Após o término de todas as ações, um controle deverá ser feito para que todos os processos propostos neste plano de marketing de relacionamento tenham uma continuidade ao longo dos outros anos. A cada novo cliente externo, os vendedores da área serão responsáveis para preencher uma ficha cadastral com informações precisas a respeito de cada cliente.
Será feita também, uma atualização mensal no banco de dados da empresa para que nenhuma informação fique fora do conhecimento de cada um dos clientes. Os projetos deverão ser incluídos sempre que forem finalizados, assim como os clientes conquistados também.
Terá também um processo contínuo em relação ao contato com os clientes, sendo o gerente encarregado de fazer visitas a cada um deles, fazendo uma pesquisa de satisfação e de mercado constante.
7 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES
Neste capítulo, apresentam-se as conclusões e recomendações, resultados da investigação da presente pesquisa, buscando auxiliar a organização objeto de estudo a elaborar um plano de marketing e para ser implantado, pois a justifica a importância deste estudo.
Conclusões
O objetivo deste trabalho foi elaborar um plano de marketing de relacionamento para a Central Distribuidora de Cigarros. O cenário atual oferece muitas oportunidades mas também desafios, como a existência de muita competitividade.
Constatou-se que a Central Distribuidora de Cigarros não possui um plano de marketing, ou seja, um planejamento formal das suas estratégias de marketing, comprometendo a sua atuação.
Os resultados desta pesquisa, demonstraram que a Central Distribuidora de Cigarros deve possuir estratégias de marketing definidas, através de um plano de marketing para nortear as suas estratégias de atuação.
Pode-se citar como contribuições deste estudo:
- Proposição de uma estratégia para composição de um plano de marketing a ser utilizado por organizações do setor agropecuário que queiram atuar na Internet
- Despertar na organização estudada as vantagens de se adotar estratégias de marketing definidas;
- Demonstrar que a Central Distribuidora de Cigarros pode tornar-se referência na disponibilização de informações pertinentes ao setor do fumo;
- Definir estratégias para ampliar o relacionamento com os clientes .
Através do plano de marketing sugerido, a organização estudada poderá obter eficácia na sua estratégia de relacionamento, consequentemente aumentando a satisfação do seu público-alvo na troca de informações.
A presente pesquisa não tem como objetivo ser determinante nos resultados nem tampouco esgotar o assunto abordado, visa incentivar novas pesquisas abordando o tema aqui estudado.
Recomendações
Para trabalhos futuros na organização e na área de marketing na Internet para agronegócios faz-se as seguintes recomendações:
- Estruturação do processo de vendas, visando melhorar o atendimento aos clientes e as rotinas da venda;
- Realizar pesquisas constantes aos clientes para obter informações sobre a percepção dos mesmos, quanto aos aspectos: produto, preço promoção e relacionamento;
- Avaliação constante do plano de marketing, pois este não se encerra com o início da sua implementação na organização;
Pode-se concluir que a presente pesquisa irá dar início a uma mudança na organização estudada, a partir da qual, novos estudos surgirão que possibilitarão a adequação de novas estratégias de marketing a serem seguidas, cada vez que forem necessárias.
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9 APÊNDICES
APÊNDICE A – Questionário aplicado com os clientes
P E S Q U I S A D E S A T I S F A Ç Ã O
Este questionário tem como finalidade saber o grau de satisfação dos clientes da Central Distribuidora de Cigarros com relação ao atendimento, os produtos e os serviços prestados. Buscando melhorar os serviços e a sua satisfação, é solicitado a sua colaboração em responder está pesquisa.
Pedimos, para que preencha a ficha que se segue:
PERFIL DO CLIENTE
Empresa:__________________________________________________________________
Nome:_____________________________________________________________________
Endereço:__________________________________________________________________
Bairro: _____________________________________ Cidade:______________________
Telefone: __________________________________________________________________
Profissão_______________________________
1. Qual a marca de cigarro que mais vende no seu estabelecimento?
R____________________________________________________________________
2. Quanto compra por semana (em média)?
( ) até R$ 100,00
( ) de R$ 100,00 à R$ 300,00 ( ) de R$ 300,00 à R$ 500,00 ( ) de R$ 500,00 à R$ 700,00 ( ) acima de R$ 700,00
FAVOR AVALIAR OS SERVIÇOS DESEMPENHADOS PELA EMPRESA 3. Quanto a comunicação, competência e agilidade de vendas dos vendedores
( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Regular ( ) Ruim ( ) Péssimo
4. Quanto a qualidade dos produtos oferecidos ( ) Ótimo
( ) Bom ( ) Regular ( ) Ruim ( ) Péssimo
5. Quanto ao preço dos produtos
( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Regular ( ) Ruim ( ) Péssimo
6. Quanto a variedade dos produtos ( ) Ótimo
( ) Bom ( ) Regular ( ) Ruim ( ) Péssimo
7. Quanto ao atendimento (carro de entrega ou balcão) ( ) Ótimo
( ) Bom ( ) Regular ( ) Ruim ( ) Péssimo
8. Quanto à localização da empresa ( ) Ótimo
( ) Bom ( ) Regular ( ) Ruim ( ) Péssimo
9. Quanto ao ambiente da empresa (visual, limpeza, tamanho) ( ) Ótimo
( ) Bom ( ) Regular ( ) Ruim ( ) Péssimo
10. Quanto a forma de pagamento ( ) Ótimo
( ) Bom ( ) Regular ( ) Ruim ( ) Péssimo
11. Gostaria de encontrar outro produto relacionado com a empresa? Qual?
R____________________________________________________________________
APÊNDICE B – Ficha de Cadastro dos Clientes
Data:
FICHA DE CADASTRO DE CLIENTES
N.º do cliente:
Nome Fantasia:
Razão Social:
CNPJ/CPF: Insc. Mun/ Est:
Endereço: N.º Referência:
Bairro: Cidade: UF:
Telefone: Celular:
E-mail:
Ramo de negócio:
C O N T A T O Responsável:
Cargo:
Local da Compra: Carro: Balcão:
Dia da semana para contato: Seg Ter Qua Qui Sex
Horário: Manhã Tarde Outro:
ANEXO A – LEI DO CIGARRO
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º O uso e a propaganda de produtos fumígeros, derivados ou não do tabaco, de bebidas alcoólicas, de medicamentos e terapias e de defensivos agrícolas estão sujeitos às restrições e condições estabelecidas por esta Lei, nos termos do § 4° do art. 220 da Constituição Federal.
Parágrafo único. Consideram-se bebidas alcoólicas, para efeitos desta Lei, as bebidas potáveis com teor alcoólico superior a treze graus Gay Lussac.
Art. 2° É proibido o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígero, derivado ou não do tabaco, em recinto coletivo, privado ou público, salvo em área destinada exclusivamente a esse fim, devidamente isolada e com arejamento conveniente.
§ 1° Incluem-se nas disposições deste artigo as repartições públicas, os hospitais e postos de saúde, as salas de aula, as bibliotecas, os recintos de trabalho coletivo e as salas de teatro e cinema.
§ 2° É vedado o uso dos produtos mencionados no caput nas aeronaves e veículos de transporte coletivo, salvo quando transcorrida uma hora de viagem e houver nos referidos meios de transporte parte especialmente reservada aos fumantes.
Art. 3° A propaganda comercial dos produtos referidos no artigo anterior somente será permitida nas emissoras de rádio e televisão no horário compreendido entre as vinte e uma e as seis horas.
§ 1° A propaganda comercial dos produtos referidos neste artigo deverá ajustar-se aos seguintes princípios:
I - não sugerir o consumo exagerado ou irresponsável, nem a indução ao bem-estar ou saúde, ou fazer associação a celebrações cívicas ou religiosas;
II - não induzir as pessoas ao consumo, atribuindo aos produtos propriedades calmantes ou estimulantes, que reduzam a fadiga ou a tensão, ou qualquer efeito similar;
III - não associar idéias ou imagens de maior êxito na sexualidade das pessoas, insinuando o aumento de virilidade ou feminilidade de pessoas fumantes;
IV - não associar o uso do produto à prática de esportes olímpicos, nem sugerir ou induzir seu consumo em locais ou situações perigosas ou ilegais;
V - não empregar imperativos que induzam diretamente ao consumo;
VI - não incluir, na radiodifusão de sons ou de sons e imagens, a participação de crianças ou adolescentes, nem a eles dirigir-se.
§ 2° A propaganda conterá, nos meios de comunicação e em função de suas características, advertência escrita e/ou falada sobre os malefícios do fumo, através das seguintes frases, usadas seqüencialmente, de forma simultânea ou rotativa, nesta última hipótese devendo variar no máximo a cada cinco meses, todas precedidas da afirmação "O Ministério da Saúde Adverte":
I - fumar pode causar doenças do coração e derrame cerebral;
II - fumar pode causar câncer do pulmão, bronquite crônica e enfisema pulmonar;
III - fumar durante a gravidez pode prejudicar o bebê;
IV - quem fuma adoece mais de úlcera do estômago;
V - evite fumar na presença de crianças;
VI - fumar provoca diversos males à sua saúde.
§ 3° As embalagens, exceto se destinadas à exportação, os pôsteres, painéis ou cartazes, jornais e revistas que façam difusão ou propaganda dos produtos referidos no art. 2°
conterão a advertência mencionada no parágrafo anterior.
§ 4° Nas embalagens, as cláusulas de advertência a que se refere o § 2° deste artigo serão seqüencialmente usadas, de forma simultânea ou rotativa, nesta última hipótese devendo variar no máximo a cada cinco meses, inseridas, de forma legível e ostensivamente destacada, em uma das laterais dos maços, carteiras ou pacotes que sejam habitualmente comercializados diretamente ao consumidor.
§ 5° Nos pôsteres, painéis, cartazes, jornais e revistas, as cláusulas de advertência a que se refere o § 2° deste artigo serão seqüencialmente usadas, de forma simultânea ou rotativa, nesta última hipótese variando no máximo a cada cinco meses, devendo ser escritas de forma legível e ostensiva.
Art. 4° Somente será permitida a propaganda comercial de bebidas alcoólicas nas emissoras de rádio e televisão entre as vinte e uma e as seis horas.
§ 1° A propaganda de que trata este artigo não poderá associar o produto ao esporte olímpico ou de competição, ao desempenho saudável de qualquer atividade, à condução de veículos e a imagens ou idéias de maior êxito ou sexualidade das pessoas.
§ 2° Os rótulos das embalagens de bebidas alcoólicas conterão advertência nos seguintes termos: "Evite o Consumo Excessivo de Álcool".
Art. 5° As chamadas e caracterizações de patrocínio dos produtos indicados nos arts.
2° e 4° , para eventos alheios à programação normal ou rotineira das emissoras de rádio e televisão, poderão ser feitas em qualquer horário, desde que identificadas apenas com a marca ou slogan do produto, sem recomendação do seu consumo.
§ 1° As restrições deste artigo aplicam-se à propaganda estática existente em estádios, veículos de competição e locais similares.
§ 2° Nas condições do caput, as chamadas e caracterizações de patrocínio dos produtos estarão liberados da exigência do § 2° do art. 3° desta Lei.
Art. 6° É vedada a utilização de trajes esportivos, relativamente a esportes olímpicos, para veicular a propaganda dos produtos de que trata esta Lei.
Art. 7° A propaganda de medicamentos e terapias de qualquer tipo ou espécie poderá ser feita em publicações especializadas dirigidas direta e especificamente a profissionais e instituições de saúde.
§ 1° Os medicamentos anódinos e de venda livre, assim classificados pelo órgão competente do Ministério da Saúde, poderão ser anunciados nos órgãos de comunicação social com as advertências quanto ao seu abuso, conforme indicado pela autoridade classificatória.
§ 2° A propaganda dos medicamentos referidos neste artigo não poderá conter afirmações que não sejam passíveis de comprovação científica, nem poderá utilizar depoimentos de profissionais que não sejam legalmente qualificados para fazê-lo.
§ 3° Os produtos fitoterápicos da flora medicinal brasileira que se enquadram no disposto no § 1° deste artigo deverão apresentar comprovação científica dos seus efeitos
terapêuticos no prazo de cinco anos da publicação desta Lei, sem o que sua propaganda será automaticamente vedada.
§ 4° Toda a propaganda de medicamentos conterá obrigatoriamente advertência indicando que, a persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado.
Art. 8° A propaganda de defensivos agrícolas que contenham produtos de efeito tóxico, mediato ou imediato, para o ser humano, deverá restringir-se a programas e publicações dirigidas aos agricultores e pecuaristas, contendo completa explicação sobre a sua aplicação, precauções no emprego, consumo ou utilização, segundo o que dispuser o órgão competente do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, sem prejuízo das normas estabelecidas pelo Ministério da Saúde ou outro órgão do Sistema Único de Saúde.
Art. 9° Aplicam-se aos infratores desta Lei, sem prejuízo de outras penalidades previstas na legislação em vigor, especialmente no Código de Defesa do Consumidor, as seguintes sanções:
I - advertência;
II - suspensão, no veículo de divulgação da publicidade, de qualquer outra propaganda do produto, por prazo de até trinta dias;
III - obrigatoriedade de veiculação de retificação ou esclarecimento para compensar propaganda distorcida ou de má-fé;
IV - apreensão do produto;
V - multa de R$ 1.410,00 (um mil quatrocentos e dez reais) a R$ 7.250,00 (sete mil duzentos e cinqüenta reais), cobrada em dobro, em triplo e assim sucessivamente, na reincidência.
§ 1° As sanções previstas neste artigo poderão ser aplicadas gradativamente e, na reincidência, cumulativamente, de acordo com as especificidade do infrator.
§ 2° Em qualquer caso, a peça publicitária fica definitivamente vetada.
§ 3° Consideram-se infratores, para efeitos deste artigo, os responsáveis pelo produto, pela peça publicitária e pelo veículo de comunicação utilizado.
Art. 10. O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo máximo de sessenta dias de sua publicação.
Art. 11. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.