É sabido da aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor nos contratos de natureza bancária, assim, se o contrato de Alienação Fiduciária em Garantia pode ser considerado uma relação de consumo, a incidência do Código de Defesa do Consumidor é certa. Ao longo deste item, estudar-se-á esta aplicabilidade e suas principais particularidades.
105 CHALHUB, Melhim Namem. Negócio fiduciário. p. 241.
Em sua súmula 297 o Superior Tribunal de Justiça reforçou esta aplicabilidade com a seguinte ementa: “O Código de Defesa do Consumidor é aplicável às instituições financeiras”106.
Em relação a esta aplicabilidade, não há discussão entre os julgadores, por exemplo, o Tribunal do nosso Estado, é favorável a incidência do CDC nessas relações bancárias:
CONTRATOS BANCÁRIOS. APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. POSSIBILIDADE. BANCO.
FORNECEDOR. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE NATUREZA BANCÁRIA, FINANCEIRA E DE CRÉDITO. INTELIGÊNCIA DO ART. 3º, CAPUT E § 2º DO CODECON. As atividades desenvolvidas pelas instituições financeiras incluem-se no conceito legal de serviços, previsto no Código de Defesa do Consumidor, sendo-lhes aplicável a legislação pertinente.
RECURSO DESPROVIDO. (TJSC – Agr. Instrumento n.º 99.006192-2)107.
CONTRATOS BANCÁRIOS. CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. APLICABILIDADE. A atividade desenvolvida pelas instituições bancárias encontra plena tipificação na expressão fornecedor descrita pelo caput do artigo 3º, uma vez que prestam serviços de natureza bancária, financeira e de crédito. A referência aos serviços bancários, financeiros e de crédito absorve a atividade de fornecimento de crédito. Desta forma, os contratos de abertura de crédito, de financiamento, de leasing, de alienação fiduciária estão incluídos no conceito legal de serviços previsto no Código de Defesa do Consumidor. Assim, não há como afastar a sua incidência aos contratos firmados pelas instituições financeiras. (TJSC – Agr. Instrumento n.º 99.004349- 5)108.
Não restando mais dúvidas em relação a incidência do CDC nas relações bancárias, passa-se a analisar então especificamente a relação do
106 Brasil. Vademecum acadêmico e profissional: Súmulas do STJ. p. 1492.
107 Brasil. Tribunal de Justiça de Santa Catarina. AI. 99.006192-2. Disponível em:
<http://www.tj.sc.gov.br>. Acesso em: 26 ago. 2009.
108 Brasil. Tribunal de Justiça de Santa Catarina. AI. 99.004349-5. Disponível em:
<http://www.tj.sc.gov.br>. Acesso em: 26 ago. 2009.
Código de Defesa do Consumidor com os contratos de Alienação Fiduciária em garantia.
Neste sentido, analisa-se o exemplo abaixo para melhor compreensão desta afirmação:
Pois bem, sabendo-se da incidência das normas do CDC aos contratos de crédito bancário e financiamento e, conseqüentemente, ao de alienação fiduciária, por ser este acessório de um principal, e tomando-se como exemplo um contrato em que o consumidor-fiduciante adquire um automóvel por um contrato de financiamento com cláusula com escopo de garantia, assevera-se que o fornecedor de tal produto, uma concessionária de veículos, por exemplo, possui responsabilidades dispostas no CDC para com o consumidor- fiduciante, bem como para com o fornecedor-fiduciário109.
A aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor nos Contratos de Alienação Fiduciária se dá especialmente em relação a proteção às cláusulas abusivas, que encontra-se no no art, 6º, inciso IV, do citado código, e possui a seguinte redação:
Art. 6º. São direitos básicos do consumidor:
IV – a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercivos ou desleais, bem como contra prática e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços110;
Estas cláusulas abusivas encontram-se elencadas no artigo 51 do mesmo código, e além de serem abusivas são nulas de pleno direito pois afetam uma coletividade de consumidores e contrárias ao Diploma Legal, podendo assim ensejar ações de revisão contratual.
Sobre o assunto, manifesta-se a doutrina no seguinte sentido:
109TRENTINI, André Luiz Arain. Alienação fiduciária em garantia: das origens ao direito do fiduciante inadimplente à luz do código de defesa do consumidor.
110 Brasil. Vademecum acadêmico e profissional: Código de defesa do consumidor. p. 347.
Pois bem, os contratos bancários, leia-se de adesão, por serem impostos unilateralmente pelas instituições financeiras, não permitindo a discussão entre os contratantes, na sua grande maioria, prescrevem cláusulas que estabelecem prestações abusivas e iníquas, sempre em desfavor do consumidor. Tais cláusulas malévolas colocam o consumidor em posição de extrema desvantagem em relação ao banco fornecedor do produto ou do serviço utilizado por aquele. Diante deste contexto, de desproporção havida entre consumidor e fornecedor, principalmente no que diz respeito às instituições financeiras, é que as normas protetivas do consumidor, bem como o Poder Judiciário, o órgão Parquet e as entidades de proteção ao consumidor, devem procurar, seja pela limitação da autonomia das partes, seja pela relativização contratual, anulando ou modificando cláusulas contratuais iníquas, seja pela fiscalização, em sentido amplo, o estabelecimento do equilíbrio entre direitos e obrigações das partes contratantes em uma relação jurídica de consumo111.
A jurisprudência pátria também manifesta-se neste sentido:
Alienação fiduciária – Cláusulas contratuais nulas – CDC – Declaração de ofício – Desistência da ação. As cláusulas de contrato de alienação fiduciária que ferem o Código de Defesa do Consumidor, em suas normas de ordem pública, são nulas. Tal nulidade pode ser decretada de ofício, por ser absoluta, mesmo sem provocação da parte a quem a decretação beneficiaria, sem ofensa ao princípio dispositivo. (TJRS – Ap. Cível n.º 195.114.731)112.
Com a proteção do Código de Defesa do Consumidor, juntamente com as jurisprudências dos tribunais, o direito do consumidor em reclamar as cláusulas abusivas nos contratos é certo, devendo recorrer ao poder judiciário sempre que desobedecido algum inciso do artigo 51 do CDC.
Outro aspecto em que a aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor é importante nos contratos de Alienação Fiduciária é no caso de
111 TRENTINI, André Luiz Arain. Alienação fiduciária em garantia: das origens ao direito do fiduciante inadimplente à luz do código de defesa do consumidor.
112 Brasil. Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. AC. 195.114.731. Disponível em:
<http://www.tj.sc.gov.br>. Acesso em: 27 ago. 2009.
inadimplência ou mora do consumidor, que já estudou-se os significados e a natureza jurídica destas no capítulo anterior, agora, estudar-se-á a proteção jurídica do Código do Consumidor em relação ao assunto.
Sabe-se da importância do princípio da pacta sun servanda nas relações contratuais, mas com o advento do Código de Defesa do Consumidor este princípio foi deixado de lado no que diz respeito a contratos de Alienação Fiduciária em garantia.
Neste sentido:
Com a nova visão contratual tem-se uma relativização do princípio da pacta sunt servanda e também da liberdade contratual. Os fundamentos que regiam os contratos baseados na igualdade entre as partes e a sua livre iniciativa e escolha ficaram ultrapassados à medida que cada vez mais a modernidade impunha limites a tais preceitos. Os contratos de adesão são os principais exemplos de tais limitações, pois é através deles que a grande maioria das pessoas contrata para obter serviços básicos e de primeira necessidade em suas vidas, como o fornecimento de água, energia, transporte entre outros. Os contratos assim redigidos não têm a intenção de manter uma igualdade entre os contratantes, ao contrário, eles visam reforçar a superioridade econômica e jurídica do fornecedor, já que é ele quem formula previamente as cláusulas que deverão ser aceitas pela parte mais fraca113.
Assim, os contratos de Alienação Fiduciária com o advento do CDC, por força do art. 54, § 2º, assim como os demais contratos que se resolvem pela ocorrência da inadimplência ou da mora, passaram a ser interpretados de maneira diversa, permitindo ao devedor a escolha final de resolução ou não do contrato, com o pagamento ou não das parcelas em atraso114.
113 MENEZES, Danieli Borin. A nova concepção contratual com base no código de defesa do consumidor e a alienação fiduciária.
114 TRENTINI, André Luiz Arain. Alienação fiduciária em garantia: das origens ao direito do fiduciante inadimplente à luz do código de defesa do consumidor.
Em relação ao foro de eleição no contrato de Alienação Fiduciária em Garantia também houve mudanças com a chegada do Código de Defesa do Consumidor.
Geralmente nos contratos de adesão, que é o caso da Alienação Fiduciária, o foro é eleito unilateralmente pela instituição financeira, criando dificuldades processuais ao consumidor, principalmente, porque nestes casos geralmente consumidor e fornecedor residem em cidades diferentes, quando não em estados diferentes.
O inciso IV do artigo 51 do Código de Defesa do Consumidor, que trata das cláusulas abusivas do contrato, abre uma brecha para a possibilidade de mudança em relação ao foro de eleição. O citado inciso possui a seguinte redação:
IV – estabeleçam obrigações consideradas iníquas, abusivas, que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada, ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou a equidade115;
Baseados neste inciso, os consumidores conseguem mudar o foro de eleição para o local onde residem, alegando dificuldade de defesa e onerosidade processual.
Sobre este aspecto, manifesta-se a doutrina:
Na maior parte da doutrina e da jurisprudência é pacífico o entendimento de que a cláusula de eleição de foro que dificulte a defesa pode ser modificada. A controvérsia instaura-se no que diz respeito à declinação da competência de ofício ou não pelo magistrado. Alguns pareceres e julgados orientam-se no sentido de possibilitar a declinação do foro independentemente da iniciativa do consumidor-réu, outros, porém utilizam-se da inteligência da Súmula n.º 33, do STJ116.
Também:
115 Brasil. Vademecum acadêmico e profissional: Código de Defesa do Consumidor. p. 351.
116 TRENTINI, André Luiz Arain. Alienação fiduciária em garantia: das origens ao direito do fiduciante inadimplente à luz do código de defesa do consumidor.
Justifica-se o entendimento acima na necessidade de alcançar a proteção ao consumidor não só o direito material, mas também o processual, sob pena de se tornar ineficaz a tutela deferida com o reconhecimento dos direitos do consumidor, se a defesa em Juízo pode ser sensivelmente prejudicada nas hipóteses em que o ajuizamento do processo no foro de eleição praticamente inviabiliza a defesa117.
Neste sentido se manifesta a jurisprudência acerca do tema:
FORO DE ELEIÇÃO. Código de Defesa do Consumidor. Banco.
Alienação fiduciária. A atividade bancária de conceder financiamento e obter garantia mediante alienação fiduciária é atividade que se insere no âmbito do Código de Defesa do Consumidor. É nula a cláusula de eleição de foro inserida em contrato de adesão quando dificultar a defesa do aderente em juízo, podendo o juiz declinar de ofício sua competência.
Precedentes. Recurso não conhecido. (STJ – REsp. n.º 201.195- SP)118.
COMPETÊNCIA. FORO DE ELEIÇÃO. CONTRATO DE ADESÃO.
Eventual desconsideração da cláusula de eleição de foro, em contrato de adesão, por repontar obstáculo à defesa, depende da iniciativa do réu. A incompetência relativa não pode ser declarada de ofício (Súm. 33/STJ). Recurso conhecido e provido. (STJ – REsp. n.º 61.447-SP)119.
Apesar da resistência de alguns doutrinadores e juristas, a mudança do foro de eleição quando demonstrar cláusula abusiva no contrato de alienação fiduciária de imóvel, impossibilitando o direito do consumidor a ampla defesa, está acontecendo, passando assim, o foro a ser o domicílio do consumidor.
117 CORRÊA JR., Luiz Carlos de Azevedo. A alienação fiduciária em garantia e o Código de Defesa do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v.178, set./out. 2000, p.13.
118 Brasil. Superior Tribunal de Justiça. RE 201.195/SP. Disponível em: <http://www.stj.gov.br>.
Acesso em: 27 ago. 2009.
119 Brasil. Superior Tribunal de Justiça. RE 61.447/SP. Disponível em: <http://www.stj.gov.br>.
Acesso em: 27 ago. 2009.
Pode-se dizer que a aplicação do Código de Defesa do Consumidor em tais situações veio para superar alguns entraves de legislação, modificando completamente a forma de pensar de doutrinadores e juristas, além de dar maior segurança aos contratantes, por ser um diploma legal confiável e novo, com uma concepção de equitatividade. Já existe farta jurisprudência sobre a alienação fiduciária, o CDC e as leis especiais, Por todas estas modificações e inovações é que o Código de Defesa do Consumidor é de grande importância na Alienação Fiduciária, visto que, sua aplicação de forma correta, como está sendo feita na maioria dos casos, evita que ocorram abusos que eram tão freqüentes antes da sua existência120.
Assim, com a instituição do Código de Defesa do Consumidor pode-se dizer que passou a existir uma concepção contratual, principalmente no que diz respeito a Alienação Fiduciária, evitando abuso nas relações contratuais, dando ao consumidor a possibilidade de discutir cláusulas que considerar abusiva.
No decorrer do presente trabalho monográfico pode-se verificar a complexibilidade da Alienação Fiduciária em Garantia de Bens Imóveis, e toda modificação ocorrida depois da Lei 9.514/97. Também se viu a importância do Código de Defesa do Consumidor nos contratos de Alienação Fiduciária em geral, e nos demais contratos que utilizam a Alienação Fiduciária como forma de garantia.
120 CORRÊA JR., Luiz Carlos de Azevedo. A alienação fiduciária em garantia e o Código de Defesa do Consumidor.
Diante da pesquisa realizada e exposta em linhas pretéritas, pode-se afirmar que se buscou explanar da melhor forma possível o tema sobre A Aplicabilidade da Alienação Fiduciária de Bem Imóvel nos Contrato
Foram abordados alguns aspectos jurídicos relevantes a Alienação Fiduciária, especialmente aqueles relativos à Alienação Fiduciária como Garantia de algumas espécies de contratos imobiliários.
Inicialmente, no primeiro capítulo, foi apresentada a Evolução Histórica da Alienação Fiduciária, iniciando com a origem desta no mundo, e as principais características da época. Em seguida, adentrou-se nas espécies e aspectos da fidúcia, estudando a mancipatio e a in iuri cessio.
Estudou-se também no primeiro capítulo, o crescimento da fidúcia e em alguns países, com destaque especial para a fidúcia no Direito Romano e no Direito Inglês, com destaque para o trust receipt e o mortgage.
No segundo capítulo tratou-se dos bens que podem ser objetos de Alienação Fiduciária, inicialmente adentrando no conceito deste instituto, bem como sua natureza jurídica. Depois, passou-se a analisar a regulamentação da alienação fiduciária no Direito Brasileiro, com a instituição da Lei 9.514/97, foi com esta lei que determinou-se os bens ou coisas passíveis de Alienação Fiduciária e as partes na constituição da Alienação Fiduciária de Imóveis. Também através da citada Lei, pode-se verificar quais os requisitos necessários para a Alienação Fiduciária em garantia de bens imóveis e de que formas ocorre a extinção do Contrato de Alienação Fiduciária.
No terceiro capítulo finalmente, abordou-se o instituto da Alienação Fiduciária de Bens Imóveis como Garantia de Contrato, analisou-se a possibilidade desta garantia nos Contratos de Locação, de Compra e Venda, de Arrendamento Mercantil, de Empréstimo e de Confissão de Dívida, todos relacionados a imóveis. Pode-se constatar que esta garantia é utilizada
principalmente nos Contratos de Compra e Venda Imobiliários, mas também pode ser visto nos Contratos de Empréstimo e de Confissão de Dívida. Por fim, estudou-se a possibilidade de aplicação do Direito do Consumidor nos Contratos de Alienação Fiduciária em garantia, confirmando que por se tratar de um contrato de adesão, consequentemente de uma relação de consumo, é regido pelo Código de Defesa do Consumidor.
Oportuno consignar que com base no que foi pesquisado e analisado, verificou-se que foi possível responder aos questionamentos formulados para a realização desta pesquisa, restando evidenciado o acatamento de todas as hipóteses formuladas na introdução.
Em relação ao conteúdo desenvolvido no presente estudo monográfico, e tendo em vista o que foi abordado no desenvolvimento da pesquisa, espera-se de alguma forma, ter contribuindo para o desenvolvimento do Direito, uma vez que o tema abordado, sempre foi presente no âmbito jurídico pátrio, no entanto, começaram infinitas discussões e grandes avanços em relação a legislação, a doutrina e a jurisprudência após a criação da Lei 9.514/97.
Evidente que a presente monografia não esgota o estudo sobre A Aplicabilidade da Alienação Fiduciária de Bem Imóvel nos Contratos, pois são inúmeras as inclinações e modificações especialmente em relação ao Direito do Consumidor.
BARBOSA, Caio Mario Fiorini. Os 10 anos da lei de alienação fiduciária. Itajaí, 2001. Disponível em: <http://www.conasscon.com/content/view/211/89/>. Acesso em: 13 set. 2009.
Brasil. Lei 8.245 de 18 de outubro de 1991. Dispõe sobre as locações dos imóveis urbanos e os procedimentos a eles pertinentes. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8245.htm>. Acesso em: 31 ago. 2009.
Brasil. Lei 9.514 de 20 de novembro de 1977. Dispõe sobre o sistema de financiamento imobiliário, institui a alienação fiduciária de coisa imóvel e dá outras
providências. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/LEIS/L9514.htm>. Acesso em: 14. jun de 2009.
Brasil. Superior Tribunal de Justiça. AG. 843.132/SC. Disponível em:
<http://www.stj.jus.br/SCON/jurisprudencia/toc.jsp?livre=RJP.font.+ou+RJP.suce.>
. Acesso em: 25 ago. 2009.
Brasil. Superior Tribunal de Justiça. RE 201.195/SP. Disponível em:
<http://www.stj.gov.br>. Acesso em: 27 ago. 2009.
Brasil. Superior Tribunal de Justiça. RE 61.447/SP. Disponível em:
<http://www.stj.gov.br>. Acesso em: 27 ago. 2009.
Brasil. Tribunal de Justiça de Minas Gerais. AC. 1.0153.06.055779-7/001.
Disponível em: <http://www.tj.mg.gov.br>. Acesso em: 25 ago. 2009.
Brasil. Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. AC. 195.114.731. Disponível em:
<http://www.tj.sc.gov.br>. Acesso em: 27 ago. 2009.
Brasil. Tribunal de Justiça de Santa Catarina. AI. 99.006192-2. Disponível em:
<http://www.tj.sc.gov.br>. Acesso em: 26 ago. 2009.
Brasil. Tribunal de Justiça de Santa Catarina. AI. 99.004349-5. Disponível em:
<http://www.tj.sc.gov.br>. Acesso em: 26 ago. 2009.
Brasil. Tribunal de Justiça de Santa Catarina. AC 2004.020401-9. Disponível em:
<http://www.tj.sc.gov.br>. Acesso em: 25 ago. 2009.
Brasil. Tribunal de Justiça de Santa Catarina. AI. 2008.016821-0. Disponível em:
<http://www.tj.sc.gov.br>. Acesso em: 25 ago. 2009.
Brasil. Vademecum acadêmico e profissional: Código de defesa do consumidor.
3.ed. São Paulo: Lemos e Cruz, 2009.
Brasil. Vademecum acadêmico e profissional: Súmulas do STJ.
CALÇAS, Manoel de Queiroz Pereira. Aspectos gerais e questões polêmicas da alienação fiduciária de imóveis. São Paulo, 2007. Disponível em:
<http://www.secovi.com.br/noticias/arq_not/Palestra%20de%20Manoel%20Calcas _100407.pdf>. Acesso em: 16 jun. 2009.
CARMO. Suzana J. de Oliveira. Alienação fiduciária: algumas considerações sócio-políticas. Disponível em: <http://br.monografias.com/trabalhos909/alinacao- fiduciaria/alinacao-fiduciaria.shtml>. Acesso em: 29 abr. 2009.
CHALHUB, Melhim Namem. Negócio fiduciário. 2.ed. São Paulo: Renovar, 2000.
COLOMBO, Giuliano. Lei n. 10.931/04 – Alterações na legislação sobre alienação
fiduciária. São Paulo, 2004. Disponível em:
<http://www.ibrademp.org.br/arquivos/alteracoes_na_legislacao_sobre_alienacao _fiduciaria.pdf>. Acesso em: 16 jun. 2009.
CORRÊA JR., Luiz Carlos de Azevedo. A alienação fiduciária em garantia e o Código de Defesa do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v.178, set./out. 2000.
CUNHA, Belinda Pereira da. BARTECHIUVI, Mário. A alienação fiduciária em garantia interpretada à luz das disposições do código de defesa do consumidor.
Disponível em:
<http://www.gentevidaeconsumo.org.br/dir_consumidor/belinda/alienacao_fiduciari a.htm>. Acesso em: 25 out. 2009.
DINIZ, Maria Helena. Código civil anotado. 8.ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
______. Dicionário jurídico. 5.ed. Vol.2. Saraiva: São Paulo, 2001.
FABRICIO, Adroaldo Furtado. A alienação fiduciária de imóveis segundo a lei
9.514/97. Porto Alegre, 2001. Disponível em:
<http://www.tj.ro.gov.br/emeron/sapem/2001/outubro/2610/ARTIGOS/A02.htm>.
Acesso em: 20 jun. 2009.
FELICIANO, Guilherme Guimarães. Tratado de alienação fiduciária em garantia:
das bases romanas à Lei n. 9.514/97. São Paulo: LTr, 1999. p. 78.
FORGIARINI, Giorgio. Aspectos relevantes da alienação fiduciária em garantia.
Teresina, 2002. Disponível em:
<http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=3108>. Acesso em: 10 abr. 2009.
GODOY. Minéia. Alienação fiduciária. Porto Alegre, 2006. Disponível em:
<http://www.boletimjuridico.com.br/doutrina/texto.asp?id=1326>. Acesso em: 29 abr. 2009.
GOMES, Chiang de. Alienação Fiduciária em Garantia. Revista Jurídica n. 218.
Disponível em: <http://www.datadez.com.br/eyebot/default.asp>. Acesso em: 8 abr. 2009.
GOMES, Orlando. Alienação fiduciária em garantia. 4.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1975.
KOJRANSKI, Nelson. Repercussões da alienação fiduciária de imóvel na locação.
Disponível em:
<http://www.oab.org.br/oabeditora/users/revista/1235066846174218181901.pdf>.
Acesso em: 07 de set. 2009.
______. Lei das XII Tábuas. Disponível em:
<http://www.geocities.com/a_c_machado/DirRomano/Lei12tabuas.htm>. Acesso em: 10 abr. 2009.
LEMOS, Walter Gustavo da Silva; CAVALCANTE, Edson de Oliveira. Cabimento da prisão civil nos contratos de alienação fiduciária. Teresina, 2003. Disponível em: <http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=3591>. Acesso em: 28 set. 2009.
MARTINS, Raphael Manhães. A alienação fiduciária em garantia de acordo com uma perspectiva civil-constitucional. Teresina, 2004. Disponível em:
<http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=5658>. Acesso em: 30 abr. 2009.
MAZZUOLI, Valério de Oliveira. Alienação fiduciária em garantia e a prisão do devedor fiduciante. Campinas: Agá Júris, 1999.
MENEZES, Danieli Borin. A nova concepção contratual com base no código de defesa do consumidor e a alienação fiduciária. Santa Maria, 2006. Disponível em:
<http://www.ufsm.br/revistadireito/eds/v2n3/a06.pdf>. Acesso em: 10 set. 2009.
MIRANDA, Pontes de. Tratado de Direito Privado. Parte Geral. Tomo I:
Introdução. Pessoas Físicas e Jurídicas. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1977.
NETTO. Nelson Rodrigues. A evolução da alienação fiduciária em garantia. 26.ed.
São Paulo: Revista do Curso de Direito do Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas. vol. 18. 26.ed.
OLIVEIRA NETO, Renato Avelino de. Mancipatio. Teresina, 2005. Disponível em:
<http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=7174>. Acesso em: 29 abr. 2009.