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1 APRESENTAÇÃO DO TEMA E JUSTIFICATIVA

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Academic year: 2023

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A theoretical model was built and then tested, based on twelve hypotheses by applying the case study method in traditional, virtual and multimedia format. The quality of the virtual environment has an impact on the facilitating factors of the case study method in the virtual and multimedia format.

CONTEXTUALIZAÇÃO DA PESQUISA

Os estilos de aprendizagem podem ser uma fonte de informação para o professor identificar melhores métodos de ensino (MARION; MARION, 2006). Dentre esses métodos elencados, destacam-se: casos para ensino, role-playing (simulação) e jogos de empresas.

OBJETIVOS DA PESQUISA

Objetivo Geral

Objetivos Específicos

Os objetivos gerais e específicos do estudo são então indicados. e) Comparar os fatores facilitadores do método de caso percebidos pelos estudantes de administração em formatos tradicionais, virtuais e multimídia.

JUSTIFICATIVA

Justificativa de ineditismo

Assim, não foram encontrados estudos que relacionassem o método de caso com estilos de aprendizagem, nem houve estudos que incluíssem todos os construtos em um único estudo. O caso dos formatos tradicionais, virtuais e multimídia afeta positivamente o ambiente virtual e os estilos de aprendizagem.

Justificativa de não trivialidade

No campo da administração, as organizações utilizam tecnologias para formar seus gestores, o que também está cada vez mais presente nos bancos das instituições de ensino superior (VŠU), principalmente em decorrência da educação a distância (EaD) (ALLY, 2004). A utilização de tecnologias educacionais nas instituições de ensino superior justifica-se pela adaptabilidade e expansão do tempo e do espaço (LEVY, 1999; SILVA, 2003, SILVA, et al. 2012).

Justificativa de contribuição científica e social

Métodos e tecnologias que exploram estilos de aprendizagem podem assim chegar mais facilmente a este cenário (público). No âmbito da administração, a tese contribuirá através do desenvolvimento de um método de caso para ensino em ambiente virtual tendo em mente estilos de aprendizagem.

ESTRUTURA DO TRABALHO

Este capítulo aborda os principais fundamentos teóricos da aprendizagem de adultos, visto que o tema da tese está focado no ensino superior. Por fim, o método de caso para ensino é explorado em termos da estrutura e dos fatores facilitadores que justificam sua utilização.

A APRENDIZAGEM E SUAS TEORIAS

Na teoria humanística, o conhecimento também é adquirido por meio da experiência do aluno com o meio ambiente (MERRIAM; CAFFARELLA, 1999; PIAGET, 2010). É necessário situar o aluno no contexto do ambiente para que ele tenha consciência de que faz parte dele e traga para sala de aula a realidade do aluno e sua história social.

PERSPECTIVAS TEÓRICAS DA APRENDIZAGEM DE ADULTOS

  • A perspectiva andragógica
  • Por uma aprendizagem auto direcionada
  • A aprendizagem transformadora
  • A aprendizagem pela experiência

No entanto, Chien (2004) comenta que a aprendizagem autodirigida faz parte da vida cotidiana de uma pessoa fora da sala de aula. A aprendizagem autodirigida também pode ser vista com foco na aprendizagem transformadora, uma vez que o pensamento crítico é a base do processo de aprendizagem (MEZIROW 1985 apud ELLINGER, 2004).

OS ESTILOS DE APRENDIZAGEM E AS PREFERÊNCIAS DE COMO

Modelos de estilos de aprendizagem

Estes e outros comentam a necessidade de identificar o perfil do aluno em aspectos dos estilos de aprendizagem que são individuais. Cada palavra representa um estilo de aprendizagem que se refere à forma como o aluno prefere aprender (Tabela 02).

Figura 1 – Estilos de Aprendizagem de KOLB
Figura 1 – Estilos de Aprendizagem de KOLB

Estudos empíricos sobre estilos de aprendizagem

O estudo de Cerqueira (2000) aplicou o inventário de Kolb (1984) no Brasil e identificou a relação entre estudantes de diferentes cursos de graduação com os estilos de aprendizagem mais comuns. Outro estudo que compara a relação entre a área de conhecimento dos cursos e os estilos de aprendizagem pode ser encontrado em Oliveira, Gubiani e Domingues (2011).

O ENSINO EM AMBIENTE VIRTUAL (AV): CONCEITOS E ESTRUTURA DA

A qualidade de um AV: descobrindo dimensões para a aprendizagem

O que influencia o resultado da aprendizagem na visão do autor são os critérios de qualidade de um EV. A Tabela 4 apresenta os critérios para medir a qualidade de um VA com base na percepção do usuário.

Figura 4 – Dimensões e antecedentes da satisfação percebida pelo aprendiz.
Figura 4 – Dimensões e antecedentes da satisfação percebida pelo aprendiz.

O MÉTODO DE CASOS PARA O ENSINO (MCE): HISTÓRICO, CONCEITOS,

  • Histórico do caso: A origem em Harvard
  • Conceitos do Método do Caso para o Ensino (MCE)
  • Características do caso para o ensino
  • Vantagens e desvantagens do método do caso
  • Etapas da aplicação do método do caso

O benefício esperado da aplicação do método de casos para o ensino é a possibilidade de o aluno desenvolver habilidades de análise de situações. Da Tabela 8 fica claro que há mais vantagens do que desvantagens na utilização do método de caso. Scott (2007) comenta sobre o tempo necessário para aplicação do método de caso em sala de aula, o que exige espaço para discussão e interação.

APRESENTAÇÃO DO MODELO TEÓRICO: OS ESTILOS DE

  • Estilos de Aprendizagem: Modelos KOLB e VARK
  • Os estilos de aprendizagem e o ambiente virtual
  • Ponderações teóricas: conteúdo do caso, fase curricular, frequência de
  • Os estilos de aprendizagem e o método do caso
  • O método do caso: do tradicional para o virtual

H5a Os estilos de aprendizagem do Modelo KOLB afetam positivamente o desempenho dos alunos no ambiente virtual. H10a Existe uma relação de influência entre os estilos de aprendizagem do Modelo KOLB e os fatores facilitadores do método de caso. H10b Existe uma relação de influência entre os estilos de aprendizagem do Modelo VARK e os fatores facilitadores do método de caso.

Figura 6 – Hipóteses Geradas pelo Modelo Teórico
Figura 6 – Hipóteses Geradas pelo Modelo Teórico

POSICIONAMENTO PARADIGMÁTICO

Apresenta-se: o posicionamento paradigmático (ponto 3.1), que trata de como o pesquisador percebeu os fenômenos surgidos no estudo; a estratégia de pesquisa (seção 3.2), que caracteriza o estudo quanto à abordagem e objetivo do estudo; estratégias de pesquisa, que revelam os caminhos necessários para a obtenção dos dados da pesquisa; O desenho da pesquisa (ponto 3.3) apresenta as fases que envolveram a aplicação e implementação da pesquisa desde a seleção dos instrumentos de coleta, aplicação e análise do uso de métodos de caso para ensino. A justificativa nos argumentos dos autores é que o paradigma funcionalista surge através da visão da natureza objetiva da ciência e vê a sociedade como regulada. No que diz respeito ao pressuposto metodológico, define-se ainda para esta pesquisa que os métodos utilizados tratam o mundo social como um mundo natural, como sendo sólido, real e externo ao indivíduo e de natureza objetiva.

ESTRATÉGIA DE PESQUISA

O estudo foi definido como explicativo por identificar relações de causa e efeito entre os estilos de aprendizagem e as dimensões da qualidade do ambiente virtual com os fatores facilitadores do método de caso. A estratégia de pesquisa deste estudo foi definida com base em Yin (2001), delineada como uma estratégia de pesquisa e grupo focal. O autor observa que ao seguir a estratégia de pesquisa é necessário identificar a população e a amostra da pesquisa nos instrumentos e métodos de coleta.

DESIGN DA PESQUISA

Fase de preparação da aplicação do método do caso

Como a proposta era experimentar o método de casos em três formatos diferentes (tradicional, virtual e multimídia), foi necessário escolher três casos. Utilizar disciplinas de marketing também é uma forma de garantir o controle da experiência com o método case. Para criar os cases em formato multimídia, foram utilizados diversos softwares para estruturar a mídia.

Figura 9 – Casos Multimídia
Figura 9 – Casos Multimídia

Fase de aplicação do método do caso

O inventário do modelo de estilos de aprendizagem experiencial de Kolb (1984) – Apêndice B – já foi validado no Brasil por Cerqueira (2000). O inventário do modelo de estilos de aprendizagem VARK de Fleming e Mills (1992) – Apêndice C – foi traduzido por Rory e já utilizado no Brasil conforme explicado por Miranda, Miranda e Mariano (2011). Após a aplicação de cada caso, foi aplicado um questionário para identificar os fatores facilitadores do método de caso.

Fase de análise do método do caso

Em relação aos fatores facilitadores do método de caso, as dimensões da qualidade do ambiente virtual são variáveis ​​independentes. A variável dependente Dimensões da qualidade do ambiente virtual é obtida pelo instrumento já testado e validado por Neto e Takaoka (2010) em modelagem de equações estruturais. O desempenho foi realizado com nota de 01 a 07 para manter o mesmo padrão da escala das dimensões de qualidade do ambiente virtual.

Figura 10 – Gráfico Radar dos Estilos de Aprendizagem
Figura 10 – Gráfico Radar dos Estilos de Aprendizagem

RESUMO DOS PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ADOTADOS

H10b Existe uma relação de influência entre os estilos de aprendizagem do Modelo VARK e os fatores facilitadores do método de caso. H11: A avaliação do ambiente virtual afeta positivamente os fatores facilitadores do método de caso para o ensino. H12 Existe uma relação de influência entre o formato do caso e os fatores facilitadores do método do caso para o ensino.

RELAÇÃO DE INTERDEPENDÊNCIA ENTRE MODELOS DE ESTILOS DE

Através da teoria, foi estabelecida a hipótese H1b de que existe uma relação de dependência entre os estilos Acomodativo e Convergente do modelo KOLB com o estilo Visual do modelo VARK. Em relação à H1c de que existe uma relação de dependência entre os estilos Acomodativo e Divergente do modelo KOLB com o estilo Cinestésico do modelo VARK, foram observados resultados diferentes na Tabela 1. Além disso, uma semelhança entre o estilo Divergente do modelo KOLB com o Estilo auditivo do modelo VARK.

Tabela 2 – Relação das IES com os Estilos de Aprendizagem dos Modelos KOLB e  VARK
Tabela 2 – Relação das IES com os Estilos de Aprendizagem dos Modelos KOLB e VARK

RELAÇÕES DE INFLUÊNCIA DOS ESTILOS DE APRENDIZAGEM NO

Temos então a terceira hipótese H3: os estilos de aprendizagem influenciam positivamente na preferência dos alunos no ambiente virtual. Neste caso, temos a hipótese H4: os estilos de aprendizagem afetam positivamente o acesso dos alunos ao ambiente virtual. Para tanto, estabeleceu-se a hipótese H5: os estilos de aprendizagem afetam positivamente o desempenho dos alunos no ambiente virtual.

FATORES FACILITADORES DO MÉTODO DO CASO

Análise fatorial exploratória

Ellet (2007), Roesch (2007), Fachin, Tanure e Duarte (2005) apontam que o método de caso está intimamente ligado aos dilemas organizacionais e os fatores têm a resolução de problemas como aspecto latente para o Fator 1. Os fatores facilitadores possuem carga acima . 0,5 com exceção do fator 13 – auxílio na revisão de políticas e práticas organizacionais – com carga de 0,479. É possível perceber, pela tabela 19, que os fatores facilitadores do fator 3 estão ligados à vantagem que o método do caso acarreta no auxílio ao aluno.

Gráfico 2 – Gráfico de Declive
Gráfico 2 – Gráfico de Declive

Análise fatorial confirmatória

  • Validação da dimensão Fator 1 – Análise de informações para resolução de
  • Validação da dimensão fator 2 – Realismo organizacional
  • Validação da dimensão fator 3 – Posição de gestor
  • Validação da dimensão fator 4 – Gerir equipes

As medidas de ajuste comparativo (CFI e TLI) apresentam valores acima de 0,9, indicando que o modelo proposto é ajustado. O índice de ajuste (PNFI) apresentou valor de 0,521 considerado satisfatório, pois a literatura indica valores entre 0 e 1,0 em uma proporção, quanto maior o valor, mais parcimônia o modelo possui (HAIR et al., 2005). As medidas de ajuste comparativo (CFI e TLI) apresentam valores de 0,991 e 0,977, respectivamente, indicando que o modelo proposto é ajustado.

Figura 12 – Mensuração inicial e final da dimensão do Fator 1
Figura 12 – Mensuração inicial e final da dimensão do Fator 1

Análise das ponderações do método: conteúdo do caso, fase curricular,

Existe a hipótese (H7) de que a fase curricular do aluno influencia positivamente os fatores que facilitam o método de caso para o ensino. O conteúdo do caso é o pressuposto que tem maior poder de influenciar os fatores facilitadores do método do caso. Para tanto, tem-se a hipótese (H11) de que a avaliação do ambiente virtual afeta positivamente os fatores facilitadores do método de caso para o ensino.

Tabela 18 – Regressão da Disciplina com Fatores Facilitadores
Tabela 18 – Regressão da Disciplina com Fatores Facilitadores

Modelagem de equação estrutural caso no formato virtual

Quanto aos construtos de primeira ordem “Fatores Facilitadores do método de caso” que formaram quatro fatores de construto de segunda ordem, constatou-se que todos apresentaram coeficientes padronizados acima de 0,7. Em relação ao construto de primeira ordem “Qualidade do Ambiente Virtual”, que formou cinco fatores do construto de segunda ordem, também ficaram evidentes coeficientes padronizados acima de 0,7. Em relação aos construtos de primeira ordem que formaram os fatores facilitadores, percebe-se um coeficiente padronizado acima de 0,5, onde o valor da dimensão tem carga de 0,572, para um coeficiente explicativo (R2) de 0,327, ou seja, 32,7% de a variância é explicada pela sua variável independente (Qualidade do Ambiente Virtual).

Tabela  22  –  Modelo  Estrutural  proposto  para  a  análise  final  –  Caso  em  formato  Virtual
Tabela 22 – Modelo Estrutural proposto para a análise final – Caso em formato Virtual

Modelagem de equação estrutural caso no formato multimídia

Portanto, temos a seguinte hipótese (H12): existe uma relação de influência entre a forma do caso e os fatores que facilitam o método do caso no ensino. H7: A etapa curricular do aluno afeta positivamente os fatores que facilitam o método de caso no ensino. H10a Existe uma relação de influência entre os estilos de aprendizagem do modelo KOLB e os fatores facilitadores.

Tabela  24  –  Modelo  Estrutural  proposto  para  a  análise  final  –  Caso  em  formato  Multimídia
Tabela 24 – Modelo Estrutural proposto para a análise final – Caso em formato Multimídia

CONCLUSÕES

A partir da ASF e da ASF percebeu-se o agrupamento das questões relacionadas aos fatores facilitadores do método de caso em quatro dimensões. Verificou-se que o conteúdo do caso, a matéria e a aula também influenciam parcialmente a percepção dos alunos sobre os fatores facilitadores do método de caso. O objetivo específico de comparar os fatores facilitadores do método de caso percebidos por estudantes de graduação em administração nos formatos tradicional, virtual e multimídia foi alcançado com a técnica de Kruskal-Wallis.

LIMITAÇÕES

Como não foram encontrados casos multimídia disponíveis e publicados, foi necessário adaptar o conteúdo e o formato para a criação do caso multimídia, o que demanda tempo e quantidade de casos para ser utilizado. Esta adaptação pode perturbar o significado denotativo ou conotativo na percepção dos alunos sobre as informações na mídia de caso.

SUGESTÕES PARA PRÓXIMOS ESTUDOS

O Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da Universidade Regional de Blumenau (FURB): Estudo da utilização de recursos no curso de bacharelado em administração. Estilos de aprendizagem dos alunos do ensino presencial versus a distância (EAD) do curso de bacharelado em administração: aplicação do método Kolb. Sistema aprendizagem-na-ação: metodologia de caso na educação para cursos de graduação e pós-graduação em administração.

Imagem

Figura 1 – Estilos de Aprendizagem de KOLB
Figura 2 – Aprendizagem on-line individual e colaborativa
Figura 3 – Modelo de E-Learning.
Figura 4 – Dimensões e antecedentes da satisfação percebida pelo aprendiz.
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Referências

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