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ESTRATÉGIAS DE ENSINO

No documento universidade do vale do itajaí - Univali (páginas 60-68)

Sobre a confiança para empreender, a pesquisa pontua que existe uma forte relação entre o preparo dos estudantes e seu nível de confiança, além da relação entre confiança e a expectativa de tempo para a abertura do novo negócio; cerca de 27% dos alunos que querem abrir uma empresa, a longo prazo, se sentem muito preparados para empreender, enquanto 40% dos que querem abrir uma empresa, ainda nesse ano, têm a mesma sensação de preparo, sendo podemos afirmar que quanto mais próxima é a previsão de abertura, maior é a confiança dos alunos para empreender.

baseado em desenvolvimento de projetos.

Fase de criação do negócio a. Planejamento do negócio b. Captação de recursos c. Organização dos recursos

d. Estabelecimento de rede de relacionamento e. Desenvolvimento de estratégias

A pedagogia deve ser totalmente baseada no desenvolvimento de projetos. Consultoria individual e interação e discussão entre os grupos sobre os projetos de cada um. Os colegas de classe e seus respectivos contatos devem ser utilizados como o primeiro degrau na construção da rede de relacionamentos.

Fase posterior à criação a. Implementação do projeto

b. Reexame contínuo das estratégias c. Utilização da rede de relacionamento d. Estratégias de crescimento

e. Profissionalização da gestão

Itens a, b e c devem ser ministrados através de orientação/consultoria individual e participação ativa do aluno e do grupo, com alguma apresentação de teoria sobre os temas.

Para os itens de e prevê-se a utilização de aulas expositivas, leituras e, concomitantemente, desenvolvimento de projetos.

Quadro 10: Modelo de Wyckham (1989) para a educação empreendedora Fonte: Guimarães (2002)

De acordo com o quadro anterior, na fase anterior à criação do negócio, as aulas expositivas e leituras obrigatórias são as mais recomendadas pelo autor, quando o objetivo for promover informações sobre o processo de criação de empresas e os valores e atitudes que devem permear a prática empresarial. Quando se tratar de desenvolver comportamentos empreendedores, as estratégias que permitem reflexão sobre o próprio comportamento são as consideradas mais adequadas. Para identificar e avaliar oportunidades, o desenvolvimento de projetos com ação efetiva dos alunos deve ser a técnica de ensino mais utilizada. Para a fase de consolidação da empresa, o docente deve mesclar aulas expositivas e leituras sobre formas de estabilizar e ampliar negócios com o desenvolvimento de estudos e projetos por parte dos alunos. Na fase posterior à criação do negócio, a metodologia de ensino deve privilegiar, em detrimento de aulas expositivas, a elaboração de projetos através de orientação docente e com ampla discussão e interação entre os diversos grupos (com base em WYCKHAM, 1989 apud GUIMARÃES, 2002).

Ainda com relação às metodologias de ensino a serem adotadas no ensino do empreendedorismo, Rushing (1990), Ulrich e Cole (1987) e Sextone Bowman-Upton (1987 apud GUIMARÃES, 2002), afirmam que a escolha entre as opções de técnicas pedagógicas devem ser feitas, considerando o pressuposto de que a educação empreendedora deve se centrar no desenvolvimento de habilidades que possam facilitar a tomada de decisões. Tais habilidades englobariam a capacidade de inovar, de assumir riscos e de resolver problemas.

Para isso, os programas devem privilegiar atividades que demandem participação dos alunos.

Guimarães (2002) apresenta também uma matriz de estilos de aprendizagem e de técnicas pedagógicas, baseadas em Ulrich e Cole (1987), que utilizam, como ponto de partida,

o modelo de aprendizagem de Kolb (1976), a fim de promoverem uma ampliação na matriz, incluindo técnicas pedagógicas para cada tipo de aprendizagem, conforme quadro, a seguir.

III – Ativo-aplicado: mudanças em habilidades e atitudes

-jogos de papéis - simulações

- exercícios estruturados - processo de discussões - grupo T

- diários

- projetos de campo

II - Reflexivo-aplicado: mudança na avaliação - filmes

- aulas expositivas dialógicas - diálogos

- discussões limitadas - casos

-exame/avaliação de problemas -instrução programada

IV - Ativo-teórico: mudança na compreensão

- trabalhos em equipe - discussões

- experimentos/pesquisa -leituras indicadas - análise de artigos

I - Reflexivo-teórico: mudança no conhecimento - aulas expositivas

- leituras obrigatórias - anotações do professor

- instrução programada (conceitos) - artigos teóricos

- exames de conteúdo

Quadro 11: Matriz de estilos de aprendizagem e técnicas pedagógicas de Ulrich e Cole Fonte: Guimarães (2002, p. 120)

Na concepção de Ulrich e Cole (1987 apud GUIMARÃES, 2002), as abordagens pedagógicas mais adequadas aos cursos, que tem como objetivo a formação empreendedora, e por eles denominadas de ensino direcionado ao empreendedorismo, estão dispostas nos quadrantes três e quatro. Tais abordagens, diferentemente das tradicionais, exigem que o professor assuma um papel secundário no processo, agindo apenas como um orientador da aprendizagem. Isso porque caberá ao aluno participar, ativamente, das atividades propostas, refletir sobre os resultados, propor redirecionamentos ou mesmo recomendações e avaliar contextos.

Guimarães (2002) apresenta a organização didático-pedagógica das disciplinas em empreendedorismo, da graduação em administração, de três universidades norte-americanas: a Universidade de Saint Louis, no Estado do Missouri, a Universidade de Indiana, no estado de Indiana, e a Babson Colege, no estado de Massachussets. Essas três instituições desenvolvem esforços, no sentido de promover o empreendedorismo e de contribuir para a qualificação empreendedora dos alunos.

O quadro 12, a seguir, detalha as disciplinas de empreendedorismo juntamente com as metodologias de ensino adotadas, no curso de graduação em Administração, da Universidade de Saint Louis.

DISCIPLINAS OFERTADAS METODOLOGIAS DE ENSINO

Entrepreneurship (Empreendedorismo)

Livro-texto, aulas expositivas, leituras, casos e depoimentos.

- Os alunos, em grupo, desenvolvem um projeto de consultoria e, individualmente, um relatório (com apresentação) sobre uma experiência empreendedora.

- Os alunos têm dois exames. O final é no formato de análise de caso.

Business Plan Development Livro-texto, desenvolvimento e apresentação de plano de negócios individual (várias etapas).

Introduction to Family Business

Quadro 12: Disciplinas de formação empreendedora do curso de graduação em administração da Universidade de Saint Louis- Missouri

Fonte: Guimarães (2002, p. 169)

De acordo com Guimarães (2002), a maior parte das aulas adquire caráter reflexivo, com predominância de aulas expositivas, de depoimentos, de leituras e de análise de casos. A exceção é a exigência de um relatório de consultoria organizacional, elaborado em equipe e individualmente, e um caso sobre experiência empreendedora, consideradas técnicas instrucionais ativas e mais adequadas ao empreendedorismo.

A terceira (e última) disciplina ofertada na graduação, intitulada Introduction to Family Business, se propõe a abordar temas relacionados à problemática da empresa familiar, principalmente, os decorrentes de processos de sucessão. Essa disciplina, no entanto, oferecida como optativa, nunca foi demandada pelos alunos.

O quadro, a seguir, detalha as disciplinas de empreendedorismo juntamente com as metodologias de ensino adotas no curso de graduação em Administração da Universidade Universidade de Indiana.

DISCIPLINAS OFERTADAS METODOLOGIAS DE ENSINO

Contemporary Entrepreneurship Aulas expositivas, exercícios, vídeos, depoimentos e plano de negócios.

Small Business Entrepreneurship

Aulas expositivas, depoimentos, leituras, estudos de casos e discussões, plano de negócios.

Venture Growth Management Aulas expositivas, estudos de casos, discussões em classe, leituras, depoimentos.

Quadro 13: Disciplinas de formação empreendedora do curso de graduação em administração da Universidade de Indiana

Fonte: Guimarães (2002, p. 193)

A Babson College é considerada a principal escola de negócios, no mundo, com foco em empreendedorismo. Ela tem uma abordagem inovadora para preparar estudantes de graduação e profissionais que trabalham para os desafios do mundo empresarial moderno. Os currículos dinâmicos, da Babson, são focados no desenvolvimento de habilidades que envolvem e transcendem o negócio, para que os alunos tenham habilidades multidimensionais e possam contribuir, em muitos níveis. Infundindo o espírito de inovação, nos programas acadêmicos, a Babson molda líderes capazes de antecipar, iniciar e gerir a mudança para criar oportunidades e fazer a diferença (BABSON, 2015).

De acordo com Guimarães (2002), as disciplinas de formação empreendedora, ofertadas no currículo de graduação em Administração, da Babson College, são apresentadas no quadro, a seguir, o qual disponibiliza as disciplinas e as metodologias de ensino utilizadas, pelo corpo docente.

DISCIPLINAS OFERTADAS METODOLOGIAS DE ENSINO Foundation Management

Experience

Casos, leituras de textos. Criação e gestão de uma empresa com capital da instituição.

Entrepreneurship and New Ventures

Livro-texto, casos, depoimentos, vídeos, aulas expositivas, plano de negócios.

Para cada tópico um caso e/ou vídeo e/ou depoimento.

New Venture Creation and the Business Plan

Aula expositiva, depoimentos, vídeos, plano de negócios (em grupo), entrevista e avaliação (pontos fortes e fracos), de um empreendedor (redação de um caso), desenvolvimento de um artigo contendo a relação entre o curso e sua carreira.

Para cada tópico um caso e/ou vídeo e/ou depoimento.

Financing Entrepreneurial Ventures

Livro-texto, leituras, aulas expositivas. Desenvolvimento de um projeto: análise de uma experiência de investimento ou empréstimo. Pode ser realizados com bancos, capitalistas de risco, instituições governamentais, empresas de leasing, investidores individuais etc. A proposta é que se analise, não a mera descrição de um processo, mas um caso, considerando os critérios utilizados para a tomada de decisão, a conjuntura, os resultados etc. Também o desenvolvimento de quatro relatórios em grupo sobre experiências empresariais.

Para cada tópico um caso e/ou vídeo e/ou depoimento.

Family Business Management

Aulas expositivas, vídeos, casos, depoimentos, leituras e discussões em sala. Os alunos devem desenvolver, individualmente, a descrição e a análise de caso, uma entrevista, um artigo baseado em pesquisa, caso ou plano estratégico para empresa familiar. A análise deve relacionar a teoria e a prática. Para cada tópico, um caso e/ou vídeo e/ou depoimento.

Managing a Growing Business

Livro-texto, leituras, casos, aulas expositivas, vídeos, depoimentos. Os alunos devem descrever a analisar os casos a serem discutidos, em sala. Devem, ainda, desenvolver um projeto de campo, em um negócio local, para explicar e aplicar

os conceitos ensinados, no curso, para analisar a situação, os problemas e as oportunidades. O trabalho deve ser enriquecido com pesquisa bibliográfica, em grupo. Corresponde ao exame final.

Para cada tópico um caso e/ou vídeo e/ou depoimento.

Entrepreneurial Field Studies

Não existe texto obrigatório, nem leituras. Os alunos desenvolvem relatórios sobre a sua atuação. No caso da consultoria, o professor mantém contato com o empreendedor, para acompanhar a contribuição do aluno.

Marketing for Entrepreneurs Aulas expositivas, leituras e discussão de casos.

Corporate Venturing Entrepreneurs in Organizations

Livro-texto, leituras, casos, depoimentos. Os alunos devem construir um caso sobre negócios em corporações, analisando a experiência (podem avaliar sucesso ou fracasso) considerando os três aspectos: inovação, cultura organizacional e intraempreendedorismo. Os alunos devem avaliar o filme Sociedade dos Poetas Mortos, identificando lições extraídas dele, a fim de elaborarem uma análise, na qual constem as cenas que comprovam seu argumento e a relação com as mudanças, em corporações. Os alunos devem desenvolver um plano para um negócio, em uma corporação, o qual deverá ser apresentado e julgado, oralmente.

Venture Growth Strategies

Livro-texto, lista de leituras, de programa de computador para simular situações. O curso não prevê a utilização de casos para discussão. Os alunos, em grupo, irão gerenciar empresas, em suas fases de crescimento, tomando decisões relativas a todos os aspectos do negócio.

Venture Capital

Livro-texto, análise de casos, análise de sites de investimentos e apresentação em sala, análise de desempenho financeiro de empresas. Para cada tópico, um caso é analisado.

Franchising, Licensing and Distributorships: exploiting rapid growth opportunities

Livro-texto (Timmons), análise de casos, aulas expositivas, depoimentos. Em cada caso, o aluno deverá efetuar uma análise por escrito de uma a duas páginas dos principais aspectos.

Os alunos deverão, ainda, desenvolver um projeto, dentro das seguintes possibilidades: desenvolver um plano de negócios que vise o crescimento da empresa, utilizando as estratégias de franquia, licenciamento ou distribuição; desenvolver uma proposta realista para se tornar franqueador de uma empresa;

identificar um produto de propriedade que possa ser licenciado e escrever um plano para ser submetido ao proprietário; relatar o processo de crescimento de uma empresa, através de franquia (análise documental). Não se prevê a realização de exames.

Quadro 14: Disciplinas de formação empreendedora do curso de graduação em administração do Babson College

Fonte: Guimarães (2002, p. 231-238)

Um estudo realizado por Ferreira, Ramos e Gimenez (2006) apresentou um comparativo entre as práticas didáticas, em cursos de Administração, no Brasil e nos Estados Unidos. Dessa pesquisa, participaram dezenove IES brasileiras e três americanas. Os resultados revelaram similaridades, como a percepção de que os cursos de administração

privilegiam a gestão de grandes organizações, em detrimento das pequenas e médias, e que o ensino de empreendedorismo pode incrementar o pensamento criativo, a inovação e a habilidade de descobrir problemas e resolvê-los de maneira original.

As práticas pesquisadas foram agrupadas, da seguinte forma: as teóricas, com aulas expositivas, trabalhos teóricos individuais e em grupo, exigência de ficha de leitura e provas dissertativas; as práticas, com estudos de caso e trabalhos práticos individuais e em grupo; o incentivo à rede de relacionamentos, através de seminários com executivos e empresários, visitas às empresas, tarefa extraclasse; simulação de atividades empreendedoras, com desenvolvimento de produto ou de empresa fictícia e elaboração de plano de negócio. Toda população apresentou práticas que contemplam esses quatro eixos, o que pode refletir uma preocupação com a formação integral do aluno-empreendedor (FERREIRA; RAMOS;

GIMENEZ, 2006).

Por meio da pesquisa aplicada a 19 IES brasileiras, mais especificamente em cursos de graduação, em administração, da cidade de Curitiba, a tabela 1, a seguir, apresenta as práticas pedagógicas, demonstradas por meio de percentuais.

Fonte: Adaptado de Ferreira, Ramos e Gimenez (2006)

A tabela, acima, nos mostra que, das 18 práticas pedagógicas adotadas pelas IES participantes, o estudo de caso, a visita às empresas e a elaboração de planos de negócios são adotadas por 100% das instituições. As demais práticas apresentam um percentual entre 88%

PRÁTICA PEDAGÓGICA PERCENTUAL

Estudo de caso 100 %

Visita a empresas 100 %

Elaboração de plano de negócios 100 %

Aulas expositivas 88 %

Trabalhos teóricos em grupo 88 %

Trabalho prático em grupo 88 %

Palestras com executivos ou empresários 88 % Tarefa que exige visita às empresas 88 %

Criação de empresa 88 %

Provas dissertativas 82 %

Atendimento individualizado 76 % Solicitação de desenvolvimento de produtos 71 % Trabalhos teóricos individuais 65 % Trabalho prático individual 65 %

Adoção de livro texto 53 %

Pesquisa 41 %

Exigência de ficha de leitura 20 %

Estágio 18 %

Tabela 1: Frequência das práticas pedagógicas das IES brasileiras

e 18%, sendo que as práticas menos adotadas, pelas instituições estudadas, são a exigência de ficha de leitura e o estágio, com um percentual de 20% e 18%, respectivamente.

De acordo com Ferreira, Ramos e Gimenez (2006), as três IES norte-americanas – Babson College, Universidade de Saint Louis e Universidade de Indiana – contemplam, em seu escopo, disciplinas voltadas à formação de empreendedores, em 1958, 1967 e 1973, respectivamente. Os documentos, as publicações e os investimentos dessas IES, nesse tipo de educação, sugerem que a formação de empreendedores é entendida como um importante elemento de seu sistema educacional.

Ainda de acordo com esses autores, o comparativo das práticas pedagógicas das IES dos EUA foi apresentado de forma qualitativa e, também, foram agrupadas em quatro eixos, como as práticas pedagógicas das IES brasileiras. As três IES relataram adotar práticas que contemplam os quatro eixos. Algumas práticas são adotadas por todas as IES pesquisadas (estudo de caso, plano de negócios, aulas expositivas, trabalhos práticos em grupo, seminários com executivos e empresários, criação de empresa e exigência de ficha de leitura). Outras são adotadas por uma ou duas IES (tarefa que exige visita a empresa, aplicação de provas dissertativas, trabalhos teóricos e práticos individuais, e adoção de livro texto) (FERREIRA;

RAMOS; GIMENEZ, 2006).

Vieira et. al. (2013) pesquisaram sobre as práticas didático-pedagógicas, utilizadas no ensino do empreendedorismo, visando compreender o fenômeno do empreendedorismo e a conhecer o processo de formação dos empreendedores, a fim de identificar metodologias e práticas que deem suporte para esse tipo de educação, no contexto brasileiro.

Ainda no estudo de Vieira et. al. (2013), foram estudadas as seguintes variáveis: como a temática de empreendedorismo é abordada nas IES participantes de pesquisa; a carga horária do currículo; a categoria administrativa versus recursos disponíveis; as práticas pedagógicas existentes para o ensino de empreendedorismo, na IES.

A tabela 2, a seguir, apresenta as práticas pedagógicas executadas por IES brasileiras, para o ensino do empreendedorismo, as quais estão descritas com base na incidência diagnosticada, nas 135 instituições pesquisadas, na qual os coordenadores dos cursos superiores de administração responderam a pesquisa (VIEIRA et. al., 2013).

PRÁTICA PEDAGÓGICA PERCENTUAL

Aulas expositivas 98 %

Estudo de caso 94 %

Trabalhos teóricos em grupo 92 %

Elaboração de plano de negócios 86 %

Palestras com executivos ou empresários 85 % Apresentação de seminários pelos alunos 82 %

Visita às empresas 80 %

Depoimento de empreendedores 79 %

Trabalhos teóricos individuais 78 %

Provas dissertativas 65 %

Trabalho prático individual 55 %

Adoção de livro texto 50 %

Solicitação de desenvolvimento de produtos 47 %

Atendimento individualizado 44 %

Jogo virtual de empreendedorismo 40 % Exigência de ficha de leitura 24 %

Tabela 2: Práticas pedagógicas executadas por IES brasileiras para o ensino do empreendedorismo Fonte: Adaptado de Vieira et. al. (2013)

Das práticas pedagógicas existentes para o ensino de empreendedorismo, as mais utilizadas, nas IES pesquisadas, foram aulas expositivas, estudos de caso e trabalhos teóricos, em grupo, com 98%, 94% e 92% de incidência, respectivamente.

No documento universidade do vale do itajaí - Univali (páginas 60-68)