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Quantificação da caspase 3

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5.3 Cultivo Celular

5.3.4 Quantificação da caspase 3

Figura 38: Quantificação da p-nitro anilina (pNa) formada nas células tumorais Hela em presença do Poliacetileno (Fração 6) isolado de V. scorpioides, utilizando dimetilsulfóxido (DMSO) para controle negativo e Paclitaxel como controle positivo com tempo de exposição de 24 horas. As barras são expressas pela média ± desvio padrão. **p<0,01 ANOVA seguido de TUKEY.

O aumento de caspase 3 nas células tumorais Hela e B16F10, sugerem que o Poliacetileno promove morte celular por apoptose. No entanto, esta via de morte celular não é exclusivamente apoptótica, pode ser observado nos experimentos realizados anteriormente a presença do processo necrótico.

Os resultados de quantificação estão de acordo com os obtidos por Choi et al. (2006), onde foram quantificadas as caspases 3 e 9 na presença de um poliacetileno nas concentrações de 5 e 10 M por 24 horas. O método de quantificação das caspases foi semelhante ao aqui utilizado, ou seja, quantificação da p-nitroanilina (p-Na). O poliacetileno na concentração de 5 M obteve pequeno aumento na caspase 3, sendo semelhante aos aqui obtidos com 1 M, mas na concentração de 10 M a atividade de caspase 3 se torna duas vezes mais potente comparada a concentração inferior, sugerindo resposta dose dependente.

As caspases pertencem à família de proteases cisteínas, podendo ser divididas em caspases inflamatórias e caspases apoptóticas, as quais podem ser incluídas nos grupos de caspases iniciadoras e efetoras. Caspases são os sensores centrais e executores da apoptose celular (THOME; TSCHOPP, 2001).

DMSO Poliacetileno Paclitaxel 0

10 20 30

40 1µM

1µM

**

µµµµmol pNa/min/mL

A apoptose pode ser iniciada por dois caminhos: O primeiro, também chamado de caminho extrínseco, é mediado pelos receptores de morte, como Fas (TNF). Adaptadores específicos de proteínas como FADD/MORT1; TRADD ou CRADD/RAIDD ligam-se aos receptores específicos formando um complexo que por sua vez ativa os iniciadores de apoptose como as caspases iniciadoras 2, 8 ou 10 as quais ativam as caspases efetoras (3, 6 e 7) induzindo a ativação cascata apoptótica (ROBBINS; COTRAN, 2005).

No segundo caminho, intrínseco, citocromos “c” são liberados pelas mitocôndrias para o citoplasma em células expostas a drogas quimioterapêuticas, a irradiações UV, fatores de crescimento ou ativação dos receptores Fas ou TNF. O citocromo “c” liberado liga-se ao Apaf-1, promovendo a oligomerização do complexo citocromo/APAF formando o apoptossomo. O recrutamento de procaspase-9 pelos apoptossomos ativos resultam na autoativação e subseqüentemente na ativação das caspases-3 efetora (ZHANG; HUANG, 2006).

A ativação das mitocôndrias para a liberação dos citocromos “c” pode ser feita também via receptores de morte que induzem a ativação de caspases iniciadoras (pro-caspase-8) levando a clivagem da proteína Bid. Os fragmentos resultantes da clivagem de Bid são translocados do citosol até as mitocôndrias, resultando na ruptura destas e liberação dos citocromos “c”. Além do citocromo “c”

outros fatores proapoptóticos como o AIF e Smac (DIABLO) estão envolvidos na ativação do sinal apoptótico. Outra proteína chamada HtrA2/Omi é liberada pela mitocôndria durante a apoptose. No citosol a proteína bloqueia a ação do inibidor de apoptose IAPs, levando o aumento da ativação das caspases (SALVESEN;

DUCKETT, 2002).

6 CONCLUSÕES

Através do processo extrativo foi isolado e caracterizados uma lactona sesquiterpênica do tipo hirsutinolídeo (Fração 15), um éster do ácido cafeico (cafeato de etila (Fração 17), um poliacetileno (Fração 6) além de uma mistura de lactonas sesquiterpênicas contendo um hirsutinolídeo e um glaucolídeo. Dentre as substâncias isoladas, o poliacetileno é inédito na literatura.

As lactonas sesquiterpênicas isoladas e em mistura, apresentaram níveis significativos de citotoxicidade para todos as linhagens celulares, tendo de modo geral maior afinidade para as células de adenocarcinoma de cérvix (Hela). O Cafeato de etila foi a substância isolada que apresentou índices baixos de citotoxicidade tanto para as células L929 quanto para as células tumorais B16F10 e Hela. O poliacetileno também demonstrou maior especificidade pelas células tumorais Hela com uma inibição de ~40% da viabilidade celular, sendo que nas células tumorais B16F10 e não tumorais L929 em 24 horas a diminuição da viabilidade celular foi de

~20%.

O processo necrótico, juntamente com a apoptose, foi evidenciado em todas as substâncias testadas. Entretanto ficou evidenciado que o poliacetileno apresentou maiores indícios de apoptose, apesar de não ser exclusivo. Em experimento com marcadores de morte celular, essa substância obteve índices de necrose menores que 25% nas três linhagens celulares utilizadas. Ainda foi confirmada a ocorrência de processo apoptótico pela baixa liberação de LDH (~600 UI). A indução da caspases 3 pelo poliacetileno foi observada nas células tumorais B16F10 e Hela, mesmo quando utilizada em baixa concentração (1 M). A fragmentação do DNA de células Hela em contato com o poliacetileno não formou banda específica de apoptose, o que pode ser devido ao potencial genotóxico demonstrado no ensaio do cometa. Todas as substâncias isoladas, assim como a mistura de lactonas sesquiterpênicas, apresentaram níveis estatisticamente significativos de genotoxicidade.

Considerando os promissores resultados obtidos com o poliacetileno, a continuidade dos estudos com a pesquisa de citocromo "c", proteínas como a Bcl-2, Bax, assim como caspases iniciais (8 e 9), possibilitarão o desvendamento da via apoptótica, intrínseca ou extrínseca, envolvidas no processo de morte celular.

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ANEXO A

Espectros de RMN das substancias estudadas

Hirsutinolídeo (Fração 15): (lS*,4R*,8S*,10R*)-1,4-epoxi-l3-etoxi-1,10-diidroxi-8- acetoxi-germacra-5E,7(11)-dien-6, 12-olideo, ou 8-Acetil-13-etoxipiptocarfol

O O

OCOCH3 O

H OH

O

O

1 4

8

13 10

14

15

11 12

ppm (t2)10.0 5.0 0.0

5.0

10.0 ppm (t1)

Figura 1: Mapa de correlação Homonuclear COSY (400 MHz, CDCl3) do Hirsutinolídeo (Fração 15).

ppm (t2)8.0 7.0 6.0 5.0 4.0 3.0 2.0 1.0 0.0 0

50

100

ppm (t1)

Figura 2: Mapa de correlação heteronuclear HSQC (400 MHz para 1H, CDCl3) do Hirsutinolídeo (Fração 15).

ppm (t2)7.0 6.0 5.0 4.0 3.0 2.0 1.0 0.0

0

50

100

150

ppm (t1)

Figura 3: Mapa de correlação heteronuclear HMBC (400 MHz para 1H, CDCl3) do Hirsutinolídeo (Fração 15).

Mistura de lactonas sesquiterpênicas (Fração 19-21):

O O

OCOCH3

OCOCH3

O O

O H

OH 1

4

8

13 10

14

15

11

12 O

OCOCH3 OCOCH3

O O H

O H

O

O

1

4

8

13 10

15 11

12 14

ppm (f2)8.0 7.0 6.0 5.0 4.0 3.0 2.0 1.0 0.0

0.0

1.0

2.0

3.0

4.0

5.0

6.0

7.0

8.0 ppm (f1)

Figura 4: Mapa de correlação Homonuclear COSY (400 MHz, CDCl3) da Mistura de lactonas sesquiterpênicas (Fração 19-21).

ppm (t2) 7.0 6.0 5.0 4.0 3.0 2.0 1.0 0.0 0

50

100

ppm (t1)

Figura 5: Mapa de correlação Heteronuclear HSQC (400 MHz para 1H, CDCl3) da Mistura de lactonas sesquiterpênicas (Fração 19-21).

ppm (t2)7.0 6.0 5.0 4.0 3.0 2.0 1.0 0.0

0

50

100

150

200 ppm (t1)

Figura 6: Mapa de correlação Heteronuclear HMBC (400 MHz para 1H, CDCl3) da Mistura de lactonas sesquiterpênicas (Fração 19-21)

No documento humberto buskuhl.pdf - Univali (páginas 89-119)

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