas dou uns tiros com você já é.

— Fechou, xô fazer uma carreirinha aqui pra gente. Disse Gita virando o violão de costas.

— Entendi o porquê do violão agora, Raul e Legião ficou pra segundo plano né! Disse Lídio sorrindo.

— Daqui a pouco daqui a pouco gato, é só uns tiro aqui rapidinho, depois eu toco uma pra você. Disse Gita já dando a primeira cheirada.

— Cheiradão hein, tu é igual o Adriano! Disse Lídio sobre a cheirada com vontade de Gita.

— Ele gosta né?! Disse Gita com o nariz branco.

— Ô se gosta, ele cheirava até esse violão!

— Cheira aí você agora gato.

— Certo. Disse Lídio cheirando.

— Xô dá mais um tapa aí. Disse Gita rapando o pó do violão para fazer outra carreirinha.

— Cheira pra caralho, vou chamar o Adriano pra te acompanhar!

Disse Lídio sorrindo.

— Me aguenta não gato, tem que chamar o Adriano é!

— Que isso gata, aguento sim, que porra de chamar Adriano, Adriano é viado.

— Então vem cheirar aqui ó! Disse Gita tirando a blusa, rapando o pó do violão com o cartão de crédito e colocando entre seus seios.

— Caralho... Tu é loca mesmo!

— Dá conta gato? Disse Gita atiçando Lídio.

— Claro que dou! “Eu vou ficar... Ficar com certeza maluco beleza.” Cantou Lídio a música “Maluco beleza” de Raul Seixas.

— Então fica maluco vem, cheira, lambe, chupa, me beija. Assim...

Vai, vai... Isso... Hum...! Gita gemendo.

Lídio tirou short de Gita e começou a fazer sexo oral nela, depois ela foi fazer sexo oral nele.

No documento ÍtaLLo ÍLL (páginas 33-41)

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