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ETRE VIST A COM O P ROFE S SOR EDUARDO ME OE S REED COLÉ GI O UICLASS OB JETI VO

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REFERÊCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ETRE VIST A COM O P ROFE S SOR EDUARDO ME OE S REED COLÉ GI O UICLASS OB JETI VO

1. Quand o foi fu nd ad o s eu colé gio em Go i âni a?

O Col égi o Obj etivo foi fund ad o em Goiân ia em 1975 , li gado a rede Objet ivo SP, cuj a mat ri z é em São Paulo e hoj e se en contra em vários est ado s b rasil ei ros — est a n ov a unid ad e tem prédio próprio con struí do p ara est a finalidade.

2. Quais são o s objet ivos edu cacio nais da sua es cola? O que el a p ret end e?

Toda e qualqu er es cola, p elo próprio nome qu e s ust ent a é u m local ond e s e deve interagi r com os alu nos e tod os os arti st as dess e process o, q ue s ão na es col a os ori ent ad ores p ed agógi cos, os professores , e fund ament al ment e os p ais que est ão env olvi dos na aprendizagem. O i mport ante não é só ter o alu no na es co la, o impo rtant e é t er o al uno ap ren dendo. Ent ão , a es cola t em como o bjetivo ped agó gi co p rincipal, fazer co m q ue cada momento vivido pel o alun o s ej a u m momento p razeros o onde a aprendi zage m s e faça de forma nat ural e es pont ânea não com um úni co esti mulo de s e cobrar al gu ma cois a n a prova e o alun o ti rar uma boa nota. É cl aro qu e, no s devemos lev ar em cons ideração qu e uma boa pro va, um bom resultado tem como gên es e uma b oa aula, e uma bo a aula se fun damenta em u m b om preparo e um bo m p rofessor esse é o objet ivo p ri nci pal resu mi ndo tud o i ss o numa p al avra só, é fazer com qu e o alu no ap ren da ent endendo q ue aq ui lo que el e esta ap rendendo é útil para a vida del e e para o seu sucess o p rofiss ional .

3. A Escola s e rege p elos PCN?

Si m. PC N e bus ca os 4 pilares d a edu cação. A es cola n ão pode s e resu mir a ensi nar el a tem que ensi nar e fo rmar. E, ens inar é um ato q ue ex i ge mui to do pro fess or, ensi nar a gente tem que s eparar b ast ante do dar aul a.

sistema de ensin o e aprendi zagem de noss a escol a cri a recurs os p ara que o pro fess or de poss e des ses recu rsos entenda o p ro cesso co mo u m to do e s aiba utili za-lo. Ess e é o pri mei ro p asso. Nos temos qu e dar con dições p ara q ue o aluno estude apoi ad o nu m sist ema de ensi no, aí ent ra mat erial did áti co, entra todo apoio d e i nformáti ca, t odos o s recurso s di retos e indiretos de apo io ao ensi no do profes sor.

4. O que a di reção da es col a faz p ara se mant er no mercado?

Para se mant er n o mercad o a escol a tem qu e co nv en cer ao s s eus alun os e ao s pais dos alunos , aquel es que p arti cip am que o que ele gasta na es col a não éu m cust o no s eu o rçamento mai s é um i nvest iment o no sucess o d o filh o dele. E como o t empo ele flui num s entido só el e só é vivido u ma vez n ão se pode fal ar em perder t empo com o fil ho nu ma es col a que n ão faz com que o filh o ap ren da durant e aqu el e t empo em q ue ele lá est ev e. Para is so a es cola tem que t er o sistema de ensi no mu ito co erent e p ro fess ores cap acit ados, en vol vidos com o pro cess o. Em resu mo é isso ai .

5.Como é q ue o senhor av ali ari a o d es empen ho da sua escola?

Bom, em pri mei ro l ugar esse desempenho a gent e avalia nu m con tat o di ret o que a di reção mantém at ravés de s eus peda go gos com o alun o, através do resultado das provas, po rque vamos convi r co mi go o seguint e: quando o aluno faz uma pro va quem est a sen do avali ado n ão é só o alu no, es tá s endo aval iado t odo o pro cess o de ensin o e aprendi zagem da es col a. Se você dá uma prova p ara u m gru po de 50 alunos , des ses 50 alu nos você t em ai ess e co njunt o, aí a médi a desse con junt o t em que ser superi or a médi a mí ni ma d e aprovação, s e a escol a adot a medi a 5 el a t em q ue ser superior a 5, s e a escol a ad ota médi a 7 el a t em qu e s er sup eri or a 7, ent ão ex istem es co las e ex istem dis ciplinas n a escol as onde os alunos de uma t urma tem médi a 2 iss o di z o que? Não hou ve ap rendi zagem, não houv e ensin o adequado, n ão hou ve interat ividad e adequad a, então o processo de avali ação vai além de sub meter o al uno a uma prova e veri fi car se el e ti rou uma not a boa ou rui m

6. Como é o pro cess o de av ali ação ut ili zado na s ua escol a?

O Obj eti vo t em um processo de aval iação que n ão se resu me em u ma prov a, chegamo s a ele pela necessi dade de interagir co m o al uno v eri fi cando em cada momento se est á havendo ap ren dizagem , po rque a avali ação para que ela sej a efi caz ela deve ser contin ua e cumul ativa. O qu e nós ent endemos po r av ali ação, e por qu e nós fal amos av ali ação conti nu a e cumulativa? Ex igênci a d a própri a LDB, t em qu e ser contin ua p ara q ue o professor como age nte ativo , pri mei ro agent e ativo ness e process o, ele t en ha con di ções d e estar s abend o se o al uno sedi mentou conheci ment os fun dament ai s da aul a ant erior. Se ele est á dan do a aul a número 5, el e t em que saber se o aluno sedi mentou os conheci men tos das aul as anterio res, p ara que ele po ss a pross egui r depoi s com o pro grama.

7. Como é o in gres so do profes sor n a su a es col a?

Atrav és d a analis e de cu rrí cu los, aulas t este e i ndi cações. Dev e possuir fo rmação adequ ada na área e ter um bo m rel acion amento com os alunos, ser produt ivo , pontu al e assíd uo.

8. Como é o in gres so do al uno n a s ua escola? É espo nt âneo, n ão di scri min amo s n inguém.

9. E que criticas que o Senhor faria ao Ensino Médio em Goiânia, de uma maneira Geral, saindo da sua escola e analisando o contexto geral?

Int era gind o com os alu nos d e out ras es colas e da n ossa escola podemos avali ar que fal ta mui to ai nda, falt a muit o a ser feito , em p ri meiro lu gar é n ecessário q ue se preze p ara q ue a escol a t enha s empre professores qu ali fi cados, o id eal seria todos com li cen ciatu ra pl ena n a dis cip lina qu e leciona, isso é fun damental, então fal ta muit o pel a p rópri a carênci a n a p rópri a cidade, no qu e s e refere a fo rmação des ses profes sores li cenciados , ou s ej a, que o professor t enha licenci atura Pl ena na dis cipli na que l eciona, é necessário, mas t emo s que ent ender que isso não é sufi ci ent e, cl aro, t em que est ar em cont í nuo ap ri moramento , al ém di sso, ele tem que ter a cap acid ad e de i nteragi r co m o alu no, estimul and o esse alu no a qu erer

aprend er a su a matéria, porqu e exist em professo res qu e ao dar a aul a, dão a aula mas não ensi nam, o aluno não ap rende e ele é li cenci ado, as vezes el e é até mest re ou douto r.

10. A es col a tem l ab oratório e bibliot eca?

Já t em. E o al un o t em li vre acess o a ess e l ab orat ório, e j á est á em fun ci onamento, o p eríodo da t arde é to do dedi cado a ess es alunos fo ra as aul as re gul ares q ue os al unos at é 8ª Séri e t em na grad e curri cul ar. Tem bibliot eca e os alunos util izam mui t o. Inau gu ramos u m período d e tempo in tegral que pod e s er visto de d uas manei ras disti ntas.

O tempo i ntegral el e se fund ament a em que o al uno ten ha co ndições de pass ar o seu di a, suas horas do di a dedi cadas ao estudo na escol a. El e o pt a po r mód ulos que el e jul ga necess ári o p ara fort alecer o seu conh eci mento, a sua sedi mentação, e p aga por isso . Inclusive no s oferecemos para ess es al uno s al mo ço na escol a. Temos um vest i ári o ond e o alu no p od e t omar banho e t rocar de rou pa, vesti ário tipo de academi a dessas boas aqui em Goiânia, com armário co m chave e tudo. Ent ão ele pode fazer isso, tem a qu ad ra de esporte q ue s e transformou nu m gi násio . Temos u m anfit eat ro co m capacidade para 400 alunos, não que necess ari amen te se ponha 4 00, é s ó para most rar o tamanho do espaço, nó s chamamos de an fit eatro por força d e express ão mas n a v erd ade não e. El e é um esp aço p ara mul tius os porque o pis o dele é pl ano e o p al co bast ante el evado, ent ão ali pod e se fazer e j á est a se fazendo div ersas ati vid ades , artes cêni cas e assi m po r diant e at é uma fest a, es peramo s fazer a formatu ra d os al unos l á. Bo m, e o labo rató rio, n os termin amos out ro espaço no vo para o laboratório de ci ên cias, onde n ess e esp aço el e é b ast ante int eres sant e, foi construído de uma forma especial . Nos temos al i aul as d e ci ên ci as para al unos de 8a. S érie c omo

temo s aula de Bi olo gi a, Quí mica e Fí si ca p ara o alu no d e Ensino Médio, el e é vers átil.

11.Pro fessor, al ém de ser diret or do Unicl as s o Sen ho r p ertence ao Co ns elho Est adu al de E ducação, co mo o s enh or se vê nos doi s p ap éi s?

Si m, O Cons elho Estadual d e Educação se rel aciona com as escolas de to do o est ado de Goi ás exceto Goi âni a, e o SEPE que é o sin dicato das es colas parti cul ares da ci dade d e Goi âni a, e esses sindicato s p ortant o d e aco rdo com a lei co mpl ement ar n~ 26 indica um rep res ent ant e de escol as part iculares, e o meu nome foi indi cado pelos dois sindi catos, eu rep resento as escolas particul ares de todos o s graus, ou s ej a, da educação infantil at é o ensi no su peri or do Cons el ho Est adu al de Educação. O C ons elh o Est adual de Ed ucação tem a C âmara de Educação Bási ca, a Câmara de Le gi sl ação e Normas e a Câmara de Ensino Su perior, e o Plen a, o Pl ena é q uand o to dos o s dezess eis cons elh ei ros se reúnem para an alis ar tudo o que s e pas sa em cada uma das Câmaras.

12. E ess a reun ião que vocês ti veram, el a é semanal?

Seman al no mí ni mo, acont ece 2 por seman a, 3 por semana as vezes, mais t oma temp o. Al ém di sso eu pert en ço a C âmara de Educação Bási ca e ao Pl eno. Trabalho di ret ament e com os assun tos da C âmara de Educação B ásica e co m o todo quan do no Pl en o.

13. Todos os i nt egrantes desse conselho s ão donos de Esco la?

Não, de jei to n enhu m, ali n ós t emo s rep resent ant es da Secret ari a de Edu cação do Est ado de Goi ás, s ão 5 ou 6, t emos repres ent ant e do SINTEGO, rep res ent ant e do SIMPRO, representante dos alun os, enfim todos os segmentos da soci edad e env olvi dos com a ed ucação t em um rep resent ante l á. E i ndi cado depois da l ei 26, ess a i ndi cação é fei ta pel os segmentos. E u m cons elho pl ural onde n ão é a mes ma pesso a, no caso como era no pas sado o Secret ari o da Educação ou governado r i ndi cavam as p ess oas, agora não são el es mais qu e i ndi cam.

14. É mais demo crát i co não é?

É mais demo cráti co , total ment e democrático, e s em dependênci a, sem vi nculo com o pod er, isso faz co m qu e as decisõ es qu e ess e Pl eno t o ma, e gera resoluções t em que ser cumpri d as em todo o est ad o, sej am ori undas d e um pro cess o alt ament e democrát ico. Iss o é muito i nt eress ante

15.E ess a reuni ão que o s en ho r est av a coment an do co mi go ant es de co meçar a ent revist a foi n o Co nselh o?

Si m, o Consel ho Est adual de E ducação, con cedeu n a q uint a-feira u ma au diência públi ca ao s subdel egado s ou sub secretári os melhor di zen do, de tod as as ci dades do est ado de Goiás para qu e el es p udess em t razer as s uas dúvid as, as suas afl ições, as suas angúst ias rel ativ o a legi slação perti nente que est á s endo exi gida. Nós ti vemos ness a audi ên ci a p úbli ca, quarent a ci dades repres ent adas ali.

Nós pudemos perceber a grande di fi cul dade qu e est á existindo em se atend er as exi gênci as le gai s, i deais, cont rapondo-s e as reais possí veis , para vo cê exi gi r al gu ma coi sa que t enha u m cunho ideal é vi ável, mas el e não pod e s er l i mit ado pel o real poss ível. Essa era a an gú sti a que est av a surgindo não só nos diret ores de escola q ue est avam lá p res ent es, como nas subs ecret ari as e em toda soci edade de u m mo do geral . Quando nós fizemos es sa audi ênci a públi ca fo i muito interess ant e, nos conse gui mos colh er el ementos fantásti cos que vão rob ust ecer os p areceres dos cons elh ei ros, ao rel atar o p rocess o d e reconheci mento ou renov ação de reconheci mento duma es col a. Cada uma tem suas esp eci fi cidades, tem o lo cal onde el a se en co ntra, pelo públi co que el a at ende, muit o b em, no s não pod emo s exi gi r, muit o embo ra a lei exi ge, nós não pod emos exi gi r que uma escol a l ocali zada num muni cí pio que t em 300 habit antes, 200 habitant es, 500 hab itant es, as mesmas ex i gênci as não podem ser fei tas às es col as que est ão locali zadas aqui em Goi âni a, p or ex emp l o, no s eto r Marist a, no setor Bueno no cent ro, n ão podemos. E a reali d ad e, no entant o a l ei ex i ge is so .

16. A l ei padroni za?

A l ei padroni za s em ab rir ex ceção para essas especifi cid ad es regi onais.

17.Isso é uma falh a da lei?

Di gamos que sej a uma falha da l ei, eu iri a mai s longe, mas não está p or aqui , por fal ar nisso na sexta-fei ra o Conselho receb eu em audi ên cia públi ca as es col as

parti cul ares . Est ava lá o Pres id ent e, os d ois si ndicatos , o president e d o SEPE, o presidente do SINE PE qu e s e mani fest aram e d epois os di ret ores de es col as se mani fest aram em s eguid a o Conselho s e mani festo u sob re est as ansi edad es , essa expect ativ a.

Em res u mo, as leis q ue regem hoje a edu cação básica no Est ado de Goi ás, são a que re ge em tod o o Brasil, q ue é o fu ndamento de tudo, q ue é a LDB 9394 /96 dep ois a Lei Co mplement ar 26 de 98 e depois a R esolução 84 de agost o de 2002, e a resolução 150 de out ubro de 200 2, ess as du as d o Consel ho Es tadual de Educação. Ess a é a l egis lação sob re a q ual as es colas t em t rabal hado.

18. Pro fessor, mas, mes mo co m t oda ess a l egi slação, com t odo esse cui dado da organi zação sin dical , t ant o do s prop ri etários qu anto dos p rofess ores ex iste uma porção de es col as i rregu lares.

Ex ist e. In clu siv e ness a audi ênci a publ ica nós most ramos para aquel es q ue est av am ali , ali ás fo i uma p ergunta que sur giu l á sob re o comp ortamento dessas escol as qu e trab al ham com a EJA (a educação de jovens e adul tos) que é o anti go supl etiv o.

19. Ex atamente é nesse pont o aí qu e eu esto u colo cand o que a gent e v ê muito anú ncio, muit a con versa, muit a propaganda, muit a promessa, s erá qu e está acont ecendo real mente como a l ei defi ne?

É, v eja vo cê, exist e a lei co m os s eus art i gos, cad a arti go co m o seu caput , mas existe as int erp retações q ue se d á a LDB que t roux e para o cenário d a educação a cl assi fi cação e a reclassi ficação. A classi fi cação e a recl assi fi cação s ão el ementos q ue p ermi tem a escol a a dizer se o aluno est á apt o a i n gressar n ess a ou naquel a s érie, est ando nessa s érie, s e el e es tá apt o a pul ar a s egui nt e e i r p ara a o utra. O que tem acont ecido que tem se percebid o e d en unci ado s ão escolas que est ão dando dip l oma do Ensino Médi o em t rês mes es.

20.Eu vi u m anun ci o no j orn al, de uma q ue dá em 1 mês. É, t em isso .

21.Não t em nem t elefone fix o, é celu lar p ara co nt ato.

Ent ão, ess a dai j á é mais uma aberração, mas dentro d aquelas que s ão i morai s, porém le gais.

22.Tem jeito de s er i mo ral e l e gal?

Tem . Por isso é que o Conselho Es tadual de Educação está el aborando através de u ma comi ssão da Câmara de Educação Bás ica, uma resol ução onde, nos vamos normati zar a condut a do advento da cl ass i ficação e recl as si fi cação, d e forma que nes se p rocesso q ual quer que for a sit uação, o al uno t em no míni mo, que freq üent ar du zentos dias e oit ocentos horas presenci ais.

23.Ent ão, pelo meno s um ano?

Pelo meno s u m ano . Ago ra é claro qu e em paralel o com ess as out ras exi gên cias con tinu am val en do que é a idade pra iss o, id ad e p ro en sino fundamental, idad e pro En sino Médi o.

24.Seri a um proces so de morali zação não é?

É exat ament e. C om rel ação quando você disse aí sobre fal ha da l ei, ex ist e falha da l ei . Mas ex ist em t ambém pro cessos p ara qu e as fal has d a l ei quando obs ervadas, quando inco moda segmentos da s ociedade sejam arrumadas, s ej a m corri gid as. Ex iste o process o da ação diret a de inconstit ucion alid ad e d e u ma lei que fere a Co nstit ui ção. Ent ão nós es tamo s parti ndo do pont o de partida. Só para dar ênfase ni sso daí, est amos com b as e al icerçados no fato de qu e vamos con sid erar a nos sa Constit ui ção como váli da. Vamo s consi derar q ue el a est á cen a. Segundo, vamos cons iderar qu e a LDB naci onal a l ei 9394/ 96 t em qu e s er resp eit ada i ntegral ment e. Então com b as e nesses d ois suport es, as escolas parti cul ares do est ado de Goi ás aci onaram a CONFENEM q ue é o órgão rel acionado as escol as que detém a autorid ad e para mov er uma ação di reta de

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