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universidade do vale do itajaí - Univali

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Academic year: 2023

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PRÁTICAS DE ENSINO DO EMPREENDEDORISMO NA FORMAÇÃO DE ACADÊMICOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS - GESTÃO DA UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DE SANTI. LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LOG – Disciplina voltada ao ensino de Logística.

PROBLEMA DE PESQUISA

Objetivo Geral

Este capítulo apresenta o objeto de pesquisa, o problema de pesquisa, o objetivo geral e os objetivos específicos.

Objetivos Específicos

CONTRIBUIÇÕES DA PESQUISA E JUSTIFICATIVA

Estudo comparativo das práticas didático-pedagógicas no ensino de empreendedorismo em universidades brasileiras e norte-americanas (FERREIRA, J. M.; RAMOS, S. C.; GIMENEZ, F., 2006);. Práticas didático-pedagógicas no ensino do empreendedorismo em cursos de graduação e pós-graduação nacionais e internacionais (HENRIQUE, D. C.; CUNHA, S. K., 2008);

ESTRUTURA DO TRABALHO

Além de pesquisas, artigos e metodologias educacionais, é importante destacar que existem diversos eventos promovidos por instituições de ensino superior (IES), com o objetivo de desenvolver o empreendedorismo, bem como eventos promovidos por organizações de desenvolvimento, associações ou câmaras municipais. e governos. Teorias sobre os conceitos de ensino superior, empreendedorismo, educação para o empreendedorismo e empreendedorismo educacional, estratégias de aprendizagem e ensino sustentam esta pesquisa.

ENSINO SUPERIOR: HISTÓRIA E SITUAÇÃO ATUAL DAS IES NO BRASIL E

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira – LDB 9.394/1996 – e

São três documentos de significativa importância para o desenvolvimento deste estudo: a Lei de Diretrizes e Fundamentos da Educação Brasileira - LDB a Declaração Mundial sobre a Educação Superior no Século XXI - Visão e Ação, 1998; e a Conferência Mundial sobre Ensino Superior 2009 – As Novas Dinâmicas do Ensino Superior e da Investigação para a Mudança Social e o Desenvolvimento. Vale a pena recordar: a Declaração Mundial sobre o Ensino Superior no Século XXI – Visão e Acção de 1998 e a Conferência Mundial sobre o Ensino Superior 2009 – As Novas Dinâmicas do Ensino Superior e da Investigação para a Mudança e o Desenvolvimento Social.

EMPREENDEDORISMO

Conceitos e definições

Pela mesma lógica, numa cultura de orientação diferente, as características típicas de uma empresa diferem” (1963). Segundo Martins (2010), as definições da tabela anterior focaram nas características pessoais do indivíduo empreendedor.

EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA E ENSINO DO EMPREENDEDORISMO

1982 315 escolas secundárias com cursos de empreendedorismo ou pequenos negócios (Solomon et al, 1994). 1991 1.060 escolas secundárias com cursos de empreendedorismo ou pequenos negócios (Solomon et al, 1994).

Figura 1: Pilares dos Objetivos do Ensino do Empreendedorismo  Fonte: Rocha; Freitas (2014 p
Figura 1: Pilares dos Objetivos do Ensino do Empreendedorismo Fonte: Rocha; Freitas (2014 p

PESQUISAS CONCERNENTES AO EMPREENDEDORISMO

Pesquisa Empreendedorismo nas universidades brasileiras

Porém, segundo os resultados da pesquisa Endeavor (2014, p. 14), “a internet e os livros são os recursos que mais ajudam os alunos a se prepararem para empreender, com mais de 80% de afirmações positivas para cada um. 48,7% dos alunos já frequentaram algum curso relacionado com empreendedorismo; entre os graduados, 63% dos alunos já realizaram cursos sobre o tema; poucos estudantes de áreas menos focadas nos negócios já fizeram os cursos, com 30% dos estudantes de ciências da saúde já fazendo um curso relacionado ao empreendedorismo; Fazer um curso aumenta a confiança dos alunos em 23,3%, comparando a autoconfiança média dos alunos que já fizeram o curso e dos que nunca fizeram. Sobre as diferenças entre as redes pública e privada, a pesquisa observa que: os alunos que já concluíram Empresa Júnior chegam a 41%, nos alunos de alta renda das escolas públicas e 3% nos alunos de baixa renda das escolas privadas. mesmo participando menos de atividades extracurriculares, como Empresas Juniores (EJ) e Diretórios Acadêmicos (DA), os alunos da rede privada indicam que recebem mais apoio docente para o empreendedorismo do que os alunos da rede pública, e esses resultados mostram uma relação inversa entre rendimento e apoio percebido; 41,6% do grupo de alunos de baixa renda das escolas privadas indicam que recebem muita ajuda, e 32,6% dos alunos de maior renda da mesma rede indicam o mesmo.

Em termos de confiança para empreender, a pesquisa observa que existe uma forte relação entre a preparação dos alunos e o seu nível de confiança, além da relação entre a confiança e o tempo esperado para abrir o novo negócio; cerca de 27% dos alunos que pretendem abrir uma empresa, no longo prazo sentem-se muito preparados para empreender, enquanto 40% dos que pretendem abrir uma empresa, ainda nesse ano, têm o mesmo sentimento de preparação e podemos dizer. que quanto maior a abertura, maior a confiança dos alunos para empreender.

ESTRATÉGIAS DE ENSINO

Para as disciplinas de e, espera-se que sejam utilizadas palestras, leituras e, portanto, desenvolvimento de projetos. Na fase posterior à criação da empresa, o método de ensino deve, em detrimento das aulas expositivas, privilegiar a elaboração de projetos através de orientação docente e com ampla discussão e interação entre os diferentes grupos (baseado em WYCKHAM, 1989 apud GUIMARÃES, 2002). Segundo Guimarães (2002), a maioria das aulas assume caráter reflexivo, com predominância de aulas expositivas, depoimentos, leituras e análises de casos.

Das práticas pedagógicas existentes para o ensino do empreendedorismo, as mais utilizadas nas IES pesquisadas foram aulas expositivas, estudos de caso e trabalhos teóricos em grupo, com prevalência de 98%, 94% e 92% respectivamente.

Tabela 1: Frequência das práticas pedagógicas das IES brasileiras
Tabela 1: Frequência das práticas pedagógicas das IES brasileiras

APRENDIZAGEM

Processo de Aprendizagem

Os processos de aprendizagem são sintetizados na aprendizagem como um processo social decorrente das interações sociais que ocorrem no ambiente organizacional; Processos de aprendizagem propostos por Mintzberg, Ahlstrand e Lampel (1998): intuição; interpretação; integração e institucionalização (JANSEN; VERA; CROSSAN, 2009). Durante a implementação de diversas tarefas de aprendizagem profissional, ocorrem processos de integração que, em última análise, levam à competência profissional (BAARTMAN; BRUIJN, 2011).

Fleury e Fleury (2001) mencionam que é por meio de processos de aprendizagem que a organização desenvolve as competências essenciais para a implementação de suas estratégias de negócio.

Figura 2: Processos de aprendizagem
Figura 2: Processos de aprendizagem

ABORDAGENS E ESTRATÉGIAS DE PESQUISA

Embora estes documentos fossem exclusivamente em papel (impressos ou manuscritos), hoje também podem ser apresentados em formato eletrónico/digital. Podem ser citados documentos não escritos: iconografia, fotografia, objetos, vestimentas, canções folclóricas, filmes, vídeos, discos, etc. (UNIVALI, 2011, p. 39). Esta fase envolveu a aplicação de pesquisa documental e a coleta de dados secundários por meio da análise de planos de aula.

Tais variáveis, no entanto, geralmente podem ser medidas por instrumentos, de modo que os dados numéricos possam ser analisados ​​por meio de procedimentos estatísticos.

UNIVERSO E AMOSTRA

Tabela 16: Síntese dos Planos de Ensino dos Cursos do Centro de Ciências Sociais Aplicadas - Gestão Fonte: Elaborada pela pesquisadora. Eles tiveram que ser desconsiderados e excluídos da análise, pois, se fosse utilizada uma média padrão para responder esses questionários, faria com que resultados diferentes daqueles obtidos apenas pelos questionários que foram respondidos corretamente e considerados válidos fossem utilizados para a realização deste pesquisar. Os primeiros resultados expostos são os obtidos a partir da análise dos planos de ensino dos sete cursos pertencentes ao Centro de Ciências Sociais Aplicadas - Gestão e, posteriormente, da análise descritiva de 659 questionários, que foram partilhados com académicos da Administração e Contabilidade. sido realizado. Cursos de Ciências., Logística, Marketing e Recursos Humanos que também fazem parte do Centro de Ciências Sociais Aplicadas - Gestão.

INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS E VARIÁVEIS DE ANÁLISE

Para isso, Machado (2005) realizou sua pesquisa em uma instituição superior do Rio Grande do Norte, que teve como objetivo incentivar o desenvolvimento da ética, do empreendedorismo e da crítica no processo de formação profissional. A importância do empreendedor para a sociedade Educação voltada para o empreendedorismo Começar um negócio enquanto estuda Sobre os acontecimentos do dia a dia da vida O que impede abrir um negócio Comportamento empreendedor Se uma pessoa ganha um milhão. As questões 6 a 12 abordam questões relacionadas com a educação para o empreendedorismo, tais como: a importância da educação focada no empreendedorismo; as atividades pedagógicas mais comuns no curso; avaliação do curso sobre formação de competências empreendedoras; criar uma visão que proporcione ao aluno um nível crítico; inovação e ética e vinculação das atividades curriculares às práticas de mercado; a importância das qualidades empreendedoras para a formação empreendedora.

Formação de habilidades e competências empreendedoras Formação de uma visão que ofereça ao aluno nível crítico, inovação, ética e acima de tudo “saber fazer”.

TÉCNICAS DE ANÁLISE DE DADOS

O questionário continha uma caixinha onde o aluno deveria indicar sua formação e em que campus está localizado, em que período estuda, quais disciplinas já cursou ou ainda estuda e também a data em que respondeu ao questionário . A análise dos dados também utilizará o coeficiente de variação (CV), que segundo Garcia (1989) significa o desvio padrão (S), expresso como percentual da média (x), permitindo comparações entre variáveis ​​de diferentes variáveis. natureza e dá uma ideia da precisão dos dados. A média, o desvio padrão e o coeficiente de variação possibilitam a realização de análises descritivas e comparações entre os dados.

PROTOCOLO DE PESQUISA

Problema de pesquisa: Quais práticas de ensino de empreendedorismo os acadêmicos acreditam que contribuem para sua formação em empreendedorismo no Centro de Ciências Sociais Aplicadas - cursos de graduação em Administração da Universidade Comunitária de Santa Catarina. Objetivo geral: Analisar as práticas de ensino de empreendedorismo na percepção dos estudantes de graduação do Centro de Ciências Sociais Aplicadas - Gestão da Universidade Comunitária de Santa Catarina. Categorizar o conteúdo programático dos cursos que tratam da temática empreendedorismo nos cursos de graduação do Centro de Ciências Sociais Aplicadas - Gestão.

Apresenta as estratégias de ensino adotadas pelos professores das disciplinas que abordam o tema empreendedorismo nos cursos de graduação do Centro de Ciências Sociais Aplicadas - Gestão.

ESTRATÉGIAS DE ENSINO COM ABORDAGEM DE EMPREENDEDORISMO

Estratégias de ensino abordadas por curso

Aulas de Diálogo de Estratégia / Discussão em grupo / Estudo de caso / Análise estratégica / Exercícios de desenho estratégico. 4. Revista PE Análise de texto / Apresentação e discussão do currículo / Explicação em diálogo / Debate / Estudo de caso / Estudo orientado / Seminários. As estratégias de aprendizagem utilizadas no curso de Marketing são “palestra dialogada”, “estudo de caso”, “leitura dirigida de artigos”, “seminários”, etc.

As estratégias de “estudo de caso” e “palestra dialógica” são adotadas pelas disciplinas de Treinamento, Liderança e EF – RH.

Estratégias de ensino abordadas por disciplina

As estratégias de ensino “aula dialogada”, “estudo de caso”, “dinâmica de grupo” e “seminários” são as estratégias utilizadas nos dois campi que oferecem o curso de Recursos Humanos, conforme tabela. Estratégia T 7. Aulas de diálogo / Discussão em grupo / Estudo de caso / Exercícios de análise estratégica / Exercícios de formulação de estratégia Tabela 39: Estratégias de aprendizagem na disciplina Estratégia. Gestão T 8. Aula dialógica / Discussão em grupo / Uso de transparências Tabela 40: Estratégias de aprendizagem na disciplina Gestão.

Pode-se observar na Tabela 48 que existem algumas estratégias de ensino semelhantes na disciplina de Seminários Avançados, que é a “aula expositora dialogada”, a.

CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO EMPREENDEDORA

Na tabela 50 nota-se que as estratégias de ensino adotadas pelos professores do curso de Ciências Contábeis do campus Bg são as mesmas, tanto no 7º quanto no 8º período, conforme mostra a tabela. Quanto ao coeficiente de variação, esta alternativa alcançou um percentual de 17,52%, o que segundo Martins e Theóphilo (2009) apresenta uma distribuição média. Segundo Reis e Reis (2002), quanto menor o coeficiente de variação de um conjunto de dados, menor será a variação.

Segundo Finney e DiStefano (2006), os coeficientes que apresentam valores de assimetria entre -2 e +2 e para curtose entre -7 e +7 estão quase dentro da normalidade. As contribuições do bacharelado em administração para a formação empreendedora de estudantes de uma instituição de ensino superior de Bacabal – MA. Analisar as práticas de educação para o empreendedorismo, na percepção dos alunos de graduação do Centro de Ciências Sociais Aplicadas – Gestão da Universidade do Vale do Itajaí.

Tabela 3: Cursos estudados  Fonte: Elaborado pela pesquisadora
Tabela 3: Cursos estudados Fonte: Elaborado pela pesquisadora

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Figura 1: Pilares dos Objetivos do Ensino do Empreendedorismo  Fonte: Rocha; Freitas (2014 p
Tabela 1: Frequência das práticas pedagógicas das IES brasileiras
Tabela 2: Práticas pedagógicas executadas por IES brasileiras para o ensino do empreendedorismo  Fonte: Adaptado de Vieira et
Figura 2: Processos de aprendizagem
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Referências

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